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Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros CPC 38 - Reconhecimento e Avaliação.

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1 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros CPC 38 - Reconhecimento e Avaliação

2 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros ► Apresentação da Norma ► Definição ► Classificação e Mensuração ► Critérios de Mensuração ► Derivativos ► Derivativos Embutidos ► “Hedge Accounting” ► Reconhecimento e Baixa Agenda

3 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros 1. Apresentação das Normas

4 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Apresentação da Norma ► CPC 38 “Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração” ► Determina as regras de reconhecimento, classificação e mensuração dos instrumentos financeiros ► Determina as regras de contabilização das operações “Hedge Accounting” ► Aproximadamente 112 páginas

5 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros 2. Definições

6 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Definições ► Instrumento Financeiro: ► É qualquer contrato que dá origem a um ativo financeiro de uma determinada entidade e a um passivo financeiro ou instrumento de patrimônio de outra entidade: ► Ativo Financeiro: ► Recebimento de Caixa ► Instrumento patrimonial de outra entidade ► Direito contratual para recebimento de caixa ou outro ativo financeiro ► Direito contratual para trocar instrumentos financeiros com outra entidade sob condições que sejam potencialmente favoráveis. ► Passivo Financeiro: ► Entregar caixa ou outro ativo financeiro a outra entidade ► Trocar instrumentos financeiros com outra entidade sob condições que sejam potencialmente desfavoráveis. evidencie participação residual nos ativos de uma entidade após a dedução de todos

7 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros ► Instrumento de Patrimônio: ► Qualquer contrato que evidencie participação residual nos ativos de uma entidade após a dedução de todos os passivos ► Derivativos: ► São operações efetuadas entre duas partes onde se definem pagamentos futuros baseados no comportamento dos preços de um ativo de mercado. ► Tem suas características vinculadas a um ativo financeiro (underlying asset) ► Geram pequeno ou nenhum desembolso financeiro ► Tem sua liquidação em uma data futura Definições

8 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros 3. Classificação e Mensuração

9 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Categoria Mensuração Inicial Mensuração Subsequente Ativos e passivos mensurados ao valor justo por meio do resultado valor justo com ajuste no Resultado Investimentos mantidos até o vencimento custo amortizado utilizando TJE (taxa de juros efetiva) Empréstimos (concedidos) e recebíveis custo amortizado utilizando TJE (taxa de juros efetiva) Ativos disponíveis para venda valor justo com ajuste no Patrimônio Líquido Passivos não mensurados ao valor justo custo amortizado utilizando TJE (taxa de juros efetiva) Classificação e Mensuração

10 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Classificação e Mensuração Instrumentos financeiros: - Inicialmente registrados ao seu valor justo + custos de transação (diretamente atribuíveis à sua aquisição ou emissão); *exceto no caso de ativos e passivos financeiros classificados na categoria ao valor justo por meio do resultado, onde tais custos são diretamente lançados no resultado do exercício. - Sua mensuração subsequente ocorre a cada data de balanço de acordo com as regras estabelecidas para cada tipo de classificação de ativos e passivos financeiros.

11 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Classificação e Mensuração 1 - Ativos e passivos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado: - Mantidos para negociação; - Designados no reconhecimento inicial ao valor justo por meio do resultado ( (i) eliminar / reduzir inconsistências de mensuração ou reconhecimento com a avaliação ou reconhecimento de ganhos e perdas em bases diferentes; (ii) utilizado como base para gerenciamento e avaliação de performance); - Adquirido ou originado principalmente com a finalidade de venda ou de recompra no curto prazo. - Derivativo (exceto no caso de derivativo instrumento de hedge designado pela entidade e efetivo). - Mensurados pelo seu valor justo. Os juros, correção monetária, variação cambial e as variações decorrentes da avaliação ao valor justo são reconhecidos no resultado na linha de receitas ou despesas financeiras. Obs: custos de transação não são acrescidos ao ativo ou passivo.

12 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Classificação e Mensuração 2 - Investimentos mantidos até o vencimento: - Ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis com vencimentos definidos. - A Companhia tem intenção positiva e a capacidade de manter até o vencimento. - Incluem: Aplicações financeiras pós-fixadas, outros ativos monetários reembolsáveis, entre outros ativos monetários com pagamento fixos e determináveis, usualmente cotados em mercado ativo. - Após reconhecimento inicial são mensurados pelo custo amortizado pelo método da taxa efetiva de juros. Os juros, atualização monetária, variação cambial, menos perdas do valor recuperável, quando aplicável, são reconhecidos no resultado quando incorridos na linha de receitas ou despesas financeiras.

