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CENÁRIOS E PERSPECTIVAS - Como posicionar as carteiras no segundo semestre e o que esperar dos portfólios.

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2 CENÁRIOS E PERSPECTIVAS - Como posicionar as carteiras no segundo semestre e o que esperar dos portfólios

3 Agenda 1 – CENÁRIO 2 - DESAFIOS DOS INVESTIDORES EM
CENÁRIO DE TAXAS DE JUROS DECLINANTES 3 - DIVERSIFICAÇÃO DE INVESTIMENTOS 4 - DISTRIBUIÇÃO ATUAL DE INVESTIMENTOS 5 - OPÇÕES DE INVESTIMENTOS 6 - RIVIERA INVESTIMENTOS

4 1 - CENÁRIO 2 - DESAFIOS DOS INVESTIDORES EM CENÁRIO DE TAXAS DE JUROS DECLINANTES 3 - DIVERSIFICAÇÃO DE INVESTIMENTOS 4 - DISTRIBUIÇÃO ATUAL DE INVESTIMENTOS 5 - OPÇÕES DE INVESTIMENTOS 6 - RIVIERA INVESTIMENTOS

5 CENÁRIO Cenário Externo EUA
Dados econômicos de março e abril mostraram que a economia do país está em acomodação; Fraco desempenho do mercado de trabalho de abril, com criação de apenas 115K postos, menos da metade do mês anterior. Dados industrias fracos, influenciado pelos estoques ainda elevados; No entanto, a confiança do consumidor ainda permanece em patamares elevados.

6 CENÁRIO Cenário Externo CHINA
Voltou a preocupar com a redução da meta de crescimento para 2012 (de 8,0% para 7,5%). No entanto, país tem histórico de superar as metas de crescimento; Expansão do PIB de 8,1% no 1T12 confirmou cenário de ligeira desaceleração da atividade; Crescimento menor, porém ainda suficiente para estimular mercado de commodities.

7 CENÁRIO Cenário Externo CHINA

8 CENÁRIO Cenário Externo EUROPA
Indicadores continuam apontando recessão em grande parte dos países; Na Grécia, a queda do PIB foi de 6,2% no 1T12; Exceção ficou por conta do PIB alemão, que apesar da desaceleração, apresentou variação positiva de 0,5%; Eleições na Europa trouxeram incerteza para os mercados; Na França, chegada do Partido Socialista no poder, com a eleição de François Hollande, deve aumentar questionamentos sobre ajuste fiscal, porém, não deve se refletir em irresponsabilidade perante aos atuais acordos; Na Grécia, fracasso em formar governo de coalizão trouxe de volta receio sobre possível saída do país da zona do euro.

9 CENÁRIO Cenário Interno Brasil
Taxa de juros declinantes. Expectativa de que a Selic encerre o ano em 8,0% - menor patamar histórico; Mudança na regra da remuneração da poupança, abrindo espaço para novas quedas do juros; Inflação para 2012 voltou a subir (ajuste), mas está sob controle; Crescimento lento, com recuperação esperada para o 2º semestre em resposta as medidas de estímulo; Setor industrial fraco (impacto das importações) e mercado de consumo ainda aquecido.

10 3 - DIVERSIFICAÇÃO DE INVESTIMENTOS
1 - CENÁRIO 2 - DESAFIOS DOS INVESTIDORES EM CENÁRIO DE TAXAS DE JUROS DECLINANTES 3 - DIVERSIFICAÇÃO DE INVESTIMENTOS 4 - DISTRIBUIÇÃO ATUAL DE INVESTIMENTOS 5 - OPÇÕES DE INVESTIMENTOS 6 - RIVIERA INVESTIMENTOS

11 DESAFIOS Cenário de Taxas de Juros Declinantes
Evolução IPCA x Selic Acumulados 12 meses

12 DESAFIOS O Banco Central tem como um de seus objetivos estabelecer o nível de juros (através de reuniões do COPOM) para controlar a inflação (Regime de Metas de Inflação). Desde o início do plano Real as taxas tiveram expressiva redução Redução nos ganhos reais com CDI

13 DESAFIOS Cenário de Taxas de Juros Declinantes
Evolução Estrutura a Termo da Taxa de Juros Pré (ETTJ) A expectativa de taxa de juros pré fixada teve uma grande redução em 2012

14 DESAFIOS Cenário de Taxas de Juros Declinantes
Estrutura a Termo da Taxa de Juros – Prêmio NTN-B Os títulos públicos de longo prazo indexados à inflação oferecem retorno de IPCA+3,9% (abaixo da meta atuarial das fundações).

