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INVENTÁRIO DE DADOS DE PROJETOS PAR: CONTRIBUIÇÃO PARA O GERENCIAMENTO DOS REQUISITOS DO CLIENTE Nirce Saffer Medvedovski Arquiteta, Doutora FAU-USP, Professora.

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1 INVENTÁRIO DE DADOS DE PROJETOS PAR: CONTRIBUIÇÃO PARA O GERENCIAMENTO DOS REQUISITOS DO CLIENTE Nirce Saffer Medvedovski Arquiteta, Doutora FAU-USP, Professora Adjunta FAUrb-UFPel Nirce Saffer Medvedovski Arquiteta, Doutora FAU-USP, Professora Adjunta FAUrb-UFPel UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO NÚCLEO DE PESQUISA EM ARQUITETURA E URBANISMO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO NÚCLEO DE PESQUISA EM ARQUITETURA E URBANISMO MEDVEDOVSKI, Nirce Saffer; COSWIG, Mateus Treptow (DTI-CNPq); CHIARELLI, Ligia Maria Ávila; TILLMANN, Patrícia André (PIBIC-CNPq). MEDVEDOVSKI, Nirce Saffer; COSWIG, Mateus Treptow (DTI-CNPq); CHIARELLI, Ligia Maria Ávila; TILLMANN, Patrícia André (PIBIC-CNPq).

2 O Programa de Arrendamento Residencial (PAR) foi lançado em 1999 pelo Governo Federal, gerenciado e financiado pela CAIXA e Ministério das Cidades (2004); O Programa de Arrendamento Residencial (PAR) foi lançado em 1999 pelo Governo Federal, gerenciado e financiado pela CAIXA e Ministério das Cidades (2004); Consiste num sistema de aluguel com gestão condominial terceirizada e opção de compra ao fim do contrato de 15 anos; Consiste num sistema de aluguel com gestão condominial terceirizada e opção de compra ao fim do contrato de 15 anos; Podem participar as famílias com renda de 3 a 6 salários mínimos (2 a 4 salários no caso do PAR especial). Podem participar as famílias com renda de 3 a 6 salários mínimos (2 a 4 salários no caso do PAR especial). O Programa de Arrendamento Residencial (PAR) foi lançado em 1999 pelo Governo Federal, gerenciado e financiado pela CAIXA e Ministério das Cidades (2004); O Programa de Arrendamento Residencial (PAR) foi lançado em 1999 pelo Governo Federal, gerenciado e financiado pela CAIXA e Ministério das Cidades (2004); Consiste num sistema de aluguel com gestão condominial terceirizada e opção de compra ao fim do contrato de 15 anos; Consiste num sistema de aluguel com gestão condominial terceirizada e opção de compra ao fim do contrato de 15 anos; Podem participar as famílias com renda de 3 a 6 salários mínimos (2 a 4 salários no caso do PAR especial). Podem participar as famílias com renda de 3 a 6 salários mínimos (2 a 4 salários no caso do PAR especial). INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO PAR EM PELOTAS Início no ano de 2001; Início no ano de 2001; Até abril de 2005, executados 10 empreendimentos, 4 em construção; Até abril de 2005, executados 10 empreendimentos, 4 em construção; ,83 m² e unidades habitacionais (executados) ,83 m² e unidades habitacionais (executados). Início no ano de 2001; Início no ano de 2001; Até abril de 2005, executados 10 empreendimentos, 4 em construção; Até abril de 2005, executados 10 empreendimentos, 4 em construção; ,83 m² e unidades habitacionais (executados) ,83 m² e unidades habitacionais (executados).

3 OBJETIVOSOBJETIVOS Coletar dados sobre a identificação dos empreendimentos, sua promoção, projeto e produto, agentes envolvidos e apresentar as características físicas gerais destes empreendimentos; Coletar dados sobre a identificação dos empreendimentos, sua promoção, projeto e produto, agentes envolvidos e apresentar as características físicas gerais destes empreendimentos; Compilar os dados obtidos em Banco de Dados, constituindo base comum de dados para o projeto REQUALI/FINEP; Compilar os dados obtidos em Banco de Dados, constituindo base comum de dados para o projeto REQUALI/FINEP; Promover condições para estudos comparativos entre projetos dos PAR; Promover condições para estudos comparativos entre projetos dos PAR; Identificar diferenças provenientes de alterações de legislações, especificações mínimas e tipologias e implantações. Identificar diferenças provenientes de alterações de legislações, especificações mínimas e tipologias e implantações.