13 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Classificação e Mensuração 3 - Empréstimos (concedidos) e recebíveis: - Ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis porém não cotados em mercado ativo. - Não há intenção de venda no curto prazo; - Incluem: Contas a receber de clientes, outras contas a receber, mútuos a receber e a pagar com prazos fixados e certos, outros ativos financeiros com pagamentos fixos e determinados porém não cotados em mercado ativo; - Após reconhecimento inicial são mensurados pelo custo amortizado pelo método da taxa efetiva de juros. Os juros, atualização monetária, variação cambial, menos perdas do valor recuperável, quando aplicável, são reconhecidos no resultado quando incorridos na linha de receitas ou despesas financeiras.

14 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Classificação e Mensuração 4 - Disponíveis para venda: - Ativos financeiros que não se qualificam nas categorias acima. - Categoria residual. Atenção às estratégias adotadas pela Companhias sobre essa categoria. - Usualmente deveriam ser classificados apenas aqueles ativos cujo detentor pode não recuperar substancialmente o seu investimento inicial, por outra razão que não a deterioração do crédito, os quais serão classificados como disponíveis para venda. Por exemplo: investimentos em ações de outras empresas, para os a entidade não efetua negociações constantes e não tem a intenção de manutenção de forma permanente. - Mensurados pelo seu valor justo. Os juros, atualização monetária e variação cambial, quando aplicável, são reconhecidos no resultado quando incorridos, e as variações decorrentes da diferença entre o valor do investimento atualizado pelas condições contratuais e a avaliação ao valor justo são reconhecidas no patrimônio líquido na conta de ajustes de avaliação patrimonial enquanto o ativo não for realizado, sendo reclassificadas para o resultado após a realização, líquida dos efeitos tributários.

15 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Classificação e Mensuração 5 – Passivos financeiros não mensurados ao valor justo: - Passivos financeiros que não se enquadram na categoria de ao valor justo, não derivativos que não são usualmente negociados antes do vencimento. -Aqueles para os quais a entidade decidiu não mensurar seu valor justo e sim utilizar o método do custo amortizado; - Incluem: empréstimos e financiamentos usuais, fornecedores, debêntures, títulos de dívida com vencimento determinado, entre outros os quais a entidade não pretende liquidar antes do vencimento. - Mensurados pelo custo amortizado pelo método da taxa efetiva de juros. Os juros, atualização monetária e variação cambial, quando aplicáveis, são reconhecidos no resultado quando incorridos.

16 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Classificação e Mensuração Reclassificações: Mantidos até o vencimento: Uma entidade não deve classificar qualquer ativo financeiro como mantido até o vencimento se ela tiver, durante o exercício social corrente ou durante os dois exercícios sociais precedentes, vendido ou reclassificado quantia não insignificante de investimentos mantidos até o vencimento antes do vencimento (em relação ao montante total dos investimentos mantidos até o vencimento), desconsiderando-se: - Estão tão próximos do vencimento ou da data de recompra do ativo financeiro que as mudanças na taxa de juros de mercado não teriam um efeito significativo no valor justo do ativo financeiro; ou seja, o ativo está praticamente a valor justo. - Ocorreram depois de a entidade ter recebido praticamente todo ou quase todo o montante de principal do ativo financeiro (antecipação também = pré-pagamentos); - Atribuíveis a evento isolado que está fora do controle da entidade;

17 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Classificação e Mensuração Reclassificações: Mantidos até o vencimento (Penalidades): - Não poderá classificar nenhum ativo financeiro como mantido até o vencimento pelos próximos dois exercícios; - Reclassificar os atuais para a categoria de disponíveis para venda (demanda mensuração ao valor justo); Outras categorias e impeditivos: - Não pode alterar classificação que no reconhecimento foi designado como ativos e passivos ao valor justo por meio do resultado; - Pode altera classificação do ativo de “ao valor justo por meio do resultado” (exceto derivativos) para outras categorias desde que: - ativo ou passivo não for mais mantido com o propósito de venda ou recompra no curto prazo; - se enquadrar na definição de “empréstimos e recebíveis” (condições);

18 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Classificação e Mensuração Reclassificações: Outras categorias e impeditivos: - Não pode alterar classificação de instr. financeiros que no reconhecimento foram designados como ativos e passivos ao valor justo por meio do resultado; - Pode altera classificação do ativo de “ao valor justo por meio do resultado” (exceto derivativos) para outras categorias desde que: - ativo não for mais mantido com o propósito de venda ou recompra no curto prazo; - se enquadrar na definição de “empréstimos e recebíveis” (condições); - não deve reclassificar qualquer instrumento financeiro de outra categoria para a categoria mensurado ao valor justo por meio do resultado. Se a entidade reclassificar um ativo financeiro da categoria mensurado ao valor justo por meio do resultado, o valor justo do ativo na data de reclassificação se torna seu novo custo ou custo amortizado. - ativo financeiro classificado como disponível para venda que se enquadraria na definição de empréstimos e recebíveis, a reclassificação só é permitida se tiver intenção e capacidade de mantê-lo até o vencimento (raras circunstâncias);

