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Impacto do desenvolvimento turístico ao meio ambiente e à população local. Prof.Nara Santos.

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Apresentação em tema: "Impacto do desenvolvimento turístico ao meio ambiente e à população local. Prof.Nara Santos."— Transcrição da apresentação:

1 Impacto do desenvolvimento turístico ao meio ambiente e à população local. Prof.Nara Santos

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4 A)Os impactos socioculturais do turismo Doxey – 1975 – captou o sentimento crescente expresso pela população local à medida que o turismo se expandia com o passar do tempo e ocupava maiores proporções da economia local. Identificou 4 estágios principais a serem considerados na avaliação dos sentimentos locais em relação à indústria do turismo:

5 - euforia: os turistas são bem-vindos, com pouco controle ou planejamento; -apatia: os turistas são tolerados e o relacionamento entre os dois grupos torna-se mais formal ou comercial. Geralmente o planejamento é realizado com o marketing do produto do turismo; - perturbação: quando a indústria do turismo experimenta a saturação, a população local passa a ficar apreensiva em relação ao lugar. Em vez de limitar o crescimento, os planejadores aumentam a infra-estrutura; - antagonismo: a irritação é abertamente demonstrada aos turistas e em relação ao turismo. O planejamento tenta remediar, mas a publicidade é aumentada para compensar a reputação de deterioração do local;

6 Impacto culturais: Efeito da exibição (Britton,1977;Hope,1980;Methieson e Wall,1982) em que os padrões locais de consumo mudam para imitar aqueles dos turistas, mesmo quando a população local só chega a ver um lado dos turistas, que muitas vezes não é representativo dos valores exibidos em seus locais de origem (p.ex.padrões de gastos) Briton,1977 – as expressões culturais são adulteradas para se tornarem mais compreensíveis e portanto, mais vendáveis ao turismo de massa. Locais de destino: a fragmentação cultural ocorre em muitos níveis: prostituição, crime, destruição da linguagem em favor de dialetos mais internacionais, na destruição local ou em outras formas de arte, na comida, no vestuário, nos relacionamentos familiares etc.

7 Ryan, 1991 – identificou alguns pontos-chave, todos passíveis de serem usados como indicadores ou determinantes do impacto: o número de turistas; o tipo de turistas; o estágio do desenvolvimento do turismo; o diferencial de desenvolvimento econômico entre as zonas de geração do turismo e as zonas de recepção; a diferença de regras culturais entre as zonas de geração do turismo e as de recepção; a dimensão física da área que afeta as densidades da população de turistas; a extensão na qual os serviços do turismo são realizados por uma população de trabalhadores imigrantes; a quantidade de propriedades adquiridas por turistas; a quantidade de propriedades, serviços e instalações mantidas pela população local; as atitudes dos órgãos governamentais; as crenças das comunidades anfitriãs e a força dessas crenças; o grau de exposição a outras forças de mudança tecnológicas, sociais e econômicas; as políticas adotadas em relação à distribuição de turistas; p marketing do local de destino dos turistas e as imagens criadas desse local; a homogeneidade do local de destino; a acessibilidade do local de destino; a força original das práticas artísticas e folclóricas e a natureza dessas tradições;

8 Os impactos ecológicos do turismo: 1960/1970 –preocupação com os efeitos ecológicos do turismo – a indústria do turismo altera moderadamente ou transforma completamente as regiões de destino de formas adversas; ex.Acapulco, Espanha, ex:o desenvolvimento não regulado de hotéis em Londres ameaçava a qualidade de vida da cidade -Budowski,1976 – identificou 3 diferentes estados no relacionamento do turismo com a conservação ambienta: conflito, coexistência e simbiose; -Klippendorf, a importância do planejamento e da distribuição dos turistas e dos empreendimentos de turismo como um meio de minimizar os impactos; -Cohen, 1978 – especulou sobre o aparente humor do dia, insistindo que de fato havia uma diferença entre o desenvolvimento com o objetivo de uma melhoria e um maior apelo estético contra a destruição vulgar, indesejável e irreparável, criado pelo turismo moderno; - Pearce, reproduziu um quadro para o estudo do estresse ambiental incluindo atividades estressantes, a pressão resultante da atividade, a resposta ambiental primária e a resposta ou reação humana secundária ao estresse. Foram identificados 4 exemplos principais relacionados com a reestruturação ambiental permanente, a geração de resíduos, as atividades dos turistas e os efeitos na dinâmica da população.