4 MATERIAL E MÉTODOS Revisão Bibliográfica modelos de Bancos de Dados: TANAKA (1996), SILVA e POLIDORI (2004); Revisão Bibliográfica modelos de Bancos de Dados: TANAKA (1996), SILVA e POLIDORI (2004); Levantamento dos projetos junto ao Arquivo – PMPel e Construtoras ( ); Levantamento dos projetos junto ao Arquivo – PMPel e Construtoras ( ); Levantamento das necessidades dos diversos agentes: REQUALI, NAURb- UFPel, SHO-PMPel, SMU-PMPel, CAIXA, SINDUSCON. Levantamento das necessidades dos diversos agentes: REQUALI, NAURb- UFPel, SHO-PMPel, SMU-PMPel, CAIXA, SINDUSCON. Levantamento de Legislações e Especificações do PAR; Levantamento de Legislações e Especificações do PAR;

5 RESULTADOSRESULTADOS Especificações Mínimas CAIXA: regionalização após Programa passar ao Ministério das Cidades; Especificações Mínimas CAIXA: regionalização após Programa passar ao Ministério das Cidades; Legislação Municipal: Ajustes nas leis urbanísticas: lei 4585/2002: Legislação Municipal: Ajustes nas leis urbanísticas: lei 4585/2002: Diminuição da área mínima de gleba (de 8.000m² para 5.000m²); Diminuição da área mínima de gleba (de 8.000m² para 5.000m²); Aumento do nº máximo de pavimentos (máximo de 4, independente de zoneamento); Aumento do nº máximo de pavimentos (máximo de 4, independente de zoneamento); Aumento da Densidade (de 500hab/ha para 600hab/ha); Aumento da Densidade (de 500hab/ha para 600hab/ha); Redução no nº de moradores por UH, para fins de cálculo da Densidade (de 5 hab. para 3,5 hab). Redução no nº de moradores por UH, para fins de cálculo da Densidade (de 5 hab. para 3,5 hab). Legislação Municipal: Ajustes nas leis urbanísticas: lei 4585/2002: Legislação Municipal: Ajustes nas leis urbanísticas: lei 4585/2002: Diminuição da área mínima de gleba (de 8.000m² para 5.000m²); Diminuição da área mínima de gleba (de 8.000m² para 5.000m²); Aumento do nº máximo de pavimentos (máximo de 4, independente de zoneamento); Aumento do nº máximo de pavimentos (máximo de 4, independente de zoneamento); Aumento da Densidade (de 500hab/ha para 600hab/ha); Aumento da Densidade (de 500hab/ha para 600hab/ha); Redução no nº de moradores por UH, para fins de cálculo da Densidade (de 5 hab. para 3,5 hab). Redução no nº de moradores por UH, para fins de cálculo da Densidade (de 5 hab. para 3,5 hab). Legislação Municipal II: Lei 5116/2005: Legislação Municipal II: Lei 5116/2005: Aumento do nº de pavimentos máximo para cinco; Aumento do nº de pavimentos máximo para cinco; Mudança no nº de moradores por UH, para fins de cálculo de Densidade (Unidades com um dormitório, 2 habitantes; Unidades com dois dormitórios, 3 habitantes e unidades com 3 dormitórios, 4 habitantes). Mudança no nº de moradores por UH, para fins de cálculo de Densidade (Unidades com um dormitório, 2 habitantes; Unidades com dois dormitórios, 3 habitantes e unidades com 3 dormitórios, 4 habitantes). Legislação Municipal II: Lei 5116/2005: Legislação Municipal II: Lei 5116/2005: Aumento do nº de pavimentos máximo para cinco; Aumento do nº de pavimentos máximo para cinco; Mudança no nº de moradores por UH, para fins de cálculo de Densidade (Unidades com um dormitório, 2 habitantes; Unidades com dois dormitórios, 3 habitantes e unidades com 3 dormitórios, 4 habitantes). Mudança no nº de moradores por UH, para fins de cálculo de Densidade (Unidades com um dormitório, 2 habitantes; Unidades com dois dormitórios, 3 habitantes e unidades com 3 dormitórios, 4 habitantes).

