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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS HIPERTENSÃO ARTERIAL Marysabel Pinto Telis Silveira

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Apresentação em tema: "UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS HIPERTENSÃO ARTERIAL Marysabel Pinto Telis Silveira"— Transcrição da apresentação:

1 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS HIPERTENSÃO ARTERIAL Marysabel Pinto Telis Silveira

2 DEFINIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO

3 Classificação da pressão arterial (>18 anos) Classificação Brasileira 2002 Européia 2003, JNC VI Pressão Sistólica (mm Hg) Pressão Diastólica (mm Hg) Ótima< 120< 80 Normal Limítrofe Hipertensão Estágio 1 (leve) Hipertensão Estágio 2 (moderada) Hipertensão Estágio 3 (grave) ≥180≥ 110 Sistólica isolada≥ 140< 90 Quando a sistólica e diastólica estão em categorias diferentes classificar pela maior. * Considerar intervenção de acordo com fatores de risco maiores e co-morbidades Classificação Norte-americana 2003 (JNC VII) Normal Pré-hipertensão Hipertensão Estágio 1 Hipertensão Estágio 2 Sistólica isolada Sociedade Brasileira de Hipertensão – Cortesia: Dr. Décio Mion Jr.WWW.SBH.ORG.BR

4 Araraquara 1990 Araraquara 1990 S.Paulo 1990 S.Paulo 1990 Piracicaba 1991 Piracicaba 1991 P.Alegre 1994 P.Alegre 1994 Cotia 1997 Cotia 1997 Catanduva 2001 Catanduva 2001 % Estudos populacionais - PA ≥140/90mmHg Prevalência de HA 22 Cavenge 2003 Cavenge 2003 RGSul 2004 RGSul

5 Fatores de Risco Idade Gênero e Etnia A prevalência global em homens e mulheres não sugere que o gênero seja um FR para hipertensão. É mais prevalente em mulheres afrodescententes. Fatores socioeconômicos Sal Obesidade Álcool Sedentarismo Outros fatores Predisposição genética e fatores ambientais

6 Conhecimento, Controle e Tratamento Indivíduos adultos 50,8% sabiam ser hipertensos 40,5% estavam em tratamento 10,4% tinham PA controlada Idade avançada, obesidade e baixo nível educacional mostraram-se associados a menores taxas de controle. 50,8% sabiam ser hipertensos 40,5% estavam em tratamento 10,4% tinham PA controlada Idade avançada, obesidade e baixo nível educacional mostraram-se associados a menores taxas de controle.

7 Tratamento Não-medicamentoso Controle de peso. Padrão alimentar. Redução do consumo de sal. Moderação no consumo de bebidas alcoólicas. Exercício físico. Abandono do tabagismo. Controle do estresse psicoemocional. Controle de peso. Padrão alimentar. Redução do consumo de sal. Moderação no consumo de bebidas alcoólicas. Exercício físico. Abandono do tabagismo. Controle do estresse psicoemocional.

8 Modificações do estilo de vida no controle da PA Modificações Recomendação Redução aprox. na PAS Controle do peso Manter o peso corporal na faixa normal (IMC entre 18,5 e 24,9 kg/m 2 ) 5 a 20 mm Hg para cada 10kg de peso reduzido Padrão alimentar Consumir dieta rica em frutas e vegetais e alimentos com baixa densidade calórica e baixo teor de gorduras saturadas. Adotar dieta DASH 8 a 14 mm Hg Redução do consumo de sal 2 a 8 mm Hg Reduzir a ingestão de sódio para não mais de 6g sal/dia* Moderação no consumo de álcool 2 a 4 mm Hg Reduzir consumo a 30g/dia (homens), 15g/dia (mulheres) Exercício físico 4 a 9 mm Hg Habituar-se à prática regular de atividade física aeróbica: caminhadas 30 min/dia, 3-5x/sem Tratamento Não-medicamentoso * 6g de sal/dia = 4 colheres de café rasas de sal = 4g + 2g de sal próprio dos alimentos

