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CENÁRIOS E PERSPECTIVAS - Como posicionar as carteiras no segundo semestre e o que esperar dos portfólios.

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Apresentação em tema: "CENÁRIOS E PERSPECTIVAS - Como posicionar as carteiras no segundo semestre e o que esperar dos portfólios."— Transcrição da apresentação:

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2 CENÁRIOS E PERSPECTIVAS - Como posicionar as carteiras no segundo semestre e o que esperar dos portfólios

3 Agenda 1 – CENÁRIO 2 - DESAFIOS DOS INVESTIDORES EM CENÁRIO DE TAXAS DE JUROS DECLINANTES 3 - DIVERSIFICAÇÃO DE INVESTIMENTOS 4 - DISTRIBUIÇÃO ATUAL DE INVESTIMENTOS 5 - OPÇÕES DE INVESTIMENTOS 6 - RIVIERA INVESTIMENTOS

4 1 - CENÁRIO 2 - DESAFIOS DOS INVESTIDORES EM CENÁRIO DE TAXAS DE JUROS DECLINANTES 3 - DIVERSIFICAÇÃO DE INVESTIMENTOS 4 - DISTRIBUIÇÃO ATUAL DE INVESTIMENTOS 5 - OPÇÕES DE INVESTIMENTOS 6 - RIVIERA INVESTIMENTOS

5 CENÁRIO ◦ Cenário Externo ◦ EUA  Dados econômicos de março e abril mostraram que a economia do país está em acomodação;  Fraco desempenho do mercado de trabalho de abril, com criação de apenas 115K postos, menos da metade do mês anterior.  Dados industrias fracos, influenciado pelos estoques ainda elevados;  No entanto, a confiança do consumidor ainda permanece em patamares elevados.

6 CENÁRIO ◦ Cenário Externo ◦ CHINA  Voltou a preocupar com a redução da meta de crescimento para 2012 (de 8,0% para 7,5%). No entanto, país tem histórico de superar as metas de crescimento;  Expansão do PIB de 8,1% no 1T12 confirmou cenário de ligeira desaceleração da atividade;  Crescimento menor, porém ainda suficiente para estimular mercado de commodities.

7 CENÁRIO ◦ Cenário Externo ◦ CHINA

8 CENÁRIO ◦ Cenário Externo ◦ EUROPA  Indicadores continuam apontando recessão em grande parte dos países;  Na Grécia, a queda do PIB foi de 6,2% no 1T12;  Exceção ficou por conta do PIB alemão, que apesar da desaceleração, apresentou variação positiva de 0,5%;  Eleições na Europa trouxeram incerteza para os mercados;  Na França, chegada do Partido Socialista no poder, com a eleição de François Hollande, deve aumentar questionamentos sobre ajuste fiscal, porém, não deve se refletir em irresponsabilidade perante aos atuais acordos;  Na Grécia, fracasso em formar governo de coalizão trouxe de volta receio sobre possível saída do país da zona do euro.

9 CENÁRIO ◦ Cenário Interno ◦ Brasil  Taxa de juros declinantes. Expectativa de que a Selic encerre o ano em 8,0% - menor patamar histórico;  Mudança na regra da remuneração da poupança, abrindo espaço para novas quedas do juros;  Inflação para 2012 voltou a subir (ajuste), mas está sob controle;  Crescimento lento, com recuperação esperada para o 2º semestre em resposta as medidas de estímulo;  Setor industrial fraco (impacto das importações) e mercado de consumo ainda aquecido.

10 1 - CENÁRIO 2 - DESAFIOS DOS INVESTIDORES EM CENÁRIO DE TAXAS DE JUROS DECLINANTES 3 - DIVERSIFICAÇÃO DE INVESTIMENTOS 4 - DISTRIBUIÇÃO ATUAL DE INVESTIMENTOS 5 - OPÇÕES DE INVESTIMENTOS 6 - RIVIERA INVESTIMENTOS

11 DESAFIOS ◦ Cenário de Taxas de Juros Declinantes ◦ Evolução IPCA x Selic Acumulados 12 meses

12 DESAFIOS O Banco Central tem como um de seus objetivos estabelecer o nível de juros (através de reuniões do COPOM) para controlar a inflação (Regime de Metas de Inflação). Desde o início do plano Real as taxas tiveram expressiva redução Redução nos ganhos reais com CDI

13 DESAFIOS ◦ Cenário de Taxas de Juros Declinantes ◦ Evolução Estrutura a Termo da Taxa de Juros Pré (ETTJ) A expectativa de taxa de juros pré fixada teve uma grande redução em 2012

14 DESAFIOS ◦ Cenário de Taxas de Juros Declinantes ◦ Estrutura a Termo da Taxa de Juros – Prêmio NTN-B Os títulos públicos de longo prazo indexados à inflação oferecem retorno de IPCA+3,9% (abaixo da meta atuarial das fundações).

