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Agradecimentos: Ao Laboratório de Entomologia Médica, Curso de Medicina e Curso de Ciências Biológicas, Universidade do Sul de Santa Catarina, pela realização.

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1 Agradecimentos: Ao Laboratório de Entomologia Médica, Curso de Medicina e Curso de Ciências Biológicas, Universidade do Sul de Santa Catarina, pela realização dos bioensaios; sem os quais este estudo não seria possivel, agradeço a pesquisadora Msc.: Josiane Somariva Prophiro. Suporte Finaceiro: UNISUL. INTRODUÇÃO Azadiractina é produzido pelo metabolismo natural de duas plantas a Azadirachta indica A. Juss, e a Melia azedarach Linnaeus, esta ultima introduzida em vários países inclusive o Brasil, podendo também ser encontrada no município de Tubarão SC, onde é conhecida como cinamomo ou santa-bárbara. Estudos recentes demonstraram que os extratos de Melia azedarach L, apresentaram ótimo efeito larvicida contra Aedes aegypti. Dentre os métodos alternativos ao uso de inseticidas químicos, incluem-se os extratos botânicos, principalmente os que pertencem à Família Meliaceae, estes contém limonóides, um terpenóide com comprovada ação inseticida 1, estudos com limonóides relacionando estrutura/atividade demonstraram que limonóides com anel C-seco são os mais ativos contra os insetos 2. Baseado nesta necessidade, este trabalho buscará obter a partir de extratos hidroalcoólicos padronizados em azadiractina, frações ricas em azadiractina com potencial de desenvolver um larvicida natural. Figura 1: Estrutura quimica da azadiractina OBJETIVO GERAL Desenvolvimento de extratos de Melia azedarach L ricos em azadiractina, para combater larvas do mosquito Aedes aegypti. METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO Após a extração em etanol foram obtidos 184 mg de extrato concentrado, utilizando diclorometano ouve um aproveitamento de 58 mg de extrato, quando utilizados o etanol a 20% de PEG se obteve um rendimento de 54 mg. Para o processo de obtenção de um extrato rico em azadiractina, chamado de “ERA”, foram utilizados inicialmente 100 mg de extrato etanolico concentrado, obtendo um rendimento de 8 mg. As concentrações para o experimento foram 15% V/V; 10; 5; 3; 2; 1; 0,5; 0,4; respectivamente. Conforme demonstra o grafico 1, o ERA mantem uma letalidade de 100% das larvas mesmo estando a 5 %, concentração essa que os demais extratos exibem entre 50 a 60% de sua letalidade. CONCLUSÕES Após analisar os dados obtidos foi calculado com auxilio do programa StatPlus 2007, um perfil das concentrações letais em larvas (CL50, CL90 e CL99) obtidas do extrato etanólico/PEG foram respectivamente 8,48%; 20,25%; 41,13%, Extração diclorometano: CL 50 5,57%; CL 90 15,33%; CL 99 34,95%, extração etanólica/ERA: CL 50 0,7%; CL 90 1,64%; CL 99 3,29%. Os resultados demonstraram que frutos maduros de M. azedarach que são submetidos a processos extrativos que valorizam as frações ricas em terpenoides e azadiractina apresentam maior atividade larvicida, em Aedes aegypti. E que a sua ação isolada ou então sem o sinergismo do extrato bruto de Melia azedarach, mostram resultados bastante superiores aos demais, o que nos leva a acreditar que um composto isolado poderia proporcionar uma alta atividade larvicida. Esperamos até o momento da apresentação oral deste trabalho podermos apresentar os resultados da quantificação da azadiractina nos extratos. REFERÊNCIAS 1. SOUZA, Antonio Pancrácio de; VENDRAMIM, José Djair. Atividade ovicida de extratos aquosos de meliáceas sobre a mosca branca Bemisia tabaci (Gennadius) biótipo B em tomateiro. Sci. agric., Piracicaba, v. 57, n. 3, SIMÕES, Cláudia Maria Oliveira et al. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 5. ed. rev. e ampl. Florianópolis: Ed. da UFSC, Ed. da UFRGS, p. 912, Desenvolvimento de extratos de Melia azedarach L ricos em azadiractina, para combater larvas do mosquito Aedes aegypti. Marcos Augusto Gomes da Rocha* * Aluno do PROGRAMA UNISUL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA Preparação dos extratos de Melia azadrach: Primeiramente será realizado a moagem dos frutos maduros de Melia azedarach L. Em seguida, será pesado duas amostras de 500 gramas deste material e acomodado em dois erlenmeyer contendo 2 litros de etanol. Uma amostra pesando 400 gramas será colocada em um erlenmeyer contendo 2 litros de etanol com 20% de polietilenoglicol (PEG). Outra amostra de 400 gramas ficara em contato com 2 litros de diclorometano. O método utilizado para a obtenção do extrato será de maceração mecânica a temperatura ambiente durante 5 dias. Em seguida o extrato será filtrado a vácuo e concentrado no evaporador rotatório em banho maria 40 o C. METODOLOGIA Fracionamento dos extratos: Para se obter um extrato rico em azadiractina, denominado de “ERA” o extrato etanolico concentrado obtido após evaporação foi então fracionado utilizando a metodologia adaptada de (Schroeder e Nakanishi, 1987). O fracionamento foi realizado em funil de separação, onde o extrato foi deixado em contato com dois reagentes metanol 95% e etér petróleo, neste processo eram utilizados 200 mL de metanol 95%, e 200 mL de etér petróleo; feito isso a fase metanol foi evaporada em evaporador rotatório e o extrato concentrado obtido foi exposto novamente em funil de separação a água (Milli-Q) 200 mL e acetato de etila 200 mL, finalmente a fase acetato de etila foi concentrada em evaporador rotatório onde se recuperou todo o reagente e este ultimo extrato utilizado nos testes de bioensaios. Gráfico 1: Comparativo entre a mortalidade das larvas de Aedes aegypt, em relação com a concentração dos respectivos extratos ERA, diclorometano e Etanol + PEG


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