9 Características das bebidas alcoólicas mais comuns Bebida % etanol o GL (Gay Lussac) % etanol o GL (Gay Lussac) Cerveja Consumo máximo tolerado ~6% (3-8) ~6% (3-8) ~2 latas = 700 ml ou 1 garrafa= 650 ml ~2 latas = 700 ml ou 1 garrafa= 650 ml Tratamento Não-medicamentoso etanol (g) em 100 ml etanol (g) em 100 ml volume para 30g de etanol volume para 30g de etanol 6g/100 ml x 0,8* = 4,8 g 625 ml Vinho ~12% (5-13) ~12% (5-13) ~2 taças de 150 ml ou 1 taça de 300 ml 12g/100 ml x 0,8* = 9,6 g 312,5 ml Uísque, vodca, aguardente ~40% (30-50) ~40% (30-50) ~2 doses de 50 ml ou 3 doses de 30 ml 40g/100 ml x 0,8* = 32 g 93,7 ml * Densidade do etanol

10 Ser eficaz por via oral. Ser bem tolerado. Permitir a administração em menor número possível de tomadas diárias, com preferência para dose única diária. Ser eficaz por via oral. Ser bem tolerado. Permitir a administração em menor número possível de tomadas diárias, com preferência para dose única diária. O medicamento anti-hipertensivo deve: Iniciar com as menores doses efetivas preconizadas para cada situação clínica, podendo ser aumentadas gradativamente. Deve-se levar em conta quanto maior a dose, maiores serão as probabilidades de efeitos adversos. Princípios gerais Tratamento Medicamentoso

11 Pode-se considerar o uso combinado de medicamentos anti-hipertensivos em pacientes com hipertensão em estágios II e III que, na maioria das vezes, não respondem à monoterapia. Princípios gerais Tratamento Medicamentoso O medicamento anti-hipertensivo: Ser utilizado por período mínimo de 4 semanas, salvo em situações especiais, para aumento de dose, substituição da monoterapia ou mudança da associação de fármacos.

12 FISIOPATOGENIAFISIOPATOGENIA

13 Diuréticos. Inibidores adrenérgicos. Ação central – agonistas alfa 2 centrais. Alfabloqueadores – bloqueadores alfa 1 adrenérgicos. Betabloqueadores – bloqueadores beta-adrenérgicos. Alfabloqueadores e betabloqueadores. Bloqueadores dos canais de cálcio. Inibidores da ECA. Bloqueadores do receptor AT 1 da angiotensina II. Vasodilatadores diretos Diuréticos. Inibidores adrenérgicos. Ação central – agonistas alfa 2 centrais. Alfabloqueadores – bloqueadores alfa 1 adrenérgicos. Betabloqueadores – bloqueadores beta-adrenérgicos. Alfabloqueadores e betabloqueadores. Bloqueadores dos canais de cálcio. Inibidores da ECA. Bloqueadores do receptor AT 1 da angiotensina II. Vasodilatadores diretos Classes de Anti-hipertensivos

14 FISIOPATOGENIAFISIOPATOGENIA

15 Estágio 1 Diurético Betabloqueador Inibidor da ECA Bloqueadores dos canais de cálcio Bloqueadores do receptor AT 1 Estágio 1 Diurético Betabloqueador Inibidor da ECA Bloqueadores dos canais de cálcio Bloqueadores do receptor AT 1 Classes distintas em baixas doses, principalmente para estágios 2 e 3 Monoterapia Associação de fármacos Aumentar a dose Substituir a monoterapia Adicionar 2 o anti- hipertensivo Adicionar 2 o anti- hipertensivo Aumentar a dose da associação Trocar a associação Resposta inadequada ou efeitos adversos Adicionar outros anti-hipertensivos Resposta inadequada Tratamento Medicamentoso Adicionar 3 o anti- hipertensivo Adicionar 3 o anti- hipertensivo