19 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Mantido até o vencimento Valor Justo (P&L) Disponível para venda Classificação e Mensuração - Reclassificação

20 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros 4. Critérios de Mensuração

21 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Critérios de Mensuração IAS 39 possibilita o uso de três métodos: ► Custo (em limitadas circunstâncias quando o valor justo não é determinável) ► Valor justo (utilizando mercado ativo ou mercado inativo) ► Custo amortizado (utilizando o método da taxa de juros efetiva)

22 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros (Tempo) (Taxa) 15% a.a. 12% a.a. 17% a.a. Critérios de Mensuração – Modelo MtM

23 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Valor Justo - “Fair Value” ► P ode ser definido como o montante pelo qual um ativo pode ser trocado ou um passivo pode ser liquidado em uma transação em condições normais de mercado. ► Mercado Ativo ► Mercado Inativo

24 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Mercado Ativo: ► A melhor evidência do valor justo na data de reconhecimento inicial é o preço da transação (valor justo pago ou recebido). ► Geralmente cotações de preços no mercado, se disponível, são as melhores evidências de Valor Justo (“Fair Value”). Mercado Inativo: ► Se cotações de preços em um mercado ativo não estiverem disponíveis, a estimativa do valor justo deverá ser baseada em: ► Recentes preços de mercado ► Valor justo de outro instrumento semelhante ► Avaliação dos fluxos de caixa descontados ► Modelos de precificação Valor Justo - “Fair Value”

25 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Custo Amortizado ► O custo amortizado de um ativo ou de um passivo financeiro é o montante pelo qual o ativo ou o passivo financeiro é mensurado em seu reconhecimento inicial, menos as amortizações de principal, mais ou menos os valores de juros decorridos, calculados com base no método da taxa de juros efetiva ► Taxa de juros efetiva: Taxa de Juros Efetiva, é a taxa que desconto exatamente os pagamentos de caixa futuros de acordo com o prazo do respectivo ativo ou passivo financeiro, considerando os custos e receitas incrementais. Custos de transação: ► Taxas. ► Comissões pagas para agentes, consultores, corretores e distribuidores. ► Tarifas pagas a entidades reguladoras. ► Impostos de transferência ► Custos de transação não incluem: ► Prêmios e descontos ► Custos financeiros ► Custos administrativos relacionados com o carregamento

26 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Custo Amortizado – Taxa de Juros Efetiva

27 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros 5. Derivativos

28 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Definição: São operações efetuadas entre duas partes onde se definem pagamentos futuros baseados no comportamento dos preços de um ativo de mercado. Derivativos

29 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Principais Características: ► Tem suas características vinculadas a um ativo financeiro ► Geram pequeno ou nenhum desembolso financeiro ► Tem sua liquidação em uma data futura Derivativos

30 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Classificação: ► Valor Justo com ajuste no resultado ► Exceto derivativos em regime especial de contabilização Mensuração: ► Inicial: Valor da transação (práticas de mercado) ► Subsequente: Valor de mercado (mercado ativo e não ativo) ► Prêmios, Descontos e MtM: Apropriados linearmente Derivativos

31 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Tipos de Derivativos: ► Listados (Regular Way Transactions) ► OTC (Over the Counter) / Balcão ► Possibilidade de “Offsetting” Utilização dos Derivativos: ► Redução de riscos (hedge) ► Especulação Derivativos

32 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Atividade de Negociação ? MTM no resultado O ativo ou passivro protegido é registrado a valor de mercado com ajuste no resultado ? Não Sim Não Hedge Accounting Sim O derivativo se encontra em regime especial de contabilização ? Derivativos

33 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros 6. Derivativos Embutidos

34 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Derivativos Embutidos Host Embedded Derivative Hybrid Instrument Um derivativo embutido é um componente de um instrumento híbrido que inclui, um instrumento financeiro derivativo e um contrato hospedeiro, com o efeito de que o fluxo de caixa do instrumento combinado varia de maneira muito similar ao instrumento financeiro derivativo de forma isolada.

