A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

UNIJUI- Universidade Regional do Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul. Profº: Dijalma Cremonese Acadêmica: Merenes Almeida dos Santos Autora: Merenes.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "UNIJUI- Universidade Regional do Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul. Profº: Dijalma Cremonese Acadêmica: Merenes Almeida dos Santos Autora: Merenes."— Transcrição da apresentação:

1 UNIJUI- Universidade Regional do Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul. Profº: Dijalma Cremonese Acadêmica: Merenes Almeida dos Santos Autora: Merenes Almeida dos Santos Orientador: Sandro Augusto

2 Resumo Esta monografia trata da sexualidade na adolescência no Município de Camamu-Ba. A pesquisa tem como objetivo analisar como os adolescente lidam com a sexualidade; ressalta a importância da participação e o acompanhamento das famílias da Rua Vasco Neto Camamu-Ba.

3 INTRODUÇÃO A monografia ora apresentada, foi produzida através de análise dos três categorias teóricas centras, que levaram a construção de três capítulos. O primeiro sobre Adolescência, o segundo Sexualidade e o terceiro sobre Gravidez na Adolescência. A partir desta análise teórica foi realizado um trabalho de campo apresentado no capítulo quatro – Contexto, e no capítulo cinco – Análise de Dados, além das considerações finais. O corpo do homem e o da mulher sempre despertaram interesse pelas suas diferenças morfológicas e fisiológicas. Neste estudo procura-se trabalhar temas que geram dúvidas no jovem durante a puberdade exatamente pelas transformações que vem o correndo em seu corpo e por conflitos que estejam passando, bem como conhecer a realidade vivida pelos jovens da Rua Vasco Neto em Camamu-Ba.

4 Procurar entender o que está acontecendo nesse período sendo, um desafio para o adolescente. Por isso, torna-se necessário o educador abordar a sexualidade, a fim de que o jovem venha a compreender que essas mudanças são normais e fazem parte do crescimento de cada um. Esse tempo é marcado por medo e ansiedade e, principalmente, pela falta de informação a respeito do que pode acontecer. Então, conhecer o que ocorre com o corpo é fundamental para entender o processo de maturidade pelo qual o organismo está passando. Nesse contexto procuro divulgar e apresentar as discussões travadas neste trabalho entre sociedade e grupos sociáveis no qual atuo. Com objetivos claros e precisos.

5 Objetivos Identificar na Rua Vasco Neto da cidade de Camamu - Ba como os adolescentes lidam com a sexualidade. Certificar-se os adolescentes participam de palestras, que abordem temas relacionados à sexualidade. Fazer questionamentos relacionados ao uso de métodos contraceptivos e a prevenção das doenças consideradas sexualmente transmissíveis observando, assim qual o conhecimento dos adolescentes, sobre estas questões. Observar a participação e o acompanhamento familiar no desenvolvimento da sexualidade dos adolescentes.

6 Metodologia Quanto à metodologia foi realizada uma pesquisa bibliográfica com teóricas que subsidiasse esse trabalho. na teoria da prática foi realizada uma pesquisa contou com o método da pesquisa qualitativa na qual se aplicou 40 (quarenta) questionários para os adolescentes e 20 (vinte) para os pais. Na Rua Vasco Neto na cidade de Camamu-Ba. No Bairro da Rodagem. Foi uma pesquisa qualitativa através de questionários com uma amostra dos adolescentes, a fim aprofundar, discussão, ouvido os adolescentes, em sua vivencia, seus problemas relacionados á sua sexualidade, alem de buscar informações com as famílias.

7 Problema Não obstante o Município, de Camamu desenvolve trabalhos abordando temas como: adolescência, sexualidade e gravidez na adolescência, percebemos que essas iniciativas tem sido e não atinge os resultados desejados.

8 Hipótese 1- O desconhecimento que a maneira dos adolescentes apresentam sobre sexualidade, puberdade, responsabilidade social contribui em grande medida para o aumento dos índices de gravidez na adolescência. 2- As informações vinculadas pela mídia apresentam- se superficiais, distorcidas, e confundem as cabeças dos jovens adolescentes.