16 Medicamentos Diuréticos Tiazídicos Clortalidona Hidroclorotiazida Indapamida Indapamida SR Alça Bumetamida Furosemida Piretanida Poupadores de potássio Amilorida (em associação) Espironolactona Triantereno (em associação) Medicamentos Diuréticos Tiazídicos Clortalidona Hidroclorotiazida Indapamida Indapamida SR Alça Bumetamida Furosemida Piretanida Poupadores de potássio Amilorida (em associação) Espironolactona Triantereno (em associação) Mínima 12,5 2,5 1,5 0, ,5 50 Mínima 12,5 2,5 1,5 0, ,5 50 Máxima 25 5 ** Máxima 25 5 ** Número de tomadas/dia Número de tomadas/dia Posologia Agentes Anti-hipertensivos (DIURÉTICOS) Disponíveis no Brasil

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18 MECANISMO DE AÇÃO DOS DIURÉTICOS TIAZÍDICOS

19 MECANISMO DE AÇÃO DOS DIURÉTICOS DE ALÇA

20 MECANISMO DE AÇÃO DOS DIURÉTICOS POUPADORES DE K

21 Medicamentos Inibidores adrenérgicos Ação central Alfametildopa Clonidina Guanabenzo Moxonidina Rilmenidina Reserpina Alfabloqueadores Doxazosina Prazosina Prazosina XL Terazosina Medicamentos Inibidores adrenérgicos Ação central Alfametildopa Clonidina Guanabenzo Moxonidina Rilmenidina Reserpina Alfabloqueadores Doxazosina Prazosina Prazosina XL Terazosina Mínima 500 0,2 4 0,2 1 0, Mínima 500 0,2 4 0,2 1 0, Máxima ,6 12 0,6 2 0, Máxima ,6 12 0,6 2 0, Número de tomadas/dia Número de tomadas/dia Posologia Agentes Anti-hipertensivos Disponíveis no Brasil

22 MECANISMO DE AÇÃO DOS INIBIDORES ADRENÉRGICOS

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25 Medicamentos Inibidores adrenérgicos Betabloqueadores Atenolol Bisoprolol Metoprolol/Metoprolol (ZOK) Nadolol Propranolol Pindolol Alfa e Betabloqueadores Carvedilol Medicamentos Inibidores adrenérgicos Betabloqueadores Atenolol Bisoprolol Metoprolol/Metoprolol (ZOK) Nadolol Propranolol Pindolol Alfa e Betabloqueadores Carvedilol Mínima 25 2, / ,5 Mínima 25 2, / ,5 Máxima / Máxima / Número de tomadas/dia / Número de tomadas/dia / Posologia Agentes Anti-hipertensivos (BETA- BLOQUEADORES) Disponíveis no Brasil

26 Medicamentos Vasodilatadores diretos Hidralazina Minoxidil Bloqueadores dos canais de cálcio Fenilalquilaminas Verapamil Retard* Benzotiazepinas Diltiazem SR* ou CD* Diidropiridinas Amlodipina Felodipina Isradipina Lacidipina Nifedipina Oros* Nifedipina Retard* Nisoldipina Nitrendipina Lercanidipina Manidipina Medicamentos Vasodilatadores diretos Hidralazina Minoxidil Bloqueadores dos canais de cálcio Fenilalquilaminas Verapamil Retard* Benzotiazepinas Diltiazem SR* ou CD* Diidropiridinas Amlodipina Felodipina Isradipina Lacidipina Nifedipina Oros* Nifedipina Retard* Nisoldipina Nitrendipina Lercanidipina Manidipina Mínima 50 2, ,5 5 2, Mínima 50 2, ,5 5 2, Máxima Máxima Número de tomadas/dia Número de tomadas/dia Posologia Agentes Anti-hipertensivos Disponíveis no Brasil

27 Medicamentos Inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA) Benazepril Captopril Cilazapril Delapril Enalapril Fosinopril Lisinopril Quinapril Perindopril Ramipril Trandolapril Medicamentos Inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA) Benazepril Captopril Cilazapril Delapril Enalapril Fosinopril Lisinopril Quinapril Perindopril Ramipril Trandolapril Mínima , ,5 2 Mínima , ,5 2 Máxima Máxima Número de tomadas/dia Número de tomadas/dia Posologia Agentes Anti-hipertensivos (IECA) Disponíveis no Brasil