35 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Derivativos Embutidos Contrato Principal Instrumento de Dívida Leasing Compra e Venda de Câmbio Prestação de Serviços Investimentos Seguros Derivativos Embutidos Opções / Swap Indices Futuros Indices de Commodities

36 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Derivativos Embutidos O contrato híbrido é ajustado ao valor de realização / fair-value ? O contrato embutido pode ser separado do contrato principal ? Esta clara e intimamente relacionado ? SIM Não precisa separar o derivativo embutido NÃO SIM NÃO Precisa separar o derivativo

37 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros 7. “Hedge Accouting”

38 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Finalidade do Hedge: Todo derivativo deve ser marcado a mercado com os efeitos levados ao resultado. Todavia, isso pode não ser simétrico com o reconhecimento de ganhos e perdas no objeto de hedge. O Hedge Accounting tem a finalidade portanto de equalizar o reconhecimento de ganhos e perdas no resultado tanto do derivativo como do objeto de hedge. Classifica ç ão: ► “ Fair Value Hedge ” - Hedge de Valor Justo ► “ Cash Flow Hedge ” - Hedge de Fluxo de Caixa ► “ Net Investment Hedge ” - Hedge de um Investimento no Exterior Hedge Accounting

39 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros ► Um objeto de Hedge pode ser: ► Ativo e Passivo ► Contrato firme (firm commitment) ► Transação futura estimada (forecast future transaction) ► Outros ► Ser designado por parte de sua vida ► O item objeto de Hedge pode ser: ► Um item individual ► Um grupo com características semelhantes ► Somente o risco de taxa de juros de uma carteira ► Ativos classificados como Mantidos até o Vencimento não podem ser objeto de hedge. (exceto para risco de varia ç ão cambial) ► Um objeto de Hedge pode ser designado por parte de sua vida Hedge Accounting

40 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros ► Exemplo de Ativos ou Passivos reconhecidos ► Empréstimos de taxa de juros variáveis ► Empréstimo em moeda estrangeira ► Contas a receber em moeda estrangeira ► Estoques de matérias-primas ► Exemplo de Compromissos Firmes ► Contrato de importação de uma máquina ► Contrato de exportação de ativos ou de commodities ► Contrato de longo prazo ► Exemplo de Transa ç ões Futuras Estimadas ► Venda futura estimada altamente provável ► Compra futura de commodities altamente provável Hedge Accounting

41 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Restrições a Objetos de Hedge: ► Investimentos “mantidos até o vencimento” com relação a riscos de taxas de juros não podem ser objeto de hedge. ► O compromisso de adquirir um negócio não pode ser item objeto de hedge (exceto para risco de variação cambial). ► É possível que quando ativos e passivos financeiros são sujeitos a mais de um risco, o hedge possa ser para somente um dos riscos – desde que a efetividade possa ser mensurada. ► Ativos e passivos não financeiros somente podem ser objeto de hedge em sua totalidade ou para riscos de variação cambial. ► Hedges de risco de mercado podem ser efetuados para apenas parte do período. ► Macro hedge é permitido com restrições. ► Posições líquidas não qualificam para objeto de hedge (“macro hedge”). Hedge Accounting

42 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros ► Um instrumento de Hedge pode ser: ► Um derivativo (exceto opções lançadas) ► Um não derivativo (somente para hedge de exposição cambial) ► O instrumento de Hedge pode ser: ► Um item individual ► Uma combinação de instrumentos (conforme exceção acima mencionada) ► Parte de um derivativo ou não derivativo (conforme exceção acima mencionada) ► É esperado que os valores de mercado protejam o risco do objeto ► Um instrumento de Hedge pode ser designado por parte de seu valor Hedge Accounting

43 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Restrições a Instrumentos de Hedge: ► Written options não podem ser usadas, exceto como hedges de opções compradas. ► Instrumentos financeiros para os quais o valor justo não podem ser mensurados em bases confiáveis não podem ser utilizados (exceto, em certas circunstâncias, um não derivativo de variação cambial - FX). ► Somente podem ser usados derivativos que envolvam terceiros (externalização do risco). ► Dois ou mais derivativos podem ser designados em conjunto como instrumento de hedge. ► Um instrumento de hedge não precisa ser adquirido na data de concepção do hedge. ► Um derivativo pode ser designado como instrumento de hedge posteriormente a data da sua aquisição. ► Um instrumento de hedge pode ser designado para mais de um tipo de risco (com condições). Hedge Accounting

44 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros ► “Fair-Value Hedge” – Risco de Mercado: ► Conceito: ► Utiliza-se instrumentos financeiros para compensar o risco decorrente de exposição a valor de mercado. ► Tratamento Contábil: ► Ganhos e Perdas MTM, reconhecidos no resultado ► “Hedge” perfeito não há efeito no resultado ► Exemplo de Utilização: ► Proteger a variação cambial de um empréstimo no exterior Hedge Accounting