9 INSTRUMENTO DE COLETA DOS DADOS APLICADOS AOS ADOLESCENTES Suas respostas e sua identidade serão mantidas em segredo. 1.Idade______________ 2.Sexo ( ) masculino ( ) feminino 3.Escolaridade ( ) analfabeto ( ) 1ºgrau ( ) 2ºgrau ( ) superior 4. Renda mensal ( ) menos de 01 salário mínimo ( ) 01salário mínimo ( ) mais de 01salário mínimo. 5. Estado Civil. ( ) solteiro(a) ( )casado(a) ( )divorciado(a) ( ) separado (a) ( )viúvo (a) ( ) outros 6. Você tem ou já teve namorado (a)? ( )Sim ( ) Não 7. Você encontra-se preparado para o sexo? ( ) Sim ( ) Não 8. Você já teve relação sexual com seu (a ) namorado ( a )? ( ) Sim ( )Não

10 9.Você conversa com seus pais sobre sexo na adolescência ? ( ) Sim ( ) Não 10.Onde você busca informações sobre sexo? ( ) parente (pai\mãe\tio\avó\primos) ( )internet ( )amigos ( ) Na escola\professores ( ) Livros\revistas ( ) televisão 11. Você costuma participar de seminários, palestras e ou encontros que abordem o Tema´sexo e adolescência? ( )sim ( )não 12.Esses momentos contribuem para o esclarecimento de suas dúvidas? ( )sim ( )não 13.Você se preocupa com a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis? ( )sim ( )não 14.Qual o seu conhecimento sobre os métodos contraceptivos? ( )sim ( )não 15.Usa algum tipo de preservativo? ( )sim ( )não 16.Qual? ( )camisinha ( )pílulas ( ) diu ( )outros___________

11 INSTRUMENTO DE COLETA DOS DADOS APLICADO AOS PAIS Suas respostas e suas identidade serão mantidas em segredo. 1.Idade.___________________ 2. Qual seu grau de parentesco ( ) pai\ mãe ( )tio\ tia ( )avó\ avô ( ) responsável 3. Grau de instrução (escolaridade). ( ) analfabeto ( ) 1º grau ( ) 2º grau ( ) superior 4. Situação conjugal. ( ) solteiro(a) ( ) casado(a) ( )divorciado(a) ( )separado(a) ( ) viúvo(a) ( ) outros 5. Você fala sobre a sexo com adolescentes abertamente? ( )não ( )sim 6. Você se preocupa com os adolescentes? ( ) sim ( ) não 7. Pra você onde seus filhos buscam auxilio sobre sexualidade além de sua ajuda? ( ) meios de comunicação ( ) com amigos ( ) na escola\ professores ( ) na internet

12 continuidade 7. Pra você onde seus filhos buscam auxilio sobre sexualidade além de sua ajuda? ( ) meios de comunicação ( ) com amigos ( ) na escola\ professores ( ) na internet 8. Qual o principal responsável pelo número exagero de adolescentes grávidas ( ) falta de informação ( ) irresponsabilidade ( ) falta de precaução ( ) falta de acompanhamento familiar 9. Você participa de seminário, palestras ou encontros que abordem o tema sexo e adolescência? ( )sim ( )não 10. Você costuma falar com seus filhos sobre prevenção das doenças sexualmente transmissíveis? ( ) sim ( )não 11.Você costuma levar seus filhos ao médico? ( ) sim ( ) não 12. Você indica a seus filhos os métodos contraceptivos? ( ) sim ( )não 13. Você compra contraceptivos para seus filhos? ( ) sim ( )não

13 Gráfico das idades Sendo que a maioria dos adolescentes pesquisados tem entre 15 e 16 anos de idade o que equivale a 70% (28 adolescentes). E 30%(12 adolescentes) dos adolescentes têm idade entre 11 e 14 anos.

14 Gráfico do sexo Dos adolescentes entrevistados 45% (18 adolescentes) são do sexo masculino e 55% (22 adolescentes) são do sexo feminino.

15 GRAU DE INSTRUÇÃO Dentre os adolescentes pesquisados no Bairro da Rodagem na Rua Vasco Neto do município de Camamu – Bahia, pude obter a informação que 45% (18 adolescentes) estudam em séries que correspondem ao 1º Grau e 55% (22 adolescentes) estudam em séries que correspondem ao 2º Grau. Portanto são alunos oriundos de escolas da rede Municipal, quanto da rede Estadual de ensino.

16 RENDA MENSAL Dos adolescentes entrevistados no que trata da renda mensal de seus pais, 25% (10 Adolescentes) afirmaram que sobrevivem com menos de um salário mínimo por mês, 12,5% (5 adolescentes) afirmaram que sobrevivem de 1 salário mínimo por mês e 67,5% (25 adolescentes) da amostra dos adolescentes entrevistados afirmaram inferir que a amostra estudada possui, em sua maioria, baixa, renda.

17 ESTADO CIVIL Dos adolescentes 100% (40 adolescentes) afirmaram ser solteiros

18 JÁ NAMORARAM? Dos adolescentes pesquisados 45% (18 adolescentes) afirmam que nunca namoraram e 55% (22 adolescentes) afirmaram já terem namorado.