15 DESAFIOS Revisão dos Paradigmas de Investimento em Cenário de Taxas de Juros Declinantes Meta Atuarial x Selic Fonte: Banco do Brasil

16 DESAFIOS Juros Reais potencialmente menores
Cenário de inflação maior e/ou CDI menor, o que implicaria em juros reais menores. O deslocamento desta curva para a direita reflete a percepção dos economistas de que a inflação será maior. Fonte: Focus - Distribuição de Frequência

17 1 - CENÁRIO 2 - DESAFIOS DOS INVESTIDORES EM CENÁRIO DE TAXAS DE JUROS DECLINANTES 3 - DIVERSIFICAÇÃO DE INVESTIMENTOS 4 - DISTRIBUIÇÃO ATUAL DE INVESTIMENTOS 5 - OPÇÕES DE INVESTIMENTOS 6 - RIVIERA INVESTIMENTOS

18 DIVERSIFICAÇÃO Cenário de juros decrescente faz com que o investidor busque diversificação de investimento Um dos principais desafios a ser enfrentado pelos gestores é a sofisticação dos investimentos em busca de rentabilidade; Primeira mudança que se verifica neste cenário é a migração dos investimentos de títulos públicos de curto para longo prazo; Outro movimento importante que e começa a perceber nas carteiras dos fundos de pensão é o aumento de participação dos títulos de crédito privado. Pesquisa da consultoria Mercer com gestores de recursos dos fundos de pensão constatou o aumento da disposição para investimentos com um pouco mais de risco, tanto em bolsa quanto em renda fixa;

19 DIVERSIFICAÇÃO A alocação da carteira de investimentos das fundações deve obedecer os seguintes princípios: Gerar Renda Proteger o Patrimônio da Inflação Gerar Ganhos de Patrimônio Garantir Estrutura Formal de Governança

20 2 - DESAFIOS DOS INVESTIDORES EM CENÁRIO DE TAXAS DE JUROS DECLINANTES
3 - DIVERSIFICAÇÃO DE INVESTIMENTOS 4 - DISTRIBUIÇÃO ATUAL DE INVESTIMENTOS 5 - OPÇÕES DE INVESTIMENTOS 6 - RIVIERA INVESTIMENTOS

21 DISTRIBUIÇÃO ATUAL DE INVESTIMENTOS
O Mercado de Previdência Complementar Fechada no Brasil Carteira Consolidada por Tipo de Operação 21 21

22 DISTRIBUIÇÃO ATUAL DE INVESTIMENTOS
O Mercado de Previdência Complementar Fechada no Brasil Sugestão de Carteira LIMITE LEGAL 3792 Renda Fixa 100% Renda Variável 70% Investimentos Estruturados 20% Investimentos no Exterior 10% Imoveis 8% Renda Fixa 50% 9% 5% Renda Variável 26% 13% 3,4% Fundos Estruturados 20% 16% 3% Investimento no Exterior 1% 0,0% Imóveis 11% 0% 11,5% Meta Atuarial ,3% NTN-B (IPCA + 3,8%) 22 22

23 1 - CENÁRIO 2 - DESAFIOS DOS INVESTIDORES EM CENÁRIO DE TAXAS DE JUROS DECLINANTES 3 - DIVERSIFICAÇÃO DE INVESTIMENTOS 4 - DISTRIBUIÇÃO ATUAL DE INVESTIMENTOS 5 - OPÇÕES DE INVESTIMENTOS 6 - RIVIERA INVESTIMENTOS

24 OPÇÕES DE INVESTIMENTOS
FIDC – Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios Criado em 29/11/2001 pela resolução nº 2.097, do CMN e regulamentado pela ICVM nº 356 de 17/12/2001, o FIDC começou a ganhar fôlego no Brasil quase dois anos depois, em um ambiente de limitação do crédito bancário, como alternativa de captação de recursos para empresas, inclusive financeira, caso em que a securitização vem atuando como potencializadora do crédito. Define-se como “uma comunhão de recursos que destina parcela preponderante do respectivo patrimônio líquido para a aplicação em direitos creditórios”.

