A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

“O tempo é favorável! Povos todos, abri as portas a Cristo!”

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "“O tempo é favorável! Povos todos, abri as portas a Cristo!”"— Transcrição da apresentação:

1

2 “O tempo é favorável! Povos todos, abri as portas a Cristo!”

3 “A Igreja, enviada por Deus a todas as gentes para ser sacramento universal de salvação, por íntima exigência da própria catolicidade, obedecendo a um mandato do seu fundador, procura incansavelmente anunciar o Evangelho a todos os homens”. Decreto Conciliar “Ad Gentes”

4 Jesus Cristo: centro da missão

5 Jesus levou o plano de Deus ao seu pleno cumprimento. Ele manifesta a sua vocação messiânica nestes moldes: percorre a Galileia, “pregando a Boa Nova de Deus: ‘Completou-se o tempo, o Reino de Deus está perto! Arrependei-vos, e acreditai na Boa Nova’” (Mc 1, 14-15; cf. Mt 4, 17; Lc 4, 43). A proclamação e a instauração do Reino de Deus são o objetivo da Sua missão: “pois foi para isso que fui enviado” (Lc 4, 43).

6 Jesus é o Missionário por excelência. Seu anúncio proclama a Verdade e convida todos à Salvação n’Ele. Frente a este anúncio, todos são convidados à conversão e a crer no amor misericordioso de Deus.

7 Os próprios Apóstolos em que a Igreja se alicerça, seguindo o exemplo de Cristo, pregaram a palavra da verdade e geraram as Igrejas.

8 Aos seus sucessores compete perpetuar esta obra.

9 Encíclia “Redemptoris Missio”  Promulgada em 07 de dezembro de 1990;  25º aniversário do decreto conciliar “Ad gentes”;  Temática: A urgência da atividade missionária hoje.

10 Encíclia “Redemptoris Missio”  A renovação da fé e da vida cristã;  Dissipar dúvidas e ambiguidades sobre a missão “ad gentes”;  Promover as vocações missionárias;

11 Encíclia “Redemptoris Missio”  Relançar a missão, comprometendo as Igrejas particulares a mandarem e a receberem missionários.

12 A tarefa fundamental da Igreja de todos os tempos e, particularmente, do nosso, é a de dirigir o olhar do homem e orientar a consciência e experiência da humanidade inteira para o mistério de Cristo. A missão universal da Igreja nasce da fé em Jesus Cristo. Portanto, no acontecimento da Redenção se fundamenta e se compreende a missão.

13 Interrogações do tempo presente  Ainda é atual a missão entre os não cristãos?  Não estará por acaso substituída pelo diálogo interreligioso?  Não se deverá restringir ao empenho pela promoção humana?  O respeito pela consciência e pela liberdade não exclui qualquer proposta de conversão?

14 Esclarecimentos sobre o porquê da missão A Verdade de fé Remontando às origens da Igreja, aparece clara a afirmação de que Cristo é o único salvador de todos, o único capaz de revelar e de conduzir a Deus. Cristo é, assim, o único mediador entre Deus e os homens.

15 Diz São Paulo: “ainda que haja alguns que são chamados deuses, quer no céu quer na terra, existindo assim muitos deuses e muitos senhores, para nós há apenas um único Deus, o Pai de Quem tudo procede e para Quem nós existimos; e um único Senhor, Jesus Cristo, por meio do Qual todas as coisas existem, e igualmente nós existimos também” (1 Cor 8, 5-6).

16 Conhecendo a Cristo, o único Senhor, o discípulo sente-se impelido a anunciá-lo. Desta forma, a urgência da atividade missionária deriva da radical novidade de vida, trazida por Cristo e vivida pelos Seus discípulos. Esta nova vida é dom de Deus, e, ao homem, é-lhe pedido que a acolha e desenvolva, se quiser realizar integralmente a sua vocação, conformando-se a Cristo.

17 O “porquê” da missão  O homem não é sua causa nem seu fim. É criado para a transcendência. É preciso que todos encontrem a Verdade.

18 A missão “viola” a liberdade humana? O anúncio e o testemunho de Cristo, quando feitos no respeito das consciências, não violam a liberdade. A fé exige a livre adesão do homem, porém, deve ser anunciada, pois, todos têm o direito de conhecer as riquezas do mistério de Cristo.

19 “A missão renova a Igreja, revigora a sua fé e identidade, dá-lhe novo entusiasmo e novas motivações”.