19 PRONTOS PARA O SEXO No que diz respeito ao quesito: você encontra-se preparado(a) para o sexo? Dentre os adolescentes pesquisados 45% (18 adolescentes) disseram que estão preparados para o sexo, enquanto 55% (22 adolescentes) afirmam que não estão prontos para o sexo.

20 Pronto para o sexo Observe que 70% (28 adolescentes) dos entrevistado que afirmaram preparados para o sexo, 45% (18 adolescentes) são do sexo feminino e 25% (10 adolescentes) são do sexo masculino.

21 RELAÇÃO SEXUAL Considerando a questão: Você já teve relação sexual com seu(a) namorado(a)? Dos adolescentes entrevistados 60% (24 adolescentes) responderam que nunca tiveram relação sexual e 40% (16 adolescentes) responderam que já tiveram relação sexual com seus (as) namorados (as). Partindo do pressuposto de que 40% dos adolescentes entrevistados já tiveram relação sexual com seu parceiro, a situação fica crítica, pois ao analisarmos a idade deles que varia entre 12 e 16 anos o que leva crer que a maioria desses adolescentes estão tendo uma vida sexual ativa muito cedo.

22 CONVERSA COM OS PAIS SOBRE SEXO? No item: Você conversa com seus pais: Dos adolescentes entrevistados 30% (12 adolescentes) responderam que conversam com os pais sobre sexo e 70% (28 adolescentes) responderam que não conversam os seus pais sobre sexo.

23 Tabela dos meios de informações sobre sexo: As principais fontes de informações dos adolescentes entrevistados: 30% (12 adolescentes) a Escola e/ou professor; 20% (8 adolescentes) a internet; 35% (14 adolescentes) os amigos; 5% (2 adolescentes) revista e livros e 10% (4 adolescentes) a televisão. VEÍCULO DE INFORMAÇÃOVALOR ABSOLUTOVALOR EM % Amigos1435% Escola / Professor1230% Internet820% Revista / Livros25% Televisão410% TOTAL40100%

24 PARTICIPAM DE SEMINÁRIO, ENCONTROS E OU PALESTRAS SOBRE SEXO? Tendo como referência a questão: Você participa de seminário, palestras e ou encontros abordando temos relacionados Sexo e Adolescência 75% (30 adolescentes) disseram que sim e25% (10 adolescentes) disseram não participar.

25 CONTRIBUIÇÃO DOS ENCONTROS, SEMINÁRIOS E PALESTRAS SOBRE SEXO PARA OS ADOLESCENTES Dentre os adolescentes entrevistados 37,5% (15 adolescentes) responderam que há esclarecimento de suas dúvidas na participação em Seminários, palestras e/ou encontros que abordem temas relacionados ao sexo e 62,5% (25 adolescentes) disseram que não há contribuição. Levando em consideração que 75% afirmam que participam de seminários, encontros e palestras que abordem temas relacionados à sexualidade apenas 30% (12 adolescentes) afirmam que esses momentos têm utilidade e/ou servem para esclarecerem suas dúvidas.

26 CONTRIBUIÇÃO DA PARTICIPAÇÃO EM SEMINÁRIOS, ENCONTROS E/OU PALESTRAS SOBRE SEXO NA CONCEPÇÃO DOS ADOLESCENTES Dos adolescentes entrevistados, em relação à contribuição da sua participação em Seminários, Encontros e/ou palestras sobre Sexo, 50% (20 adolescentes) afirmaram que não participam de momentos relacionados a tais assuntos, 75% (30 adolescentes) disseram que participam. Entretanto destes 75% dos que afirmaram participar destes encontros, 30% (12 adolescentes) disseram que são momentos ricos e que servem para o esclarecimento de suas dúvidas e 20% (8 adolescentes) disseram que não consideram momentos que esclareçam suas dúvidas e conseqüentemente ajudem no seu desenvolvimento pessoal.

27 PREVENÇÃO DE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS Considerando a questão: Você se preocupa com a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis? Dos adolescentes entrevistados 100% disseram que se preocupam. Os adolescentes entrevistados mostraram preocupação em massa com as doenças sexualmente transmissível, principalmente a AIDS, no entanto essa preocupação abre uma lacuna e não significa dizer que todos eles se previnem.