28 Medicamentos Antagonistas do receptor AT 1 da angiotensina II Candersartana Irbesartana Losartana Olmesartana Telmisartana Valsartana Medicamentos Antagonistas do receptor AT 1 da angiotensina II Candersartana Irbesartana Losartana Olmesartana Telmisartana Valsartana Mínima Mínima Máxima Máxima Número de tomadas/dia 1 Número de tomadas/dia 1 Posologia Agentes Anti-hipertensivos (ARA) Disponíveis no Brasil

29 SISTEMA RENINA-ANGIOTENSINA-ALDOSTERONA

30 MECANISMO DOS IECA

31 AÇÕES DOS IECA 1- HEMODINÂMICA: Redução da pré e pós-carga 2- NEURO-HUMORAL: #Redução da AngiotensinaII: Aumento da Bradicinina Redução da atividade simpática #Redução de vasopressina: Redução de aldosterona, endotelina e PAI-1 3- AÇÃO TRÓFICA: Redução de remodelagem ventricular

32 Associações Fixas de Anti-hipertensivos

33 Anti-hipertensivo Anti-hipertensivos: Interações Medicamentosas Fármacos Efeitos Diuréticos Tiazídicos e de alça Poupadores de potássio Diuréticos Tiazídicos e de alça Poupadores de potássio Digitálicos Antiinflamatórios esteróides e não-esteróides. Hipoglicemiantes orais Lítio Suplementos de potássio e inibidores da ECA Digitálicos Antiinflamatórios esteróides e não-esteróides. Hipoglicemiantes orais Lítio Suplementos de potássio e inibidores da ECA Intoxicação digitálica por hipopotassemia Antagonizam o efeito diurético Efeito diminuído pelos tiazídicos Aumento dos níveis séricos do lítio Hiperpotassemia Intoxicação digitálica por hipopotassemia Antagonizam o efeito diurético Efeito diminuído pelos tiazídicos Aumento dos níveis séricos do lítio Hiperpotassemia

34 Inibidores adrenérgicos Ação central Betabloqueadores Alfabloqueadores Inibidores adrenérgicos Ação central Betabloqueadores Alfabloqueadores Antidepressivos tricíclicos Insulina e hipoglicemiantes orais Amiodarona, quinidina Cimetidina Cocaína Vasoconstritores nasais Diltiazem, verapamil Dipiridamol Antiinflamatórios esteróides e não-esteróides Diltiazem, verapamil, betabloqueadores e inibidores adrenérgicos centrais Antidepressivos tricíclicos Insulina e hipoglicemiantes orais Amiodarona, quinidina Cimetidina Cocaína Vasoconstritores nasais Diltiazem, verapamil Dipiridamol Antiinflamatórios esteróides e não-esteróides Diltiazem, verapamil, betabloqueadores e inibidores adrenérgicos centrais Redução do efeito anti-hipertensivo Redução dos sinais de hipoglicemia e bloqueio da mobilização de glicose Bradicardia Reduz a depuração hepática de propranolol e metoprolol Potencializam os efeitos da cocaína Facilitam o aumento da pressão pelos vasoconstritores nasais Bradicardia, depressão sinusal e Bloqueio atrioventricular Bradicardia Antagonizam o efeito hipotensor Hipotensão Redução do efeito anti-hipertensivo Redução dos sinais de hipoglicemia e bloqueio da mobilização de glicose Bradicardia Reduz a depuração hepática de propranolol e metoprolol Potencializam os efeitos da cocaína Facilitam o aumento da pressão pelos vasoconstritores nasais Bradicardia, depressão sinusal e Bloqueio atrioventricular Bradicardia Antagonizam o efeito hipotensor Hipotensão Anti-hipertensivo Fármacos Efeitos Anti-hipertensivos: Interações Medicamentosas

