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INFLUÊNCIA DA GRANULOMETRIA DO AGREGADO NA ADERÊNCIA DE ARGAMASSAS DE REVESTIMENTO Fernandes, Henrique Pessoa¹; Prodócimo, Kerly Elliz¹; Vieira, Jaisia.

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1 INFLUÊNCIA DA GRANULOMETRIA DO AGREGADO NA ADERÊNCIA DE ARGAMASSAS DE REVESTIMENTO Fernandes, Henrique Pessoa¹; Prodócimo, Kerly Elliz¹; Vieira, Jaisia Lima¹. 1 Engenharia Civil – Universidade Santa Cecilia 1. Introdução4. Resultados e Discussão 2. Objetivo 5. Conclusão 3. Materiais e Métodos 6. Referências Traço 1:2:8: boa trababilidade na areia fina e média, fragilidade da argamassa, material pulverulento falta de hidratação da cal ou alta relação de água/aglomerante Traço 1:1:6 com aditivo: boa trababilidade na areia fina e média, fragilidade da argamassa, material pulverulento uso cimento CP III ou T (<20ºC). Na prevenção de patologias em revestimentos argamassados o conhecimento do substrato e os materiais a serem empregados são essenciais. Desta forma, consegue-se estabelecer um projeto adequado para a execução de um revestimento de qualidade. A aderência de revestimentos em argamassas está relacionada com as propriedades de seus materiais constituintes. Um dos principais parâmetros para avaliação do desempenho do revestimento é o ensaio de resistência de aderência à tração, recomendado pela norma NBR (ABNT, 2010). Neste trabalho, foram realizados ensaios em 10 (dez) painéis de substrato de alvenaria, variando a granulometria da areia em fina, média e grossa, e um painel com argamassa industrializada. Os resultados, comparados e avaliados, promoverão um maior conhecimento da influência da granulometria do agregado na aderência em estudo realizado na Baixada Santista. O aumento no diâmetro do agregado apresentou um aumento na resistência de aderência à tração, no entanto não resultou em boas características de trabalhabilidade e acabamento superficial. O traço 1:2:8 apresentou a resistência de aderência abaixo do traço 1:1:6, no entanto estatisticamente não significativo, ou seja, pode-se considerar que os traços apresentaram os mesmos resultados, sendo necessário maior quantidade de amostras e novos testes para uma reavaliação. Verificar a influência do traço de uma argamassa e das diferentes granulometrias da areia na aderência dos revestimentos internos aplicados em substrato de alvenaria, através do teste de arrancamento e obter o gráfico de resistência de aderência à tração em função da granulometria do agregado e examinar a eficiência de cada traço escolhido. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR Revestimento de paredes e texto de argamassas inorgânicas – Determinação da Resistência de aderência à tração. ABNT. Rio de Janeiro, CARASEK, Helena. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL e Princípios de Ciência e Engenharia de Materiais. 2º Ed. G.C. Isaia. – São Paulo: IBRACON, v. Pag 893 a 944. CARASEK, Helena. Avaliação de resultados do ensaio de resistência de aderência de revestimentos de argamassa. Revista Techne. Ed Agosto de MACIEL, Luciana Leone; BARROS, Mércia m. S. Boltura; SABBATINI, Fernando Henrique. Recomendações para execução de Revestimentos de Argamassa para paredes de vedação internas e externas e tetos. São Paulo, Foi utilizada uma argamassa industrial (multiuso) como parâmetro para avaliação do chapisco e comparação no estudo dos traços 1:1:6 (cimento CP III; cal hidratada: areia, em volume) com e sem aditivo e traço 1:2:8, variando as areias em: grossa (2,00 a 4,80 mm), média (0,42 a 2,00 mm) e fina (0,05 a 0,42 mm). A base em bloco de alvenaria (9x19x39 cm) em parede interna foi limpa e hidratada para o recebimento do chapisco (traço 1:3 (cimento: areia grossa)) e aplicação da argamassa de revestimento. A camada de emboço em painéis de 60x60 cm, foi aplicada manualmente com colher de pedreiro, sarrafeada e desempenada até uma espessura de 2 cm. O teste de aderência foi realizado no revestimento com idade de 35 dias, sendo que a temperatura ambiente no período variou entre 17,8°C a 25,2°C (Julho e Agosto/2012), como mostra a Figura 1. Gráfico 1 – Comparação das resistências de aderência à tração. Figura 1 – Etapas do Ensaio Figura 2 – Traço 1:2:8 (Média) No gráfico 1, nota-se que com o aumento na granulometria do agregado no traço 1:1:6, houve um aumento na média da resistência de aderência à tração. Uma granulometria mais grossa garante melhores resultados de resistência de aderência, conforme afirma CARASEK (2010). Stat t (4,90) é maior que o t crítico bi-caudal (3,18), portanto a amostra pode ser rejeitada, ou seja, as duas massas não são iguais, resultados da aderência diferentes.


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