15 DESAFIOS ◦ Revisão dos Paradigmas de Investimento em Cenário de Taxas de Juros Declinantes ◦ Meta Atuarial x Selic Fonte: Banco do Brasil

16 DESAFIOS ◦ Juros Reais potencialmente menores o Cenário de inflação maior e/ou CDI menor, o que implicaria em juros reais menores. Fonte: Focus - Distribuição de Frequência O deslocamento desta curva para a direita reflete a percepção dos economistas de que a inflação será maior.

17 1 - CENÁRIO 2 - DESAFIOS DOS INVESTIDORES EM CENÁRIO DE TAXAS DE JUROS DECLINANTES 3 - DIVERSIFICAÇÃO DE INVESTIMENTOS 4 - DISTRIBUIÇÃO ATUAL DE INVESTIMENTOS 5 - OPÇÕES DE INVESTIMENTOS 6 - RIVIERA INVESTIMENTOS

18 DIVERSIFICAÇÃO ◦ Cenário de juros decrescente faz com que o investidor busque diversificação de investimento  Um dos principais desafios a ser enfrentado pelos gestores é a sofisticação dos investimentos em busca de rentabilidade;  Primeira mudança que se verifica neste cenário é a migração dos investimentos de títulos públicos de curto para longo prazo;  Outro movimento importante que e começa a perceber nas carteiras dos fundos de pensão é o aumento de participação dos títulos de crédito privado.  Pesquisa da consultoria Mercer com gestores de recursos dos fundos de pensão constatou o aumento da disposição para investimentos com um pouco mais de risco, tanto em bolsa quanto em renda fixa;

19 DIVERSIFICAÇÃO o A alocação da carteira de investimentos das fundações deve obedecer os seguintes princípios: Gerar Renda Proteger o Patrimônio da Inflação Gerar Ganhos de Patrimônio Garantir Estrutura Formal de Governança

20 1 - CENÁRIO 2 - DESAFIOS DOS INVESTIDORES EM CENÁRIO DE TAXAS DE JUROS DECLINANTES 3 - DIVERSIFICAÇÃO DE INVESTIMENTOS 4 - DISTRIBUIÇÃO ATUAL DE INVESTIMENTOS 5 - OPÇÕES DE INVESTIMENTOS 6 - RIVIERA INVESTIMENTOS

21 DISTRIBUIÇÃO ATUAL DE INVESTIMENTOS ◦ O Mercado de Previdência Complementar Fechada no Brasil Carteira Consolidada por Tipo de Operação

22 DISTRIBUIÇÃO ATUAL DE INVESTIMENTOS ◦ O Mercado de Previdência Complementar Fechada no Brasil Sugestão de Carteira NTN-B (IPCA + 3,8%) LIMITE LEGAL 3792 Renda Fixa100% Renda Variável70% Investimentos Estruturados20% Investimentos no Exterior10% Imoveis8% Renda Fixa50%9%5% Renda Variável26%13%3,4% Fundos Estruturados20%16%3% Investimento no Exterior1%3%0,0% Imóveis3%11%0% 11,5% Meta Atuarial 11,3%

23 1 - CENÁRIO 2 - DESAFIOS DOS INVESTIDORES EM CENÁRIO DE TAXAS DE JUROS DECLINANTES 3 - DIVERSIFICAÇÃO DE INVESTIMENTOS 4 - DISTRIBUIÇÃO ATUAL DE INVESTIMENTOS 5 - OPÇÕES DE INVESTIMENTOS 6 - RIVIERA INVESTIMENTOS

