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Há realmente leis da natureza? Como é que chegamos a conhecê-las?

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Apresentação em tema: "Há realmente leis da natureza? Como é que chegamos a conhecê-las?"— Transcrição da apresentação:

1 Há realmente leis da natureza? Como é que chegamos a conhecê-las?

2 Razão e conhecimento A razão é a fonte do conhecimento verdadeiro Os racionalistas atribuem grande valor à matemática como instrumento de compreensão da realidade, por se tratar de um bom exemplo de conhecimento assentado integralmente na razão (daí o nome de racionalismo). A mente humana é, no racionalismo, o único instrumento capaz de chegar à verdade. O filósofo e matemático René Descartes ( ) é um dos grandes pensadores racionalistas e recomendava: "nunca devemos nos deixar persuadir senão pela evidência da razão." Os racionalistas consideram a experiência sensorial uma fonte de erros e confusões na complexa realidade do mundo.

3 Herança dos antigos geômetras gregos

4 Que poder impõe ao universo que todas as coisas sigam certas regras? Por que as leis não mudam com o passar do tempo, ou de lugar para lugar, através de bilhões de anos e por trilhões de quilômetros? Alguns encontram resposta em Deus, mas o caminho da ciência é aquele estabelecido pelos geômetras gregos e a matemática era a sua ferramenta. linguagem CLARA e OBJETIVA... Maria, João e José todos entendem ;

5 Revolução científica XVII O universo está escrito em língua matemática

6 Moçambique > Brasil> Portugal> Inglaterra> Rússia> China> Japão... Fórmulas e operações matemáticas serão semelhantes. Por ser objetiva não se molda a particularidades regionais e obedece a mesma regra em to- dos os lugares.

7 Ciência moderna Simples Objetiva Clara Universal e Demonstrável

8 René Descartes: Filósofo, matemático René Descartes discordava das eternas polêmicas entre os filósofos e teólogos escolásticos. Descartes buscou um critério que permitisse diferenciar o conhecimento verdadeiro do falso. Usou a linguagem matemática na constituição da sua filosofia, criou o plano cartesiano e possibilitou o desenvolvimento de grandes áreas científicas, como a geometria analítica, o cálculo e a cartografia.

9 A influência da linguagem objetiva da matemática foi decisiva para a constituição da filosofia de Descartes

10 Dúvida metódica ou hiperbólica: Duvidou de tudo; Confiou apenas nas verdades claras e distintas; Não aceitava como certo nada que viesse da tradição ou conhecimento obtido através dos sentidos, pois ele por muitas vezes nos enganam; Para atingir um conhecimento seguro é preciso partir só de coisas claras e evidentes.

11 “penso, logo existo” (Cogito ergo sum) Se cogito, duvido ou penso sobre algo, uma coisa posso afirmar com certeza: eu existo. Substância: essência e independente. A flor possui sua essência que faz ser dela o que é. A essência da flor é independente da substância de um caderno, por exemplo. Cada um possui sua essência própria que são distintas e por isso diferenciam-se das demais coisas.

12 Substâncias em Descartes Divina-eterna e perfeita, fundamento de tudo e toda verdade que existe; Pensante: duvida, sente, deseja, entende, cogita, enfim, que é responsável por todas as ações da nossa mente ou intelecto; Extensa: essência de todos os corpos ou de todas as coisas materiais.

13 A leitura do mundo pela matemática Extensão: característica principal dos corpos que tem comprimento, largura e profundidade. Tudo que é físico pode ser mensurado através das leis da matemática.


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