35 Inibidores da eca Suplementos e diuréticos poupadores de potássio Ciclosporina Anti-inflamatórios esteróides e não-esteróides Lítio Antiácidos Suplementos e diuréticos poupadores de potássio Ciclosporina Anti-inflamatórios esteróides e não-esteróides Lítio Antiácidos Hiperpotassemia Aumento dos níveis de ciclosporina Antagonizam o efeito hipotensor Diminuição de depuração do lítio Reduzem a biodisponibilidade do captopril Hiperpotassemia Aumento dos níveis de ciclosporina Antagonizam o efeito hipotensor Diminuição de depuração do lítio Reduzem a biodisponibilidade do captopril Anti-hipertensivo Fármacos Efeitos Anti-hipertensivos: Interações Medicamentosas

36 Bloqueadores dos canais de cálcio Digoxina Bloqueadores de H2 Ciclosporina Teofilina, prazosina Moxonidina Digoxina Bloqueadores de H2 Ciclosporina Teofilina, prazosina Moxonidina Verapamil e diltiazem aumentam os níveis de digoxina Aumentam os níveis dos antagonistas dos canais de cálcio Aumento do nível de ciclosporina, à exceção de amlodipina e felodipina Níveis aumentados com verapamil Hipotensão Verapamil e diltiazem aumentam os níveis de digoxina Aumentam os níveis dos antagonistas dos canais de cálcio Aumento do nível de ciclosporina, à exceção de amlodipina e felodipina Níveis aumentados com verapamil Hipotensão Antagonistas do receptor AT 1 da angiotensina II Moxonidina Hipotensão com losartana Anti-hipertensivo Fármacos Efeitos Anti-hipertensivos: Interações Medicamentosas

37 Medicamentos Indicados para Uso Oral nas Urgências Hipertensivas Medicamentos Dose início duração Efeitos adversos e precauções Ação Nifedipino mg VO 5-15 min 3 – 5 h Redução abrupta da pressão, hipotensão Cuidados especiais em idosos Captopril 6,25-25mg VO Repetir em 1 h se necessário 6,25-25mg VO Repetir em 1 h se necessário min 6 – 8 h Hipotensão, hiperpotassemia, insuficiência renal, estenose bilateral de artéria renal ou rim único estenose de artéria renal Clonidina 0,1-0,2 mg VO h/h 0,1-0,2 mg VO h/h min 6 – 85 h Hipotensão postural, sonolência, boca seca

38 Medicamentos Usados por Via Parenteral para Tratamento das Emergências Hipertensivas Medicamentos Dose início duração Efeitos adversos e precauções Efeitos adversos e precauções Ação Nitroprussiato de sódio 0,25-10 mg/kg/min EV imediato 1-2 min Náuseas, vômitos, intoxicação cianeto, cuidado insuficiência renal e hepática e pressão intracraniana alta. Hipotensão grave Indicações Maioria das emergências hipertensivas Nitroglicerina mg/min EV mg/min EV 2-5 min 3-5 min Cafeléia, taquicardia, taquifilaxia, flushing, meta-homoglobinemia Insuficiência coronariana Hidralazina mg EV mg IM 6/6h mg EV mg IM 6/6h min 3-12 h Cafeléia, taquicardia, vômitos, piora da angina e do infarte. Cuidado com pressão intracraniana elevada Eclâmpsia Metoprolol 5 mg EV repetir10/10min se necess. até 20mg 5-10 min 3-4 h Bradicardia, bloqueio atroventrioventricular avançado, insuficiência cardíaca, broncoespasmo Insuf.iciência coronariana Aneurisma dissecante aorta Furosemida mg repetir após 30 min 2-5 min min hipopotassemia Insuficiência ventricular esquerda, hipervolemia

39 Classe Efeito pressor/freqüência Ação sugerida Imunossupressores Ciclosporina, Tacrolimus Glicocorticóide Imunossupressores Ciclosporina, Tacrolimus Glicocorticóide Intenso e freqüente Inibidor da ECA e antagonista de canal de cálcio (nifedipina/ amlodipina). Ajustar nível sérico Reavaliar opções Inibidor da ECA e antagonista de canal de cálcio (nifedipina/ amlodipina). Ajustar nível sérico Reavaliar opções Antiinflamatórios não- esteróides Inibidores da COX-1 e COX2 Antiinflamatórios não- esteróides Inibidores da COX-1 e COX2 Eventual, muito relevante com uso contínuo Observar função renal e informar efeitos adversos Anorexígenos/sacietógen os Anfepramona e outros Sibutramina Vasoconstritores, incluindo derivados do ergot Anorexígenos/sacietógen os Anfepramona e outros Sibutramina Vasoconstritores, incluindo derivados do ergot Intenso e freqüente Moderado, mas pouco relevante Variável, mas transitório Intenso e freqüente Moderado, mas pouco relevante Variável, mas transitório Suspensão ou redução de dose Avaliar a redução da pressão arterial obtida com a redução de peso Usar por tempo determinado Suspensão ou redução de dose Avaliar a redução da pressão arterial obtida com a redução de peso Usar por tempo determinado Fármacos e Drogas que Podem Induzir Hipertensão