24 24  Criado em 29/11/2001 pela resolução nº 2.097, do CMN e regulamentado pela ICVM nº 356 de 17/12/2001, o FIDC começou a ganhar fôlego no Brasil quase dois anos depois, em um ambiente de limitação do crédito bancário, como alternativa de captação de recursos para empresas, inclusive financeira, caso em que a securitização vem atuando como potencializadora do crédito.  Define-se como “uma comunhão de recursos que destina parcela preponderante do respectivo patrimônio líquido para a aplicação em direitos creditórios”. FIDC – Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios OPÇÕES DE INVESTIMENTOS

25 25 FIDC – Exemplo de Estrutura de Fundo OPÇÕES DE INVESTIMENTOS Operação de compra e venda de recebíveis Benchmarking: CDI e IPCA Lastro em cotas subordinadas Diversificação regional e setorial  Conceito Administração: Socopa Originarão e Consultoria especializada: FIDC XPTO Custodia : Banco Paulista Banco Cobrador : Banco do Brasil Rating FIDC: Standard & Poors Auditoria: KPMG

26 26 OPÇÕES DE INVESTIMENTOS  Instrumento de Proteção ao Cotista Sênior  Filtros Processo de concessão de credito 1.Cadastro 2.Score 3.Analise 4.Comite Operacao de compra do direito Score Sigcred Mais de 30 diferentes variaveis, gerando notas ponderadas e indicadores de elegibilidade bem como orientacao de faixa de custo  Checagem FIDC – Exemplo de Estrutura de Fundo

27 27 OPÇÕES DE INVESTIMENTOS  Instrumento de Proteção ao Cotista Sênior  Excesso de spread Remuneração do cotista sênior – 9%- 15%  Reserva de Liquidez 5% do PL mantido em outros ativos líquido (risco de fungibilidade)  Gatilhos Evento de Garantia de Recebível Evento de Liquidação Antecipada Evento de Avaliação 1.Queda da razão de garantia 2.Índice de inadimplência igual ou maior que 10% 3.Índice de recompra igual ou maior que 25% 4.Rebaixamento da classificação de risco pela empresa de rating FIDC – Exemplo de Estrutura de Fundo

28 28 OPÇÕES DE INVESTIMENTOS FIDC – Exemplo de Estrutura de Fundo  Exemplo de Limite de Concentração: “ Os três maiores cedentes/sacados, considerando-se grupo econômico, mais 50% do quarto, não poderão ter mais que 17% do PL do fundo.”  Limite de Concentração: Subordinação Mínima: 28% Limite de concentração Por sacado – 5% Do sacado pro cedente 25% Por cedente - 10% do PL do fundo, limitado a 35% para os 5 maiores cedentes

29 29 VANTAGENS DA SECUTITIZAÇÃO PARA OS INVESTIDORES  Possibilidade de investimento na economia real  O dinheiro do originador assume as primeiras perdas (quota subordinada)  Possibilidade de diversificação de investimentos (geográfica e por industria)  Spread incremental: Devido a complexidade da análise o retorno do FIDC costuma ser atrativo para os Investidores  Solidez das parcerias  Industria bastante testada e pouquíssimos casos de stress  Carteiras segregadas e aquisição apenas de títulos performados FIDC - Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios OPÇÕES DE INVESTIMENTOS

30 30 Rentabilidade das últimas ofertas registradas FIDC - Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios OPÇÕES DE INVESTIMENTOS

31 31 FIP- Fundo de Investimento em Participações OPÇÕES DE INVESTIMENTOS  São fundos de investimento que destinam os seus recursos à aquisição de participações em empresas abertas ou fechadas – obrigatoriamente mais de 90%  Estrutura típica de um FIP  São normalmente estruturados através de “condomínios fechados  Os quotistas só recebem o capital na ocasião do desinvestimento/venda do fundo nas empresas da carteira, tipicamente de 5 a 10 anos após o início do fundo.  Investimento destinado exclusivamente à investidores qualificados  As quotas podem ser transacionadas no mercado secundário  Venture capital está relacionado a empreendimentos em fase inicial,  Private equity está ligado a empresas mais maduras, em fase de reestruturação, consolidação e/ou expansão de seus negócios.