25 OPÇÕES DE INVESTIMENTOS
FIDC – Exemplo de Estrutura de Fundo Administração: Socopa Originarão e Consultoria especializada: FIDC XPTO Custodia: Banco Paulista Banco Cobrador: Banco do Brasil Rating FIDC: Standard & Poors Auditoria: KPMG Conceito Operação de compra e venda de recebíveis Benchmarking: CDI e IPCA Lastro em cotas subordinadas Diversificação regional e setorial

26 OPÇÕES DE INVESTIMENTOS
FIDC – Exemplo de Estrutura de Fundo Instrumento de Proteção ao Cotista Sênior Filtros Processo de concessão de credito Cadastro Score Analise Comite Operacao de compra do direito Score Sigcred Mais de 30 diferentes variaveis , gerando notas ponderadas e indicadores de elegibilidade bem como orientacao de faixa de custo Checagem

27 OPÇÕES DE INVESTIMENTOS
FIDC – Exemplo de Estrutura de Fundo Instrumento de Proteção ao Cotista Sênior Excesso de spread Remuneração do cotista sênior – 9%- 15% Reserva de Liquidez 5% do PL mantido em outros ativos líquido (risco de fungibilidade) Gatilhos Evento de Garantia de Recebível Evento de Liquidação Antecipada Evento de Avaliação Queda da razão de garantia Índice de inadimplência igual ou maior que 10% Índice de recompra igual ou maior que 25% Rebaixamento da classificação de risco pela empresa de rating

28 OPÇÕES DE INVESTIMENTOS
FIDC – Exemplo de Estrutura de Fundo Limite de Concentração: Subordinação Mínima: 28% Limite de concentração Por sacado – 5% Do sacado pro cedente 25% Por cedente - 10% do PL do fundo, limitado a % para os 5 maiores cedentes Exemplo de Limite de Concentração: “ Os três maiores cedentes/sacados, considerando-se grupo econômico, mais 50% do quarto, não poderão ter mais que 17% do PL do fundo.”

29 VANTAGENS DA SECUTITIZAÇÃO PARA OS INVESTIDORES
OPÇÕES DE INVESTIMENTOS FIDC - Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios VANTAGENS DA SECUTITIZAÇÃO PARA OS INVESTIDORES Possibilidade de investimento na economia real O dinheiro do originador assume as primeiras perdas (quota subordinada) Possibilidade de diversificação de investimentos (geográfica e por industria) Spread incremental: Devido a complexidade da análise o retorno do FIDC costuma ser atrativo para os Investidores Solidez das parcerias Industria bastante testada e pouquíssimos casos de stress Carteiras segregadas e aquisição apenas de títulos performados

30 Rentabilidade das últimas ofertas registradas
OPÇÕES DE INVESTIMENTOS FIDC - Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios Rentabilidade das últimas ofertas registradas

31 OPÇÕES DE INVESTIMENTOS
FIP- Fundo de Investimento em Participações São fundos de investimento que destinam os seus recursos à aquisição de participações em empresas abertas ou fechadas – obrigatoriamente mais de 90% Estrutura típica de um FIP São normalmente estruturados através de “condomínios fechados Os quotistas só recebem o capital na ocasião do desinvestimento/venda do fundo nas empresas da carteira, tipicamente de 5 a 10 anos após o início do fundo. Investimento destinado exclusivamente à investidores qualificados As quotas podem ser transacionadas no mercado secundário Venture capital está relacionado a empreendimentos em fase inicial, Private equity está ligado a empresas mais maduras, em fase de reestruturação, consolidação e/ou expansão de seus negócios.

32 OPÇÕES DE INVESTIMENTOS
FIP – Fundo de Investimento em Participações A Instrução CVM nº 391/2003 exige que o FIP participe na definição da política estratégica e na gestão das companhias investidas, especialmente através da indicação de membros do conselho de administração. Indicação do Conselho de Administração Indicação do Comitê de Investimentos Aprovação dos investimentos e desinvestimentos na SPEs e deliberação acerca dos eventuais conflitos de interesse previstos no regulamento do Fundo Adesão ao código de governança ABVCAP A ABVCAP elaborou um código de autorregulação para o setor de private equity. O código propõe melhores práticas, em consonância com regras internacionalmente reconhecidas

