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A EXPANSÃO DA ECONOMIA CAFEEIRA E A INDUSTRIALIZAÇÃO Profa.Claudia Moraes de Souza.

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Apresentação em tema: "A EXPANSÃO DA ECONOMIA CAFEEIRA E A INDUSTRIALIZAÇÃO Profa.Claudia Moraes de Souza."— Transcrição da apresentação:

1 A EXPANSÃO DA ECONOMIA CAFEEIRA E A INDUSTRIALIZAÇÃO Profa.Claudia Moraes de Souza

2 RIQUEZAS DO CAFÉ E MODERNIZAÇÃO  EXPANSÃO DA ECONOMIA CAFEEIRA FOI RESPONSÁVEL PELA MODERNIZAÇÃO BRASILEIRA;  EXPANSÃO DO CAFÉ PELO OESTE PAULISTA DESENVOLVEU AS FERROVIAS E URBANIZOU UMA VASTA REGIÃO AGRICOLA OU SIMPLISMENTE DESABITADA;  CAFEICULTURA DESENVOLVEU CIDADES, ATIVIDADES MANUFATUREIRAS E SETOR DE SERVIÇOS NO INTERIOR DA PROVÍNCIA ALÉM DA CAPITAL

3 Ferrovias e a Expansão do Café Ferrovias no Brasil, marco inicial 1854, inauguração da estação que ligava Mauá a Fragoso, no Rio de Janeiro. Em São Paulo, a era ferroviária tem início em 1867, inauguração do ramal Santos- Jundiaí pela Companhia São Paulo Railway. Conjugação de investimento e incentivos públicos com grande parte de recursos do café tornou possível a construção da malha ferroviária paulista e sua expansão no século XIX e início do século XX.  PROVINCIA DE SÃO PAULO 1878

4 REDE DE FERROVIAS Desenvolvimento ferroviário em São Paulo ocorreu entre 1880 e A expansão do plantio do café, aliada à expansão da malha ferroviária, impulsionou o povoamento do noroeste paulista e foi o resultado indireto da construção de Estradas de Ferro inicialmente destinadas à substituição da tração animal no transporte da mercadoria.

5 CAFÉ E INDUSTRIALIZAÇÃO  ATIVIDADE INDUSTRIAL VINCULA-SE AS ALTERAÇÕES INSTITUÍDAS NA PROVINCIA DE SÃO PAULO A PARTIR DA ABOLIÇÃO DO TRABALHO ESCRAVO E O CRESCIMENTO URBANO;  INDUSTRIA RESULTA DA URBANIZAÇÃO E DO TRABALHO LIVRE.

6 VELHA REGIÃO CAFEEIRA VALE DO PARAÍBA FAZENDA DE CAFÉ AUTOSUFICIENTE 1885 Gilberto Ferrez

7 VELHA REGIÃO CAFEEIRA Ferrez

8 VELHA REGIÃO CAFEEIRA Ferrez

9 VELHA REGIÃO CAFEEIRA Ferrez

10 VELHA REGIÃO CAFEEIRA Ferrez

11 NOVA REGIÃO CAFEEIRA  ESCRAVO SE CONCENTRA NA PRODUÇÃO DE CAFÉ;  PRESENÇA DE NOVAS FORMAS DE TRABALHO CONCOMITANTEMENTE AO TRABALHO ESCRAVO;  MAIOR PRODUTIVIDADE DAS TERRAS;  POSSIBILIDADES DE INVESTIMENTO EM MECANIZAÇÃO NO BENEFICIAMENTO DO CAFÉ;  DIVISÃO DO TRABALHO ENTRE CIDADE E CAMPO PROVOCANDO ATIVIDADES MANUFATUREIRAS NA CIDADE PARA ABASTECIMENTO DA FAZENDA.