20 Os diferentes tipos de missão

21 única missão da Igreja três situações distintas As diferenças de atividade, no âmbito da única missão da Igreja, nascem não de motivações intrínsecas à própria missão, mas das diversas circunstâncias onde ela se exerce. Olhando o mundo de hoje, do ponto de vista da evangelização, podemos distinguir três situações distintas.

22 Missão “ad gentes” Em primeiro lugar, temos a missão cujo o anúncio evangélico é destinados a povos, grupos humanos, contextos sócio-culturais onde Cristo e o Seu Evangelho não é conhecido. Esta é propriamente a missão “ad gentes”.

23 Missão “ad gentes” Trata-se de uma atividade primária essencial da Igreja, jamais concluída; missão de levar o Evangelho a todos que, ainda, não conhecem a Cristo. Esta é a tarefa mais especificamente missionária que Jesus confiou e continua a confiar à Sua Igreja.

24 Missão em Igrejas estruturadas Aparecem depois as comunidades cristãs que possuem sólidas e adequadas estruturas eclesiais, são fermento de fé e de vida, irradiando o testemunho do Evangelho no seu ambiente, e sentindo o compromisso da missão universal. Nelas se desenvolve a atividade ou cuidado pastoral da Igreja.

25 Missão em lugares de “secularização” Finalmente, existe a situação intermédia, especialmente nos países de antiga tradição cristã, mas, por vezes, também nas Igrejas mais jovens, onde grupos inteiros de batizados perderam o sentido vivo da fé. Neste caso, torna-se necessária uma nova evangelização, ou uma reevangelização.

26 Missão em lugares de “secularização” As Igrejas de antiga tradição cristã, preocupadas com a dramática tarefa da nova evangelização, estão mais conscientes de que não podem ser missionárias dos não-cristãos de outros países e continentes, se antes não preocuparem-se seriamente com os não- cristãos da própria casa.

27 “As Igrejas de antiga tradição cristã carecem de ser reevangelizadas”.

28 Constatações desde o Concílio Vaticano II

29 Do Concílio Vaticano II aos dias atuais:  Multiplicaram-se as Igrejas locais, dotadas do seu bispo, clero e agentes apostólicos próprios;  Inserção mais profunda das Comunidades cristãs na vida dos povos;  Empenho dos leigos no serviço da evangelização;

30 Do Concílio Vaticano II aos dias atuais:  Igrejas particulares abrem-se ao encontro, ao diálogo e à colaboração com os membros de outras Igrejas cristãs e outras religiões;  Uma nova consciência: a missão compete a todos os cristãos, a todas as dioceses e paróquias, instituições e associações eclesiais.

31 “No estado atual das coisas, em que surgem novas condições para a humanidade, a Igreja [...] é com mais urgência chamada a salvar e a renovar toda a criatura, para que tudo seja instaurada em Cristo e n’Ele os homens constituam uma só família e um só Povo de Deus”. Decreto Conciliar “Ad Gentes”

32  A missão de Cristo Redentor, confiada à Igreja, está ainda bem longe do seu pleno cumprimento;  A missão, tendo em vista a dimensão da evangelização, está ainda no começo;  É necessário caminhar até aos confins da terra para manifestar a solicitude missionária aos povos que ignoram Cristo e aos que, já conhecendo, dele se esquecem.

33  Faz-se preciso renovar a vida e a atividade da Igreja, de acordo com as necessidades do mundo contemporâneo;  A missão da Igreja deve estar fundamentada na própria atividade missionária de Jesus, enviado pelo Pai, unidos pelo vínculo do amor no Espírito Santo.

34

35 Dificuldades para a tarefa missionária

36 Certas realidades sociais e religiosas, que, tempos atrás, eram claras e definidas, hoje evoluem em situações complexas. Verifica-se isso:  No urbanismo;  Nas migrações em massa;  Na “descristianização” de países de antiga tradição cristã;

37  Nas dificuldades missionárias em países de minoria cristã;  No surgimento de “messianismos” e de seitas religiosas.

38  Em alguns países, está proibida a entrada de missionários. Em outros, é proibida tanto a evangelização como a conversão, e até mesmo o culto cristão;  Há outros lugares em que a conversão é considerada como abandono do próprio povo e cultura.

39  No mundo de hoje, a humanidade, apesar de conhecer realizações maravilhosas, parece ter perdido o sentido último das coisas e da sua própria existência;  O número daqueles que ignoram Cristo, e não fazem parte da Igreja, está em contínuo aumento;  Poucos dedicam-se às missões.