33 OPÇÕES DE INVESTIMENTOS
FIP – Fundo de Investimento em Participações Cláusulas de governança Transparência. Politica de Investimento (indicacao dos ativos que podem ser comprados e riscos) Estudos e análises que fundamentam as decisões tomadas em assembleia geral Prestação de contas. Os membros dos conselhos e comitês do fundo deverão informar ao administrador, e este, por sua vez, deverá informar aos cotistas qualquer situação de conflito de interesses Equidade os recursos do fundo não podem ser aplicados em empresas das quais participem o administrador, o gestor, os membros do comitê ou conselho, e os cotistas detentores de cotas representativas de 5% do patrimônio do fundo, seus sócios e cônjuges, individualmente ou em conjunto com mais de 10% do capital total ou votante

34 OPÇÕES DE INVESTIMENTOS
FIP - Fundo de Investimento em Participações FIP Empreendimento Fundo SPE 1 2 3 Investidores Retorno do Capital Investido D e s i n v t m o Comitê de investimentos Gestora Consultoria de investimentos

35 Processo de Investimento do FIP
OPÇÕES DE INVESTIMENTOS FIP Processo de Investimento do FIP Seleção Análise Aprovação Closing Contato com a originadora Apresentação de oportunidade de investimento Business Plan Avaliação da adequação à política de investimentos Análise econômico-financeira do projeto Análise da viabilidade técnica e aspectos mercadológicos Análise Risco /Retorno (TIR) Elaboração do relatório para apresentação no comitê de investimentos Aprovação no comitê de investimentos Diligencia jurídica, imobiliária, fiscal e econômica Auditoria Laudos e avaliações

36 VANTAGENS DE INVESTIMENTO EM FIP
OPÇÕES DE INVESTIMENTOS FIP VANTAGENS DE INVESTIMENTO EM FIP Oferece grandes oportunidades de ganho em relação aos fundos tradicionais de ações, pois buscam investimentos com alto potencial de retorno. O FIP é também vantajoso em relação ao investimento direto pela sua transparência e sua governança corporativa, pois tem custodiante e auditoria obrigatórios.

37 ALGUNS CASOS DE SUCESSO (ABVCAP)
OPÇÕES DE INVESTIMENTOS FIP ALGUNS CASOS DE SUCESSO (ABVCAP) América Latina Logística (ALL) Anhanguera Educacional Bematech Companhia Providência CSU CardSystem Diagnósticos da América S.A Droga Raia Casa do Pão de Queijo Viena Gafisa Gol Linhas Aéreas Localiza Lupatech Marcopolo Natura TOTVS UOL

38 ALGUNS CASOS DE SUCESSO (ABVCAP)
OPÇÕES DE INVESTIMENTOS FIP ALGUNS CASOS DE SUCESSO (ABVCAP) América Latina Logística (ALL) Maior operadora logística com base ferroviária da América Latina Recebeu investimentos de fundos de Privete Equity para expandir 2004 abriu capital na Bolsa de Valores e arrecadou R$ 588 milhões Administra uma malha férrea de quilômetros de extensão Anhanguera Educacional Entre 2003 e 2006 a empresa recebeu uma sequência de aportes de um fundo de Privete Equity, totalizando cerca US$ 50 milhões o aporte possibilitou melhorar a performance da empresa, desenvolver o negócio e trazer uma estrutura clara de estratégia corporativa Em 2004, a Anhanguera contava com 10 mil alunos e o faturamento era de R$ 50 milhões. Hoje a empresa possui mais de 450 mil alunos e há uma expectativa de faturar mais de R$2 bilhões

39 ALGUNS CASOS DE SUCESSO (ABVCAP)
OPÇÕES DE INVESTIMENTOS FIP ALGUNS CASOS DE SUCESSO (ABVCAP) Droga Raia Tradicional rede de farmácias criada em São Paulo Em 2008 apresentou faturamento de R$ bilhões e vem crescendo ao ritmo de 38% ao ano. A capitalização via fundo de private equity permitiu acelerar o plano de crescimento da empresa e, em 2010, a empresa abriu capital na Bovespa. Localiza Maior rede de aluguel de carros do Brasil. Em 1997, Donaldson, Lufkin & Jenrette comprou um terço da empresa por US$50 milhões O fundo de private equity teve uma saída de sucesso em 2005, quando vendeu a sua parte na empresa através do IPO, na Bovespa, por cerca de US$130 millhões.

