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Potencializando as funções do assoalho pélvico em pacientes com Mielomeningocele Prof. Dr. Carlos Alberto Fornasari Professor da Universidade Metodista.

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1 Potencializando as funções do assoalho pélvico em pacientes com Mielomeningocele Prof. Dr. Carlos Alberto Fornasari Professor da Universidade Metodista de Piracicaba Fisioterapeuta Responsável pelo Nutri&Fisio Ltda.

2 Potencializando as funções do assoalho pélvico em pacientes com Mielomeningocele Esta palestra bem como muitos dos textos utilizados por nós estarão disponíveis no site Com a senha - nutrifisio

3 Bexiga neurogênica É a alteração da dinâmica miccional cuja origem esta no sistema nervoso, excluindo as causa psicogenicas. As disfunções do trato urinário inferior de causa neurológica constituem uma das patologias urológicas mais frequentes. Martinez-Aguló, Burgués, Alacreu (2000)

4 Bexiga neurogênica “A visão organicista estática clássica do aparelho urinário – evidente ainda hoje em programas das Universidades de Medicina – foi a causa para que até a duas décadas atrás não se desse a importância necessária” as disfunção do trato urinário. Martinez-Aguló, Burgués, Alacreu (2000)

5 Bexiga neurogênica O conceito de bexiga neurogênica ainda esta fortemente ligado a lesão medular e ao tratamento urológico médico. A população afetada por danos neurológicos pode ser beneficiada pela ação de outros especialista da reabilitação, da ortopedia, da neurologia, etc. E a disfunção miccional pode ter solução apesar de um dano neurológico irreversível. Martinez-Aguló, Burgués, Alacreu (2000), Stöhrer et al. (2003)

6 Habilidade e competências Interpretação de exames Reconhecimento de habilidades natas e adquiridas Capacidade de individualização Entrevista Terapia Conduta O cotidiano é particular Isso tudo não significa que não acha protocolo. Capacidade de realização do exame físico e perspicácia para coleta na entrevista Meneses (2000) Szejindeld et al. (2001)

7 Conceitos O controle da função vesicoesfincteriana na infância é adquirido a partir de 2 anos e pode estar completo em torno dos 4 anos de idade. Os distúrbios funcionais da micção são apresentados como escapes diurnos, escapes noturnos e infecções do trato urinário em crianças neurológicamente normais. Um exame apurado, com consulta bem dirigida, revela hábitos, atitudes de contenção, urgência, polaciúria, esforço, vulvovaginetes e constipação intestinal não são motivo de consulta médica e nem de relato espontâneo. Meneses (2000), Szejindeld et al. (2001)

8 O Projeto Diretrizes, iniciativa conjunta da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina, tem por objetivo conciliar informações da área médica a fim de padronizar condutas que auxiliem o raciocínio e a tomada de decisão do médico. Autoria: Sociedade Brasileira de Urologia Trás os conceitos médicos do tratamento urológico, ou seja: Tratamento medicamentoso, cirúrgico, cateterismo intermitente, estimulação elétrica intravesical, neuromodulação e Estimulação elétrica transcutânea (EET) Com relação e EET afirmam: “ainda requer estudos com maior número de pacientes. Já foi demonstrado aumento da resistência uretral e da capacidade vesical em conseqüência de eletroestimulação transcutânea de somitos correspondentes às raízes responsáveis pela inervação vesical” Rocha et al (2006)

9 Estatísticas (Européia) Com a atenção adequada:  14% conseguem evitar a incontinência,  55% utiliza absorventes,  19% autosondagem  9% coletor  6% portadores de derivação urinaria  5% sonda permanente Martinez-Aguló, Burgués, Alacreu (2000)

10 Fatores que devem ser considerados quando do planejamento terapêutico Limitações físicas do paciente. Motivação do paciente. Inteligência. Possibilidades de colaboração familiar Recursos econômicos. Nível de informação. Martinez-Aguló, Burgués, Alacreu (2000)

11 Objetivos O objetivo principal de todo tratamento da disfunção vésicoesfinteriana é restabelecer a micção periódica, completa, espontânea e voluntária. Preservar o dano aos rins para evitar que se chegue a insuficiência renal. Conseguir a ausência ou controle da infecção urinaria. Conseguir que o esvasiamento vesical se dê com baixa pressão. Conseguir una adequada capacidade de armazenamento vesical. Evitar la hiperdistensão vesical para evitar o dono muscular ao detrusor. Eliminar a urina residual. Evitar sempre que possivel o uso de cateteres ou estomas de permanência. Martinez-Aguló, Burgués, Alacreu (2000)

12 Reabilitação A abordagem deve ser funcional e comportamental;  Intervenção no estilo de vida  Regimes miccionais por horários  Treino vesical  Diários miccional e fecal mediadas pela aprendizagem e pela experiência. (as quais devem ser propiciadas sem restrições e preconceitos) além de:  Perda de peso  Exercícios físicos recreacionais regulares  Controle na ingestão de líquidos  Dieta pobre em irritantes vesicais  Controle da obstipação Coelho & Vilaça (2009)

13 Reabilitação Restabelecimento da qualidade de contração muscular,  Perienal  Abdominal e, Suas relações Equilíbrio entre força e relaxamento Manutenção da elasticidade dos tecidos 70% de fibras tônicas 30% de fibras fásicas Eletroestimulação Biofeedback pressão e mioelétrico Treinamento esfincteriano - Treino de toilet Fundamentalmente trabalho em equipe Whitehead, Wald, Norton, (2001), Coelho & Vilaça (2009), Gouveia & Gouveia (2008), Aslan & Kogan (2002)

14 Treinamento esfincteriano Complexo e deve ser realizado por etapas, que envolvem: Caminhar até o vaso ou pinico Baixar as claças ou retirar o protetor Sentar-se Urinar ou defecar Levantar-se Puxar as calças Dar a descarga Lavar as mãos Retornar ao local de origem Para tal a criança precisa ter domínio da linguagem, motor, sensorial, neurológico e social. Este treinamento depende de dois fatores indissociáveis: treinamento dos pais e aprendizado da criança Mota & Barros (2008)

15 Vamos conhecer:   Sofia – sua história se mistura com a minha. Sofia São as coisas que Deus faz com gente ao longo de nossa vida pessoal e profissional


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