40  Dificuldades internas e externas enfraqueceram o dinamismo missionário da Igreja ao serviço dos não-cristãos;  Constata-se uma crescente secularização das sociedades e uma profunda crise de fé;  Surgimento de fundamentalismos religiosos, doutrinários e Estados/Organizações opressores, que inibem a atividade missionária da Igreja.

41 Dificuldades “internas”  Falta de fervor nas Igrejas;  Cansaço, desilusão, acomodamento, desinteresse e, sobretudo, falta de alegria e de esperança;  Divisões entre os cristãos;  Diminuição das vocações para o apostolado.

42 Dificuldades “internas”  Contratestemunho de fiéis e de comunidades cristãs que não reproduzem em suas vidas o modelo de Cristo;  Indiferentismo e relativismo religioso (tanto vale uma religião como outra).

43 Este cenário não pode nos deixar pessimistas e inativos. O que deve contar é a confiança que provém da fé, ou seja, a certeza de não sermos nós os protagonistas da missão, mas Jesus Cristo e o Seu Espírito. Somos apenas colaboradores e, depois de termos feito tudo o que estava ao nosso alcance, devemos dizer: “somos servos inúteis, só fizemos o que devíamos fazer” (Lc 17, 10).

44 “Igreja não pode aceitar que fronteiras geográficas e impedimentos políticos sejam obstáculos à sua presença missionária”.

45 Evangelização e Modernidade

46 Hoje, a imagem da missão muda rapidamente: os lugares privilegiados para a tarefa evangelizadora deveriam ser as grandes cidades, nas quais surgem novos costumes e modelos de vida, novas formas de cultura e comunicação que, depois, influenciam toda a população.

47 Não é possível esquecer os jovens que, em numerosos países, constituem mais de metade da população. Como evangelizar os jovens, o futuro da humanidade? Evidentemente já não bastam os meios tradicionais da pastoral: são necessárias associações e instituições, grupos e centros específicos, iniciativas culturais e sociais para os jovens.

48 No mundo moderno, é necessário que a Igreja se relacione com:  O mundo da mídia;  O mundo da cultura;  O mundo do saber científico.

49 O drama da existência humana e a resposta da Igreja

50 No mundo moderno, se, por um lado, parece que os homens vão no encalço da prosperidade material, mergulhando cada vez mais no consumismo materialista, por outro lado, manifesta-se a angustiante procura de sentido, a necessidade de vida interior, o desejo de aprender novas formas e meios de concentração e de oração. Hoje, nas sociedades secularizadas, procura-se a dimensão espiritual da vida como antídoto à desumanização.

51 A Igreja tem em Cristo, que se proclamou “o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14, 6), um imenso patrimônio espiritual para oferecer à humanidade. É o caminho cristão que leva ao encontro de Deus, à oração, à ascese, à descoberta do sentido da vida.

52 O Reino de Deus e a Igreja

53 “A Igreja foi enviada para manifestar e comunicar a caridade de Deus a todos os homens e povos”.

54 A Igreja e a salvação do homem O Concílio Vaticano II deu grande realce ao papel da Igreja em favor da salvação da humanidade. Enquanto reconhece que Deus ama todos os homens e lhes dá a possibilidade de se salvarem, a Igreja professa que Deus constituiu Cristo como único mediador e que ela própria foi posta como instrumento universal de salvação.

55 A Igreja e a salvação do homem É necessário manter unidas estas duas verdades: a real possibilidade de salvação em Cristo para todos os homens, e a necessidade da Igreja para essa salvação.

56 Cristo dotou a Igreja, Seu Corpo, da plenitude de bens e de meios da salvação; o Espírito Santo reside nela, dá-lhe a vida com os Seus dons e carismas, santifica, guia e renova-a continuamente. Nasce daí uma relação única e singular que, mesmo sem excluir a obra de Cristo e do Espírito fora dos confins visíveis da Igreja, confere a esta um papel específico e necessário.

57 Quem será salvo? A universalidade da salvação em Cristo não significa que ela se destina apenas àqueles que, de maneira explícita, creem em Cristo e entraram na Igreja. Se é destinada a todos, a salvação deve ser posta concretamente à disposição de todos.

58 A Igreja e a salvação do homem É evidente que muitos homens não têm a possibilidade de conhecer a Cristo e de entrar na Igreja. Vivem em condições socioculturais que não os permitem ou foram educados noutras tradições religiosas. Para eles, a salvação de Cristo torna-se acessível em virtude de uma graça que ilumina convenientemente a sua situação interior e ambiental. Esta graça provém de Cristo, comunicada pelo Espírito Santo: ela permite a cada um alcançar a salvação, com a sua livre colaboração.