6 RESULTADOSRESULTADOS Proposta de Banco de Dados: fácil inclusão de dados, tanto numéricos como gráficos; atendimento das demandas dos agentes envolvidos. Proposta de Banco de Dados: fácil inclusão de dados, tanto numéricos como gráficos; atendimento das demandas dos agentes envolvidos. Estruturação do Banco de Dados: Estruturação do Banco de Dados: Dados de Identificação; Dados de Identificação; Dados da Promoção; Dados da Promoção; Dados do Projeto; Dados do Projeto; Dados do Produto (síntese); Dados do Produto (síntese); Dados do Contexto Urbano; Dados do Contexto Urbano; Dados da Gestão Habitacional; Dados da Gestão Habitacional; Dados Físico-espaciais do Conjunto: Dados Físico-espaciais do Conjunto: Espaço Construído Espaço Construído Espaços Abertos. Espaços Abertos. Estruturação do Banco de Dados: Estruturação do Banco de Dados: Dados de Identificação; Dados de Identificação; Dados da Promoção; Dados da Promoção; Dados do Projeto; Dados do Projeto; Dados do Produto (síntese); Dados do Produto (síntese); Dados do Contexto Urbano; Dados do Contexto Urbano; Dados da Gestão Habitacional; Dados da Gestão Habitacional; Dados Físico-espaciais do Conjunto: Dados Físico-espaciais do Conjunto: Espaço Construído Espaço Construído Espaços Abertos. Espaços Abertos. Classificação das áreas, conforme PMPel: Classificação das áreas, conforme PMPel: Área de Circulação; Área de Circulação; Área Verde; Área Verde; Área Comunitária; Área Comunitária; Área Construída; Área Construída; Área do Terreno. Área do Terreno. Classificação das áreas, conforme PMPel: Classificação das áreas, conforme PMPel: Área de Circulação; Área de Circulação; Área Verde; Área Verde; Área Comunitária; Área Comunitária; Área Construída; Área Construída; Área do Terreno. Área do Terreno.

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13 ANÁLISES DOS DADOS COLETADOS LEGENDA Centro da cidade Porto Princesa do Sul Guerreiro Marcílio Dias Solar do Sul Bairro Cidade Alta Vista Laçador Dq. Caxias. Cruzeiro Localização dos Empreendimentos

14 Promoção, Produção e Administração dos Empreendimentos ANÁLISES DOS DADOS COLETADOS Todos os conjuntos promovidos até o momento em Pelotas foram promovidos pela CAIXA, com várias iniciativas partindo das Construtoras, e com a facilitação da Prefeitura Municipal. Todos os conjuntos promovidos até o momento em Pelotas foram promovidos pela CAIXA, com várias iniciativas partindo das Construtoras, e com a facilitação da Prefeitura Municipal. Empresas responsáveis pela produção Empreendimentos Imobiliárias (administração)

15 Dimensão dos terrenos por empreendimento PAR – em ordem cronológica do licenciamento. Área dos terrenos 1,14 ha 1,50 ha 1,16 ha 1,04 ha 0,94 ha 0,84 ha 0,69 ha 0,65 ha 0,80 ha 2,50 ha 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% GuerreiroSolar do Sul Marcílio Dias Bairro Cidade Alta VistaLaçadorDuque de Caxias. CruzeiroPortoPrincesa do Sul Sobrados Áreas Glebas Média da área das glebas, incluindo PAR Princesa do Sul: 1,126 ha Média da área das glebas, excluindo PAR Princesa do Sul: 0,973 ha

16 Número de unidades habitacionais e número de vagas de estacionamento por empreendimento PAR – em ordem cronológica do licenciamento. Unidades e Vagas Sobrados Média do nº de vagas de estacionamento: 135,8 Média do nº de unidades habitacionais: 148,1