40 Hormônios Eritropoietina humana Anticoncepcionais orais Terapia de reposição estrogênica Hormônio de crescimento (adultos) Hormônios Eritropoietina humana Anticoncepcionais orais Terapia de reposição estrogênica Hormônio de crescimento (adultos) Variável e freqüente Variável, prevalência de HA até 5% Variável Variável, uso cosmético Variável e freqüente Variável, prevalência de HA até 5% Variável Variável, uso cosmético Avaliar hematócrito e dose semanal Avaliar a substituição do método com especialista Avaliar riscos e custo/benefício Suspensão Avaliar hematócrito e dose semanal Avaliar a substituição do método com especialista Avaliar riscos e custo/benefício Suspensão Antidepressivos Inibidores da monoaminoxidase Tricíclicos Antidepressivos Inibidores da monoaminoxidase Tricíclicos Intenso, infreqüente Variável e freqüente Intenso, infreqüente Variável e freqüente Abordar como crise adrenérgica Abordar como crise adrenérgica.; vigiar interações medicamentosas Abordar como crise adrenérgica Abordar como crise adrenérgica.; vigiar interações medicamentosas Drogas ilícitas e álcool Anfetaminas, cocaína e derivados Álcool Drogas ilícitas e álcool Anfetaminas, cocaína e derivados Álcool Efeito agudo, intenso; dose-dependente Variável e dose-dependente; muito prevalente Efeito agudo, intenso; dose-dependente Variável e dose-dependente; muito prevalente Abordar como crise adrenérgica Vide tratamento não-farmacológico Abordar como crise adrenérgica Vide tratamento não-farmacológico Fármacos e Drogas que Podem Induzir Hipertensão Classe Efeito pressor/freqüência Ação sugerida

41 Situações Especiais  Anticoncepcionais Orais  Aumentam o risco de hipertensão (se surgir obriga sua interrupção, instituindo outro método contraceptivo)  Contra-indicados em hipertensas com mais de 35 anos e fumantes  Evitar em portadoras de síndrome metabólica  Anticoncepcionais Orais  Aumentam o risco de hipertensão (se surgir obriga sua interrupção, instituindo outro método contraceptivo)  Contra-indicados em hipertensas com mais de 35 anos e fumantes  Evitar em portadoras de síndrome metabólica  Terapia de Reposição Estrogênica  Não está contra-indicada em hipertensas, mas sim em mulheres de alto risco CV  Não deve ser utilizada para proteção CV  Monitorar a PA, devido a possibilidade de elevação  Via transdérmica parace ser a melhor opção  Terapia de Reposição Estrogênica  Não está contra-indicada em hipertensas, mas sim em mulheres de alto risco CV  Não deve ser utilizada para proteção CV  Monitorar a PA, devido a possibilidade de elevação  Via transdérmica parace ser a melhor opção