28 CONHECIMENTO SOBRE MÉTODOS CONTRACEPTIVOS Com relação aos métodos contraceptivos, apenas uma minoria 25% (30 adolescentes) dos entrevistados disseram não ter conhecimento sobre tal e 75% dos entrevistados afirmam ter conhecimento em relação aos métodos contraceptivos. Mediante a acesso aos meios de informação sobre os métodos contraceptivos uma boa parte dos adolescentes ainda se diz desinformados e/ou não terem conhecimentos dos principais métodos contraceptivos. Diante desses dados de informação (mídia, família, escola, grupo social e entre outros) não entendemos o porquê eles cismam em dizer que continuam desinformados no que diz respeito a métodos contraceptivos.

29 USAM ALGUM TIPO DE PRESERVATIVO No quesito sobre o uso de alguns tipos de preservativos, uma pequena amostra dos adolescentes entrevistados 72,5% (29 adolescentes) afirmou usar, entretanto quando o assunto é prevenção apenas 27,5% (11 adolescentes) dos entrevistados demonstram se prevenir contra as doenças sexualmente transmissíveis e fazer uso de alguém tipo de preservativo.

30 QUE TIPO DE PRESERVATIVOS USAM? Dos adolescentes que foram entrevistados 80% (32 adolescentes) disseram usar preservativo do tipo camisinha e 20% não responderam a questão ou não usam nenhum tipo de preservativo. Mais uma vez, a situação de repete, no gráfico 13 observa-se que 100% dos adolescentes entrevistados se mostram preocupados com as doenças sexualmente transmissíveis, entretanto quando o assunto é prevenção (no uso de algum tipo de preservativo) 72,5% dos que demonstram se prevenir, contra as doenças sexualmente transmissíveis, afirmaram que usam preservativos.

31 IDADE DOS PAIS No quesito dos pais entrevistados: 30% (6 pais) entre 29 a 32 anos; 30% (6 pais) de 35 a 40 anos; 40% (8 pais) entre 50 a 70 anos de idade.

32 GRAU DE PARENTESCO No item grau de parentesco dos adolescentes, 45% (9) são os próprios pais, 30% (6) são tios e/ou tias e 25% (5) são avôs e/ou avós. É um número considerado alto (por motivos não em estudo no momento) 25% dos adolescentes estudados são criados pelos avós, levando a crer que isso pode acarretar problemas e dificultar o

33 GRAU DE INSTRUÇÃO No quesito Grau de Instrução dos Pais: 50% (10) disseram ser analfabetos, 25% (5) responderam possuir o 1º Grau e 25% (5) afirmaram possuir o Ensino Médio.

34 SITUAÇÃO CONJUGAL DOS PAIS DOS ADOLESCENTES No item situação conjugal, 15% (3) dos entrevistados afirmam ser casados, 35% (7) disseram ser solteiros, 30% (6) são separados e 20% optaram por outros.

35 PAIS QUE FALAM DE SEXO COM SEUS FILHOS No quesito: Você fala com seus filhos sobre sexo? 40% (8) responderam que SIM e 60% (12) disseram que não.

36 PAIS QUE SE PREOCUPAM COM OS ADOLESCENTES No quesito preocupações dos pais com os adolescentes 65% (13) dos pais entrevistados disseram que se preocupam e 35% (7) responderam que não se preocupam.

37 FONTE DE AUXÍLIO NA OPINIÃO DOS PAIS No quesito fonte de auxílio, na opinião dos pais entrevistados além da ajuda deles os adolescentes recorrem a: 25% (5) disseram aos meios de comunicação; 25% (5) dissera, a Escola com os professores; 30% (6) afirmaram aos amigos que auxiliam nessa questão e 20% (4) afirmaram ser na internet.

38 PRINCIPAL RESPONSÁVEL PELO NÚMERO EXAGERADO DE ADOLESCENTES GRÁVIDAS NA OPINIÃO DOS PAIS opinião dos pais entrevistados o principal responsável pelo número exagerado de adolescentes grávidas 25% (5) disseram ser falta de informação; 35% (7) disseram ser falta de prevenção; 25% (5) irresponsabilidade e 15% (3) disseram ser a falta de acompanhamento familiar.

39 PARTICIPAÇÃO DOS PAIS EM SEMINÁRIOS, PALESTRAS E/OU ENCONTROS SOBRE SEXO PARA OS ADOLESCENTES No quesito participação dos pais dos adolescentes em Seminários, Palestras e/ou Encontros que abordem assuntos relacionados à Sexualidade na Adolescência, 50% (10) disseram que participam; 35% (7) disseram que não participaram e 15% (3) não responderam a questão.

40 PAIS QUE FALAM DE PREVENÇÃO DAS DSTs PARA OS FILHOS No item com relação ao falar com os adolescentes sobre doença sexualmente transmissíveis, 60% (12) disseram que falam, 40% (8) afirmaram que não falam.