17 Densidade bruta por empreendimento PAR – em ordem cronológica do licenciamento. Densidade Sobrados Momento da aprovação da lei 4585/2002 Efeito da lei sobre os empreendimentos Densidade Média, excluindo Princesa do Sul: 511,48= Densidade Média, incluindo Princesa do Sul: 496,71

18 Índice de Aproveitamento por empreendimento PAR – em ordem cronológica do licenciamento. Índice de Aproveitamento 0,8 2,0 0,8 2,0 0,73 0,54 0,70 0,84 0,73 0,80 0,81 0,86 0,81 0,47 Limitações para atingir o IA Máximo: nº de Unidades, Densidade Máxima, Tipologia Arquitetônica

19 Mudanças nas características físicas Alterações no Programa CONSIDERAÇÕES FINAIS Legislação - modificadas: densidade máxima, gleba mínima e número de habitantes por unidade habitacional. Legislação - modificadas: densidade máxima, gleba mínima e número de habitantes por unidade habitacional. Especificações mínimas da CAIXA: Especificações mínimas da CAIXA: Prefeitura Municipal responsável pelo número mínimo de vagas de estacionamento Fim da exigência de número máximo de unidades habitacionais. Especificações mínimas da CAIXA: Especificações mínimas da CAIXA: Prefeitura Municipal responsável pelo número mínimo de vagas de estacionamento Fim da exigência de número máximo de unidades habitacionais. Regionalização das Especificações do PAR: Facilidade para alterações provenientes de demandas específicas ainda não concretizadas; Regionalização das Especificações do PAR: Facilidade para alterações provenientes de demandas específicas ainda não concretizadas;

20 Embora o objetivo das construtoras sempre é colocar o maior nº possível de unidades habitacionais dentro do terreno, nem sempre isso foi possível. Na análise dos PAR em Pelotas, verificam-se as seguintes limitações: Embora o objetivo das construtoras sempre é colocar o maior nº possível de unidades habitacionais dentro do terreno, nem sempre isso foi possível. Na análise dos PAR em Pelotas, verificam-se as seguintes limitações: Guerreiro: nº máximo de unidades permitido pela CAIXA; Guerreiro: nº máximo de unidades permitido pela CAIXA; Solar do Sul: nº máximo de unidades permitido pela CAIXA; Solar do Sul: nº máximo de unidades permitido pela CAIXA; Marcílio Dias: nº máximo de unidades permitido pela CAIXA; Marcílio Dias: nº máximo de unidades permitido pela CAIXA; Bairro Cidade: densidade máxima de 500 hab/ha; Bairro Cidade: densidade máxima de 500 hab/ha; Alta Vista: tipologia arquitetônica adotada (3 aptos a menos) Alta Vista: tipologia arquitetônica adotada (3 aptos a menos) Laçador: densidade máxima de 500 hab/ha e IA (0,8); Laçador: densidade máxima de 500 hab/ha e IA (0,8); Duque de Caxias: tipologia arquitetônica adotada (7 aptos a menos); Duque de Caxias: tipologia arquitetônica adotada (7 aptos a menos); Cruzeiro: densidade máxima de 600 hab/ha (lei alterada); Cruzeiro: densidade máxima de 600 hab/ha (lei alterada); Porto: densidade máxima de 600 hab/ha (lei alterada); Porto: densidade máxima de 600 hab/ha (lei alterada); Princesa do Sul: tipologia arquitetônica adotada (sobrados). Princesa do Sul: tipologia arquitetônica adotada (sobrados). Embora o objetivo das construtoras sempre é colocar o maior nº possível de unidades habitacionais dentro do terreno, nem sempre isso foi possível. Na análise dos PAR em Pelotas, verificam-se as seguintes limitações: Embora o objetivo das construtoras sempre é colocar o maior nº possível de unidades habitacionais dentro do terreno, nem sempre isso foi possível. Na análise dos PAR em Pelotas, verificam-se as seguintes limitações: Guerreiro: nº máximo de unidades permitido pela CAIXA; Guerreiro: nº máximo de unidades permitido pela CAIXA; Solar do Sul: nº máximo de unidades permitido pela CAIXA; Solar do Sul: nº máximo de unidades permitido pela CAIXA; Marcílio Dias: nº máximo de unidades permitido pela CAIXA; Marcílio Dias: nº máximo de unidades permitido pela CAIXA; Bairro Cidade: densidade máxima de 500 hab/ha; Bairro Cidade: densidade máxima de 500 hab/ha; Alta Vista: tipologia arquitetônica adotada (3 aptos a menos) Alta Vista: tipologia arquitetônica adotada (3 aptos a menos) Laçador: densidade máxima de 500 hab/ha e IA (0,8); Laçador: densidade máxima de 500 hab/ha e IA (0,8); Duque de Caxias: tipologia arquitetônica adotada (7 aptos a menos); Duque de Caxias: tipologia arquitetônica adotada (7 aptos a menos); Cruzeiro: densidade máxima de 600 hab/ha (lei alterada); Cruzeiro: densidade máxima de 600 hab/ha (lei alterada); Porto: densidade máxima de 600 hab/ha (lei alterada); Porto: densidade máxima de 600 hab/ha (lei alterada); Princesa do Sul: tipologia arquitetônica adotada (sobrados). Princesa do Sul: tipologia arquitetônica adotada (sobrados).