12 NOVAS FAZENDAS DE CAFÉ FAZENDA SÃO VICENTE – OESTE PAULISTA/ FIM DO XIX E INICIO DO XX

13 DESENVOLVIMENTO DAS CIDADES DO CAFÉ 1886 SÃO 12 AS FABRICAS DE TECIDOS DE ALGODÃO : ITU, PIRACICABA,JUNDIAÍ,STA BARBARA, TATUÍ, SOROCABA E SÃO LUIS DO PARAITINGA. SANTA ROSALIA EM SOROCABA PASSAGEM DO XIX - XX

14 INDUSTRIALIZAÇÃO  FATORES DA INDUSTRIALIZAÇÃO:  INTRODUÇÃO DO TRABALHO LIVRE;  IMIGRAÇÃO E FORMAÇÃO DE MERCADO INTERNO;  CRESCIMENTO URBANO  FENOMENO CLASSICO DA DIVISÃO DO TRABALHO ENTRE CIDADE E CAMPO  CAMPO ESPECIALIZADO EM PRODUÇÃO PRIMÁRIA  VERSUS CIDADE ESPECIALIZADA NA PRODUÇÃO MANUFATUREIRA

15 Indústria na Primeira República A ABORDAGEM DO TEMA Café e dominação política do setor cafeeiro condicionam fatos da vida nacional Indústria surge dos estímulos indiretos do café Imigração e Expansão Urbana acirram a Divisão do Trabalho entre cidade e campo dando as contribuições significativas ao processo de substituição de importações

16 Indústria na Primeira República PRIMEIRAS INDUSTRIAS MUDANÇAS NO INTERIOR DA EMPRESA CAFEEIRA PRIMEIRAS INDUSTRIAS SUBSTITUIÇÃO DE MÃO DE OBRA ESCRAVA PELA MÃO DE OBRA LIVRE PRIMEIRAS INDUSTRIAS REGIME DE COLONATO AMPLIAÇÃO DO MERCADO DE TRABALHO E CONSUMO NECESSIDADE DO COLONO EM INVESTIR POUPANÇA NO SETOR COMERCIAL E MANUFATUREIRO

17 Indústria na Primeira República TESES CLÁSSICAS (Hall, Cano )  ECONOMIA CAFEEIRA BASEADA NA MÃO DE OBRA LIVRE ACENTUA A DIVISÃO DA PRODUÇÃO CIDADE x CAMPO  O REGIME DE COLONATO GERA NECESSIDADE DE CONSUMO DE INSUMOS E BENS RESPONSÁVEIS POR MOVIMENTAR SETOR COMERCIAL E INDUSTRIAL

18 Indústria na Primeira República  ECONOMIA CAFEEIRA BASEADA NA DIVISÃO ENTRE PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DO CAFÉ AMPLIA E ACIRRA A DIVISÃO CIDADE X CAMPO  CAFEEICULTOR E SUA OPÇÃO PELA VIDA URBANA EM SÃO PAULO (LOCAL DAS FINANÇAS, DA VIDA SOCIAL, CULTURAL E DOS NEGOCIOS DE EXPORTAÇÃO) PROMOVE A MODERNIZAÇÃO E EXPANSÃO URBANA  EXPANSÃO URBANA FATOR DE MOTIVAÇÃO DA SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES DE BENS DE CONSUMO

19 Industria e Imigração Imigração e indústria CRESCIMENTO URBANO DE SÃO PAULO MOTIVADO PELO CAFÉ Imigração e Indústria Afluxo de imigrantes para a área urbana; Aumento populacional; Presença de mão de obra disponível para surto industrial Imigração e Industria Formação de uma massa urbana disponível para o trabalho Exercito de Reserva Baixa qualificação da mão de obra e baixa tecnologia industrial

20 Considerações finais  “Primeira república” envolve articuladamente as questões da substituição de importações no Brasil, da imigração europeia, da urbanização e da eclosão dos primeiros movimentos sociais urbanos;  Industria se consolida com a divisão do trabalho cidade e campo;  Regime de colonato contribui para ampliação divisão do trabalho  Imigração fornece possibilidades de exploração de um exercito de reserva  Cidade é palco/ personagem das lutas sociais e do mundo do trabalho


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