40 FIP GR Properties - Timeline

41 Status: Entregue (Agosto/10) Área do Terreno: 65.000 m²
Área Construída: m² Investimento Inicial: R$ ,00 Valor de Mercado¹: R$ ,00 ¹ Conforme última transação realizada em fevereiro/2012

42 EXEMPLO DE FIP FIP GR PROPERTIES ITEM VALOR 42 42 Área 39.769,00 m²
Aluguel Total R$ ,00 Valor Médio de Locação (R$/m²) R$ ,22 Valor da Última Locação - abril/11 (R$/m²) R$ ,00 Reajuste do Contrato IGP-M Valor de Investimento R$ ,00 Valor de venda¹ R$ ,00 Retorno sobre o Investimento 47% Prazo de Retorno 24 meses TIR ² (ao mês) 1,8% TIR (ao ano) 24% ¹ Conforme última transação realizada em fevereiro/2012 ² Na TIR foi considerado aporte a vista e retorno depois de 24 meses. Foi considerado que o empreendimento foi 100% locado em 7 meses após o término da obra. 42 42

43 Estudo de caso Cronograma Terraplenagem: (2 meses): 09/2009 – 10/2009
Construção (10 meses): 11/2009 – 08/2010 Locação: 100% em 7 meses 43 43

44 EXEMPLO DE FIP FIP RIO NAVE Rio Nave 44 44
Processamento de aço/mês: toneladas Capacidade de produção de painel: ton/semana 12mx12m Capacidade de construção de embarcações: navios de até DWT Infraestrutura: Estaleiro de m², a 10min do centro do Rio de Janeiro 44 44

45 EXEMPLO DE FIP FIP RIO NAVE 45 45

46 OPÇÕES DE INVESTIMENTOS
FII – Fundo de Investimento Imobiliário O Fundo de Investimentos Imobiliário tem por finalidade investir em um portfólio diversificado de ativos com lastro imobiliário, por meio da aquisição de participação direta em Sociedades de Propósito Específico (SPE) ou de financiamento via Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), desde que atenda a política de investimento definida no regulamento do Fundo. Instrumento na forma de condomínio fechado, não sendo admitido, desta forma, resgate A saída do investidor se dá em mercado secundário (bolsa / balcão / negociações privadas) Fundo normalmente aufere ganho a partir de locação, arrendamento ou alienação de ativos

47 OPÇÕES DE INVESTIMENTOS
FII - Fundo de Investimento Imobiliário ESTRUTURA DA OPERAÇÃO

48 VANTAGENS DE INVESTIMENTO EM FII
OPÇÕES DE INVESTIMENTOS FII - Fundo de Investimento Imobiliário VANTAGENS DE INVESTIMENTO EM FII Gestão profissional – equipe atenta às dinâmicas do mercado Transparência / Isenção (instrumento regulado) – relatórios, fatos relevantes, demonstrativos etc Simplificação jurídica - documentação, laudos, análises técnicas, processos jurídicos, legais ou regulatórios Compra / venda com baixo custo: Corretagem, ITBI, Escrituração etc Liquidez crescente e facilitada (ambientes de negociação como bolsa e balcão) Ganho de escala - Maior poder de negociação e diluição dos custos de administração dos investimentos. Possibilidade de venda (ou compra) parcial do investimento Baixa correlação com outras opções de investimento

49 O mercado de FII supera R$ 12 bilhões
OPÇÕES DE INVESTIMENTOS FII - Fundo de Investimento Imobiliário O mercado de FII supera R$ 12 bilhões

50 1 - CENÁRIO 2 - DESAFIOS DOS INVESTIDORES EM CENÁRIO DE TAXAS DE JUROS DECLINANTES 3 - DIVERSIFICAÇÃO DE INVESTIMENTOS 4 - DISTRIBUIÇÃO ATUAL DE INVESTIMENTOS 5 - OPÇÕES DE INVESTIMENTOS 6 - RIVIERA INVESTIMENTOS

51 Consolidação de Estruturas
Experiência e independência da Asset Riviera Investimentos Sólida estrutura do Banco

52 Objetivo da RIVIERA Ser gestora de produtos estruturados para o mercado de investidores institucionais Queda de taxas de juros Necessidade dos clientes institucionais de Previdência e Seguro Maior demanda por produtos estruturados

53 Focos de Atuação da Gestora
Crédito privado Agronegócio Consultor Técnico Consultor Técnico: Meinberg & Meinberg Imobiliário Infraestrutura BANCO PAULISTA/ SOCOPA Consultor Técnico: GR Properties Consultor Técnico Riviera