21 Banco de Dados: Flexível e completo; Flexível e completo; Permite análises comparativas; Permite análises comparativas; Registro dos dados simples e direto, de fácil manipulação e atualização; Registro dos dados simples e direto, de fácil manipulação e atualização; Banco de Dados: Flexível e completo; Flexível e completo; Permite análises comparativas; Permite análises comparativas; Registro dos dados simples e direto, de fácil manipulação e atualização; Registro dos dados simples e direto, de fácil manipulação e atualização; Estudo comparativo: evidencia que as mudanças no Programa ao longo do tempo foram as principais responsáveis pelas diferenças na caracterização física - espacial dos conjuntos. evidencia que as mudanças no Programa ao longo do tempo foram as principais responsáveis pelas diferenças na caracterização física - espacial dos conjuntos. Estudo comparativo: evidencia que as mudanças no Programa ao longo do tempo foram as principais responsáveis pelas diferenças na caracterização física - espacial dos conjuntos. evidencia que as mudanças no Programa ao longo do tempo foram as principais responsáveis pelas diferenças na caracterização física - espacial dos conjuntos. CONSIDERAÇÕES FINAIS

22 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. Edital nº 14, de 16 de Setembro de Programa de Arrendamento Residencial. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. Edital nº 14, de 16 de Setembro de Programa de Arrendamento Residencial. MEDVEDOVSKI, Nirce Saffer. A vida sem condomínio: configuração e serviços públicos urbanos em conjuntos habitacionais de interesse social. São Paulo, Tese (Doutorado) – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. MEDVEDOVSKI, Nirce Saffer. A vida sem condomínio: configuração e serviços públicos urbanos em conjuntos habitacionais de interesse social. São Paulo, Tese (Doutorado) – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. NORIE/UFRGS, Coordenação Carlos Torres Formoso. Plano Estratégico para Ciência, Tecnologia e Inovação na área de Tecnologia do Ambiente Construído com ênfase na Construção Habitacional. Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído – ANTAC. Versão 1, abril NORIE/UFRGS, Coordenação Carlos Torres Formoso. Plano Estratégico para Ciência, Tecnologia e Inovação na área de Tecnologia do Ambiente Construído com ênfase na Construção Habitacional. Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído – ANTAC. Versão 1, abril PROGRAMA de Arrendamento Residencial – PAR. Disponível em: acessado em 0/02/2003. PROGRAMA de Arrendamento Residencial – PAR. Disponível em: acessado em 0/02/2003. SENADO FEDERAL. Lei nº dez.188, de 12 de fevereiro de Cria o Programa de Arrendamento Residencial, Institui o arrendamento residencial com opção de compra e dá outras providências. SENADO FEDERAL. Lei nº dez.188, de 12 de fevereiro de Cria o Programa de Arrendamento Residencial, Institui o arrendamento residencial com opção de compra e dá outras providências. SILVA, J. G., POLIDORI, M. C. A forma urbana em Pelotas: Evolução Morfológica e Análises Espaciais Relatório, 2004, FAPERGS. SILVA, J. G., POLIDORI, M. C. A forma urbana em Pelotas: Evolução Morfológica e Análises Espaciais Relatório, 2004, FAPERGS. TANAKA, M. M. S. Acervo de Habitação Popular Heterodoxa. Relatório Técnico FINEP. FAUUSP, 1996, disponível em acessado em 15/03/2005. TANAKA, M. M. S. Acervo de Habitação Popular Heterodoxa. Relatório Técnico FINEP. FAUUSP, 1996, disponível em acessado em 15/03/2005. