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Nanobiotecnologia e Biossegurança Prof. Dr. Vinicius Campos Disciplina de Nanobiotecnologia Graduação em Biotecnologia - UFPel.

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1 Nanobiotecnologia e Biossegurança Prof. Dr. Vinicius Campos Disciplina de Nanobiotecnologia Graduação em Biotecnologia - UFPel

2 1. Potenciais riscos com nano 2. Reativas x Proativas 3. Efeitos das nanoestruturas 4. Cuidados 4. Regulamentação Abordagens da aula...

3 Biossegurança é o conjunto de ações voltadas para a prevenção, minimização ou eliminação dos riscos inerentes as atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços, riscos que podem comprometer a saúde do Homem, dos animais, das plantas, do meio ambiente.. Valle e Teixeira (2000). Biossegurança:uma abordagem multidisciplinar Nanobiotecnologia X Biossegurança

4 POTENCIAIS RISCOS

5 As nanopartículas podem ser tóxicas pela sua composição, pelo seu tamanho e pela sua forma. Partículas de carbono são mais tóxicas do que de TiO 2, Nanotubo é mais tóxico do que partículas de quartzo Partículas menores são mais reativas e, em geral, mais tóxicas Toxicologia dos nanomateriais

6 Qual é a toxicidade destes materiais? Através de qual meio estes materiais penetram no ambiente? Quais são os modos de dispersão destes materiais no ambiente? Estes materiais são transformados no ambiente? Que substâncias são usadas na produção das nanopartículas? Que rejeito é produzido? Que acontece quando as nanopartículas chegam ao ar, solo ou água? Prováveis problemas com as nano

7 Qual é a estabilidade da nanoestrutura? Elas se decompõe ou se aglomeram? São solúveis em água? São degradadas? Quais são os sub-produtos gerados da degradação destas estruturas? Prováveis problemas com as nano

8 As nanoestruturas podem ser: Reativas: quando usadas para tratar problemas já existentes Proativas: Quando são usadas para prevenir futuros problemas Implicações do uso das nanoestruturas Interações dos nanomateriais com o meio ambiente e possíveis riscos a este meio e ao ser humano Reativas X Proativas

9 Pontos de entrada de nanopartículas Pulmões Trato intestinal Placas de Peyer contendo células M Nanopartículas e a barreira hematoencefálica Pele

10 Alevino de black bass (Micropterus salmoides) Oberdörster, E. Environmental Health Perspectives, 112, 1058 (2004) Fulerenos sem modificação na superfície O fulereno entra nos peixes através das brânquias e se acumula nas camadas adiposas por ser lipofílico Aumento da Peroxidação Lipídica no cérebro dos peixes após 48 horas de exposição dos peixes com 0,5 ppm de fulereno e com 1 ppm Toxicidade de Fulerenos

11 Paulistinha (Danio rerio) A exposição de embriões de paulistinha à nanotubo de carbono ocasiona uma diminuição na reprodução dos peixes Toxicidade de Nanotubo de Carbono

12 Redução do crescimento das raízes de milho, soja e cenoura Toxicidade de nanopartículas de Alumínio

13 controle 1000 mg / L nanopartículas de ZnO 1000 mg / L Zn 2 Toxicidade para raízes Toxicidade de nanopartículas de zinco

14 Modificação da superfície das nanoestruturas Diminuição da toxicidade Funcionalização

15 Fulereno funcionalizado com albumina Em 48h 98% destas partículas são eliminadas do corpo de um animal ou de um ser humano através das fezes e da urina A diminuição da toxicidade de nanotubo de carbono é obtida pela sua oxidação

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17 Motilidade pré e pós incubação com DNA exógeno Toxicidade de nanotubos de haloisita

18 Viabilidade pré e pós incubação com DNA exógeno Toxicidade de nanotubos de haloisita

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21 Aqui, nós mostramos que a sílica e nanopartículas de dióxido de titânio com diâmetro de 70 nm e 35 nm, respectivamente, pode causar complicações na gravidez, quando injetada por via intravenosa em camundongos grávidas. As nanopartículas de dióxido de silício e titânio foram encontradas na placenta, fígado e cérebro fetal fetal. Ratos tratados com essas nanopartículas tinha úteros menores e fetos menores que os controles não tratados. moléculas de fulereno e grandes partículas de sílica (300 e nm) não induzir estas complicações. Estes efeitos negativos estão ligados a alterações estruturais e funcionais da placenta do lado materno, e são eliminadas logo que as superfícies das nanopartículas de sílica modificada com grupos carboxila e amina.