32 32 FIP – Fundo de Investimento em Participações OPÇÕES DE INVESTIMENTOS  A Instrução CVM nº 391/2003 exige que o FIP participe na definição da política estratégica e na gestão das companhias investidas, especialmente através da indicação de membros do conselho de administração.  Indicação do Conselho de Administração  Indicação do Comitê de Investimentos Aprovação dos investimentos e desinvestimentos na SPEs e deliberação acerca dos eventuais conflitos de interesse previstos no regulamento do Fundo  Adesão ao código de governança ABVCAP A ABVCAP elaborou um código de autorregulação para o setor de private equity. O código propõe melhores práticas, em consonância com regras internacionalmente reconhecidas

33 33 FIP – Fundo de Investimento em Participações OPÇÕES DE INVESTIMENTOS  Cláusulas de governança  Transparência. Politica de Investimento (indicacao dos ativos que podem ser comprados e riscos) Estudos e análises que fundamentam as decisões tomadas em assembleia geral  Prestação de contas. Os membros dos conselhos e comitês do fundo deverão informar ao administrador, e este, por sua vez, deverá informar aos cotistas qualquer situação de conflito de interesses  Equidade os recursos do fundo não podem ser aplicados em empresas das quais participem o administrador, o gestor, os membros do comitê ou conselho, e os cotistas detentores de cotas representativas de 5% do patrimônio do fundo, seus sócios e cônjuges, individualmente ou em conjunto com mais de 10% do capital total ou votante

34 OPÇÕES DE INVESTIMENTOS FIP Empreendimento Fundo SPE Empreendimento 123 Investidores Retorno do Capital Investido D e s i n v e s t i m e n t o D e s i n v e s t i m e n t o D e s i n v e s t i m e n t o FIP - Fundo de Investimento em Participações Gestora Comitê de investimentos Consultoria de investimentos

35 35 Processo de Investimento do FIP FIP OPÇÕES DE INVESTIMENTOS Seleção Análise Aprovação Closing Contato com a originadora Apresentação de oportunidade de investimento Business Plan Avaliação da adequação à política de investimentos Análise econômico- financeira do projeto Análise da viabilidade técnica e aspectos mercadológicos Análise Risco /Retorno (TIR) Elaboração do relatório para apresentação no comitê de investimentos Aprovação no comitê de investimentos Diligencia jurídica, imobiliária, fiscal e econômica Auditoria Laudos e avaliações

36 36 VANTAGENS DE INVESTIMENTO EM FIP  Oferece grandes oportunidades de ganho em relação aos fundos tradicionais de ações, pois buscam investimentos com alto potencial de retorno.  O FIP é também vantajoso em relação ao investimento direto pela sua transparência e sua governança corporativa, pois tem custodiante e auditoria obrigatórios. FIP OPÇÕES DE INVESTIMENTOS

37 37 ALGUNS CASOS DE SUCESSO (ABVCAP) América Latina Logística (ALL) Anhanguera Educacional Bematech Companhia Providência CSU CardSystem Diagnósticos da América S.A Droga Raia Casa do Pão de Queijo Viena FIP OPÇÕES DE INVESTIMENTOS Gafisa Gol Linhas Aéreas Localiza Lupatech Marcopolo Natura TOTVS UOL

38 38 ALGUNS CASOS DE SUCESSO (ABVCAP)  América Latina Logística (ALL) Maior operadora logística com base ferroviária da América Latina Recebeu investimentos de fundos de Privete Equity para expandir 2004 abriu capital na Bolsa de Valores e arrecadou R$ 588 milhões Administra uma malha férrea de quilômetros de extensão  Anhanguera Educacional Entre 2003 e 2006 a empresa recebeu uma sequência de aportes de um fundo de Privete Equity, totalizando cerca US$ 50 milhões o aporte possibilitou melhorar a performance da empresa, desenvolver o negócio e trazer uma estrutura clara de estratégia corporativa Em 2004, a Anhanguera contava com 10 mil alunos e o faturamento era de R$ 50 milhões. Hoje a empresa possui mais de 450 mil alunos e há uma expectativa de faturar mais de R$2 bilhões FIP OPÇÕES DE INVESTIMENTOS

39 39 ALGUNS CASOS DE SUCESSO (ABVCAP)  Droga Raia Tradicional rede de farmácias criada em São Paulo Em 2008 apresentou faturamento de R$ bilhões e vem crescendo ao ritmo de 38% ao ano. A capitalização via fundo de private equity permitiu acelerar o plano de crescimento da empresa e, em 2010, a empresa abriu capital na Bovespa.  Localiza Maior rede de aluguel de carros do Brasil. Em 1997, Donaldson, Lufkin & Jenrette comprou um terço da empresa por US$50 milhões O fundo de private equity teve uma saída de sucesso em 2005, quando vendeu a sua parte na empresa através do IPO, na Bovespa, por cerca de US$130 millhões. FIP OPÇÕES DE INVESTIMENTOS