45 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros ► “Fair-Value Hedge” – Risco de Mercado: Hedge Accounting Mensuração do Instrumento de Hedge Mudanças no Valor Justo Ganhos ou perdas atribuídas ao risco protegido Earnings Modelo de Contabilização Tratamento especial de Hedge Accounting Mensuração do Objeto de Hedge

46 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros ► “Cash-Flow Hedge” – Fluxo de Caixa: ► Conceito: ► Utiliza-se instrumentos financeiros para compensar o risco decorrente de variação do fluxo de caixa estimado da instituição ► Tratamento Contábil: ► Ganhos e Perdas MTM, reconhecidos no PL ► “Hedge” perfeito não há efeito no resultado ► “Hedge” imperfeito a parcela inefetiva vai para o resultado ► Exemplo de Utilização: ► Proteger a variação de um fluxo de exportação Hedge Accounting

47 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros ► “Cash Flow Hedge” – Fluxo de Caixa: Hedge Accounting Parte Efetiva Mudanças no Valor Justo Parte Inefetiva Resultado Mensuração do Instrumento Patrimônio Líquido

48 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros ► Documentação formal ► Descrição do objeto ► Descrição do instrumento ► A natureza do ser de risco ► Como efetividade será avaliada ► Efetividade ► Dollar Offset ► Análise de Regressão Hedge Accounting ► Fatores de Inefetividade ► Notional ► Taxas ► Prazos ► Non-Zero Fair Value

49 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Fair ValueFair Value Dateof Derivativeof Hedged Item Effectiveness 1 January 20X3CHF 0CHF March 20X3CHF 100CHF /90= 111% 30 June 20X3CHF 125CHF /111= 113% 30 Sept 20X3CHF 150CHF /130= 115% ► Efetividade Retrospectiva – Método Cumulativo: Hedge Accounting

50 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Fair ValueFair Value Dateof Derivativeof Hedged Item Effectiveness 1 January 20X3CHF 0CHF March 20X3CHF 100CHF /90= 111% 30 June 20X3CHF 125CHF /21= 119% 30 Sept 20X3CHF 150CHF /19= 132% ► Efetividade Retrospectiva – Método Não Cumulativo: Hedge Accounting

51 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros ► Efetividade Prospectiva: Hedge Accounting

52 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Hedge Accounting PÓS PRÉ = PRÉ PÓS = PÓS PÓS =

53 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Descontinuidade: ► Critérios não satisfeitos ► Efetividade fora do intervalo (80% a 125%) ► Objetos de “operações orçadas” deixa de ser provável ► Vencimento do instrumento de hedge ► Alteração da estratégia da gerência ► Reversão do ajuste do CFH (em OCI) para resultado de forma diferida Hedge Accounting

54 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros 8. “Fair Value Option”

55 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Uma entidade pode designar um item a ser declarado ao valor justo através de lucros ou perdas quando o mesmo se enquadrar em um dos dois critérios principais: i)“Elimina ou reduz significativamente uma inconsistência de avaliação ou reconhecimento (algumas vezes denominada “desvio contábil”) que de outra forma resultaria da avaliação de ativos ou passivos ou do reconhecimento de lucros e perdas sobre eles em bases diversas; ou ii)“um grupo de ativos e/ou passivos financeiros é gerido e seu desempenho é avaliado com base no valor justo, de acordo com uma estratégia de investimento ou de gerenciamento de riscos documentada, sendo base para a apresentação de informações internas aos principais administradores da entidade...” “Fair Value Option”

56 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros 8. Reconhecimento e Baixas

57 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Reconhecimento e Baixas ► Reconhecimento: Uma entidade deve reconhecer em seu balanço, um ativo ou passivo financeiro, quando a entidade torna-se parte das previsões contratuais do instrumento. ► Baixa: A baixa de uma transação de venda de ativos deve ser reconhecida quando não houver nenhuma cláusula contratual de restrições. Caso existam essas cláusulas, várias perguntas necessitam ser respondidas para definir se o ativo deve ou não ser baixado.

58 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Reconhecimento e Baixas

59 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Questões relativas a transferências: ► Securitizações; ► Contratos de sub-participação; ► Contratos de recompra; ► “Wash sales”; ► Opções de compra; ► Opções de venda. Reconhecimento e Baixas

60 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Perguntas e Dúvidas

61 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros Tel: (11) Cel: (11) Tel: (11) Cel: (11)

62 Setembro de 2013 IFRS Master Class Instrumentos Financeiros


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