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. Edital nº 14, de 16 de Setembro de Programa de Arrendamento Residencial. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. Edital nº 14, de 16 de Setembro de Programa de Arrendamento Residencial. MEDVEDOVSKI, Nirce Saffer. A vida sem condomínio: configuração e serviços públicos urbanos em conjuntos habitacionais de interesse social. São Paulo, Tese (Doutorado) – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. MEDVEDOVSKI, Nirce Saffer. A vida sem condomínio: configuração e serviços públicos urbanos em conjuntos habitacionais de interesse social. São Paulo, Tese (Doutorado) – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. NORIE/UFRGS, Coordenação Carlos Torres Formoso. Plano Estratégico para Ciência, Tecnologia e Inovação na área de Tecnologia do Ambiente Construído com ênfase na Construção Habitacional. Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído – ANTAC. Versão 1, abril NORIE/UFRGS, Coordenação Carlos Torres Formoso. Plano Estratégico para Ciência, Tecnologia e Inovação na área de Tecnologia do Ambiente Construído com ênfase na Construção Habitacional. Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído – ANTAC. Versão 1, abril PROGRAMA de Arrendamento Residencial – PAR. Disponível em: acessado em 0/02/2003. PROGRAMA de Arrendamento Residencial – PAR. Disponível em: acessado em 0/02/2003. SENADO FEDERAL. Lei nº dez.188, de 12 de fevereiro de Cria o Programa de Arrendamento Residencial, Institui o arrendamento residencial com opção de compra e dá outras providências. SENADO FEDERAL. Lei nº dez.188, de 12 de fevereiro de Cria o Programa de Arrendamento Residencial, Institui o arrendamento residencial com opção de compra e dá outras providências. SILVA, J. G., POLIDORI, M. C. A forma urbana em Pelotas: Evolução Morfológica e Análises Espaciais Relatório, 2004, FAPERGS. SILVA, J. G., POLIDORI, M. C. A forma urbana em Pelotas: Evolução Morfológica e Análises Espaciais Relatório, 2004, FAPERGS. TANAKA, M. M. S. Acervo de Habitação Popular Heterodoxa. Relatório Técnico FINEP. FAUUSP, 1996, disponível em acessado em 15/03/2005. TANAKA, M. M. S. Acervo de Habitação Popular Heterodoxa. Relatório Técnico FINEP. FAUUSP, 1996, disponível em acessado em 15/03/2005. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

23 Implantação PAR Laçador, Pelotas, RS

24 Guerreiro Solar do Sul Marcílio Dias Bairro Cidade Duque de Caxias Princesa do Sul Alta Vista Laçador Cruzeiro Porto Guerreiro Solar do Sul Marcílio Dias Bairro Cidade Duque de Caxias Princesa do Sul Alta Vista Laçador Cruzeiro Porto

25 Guerreiro Solar do Sul Marcílio Dias Bairro Cidade Duque de Caxias Princesa do Sul Alta Vista Laçador Cruzeiro Porto Guerreiro Solar do Sul Marcílio Dias Bairro Cidade Duque de Caxias Princesa do Sul Alta Vista Laçador Cruzeiro Porto

26 Guerreiro Solar do Sul Marcílio Dias Bairro Cidade Duque de Caxias Princesa do Sul Alta Vista Laçador Cruzeiro Porto Guerreiro Solar do Sul Marcílio Dias Bairro Cidade Duque de Caxias Princesa do Sul Alta Vista Laçador Cruzeiro Porto

27 Guerreiro Solar do Sul Marcílio Dias Bairro Cidade Duque de Caxias Princesa do Sul Alta Vista Laçador Cruzeiro Porto Guerreiro Solar do Sul Marcílio Dias Bairro Cidade Duque de Caxias Princesa do Sul Alta Vista Laçador Cruzeiro Porto


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