40 FIP GR Properties - Timeline

41 Status: Entregue (Agosto/10) Área do Terreno: m² Área Construída: m² Investimento Inicial: R$ ,00 Valor de Mercado ¹ : R$ ,00 ¹ Conforme última transação realizada em fevereiro/2012

42 ² Na TIR foi considerado aporte a vista e retorno depois de 24 meses. Foi considerado que o empreendimento foi 100% locado em 7 meses após o término da obra. EXEMPLO DE FIP FIP GR PROPERTIES

43 Cronograma Terraplenagem: (2 meses): 09/2009 – 10/2009 Construção (10 meses): 11/2009 – 08/2010 Locação: 100% em 7 meses Estudo de caso Estudo de caso

44 EXEMPLO DE FIP FIP RIO NAVE

45 EXEMPLO DE FIP FIP RIO NAVE

46 46  O Fundo de Investimentos Imobiliário tem por finalidade investir em um portfólio diversificado de ativos com lastro imobiliário, por meio da aquisição de participação direta em Sociedades de Propósito Específico (SPE) ou de financiamento via Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), desde que atenda a política de investimento definida no regulamento do Fundo.  Instrumento na forma de condomínio fechado, não sendo admitido, desta forma, resgate  A saída do investidor se dá em mercado secundário (bolsa / balcão / negociações privadas)  Fundo normalmente aufere ganho a partir de locação, arrendamento ou alienação de ativos FII – Fundo de Investimento Imobiliário OPÇÕES DE INVESTIMENTOS

47 47 ESTRUTURA DA OPERAÇÃO FII - Fundo de Investimento Imobiliário OPÇÕES DE INVESTIMENTOS

48 48  Gestão profissional – equipe atenta às dinâmicas do mercado  Transparência / Isenção (instrumento regulado) – relatórios, fatos relevantes, demonstrativos etc  Simplificação jurídica - documentação, laudos, análises técnicas, processos jurídicos, legais ou regulatórios  Compra / venda com baixo custo: Corretagem, ITBI, Escrituração etc  Liquidez crescente e facilitada (ambientes de negociação como bolsa e balcão)  Ganho de escala - Maior poder de negociação e diluição dos custos de administração dos investimentos.  Possibilidade de venda (ou compra) parcial do investimento  Baixa correlação com outras opções de investimento FII - Fundo de Investimento Imobiliário OPÇÕES DE INVESTIMENTOS VANTAGENS DE INVESTIMENTO EM FII

49 49 FII - Fundo de Investimento Imobiliário OPÇÕES DE INVESTIMENTOS  O mercado de FII supera R$ 12 bilhões

50 1 - CENÁRIO 2 - DESAFIOS DOS INVESTIDORES EM CENÁRIO DE TAXAS DE JUROS DECLINANTES 3 - DIVERSIFICAÇÃO DE INVESTIMENTOS 4 - DISTRIBUIÇÃO ATUAL DE INVESTIMENTOS 5 - OPÇÕES DE INVESTIMENTOS 6 - RIVIERA INVESTIMENTOS

51 Consolidação de Estruturas 51 Experiência e independência da Asset Sólida estrutura do Banco Riviera Investimentos

52 Objetivo da RIVIERA Maior demanda por produtos estruturados Queda de taxas de juros Necessidade dos clientes institucionais de Previdência e Seguro 52 Ser gestora de produtos estruturados para o mercado de investidores institucionais

53 Focos de Atuação da Gestora BANCO PAULISTA/ SOCOPA Imobiliário Crédito privado Agronegócio Infraestrutura 53 Consultor Técnico: GR Properties Consultor Técnico: GR Properties Consultor Técnico Consultor Técnico: Meinberg & Meinberg Consultor Técnico: Meinberg & Meinberg Riviera