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12 Shelby e Heberlein – 1986 – mediram a percepção de quantidade de gente e a satisfação, por meio de níveis de uso e de encontros, analisando turismo de aventura (canoístas, tubers, rafters), pescadores, caçadores de veados e caçadores de gansos no oeste dos EUA. Os níveis de uso fornecem uma medida objetiva para avaliar quantas pessoas estavam utilizando o recurso. Os encontros foram determinados ao se colocar um pesquisador acompanhando os grupos e contando-se o número de contatos que faziam com os outros grupos ou simplesmente pedindo aos usuários que relatassem os contatos.

13 Hipóteses: 1 – À medida que os níveis de uso e os encontros aumentavam, a percepção de excesso de gente também aumentava. – forte relação entre os contatos e essa sensação de muita gente. 2 –à medida que os níveis de uso e os encontros aumentavam, a satisfação diminuía. - Fraco relacionamento entre satisfação e percepção de excesso de gente Resultado: mostra que níveis mais elevados de uso nem sempre faz com que as pessoas sintam-se em meio a muita gente.

14 auto-seleção: as pessoas escolhem atividades recreativas de que gostam e evitam as de que não gostam. -mudança no produto: os usuários podem mudar seus conceitos de experiência recreativa para lidar com níveis excessivos de encontros. Resultado:ficam satisfeitas quando os contatos aumentam. -fontes múltiplas de satisfação: O número de pessoas em volta é só uma dentre muitas coisas que podem afetar a satisfação dos turistas -racionalização: os usuários podem extrair o melhor mesmo de uma situação adversa; -influências específicas das atividades: varia de acordo com o tipo de atividade;

15 Início do seminários: 03 de junho de 2008 Bibliografia:Pearce, D G. & Butler, R. Desenvolvimento em turismo: temas contemporâneos.São Paulo: editora Contexto,2002. : 1-Pg 215 – o desenvolvimento do turismo sustentável na américa do sul: o caso da patagônia na Argentina 2-pg233 – o turismo e as tribos do Himalaia: em busca de opções ao desenvolvimento sustentável para os botias do vale Bhyundar 3-pg281 – avaliação do impacto ambiental para o turismo: uma discussão e um exemplo indonésio. 4- Desenvolvimento do turismo e parques nacionais no mundo em desenvolvimento:parque nacional da ilha Cat Ba no vietnã

16 Bibliografia: JUNIOR, A. B & MORETTI, E.C.(orgs). Qual Paraíso? Turismo e Ambiente em Bonito e no Pantanal. São Paulo: Chonos, pg.127. A gênese do turismo em bonito 6- Impacto do turismo no Pantanal Bibliografia: FONTELES, J. O. Turismo e Impactos socioambientais. São Paulo:2004.Editora Aleph 7- pg.142 – Outro lugar?: Impactos do turismo em Jericoacoara

17 Artigos de revista cientifica: 8- Preferência e percepção dos visitantes em relação aos impactos do uso publico no parque estadual do Marumbi e na reserva natural salto do Morato – Paraná 9 - Impacto ambiental do Eurotúnel

18 Bibliografia:Lemos, A. I. G. Turismo impactos socioambientais. São Paulo, editora Hucitec,2001,: 10- pg32- turismo e meio ambiente no litoral paulista: dinâmica da balneabilidade nas praias. 11-pg187- las implicaciones socioculturales Del turismo em el mar mediterrâneo 12-pg.207- turismo e cultura: um estudo das modificações culturais no município de Soure em decorrência da exploração do turismo ecológico;

19 Bibliografia:LINDBERG, Kreg e HAWKINS, Donald. Ecoturismo: um guia para planejamento e gestão. 13-Pg96 – a administração do visitante: lições do parque nacional de galápagos Bibliografia: RIEDL,M; ALMEIDA, J.A. & VIANA, A.L.B.(orgs). Turismo rural:tendências e sustentabilidade. Santa Cruz: Edunisc, – pg.A reserva da Jaqueira: etnodesenvolvimento e turismo


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