54 Ativos sob Gestão Fundo de Investimentos Participações
FIP Imobiliário GR Properties R$ 250 milhões RN Naval R$ 500 milhões Fundo de Investimentos Multimercado FIM Seed Crédito Agrícola R$ 200 milhões Fundo de Investimentos em Cotas de FIDCs (em estruturação) FIC FIDC R$ 100 milhões Fundo de Investimentos Imobiliário para alocação em títulos de crédito imobiliário estruturado (em estruturação) FII Riviera REIT R$ 750 milhões Fundo de Investimetos em Ações FIA TEJO

55 Fundo de Investimentos Participações - FIP Imobiliário GR Properties – R$ 250 milhões
Consultor Técnico GR Properties Competência comprovada na tese de investimento Galpões logísticos no raio de 120km de São Paulo. Desde 2009 já incorporou R$ 70 milhões e está em processo de incorporação de mais R$ 250 milhões; Grande experiência no segmento; Muito profissionalismo no controle e transparência na gestão; Grande visão de mercado, propiciando identificar ótimas oportunidades;

56 Fundo de Investimentos Participações – FIP RN Naval– R$ 500 milhões
Consultor Técnico Rio Nave Gerido por profissionais com larga experiência e profunda inserção no setor naval Estaleiro de 150m², a 10min. do centro do Rio de Janeiro ESTAI já executou mais de 200 projetos de embarcações. Mercado em acelerado crescimento; Empresa sólida, promissora e com a segurança de utilização plena da capacidade instalada;

57 Fundo de Investimento Multimercado Agrícola - FIM Seed Crédito Agrícola – R$ 200 milhões
Consultor Técnico: Meinberg & Meinberg Originação, estruturação e colocação de títulos agrícolas Plataforma integrada de prestadores de serviços ao agribusiness Primeira empresa a estruturar operações de soja em grãos, tendo iniciado sua atuação nas regiões centro-oeste do país Mais de R$ 100 milhões no ano de 2009 – 2010 colocado no mercado financeiro institucional Objetivo: financiar o produtor rural através da aquisição de títulos de crédito vinculados ao agronegócio – CPR, CDCAs

58 Fundo Investimento Cotas - FIDC – R$ 100 milhões
Consultor técnico: BANCO PAULISTA ANFIDC – Associação Nacional dos FIDCs Objetivo: Fundo de Fundos, com a meta de criar um portfólio de FIDCs pulverizada e diversificada, com participação equilibrada no mercado de crédito privado Data de lançamento: 2012

59 Fundo Investimento Imobiliário Riviera REIT – R$ 750 milhões
Consultor técnico: GR Properties Competência comprovada Voltado par explorar as ineficiências do Sistema Financeiro Imobiliário Investimento exclusivamente em empreendimentos comerciais Operação de 48 meses com saída previamente programada no mercado secundário Facilidade para investimento e/ou desinvestimento, via ambiente de bolsa de valores Distribuição imediata de dividendos (95% dos resultados auferidos a cada trimestre) Foco nas necessidades dos investidores institucionais e conformidades com a Resolução do BACEN

60 Participação no mercado de FIDCs
SOCOPA Líder em originação no ranking de administradores de FIDC da Uqbar em 2010 R$ 1,5 bi em ativos sob custódia e administração de fundos de investimentos e carteiras administradas BANCO PAULISTA Líder em originação no ranking de custodiantes de FIDCs da Uqbar em 2010 Presta serviços de custódia e controladoria para 80 Fundos, sendo 64 FIDCs, que totalizam R$ 1,1 bi em ativos

61 Segregação de Funções A Riviera foi constituída com autonomia operacional frente às atividades da SOCOPA e está fisicamente segregada Sua atuação será limitada à gestão de recursos, sendo as atividades de administração dos fundos condominiais realizadas por empresa terceirizada

62 Mecanismo de Segregação das Equipes
Foco somente em gestão de Fundos Estruturados Utilização de consultores técnicos especializados e distintos, todos segregados fisicamente da Gestora: GR Properties – consultor imobiliário – Itaim Bibi – São Paulo Meinberg & Meinberg – consultor técnico agrícola - Itaim Bibi - São Paulo REIT Soluções Financeiras Imobiliárias – Rio de Janeiro Estaleiro Rio Nave – Rio de Janeiro

63 OBRIGADO! Daniel Doll Lemos André Barbieri
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