54 Ativos sob Gestão  Fundo de Investimentos Participações – FIP Imobiliário GR Properties – R$ 250 milhões  Fundo de Investimentos Participações – RN Naval – R$ 500 milhões  Fundo de Investimentos Multimercado – FIM Seed Crédito Agrícola – R$ 200 milhões  Fundo de Investimentos em Cotas de FIDCs (em estruturação) – FIC FIDC – R$ 100 milhões  Fundo de Investimentos Imobiliário para alocação em títulos de crédito imobiliário estruturado (em estruturação) – FII Riviera REIT – R$ 750 milhões  Fundo de Investimetos em Ações – FIA TEJO – R$ 100 milhões 54

55 Fundo de Investimentos Participações - FIP Imobiliário GR Properties – R$ 250 milhões  Consultor Técnico – GR Properties – Competência comprovada na tese de investimento – Galpões logísticos no raio de 120km de São Paulo.  Desde 2009 já incorporou R$ 70 milhões e está em processo de incorporação de mais R$ 250 milhões;  Grande experiência no segmento;  Muito profissionalismo no controle e transparência na gestão;  Grande visão de mercado, propiciando identificar ótimas oportunidades; 55

56 Fundo de Investimentos Participações – FIP RN Naval– R$ 500 milhões  Consultor Técnico – Rio Nave – Gerido por profissionais com larga experiência e profunda inserção no setor naval  Estaleiro de 150m², a 10min. do centro do Rio de Janeiro  ESTAI já executou mais de 200 projetos de embarcações.  Mercado em acelerado crescimento;  Empresa sólida, promissora e com a segurança de utilização plena da capacidade instalada; 56

57 Fundo de Investimento Multimercado Agrícola - FIM Seed Crédito Agrícola – R$ 200 milhões  Consultor Técnico: Meinberg & Meinberg – Originação, estruturação e colocação de títulos agrícolas – Plataforma integrada de prestadores de serviços ao agribusiness – Primeira empresa a estruturar operações de soja em grãos, tendo iniciado sua atuação nas regiões centro-oeste do país – Mais de R$ 100 milhões no ano de 2009 – 2010 colocado no mercado financeiro institucional  Objetivo: financiar o produtor rural através da aquisição de títulos de crédito vinculados ao agronegócio – CPR, CDCAs 57

58 Fundo Investimento Cotas - FIDC – R$ 100 milhões  Consultor técnico: BANCO PAULISTA  ANFIDC – Associação Nacional dos FIDCs  Objetivo: Fundo de Fundos, com a meta de criar um portfólio de FIDCs pulverizada e diversificada, com participação equilibrada no mercado de crédito privado  Data de lançamento:

59 Fundo Investimento Imobiliário Riviera REIT – R$ 750 milhões  Consultor técnico: GR Properties – Competência comprovada – Voltado par explorar as ineficiências do Sistema Financeiro Imobiliário – Investimento exclusivamente em empreendimentos comerciais – Operação de 48 meses com saída previamente programada no mercado secundário – Facilidade para investimento e/ou desinvestimento, via ambiente de bolsa de valores – Distribuição imediata de dividendos (95% dos resultados auferidos a cada trimestre) – Foco nas necessidades dos investidores institucionais e conformidades com a Resolução do BACEN 59

60 Participação no mercado de FIDCs SOCOPA Líder em originação no ranking de administradores de FIDC da Uqbar em 2010 R$ 1,5 bi em ativos sob custódia e administração de fundos de investimentos e carteiras administradas BANCO PAULISTA Líder em originação no ranking de custodiantes de FIDCs da Uqbar em 2010 Presta serviços de custódia e controladoria para 80 Fundos, sendo 64 FIDCs, que totalizam R$ 1,1 bi em ativos 60

61 Segregação de Funções  A Riviera foi constituída com autonomia operacional frente às atividades da SOCOPA e está fisicamente segregada  Sua atuação será limitada à gestão de recursos, sendo as atividades de administração dos fundos condominiais realizadas por empresa terceirizada 61

62 Mecanismo de Segregação das Equipes  Foco somente em gestão de Fundos Estruturados  Utilização de consultores técnicos especializados e distintos, todos segregados fisicamente da Gestora: – GR Properties – consultor imobiliário – Itaim Bibi – São Paulo – Meinberg & Meinberg – consultor técnico agrícola - Itaim Bibi - São Paulo – REIT Soluções Financeiras Imobiliárias – Rio de Janeiro – Estaleiro Rio Nave – Rio de Janeiro 62

63 Daniel Doll LemosAndré Barbieri OBRIGADO!


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