22 Toxicidade nanotubos Microscopia eletrônica de varredura (MEV) de E. coli. (À esquerda), sem SWCNTs células incubadas por 60 min. As células foram filtradas e observados através de MEV no filtro. (À direita) Células incubadas com SWCNTs por 60 min. (Imagens: Elimelech Dr.)

23 Uma célula de pulmão de rato tentando ingerir um nanotubo de carbono

24 Algumas das possibilidades de rotas de exposição do trabalhador e da sociedade (consumidores) às nanopartículas e aos nanotubos de carbono, tendo como base as possíveis e atuais aplicações da nanotecnologia

25 Como prevenir?

26 São necessários para assegurar que não haverá danos à saúde humana e efeitos danosos ao meio ambiente: normas adequadas de biossegurança; análise de riscos de produtos biotecnológicos; Mecanismos e instrumentos de monitoramento e rastreabilidade. FAO (1999). Nanobiotecnologia X Biossegurança

27 Regulamentação

28 Lei , de 24 de março de 2005.Regulamenta os incisos II, IV e V do § 1o do art. 225 da Constituição Federal, estabelece normas de segurança e mecanismos de fiscalização de atividades que envolvam organismos geneticamente modificados; e seus derivados, cria o Conselho Nacional de Biossegurança. CNBS, reestrutura a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança. CTNBio, dispõe sobre a Política Nacional de Biossegurança. PNB, revoga a Lei no 8.974, de 5 de janeiro de 1995, e a Medida Provisória no , de 23 de agosto de 2001, e os arts. 5o, 6o, 7o, 8o, 9o, 10 e 16 da Lei no , de 15 de dezembro de 2003, e dá outras providências. Decreto 5.591, de 22 de novembro de 2005.

29 No Brasil, a biossegurança está ligada apenas à engenharia genética e controla os organismos geneticamente modificados (OGM), entre os quais estão os alimentos transgênicos alimentos O Órgão responsável por esse controle é a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). Regulamentação

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31 PROJETO DE LEI N° PL 5076/05 DE 2005 (Do Sr. Edson Duarte): Dispõe sobre a pesquisa e o uso da nanotecnologia no país, Cria Comissão Técnica Nacional de Nanossegurança – CTNano, Institui Fundo de Desenvolvimento de Nanotecnologia – FDNano, e dá outras providências. Arquivado Brasil Regulamentação

32 Relatora, deputada Luiza Erundina (PSB-SP), destacou que a lei brasileira já tem importantes avanços na área, como, por exemplo, a Lei de Biossegurança (11.105/05). Para a relatora, a proteção da saúde e do meio ambiente e eventuais sanções já são contempladas em leis como a de Crimes Ambientais (9605/98), a que define o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (9782/99) e a própria Lei de Biossegurança. Erundina observou ainda que o Poder Executivo, com base no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8078/91), já estabeleceu critérios para a rotulagem de alimentos transgênicos, por meio do Decreto 4680/03. "Por analogia, o mesmo princípio deve ser aplicado aos produtos oriundos de intervenções nanotecnológicas". Regulamentação

33 ANVISA X Nanomateriais Não há regulamentação Brasil Regulamentação

34 European Food Safety Authority (EFSA) está estudando o assunto EFSA publicou em 10 de fevereiro de 2009 uma opinião científica sobre os potenciais riscos da nanociência e nanotecnologia. União européia Não há regulamentação Regulamentação

35 FDA X nanomateriais Não há regulamentação A aprovação de um nanomaterial pelo FDA pode ser através: Regulamentação p/aditivo de alimentos, Carta de isenção Threshold of Regulation Regulamentação

36 1.Toxicologia dos nanomateriais 2.Reativas X Proativas 3.Toxiciadade de nanotubos 4.Toxiciadade de nanocompósitos 5.Funcionalização pode reduzir a toxicidade 6.Nanocompósitos não-toxicos 7.Regulamentação Resumindo...

37 Prof. Dr. Vinicius Farias Campos Graduação em Biotecnologia


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