59 A tarefa da Igreja é orientada num duplo sentido: promover os denominados valores do Reino, como a paz, a justiça, a liberdade, a fraternidade, e favorecer o diálogo entre os povos, as culturas, as religiões, para que, num mútuo enriquecimento, ajudem o mundo a renovar-se e a caminhar cada vez mais na direção do Reino.

60 A Igreja e o Reino  A Igreja está à serviço do Reino, convidando todos à conversão;  Está à serviço do Reino buscando o diálogo, a promoção humana, o compromisso pela paz e pela justiça, priorizando a educação, o cuidado dos doentes, a assistência aos pobres e mais pequenos.

61 A Igreja e o Reino A Igreja serve o Reino também com a sua intercessão, a fim de que “Deus seja tudo em todos” (cf. 1Cor 15, 28).

62 Respeitando todas as crenças e todas as sensibilidades, devemos afirmar, com simplicidade, a nossa fé em Cristo, único Salvador do homem.

63 À pergunta “porquê a missão?”, respondemos, com a fé e a experiência da Igreja, que abrir-se ao amor de Cristo é a verdadeira libertação. N’Ele, e só n’Ele, somos libertos de toda a alienação e extravio, da escravidão ao poder do pecado e da morte.

64 A Igreja, e nela cada cristão, não pode esconder nem guardar para si a novidade e riqueza recebida da bondade divina. Aqueles que estão incorporados na Igreja Católica devem-se sentir privilegiados, e, por isso mesmo, mais comprometidos a testemunhar a fé e a vida cristã como serviço aos irmãos e resposta de vida a Deus.

65 “O amor de Cristo nos impele” (2 Cor 5, 14)

66 Como Evangelizar?

67 O testemunho cristão O homem contemporâneo acredita mais nas testemunhas do que nos mestres, mais na experiência do que na doutrina, mais na vida e nos factos do que nas teorias. O testemunho da vida cristã é a primeira e insubstituível forma de missão.

68 O testemunho cristão Cristo, cuja missão nós continuamos, é a “testemunha” por excelência (Ap 1, 5; 3, 14) e o modelo do testemunho cristão. A primeira forma de testemunho é a própria vida do missionário, da família cristã e da comunidade eclesial, que torna visível um novo modo de se comportar.

69 As Comunidades Eclesiais de Base As CEBs são um sinal da vitalidade da Igreja, instrumento de formação e evangelização, um ponto de partida válido para uma nova sociedade, fundada na civilização do amor. O indivíduo cristão faz nelas uma experiência comunitária, onde ele próprio se sente um elemento ativo, estimulado a dar a sua colaboração para proveito de todos.

70 As Comunidades Eclesiais de Base Deste modo, as CEBs tornam-se instrumento de evangelização e de primeiro anúncio, bem como fonte de novos ministérios; enquanto animadas pela caridade de Cristo, oferecem uma indicação sobre o modo de superar divisões, tribalismos, racismos.

71 Os “evangelizadores” Todo Povo de Deus tem caráter missionário: bispos, presbíteros, diáconos, religiosos e cristãos leigos são enviados à missão.

72 Os “evangelizadores” Quanto aos leigos, os setores nos quais podem realizar a ação missionária são muito amplos. O primeiro campo é o mundo vasto e complicado da política, da realidade social, da economia, no plano local, nacional e internacional. No âmbito da Igreja, existem vários tipos de serviços, funções, ministérios e formas de animação da vida cristã.

73 Os “evangelizadores” Entre os leigos que se tornam evangelizadores, contam-se, em primeiro lugar, os catequistas. Nas Igrejas antigas, para promover a evangelização, se multiplicaram os catequistas e intensificaram a catequese. Mas não se pode esquecer que o trabalho dos catequistas vai-se tornando cada vez mais difícil e exigente, devido às mudanças eclesiais e culturais em curso.

74 O que anima o missionário?

75 O próprio Cristo anima o missionário. Portanto, é necessário:  Deixar-se conduzir pelo Espírito;  Viver o mistério de “Cristo enviado”;  Amar a Igreja e os homens como Jesus os amou;  Tornar-se santo e santificar o mundo, pois, o verdadeiro missionário é o santo.

76 “Sinto chegado o momento de empenhar todas as forças eclesiais na nova evangelização e na missão ‘ad gentes’. Nenhum crente, nenhuma instituição da Igreja se pode esquivar deste dever supremo: anunciar Cristo a todos os povos”.


Carregar ppt "“O tempo é favorável! Povos todos, abri as portas a Cristo!”"

Apresentações semelhantes


Anúncios Google