42 Gravidez  Hipertensão Crônica (Preexistente)  Presente antes da gravidez ou diagnosticada até a 20ª sem  Tratamento medicamentoso se PA>160/100 mmHg  Alfametildopa é primeira escolha. Opções adicionais: betabloqueadores, bloq. cálcio e diuréticos.  Inibidores da ECA e bloq AT1 são contra-indicados.  Hipertensão Crônica (Preexistente)  Presente antes da gravidez ou diagnosticada até a 20ª sem  Tratamento medicamentoso se PA>160/100 mmHg  Alfametildopa é primeira escolha. Opções adicionais: betabloqueadores, bloq. cálcio e diuréticos.  Inibidores da ECA e bloq AT1 são contra-indicados.  Pré-eclâmpsia/Eclâmpsia  Caracterizada pelo aumento da PA e proteinúria  Ocorre geralmente após a 20ª semana de gestação  Tratamento definitivo é interrupção da gestação  Garantir maturidade pulmonar fetal  Endovenoso: Sulfato de Magnésio, Hidralazina  Opções: nifedipino e mais raramente nitroprussiato de sódio  Pré-eclâmpsia/Eclâmpsia  Caracterizada pelo aumento da PA e proteinúria  Ocorre geralmente após a 20ª semana de gestação  Tratamento definitivo é interrupção da gestação  Garantir maturidade pulmonar fetal  Endovenoso: Sulfato de Magnésio, Hidralazina  Opções: nifedipino e mais raramente nitroprussiato de sódio

43 Diabete Melito Associação de HAS e DM aumenta muito risco CV Controle da HAS é fundamental na prevenção de  Eventos cardiovasculares  Nefropatia  Retinopatia Todos os anti-hipertensivo de primeira escolha podem ser utilizados Na presença de microalbuminúria ou proteinúria o bloqueio do SRAA torna-se fundamental. Meta  < 130/80 mmHg  1,0 g/24h Associação de HAS e DM aumenta muito risco CV Controle da HAS é fundamental na prevenção de  Eventos cardiovasculares  Nefropatia  Retinopatia Todos os anti-hipertensivo de primeira escolha podem ser utilizados Na presença de microalbuminúria ou proteinúria o bloqueio do SRAA torna-se fundamental. Meta  < 130/80 mmHg  1,0 g/24h

44 Dislipidemias HAS e hipercolesterolemia representam metade do risco atribuível da doença coronária Controle conjunto da PA e lipídeos tem grande impacto sobre morbi-mortalidade Prioridade deve ser o controle do LDL e secundariamente HDL e TGL Medidas não farmacológicas e Farmacológicas:  Vastatinas  Ezetimiba, ácido nicotínico, fibratos  Combinações Decisão terapêutica e estratificação de risco de acordo com a presença de doença aterosclerótica, diabete, risco de eventos em 10 anos (escore de Framingham). HAS e hipercolesterolemia representam metade do risco atribuível da doença coronária Controle conjunto da PA e lipídeos tem grande impacto sobre morbi-mortalidade Prioridade deve ser o controle do LDL e secundariamente HDL e TGL Medidas não farmacológicas e Farmacológicas:  Vastatinas  Ezetimiba, ácido nicotínico, fibratos  Combinações Decisão terapêutica e estratificação de risco de acordo com a presença de doença aterosclerótica, diabete, risco de eventos em 10 anos (escore de Framingham).

45 Situações Especiais  Cardiopatia isquêmica  Controle gradual da HAS  Fundamental controle dos outros fatores de risco CV e uso do ácido acetilsalicílico  Betabloqueadores são primeira escolha  Alternativas: bloqueadores dos canais do cálcio  IECA: benefícios mesmo em normotensos  Após Infarto: Betabloqueador + Inibidor de ECA  Cardiopatia isquêmica  Controle gradual da HAS  Fundamental controle dos outros fatores de risco CV e uso do ácido acetilsalicílico  Betabloqueadores são primeira escolha  Alternativas: bloqueadores dos canais do cálcio  IECA: benefícios mesmo em normotensos  Após Infarto: Betabloqueador + Inibidor de ECA  Hipertrofia do Ventrículo Esquerdo (HVE)  Está associada a maior risco CV e estudos sugerem que sua regressão está associada e redução de risco  Todos os anti-hipertensivos reduzem a HVE, com exceção dos vasodilatadores diretos, sendo os bloqueadores do SRAA os mais eficazes  Hipertrofia do Ventrículo Esquerdo (HVE)  Está associada a maior risco CV e estudos sugerem que sua regressão está associada e redução de risco  Todos os anti-hipertensivos reduzem a HVE, com exceção dos vasodilatadores diretos, sendo os bloqueadores do SRAA os mais eficazes

46 Insuficiência Cardíaca (IC) HAS é fator de risco para desenvolvimento de IC, com função sistólica preservada ou não Controle da HAS é fundamental na prevenção primária da IC Tratamento não-medicamentoso é fundamental Medicamentos:  Inibidor da ECA, Bloqueadores do receptor AT1 (isolados ou em associação)  Betabloqueadores (carvedilol, metoprolol, bisoprolol)  Diuréticos: controle da hipervolemia ou como anti-hipertensivo. Em muitos casos tiazídicos são suficientes  Antagonista da aldosterona reduziu mortalidade em pacientes com IC grave, em uso de diuréticos de alça, mas aumentam incidência de hiperpotassemia  Bloqueador de canal de cálcio (apenas anlodipino e felodipino) podem ser utilizados para controle da HAS ou angina do peito HAS é fator de risco para desenvolvimento de IC, com função sistólica preservada ou não Controle da HAS é fundamental na prevenção primária da IC Tratamento não-medicamentoso é fundamental Medicamentos:  Inibidor da ECA, Bloqueadores do receptor AT1 (isolados ou em associação)  Betabloqueadores (carvedilol, metoprolol, bisoprolol)  Diuréticos: controle da hipervolemia ou como anti-hipertensivo. Em muitos casos tiazídicos são suficientes  Antagonista da aldosterona reduziu mortalidade em pacientes com IC grave, em uso de diuréticos de alça, mas aumentam incidência de hiperpotassemia  Bloqueador de canal de cálcio (apenas anlodipino e felodipino) podem ser utilizados para controle da HAS ou angina do peito

47 Principais Determinantes da Não-adesão ao Tratamento Anti-hipertensivo Falta de conhecimento do paciente sobre a doença ou de motivação para tratar uma doença assintomática e crônica. Baixo nível socioeconômico, aspectos culturais e crenças erradas adquiridas em experiências com a doença no contexto familiar e baixa auto-estima. Relacionamento inadequado com a equipe de saúde. Tempo de atendimento prolongado, dificuldade na marcação de consultas, falta de contato com os faltosos e com aqueles que deixam o serviço. Custo elevado dos medicamentos e ocorrência de efeitos indesejáveis. Interferência na qualidade de vida após o início do tratamento. Falta de conhecimento do paciente sobre a doença ou de motivação para tratar uma doença assintomática e crônica. Baixo nível socioeconômico, aspectos culturais e crenças erradas adquiridas em experiências com a doença no contexto familiar e baixa auto-estima. Relacionamento inadequado com a equipe de saúde. Tempo de atendimento prolongado, dificuldade na marcação de consultas, falta de contato com os faltosos e com aqueles que deixam o serviço. Custo elevado dos medicamentos e ocorrência de efeitos indesejáveis. Interferência na qualidade de vida após o início do tratamento.

48 Principais Sugestões para Melhor Adesão ao Tratamento Anti-hipertensivo Educação em saúde, com especial enfoque nos conceitos de hipertensão e suas características. Orientações sobre os benefícios dos tratamentos, incluindo mudanças de estilo de vida. Informações detalhadas e compreensíveis pelos pacientes sobre os eventuais efeitos adversos dos medicamentos prescritos e necessidades de ajustes posológicos com o passar do tempo. Cuidados e atenções particularizadas de conformidade com as necessidades. Atendimento médico facilitado, sobretudo no que se refere ao agendamento de consultas. Educação em saúde, com especial enfoque nos conceitos de hipertensão e suas características. Orientações sobre os benefícios dos tratamentos, incluindo mudanças de estilo de vida. Informações detalhadas e compreensíveis pelos pacientes sobre os eventuais efeitos adversos dos medicamentos prescritos e necessidades de ajustes posológicos com o passar do tempo. Cuidados e atenções particularizadas de conformidade com as necessidades. Atendimento médico facilitado, sobretudo no que se refere ao agendamento de consultas.

49 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS HIPERTENSÃO ARTERIAL Marysabel Pinto Telis Silveira


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