41 PAIS QUE LEVAM OS FILHOS AO MÉDICO No quesito: Você costuma levar seus filhos/adolescentes ao médico, 75% (15) disseram que levam; 25% (5) que não levam seus filhos/adolescentes ao médico.

42 PAIS QUE INDICAM MÉTODOS CONTRACEPTIVOS PARA SEUS FILHOS No item: indicação de métodos contraceptivos, 60% (12) dos pais entrevistados responderam que não indicam; 40% (8) responderam que indicam.

43 PAIS QUE COMPRAM CONTRACEPTIVOS PARA OS FILHOS No item: Você costuma comprar contraceptivos para os filhos, 60% (12) dos pais entrevistados responderam que não compram, 40% (8) responderam que compram.

44 Marco Teórico Para fundamentar nosso trabalho utilizamos: 1- REINECKE- que da o significado e conceitua a palavra adolescência, segundo ele é uma fase que ocorre entre a infância e a idade adulta. 2- PEREIRA- fala das experiência familiares com os adolescentes, as transformações e implicações na família. 3- MILMAN- aborda experiência de dialogo com as famílias e adolescentes, evitando que os dramas, desencontro e perigo excessivo muitas vezes venha apresentar terríveis impedimento e afastamento pro fundo venha se estabelecer.

45 4- BRASIL- Trás abordagem sobre a adolescência as dificuldades que os pais sentem de direcionar o exercício de autoridade e definir seus limites. Questionamento dos filhos sobre valores e se acham aberto a aventuras e novas experiências apresentando demandas cognitivas, culturais esportivas e socialização dentre outros. 5- ROCHA- A liberdade sexual associada a outros fatores, como a necessidade dos bens de quebra de tabus, o significado de sexualidade e de como dispor dela, o adolescente pouco a pouco vai descobrindo os mistérios e os devaneios que essa situação atraente e angustiante lhe desperta. 6- OECA- Que estabelecem, as leis de convivências sociais para os adolescentes. 7- CAMPOS- Fatores psicológicos e contracepções- a utilização de métodos contraceptivos não ocorrem de modo eficaz na adolescência.

46 Capitulo I: Adolescência 1-Neste capitulo, conceitua a adolescência como um período de vida que merece atenção pois é uma transição da infância e a idade adulta, aborda a transformação na adolescência as explicação da família. 2- Neste capitulo, a luz da teoria de Reinecke, Pereira OECA, Ferrare fizemos um levantamento sobre a adolescência seu conceito enforcando aspecto da organização de Saúde, o período da adolescência na perspectiva de esclarecer as transformações na adolescência e as implicações na família.

47 Capitulo II- Adolescência em torno da questão da sexualidade. Considerando a perspectiva, da sexualidade, a adolescência é a que retrata como um período de profundas, transformações biológica, psicológica, sociais do individuo, podendo ter sua duração variada em função da cultura, a qual o individuo esta integrado. Outro aspecto relevante, abordado neste capitulo referi-se ao fato de que nesta fase os jovens apresentam-se altamente curiosos em relação a temas como: namoro, sexo e liberdade, buscando encontrar e satisfazer prazeres com mais freqüência do que do que em fazes anteriores,

48 Capitulo III gravidez na adolescência Este capitulo aborda o impressionante fato do grande desconhecimento por parte dos jovens em relação a informação, básica sobre fecundação, prazer e sexo seguro, bem como um certo descaso e a falta de dialogo dos pais com os seus filhos em relação ao problema, da sexualidade.

49 Considerações finais A presente pesquisa sobre sexualidade na adolescência foi elaborada com objetivo de conhecer algumas atitudes e características dos adolescentes em lhe dar com sua sexualidade e sua participação em ambientes que lidam com esclarecimentos sobre suas duvidas em relação ao sexo bem como o uso contraceptivos e a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis também a participação e o acompanhamento da família no desenvolvimento, da sexualidade dos adolescentes. Sabe-se que o numero de adolescentes que engravidam aumenta progressivamente e em idades cada vez mais precoces pois a idade da menarca tem se adiantado por volta de quatro meses por década do século XX, sendo que a idade média para que ocorra é de 12, 5 a 13, 5 anos expondo a adolescente, a engravidar, cada vez mais cedo. Neste contexto é interessante que as escolas tente publicar quantos particulares enfatizem a educação sexual para os jovens, esclarecendo suas dúvidas e lhes oferecendo toda orientação, a respeito do assunto. Percebemos que a família exerce influência poderosa, no processo de amadurecimento da sexualidade dessas adolescentes. Devido a carência de uma relação, de interação afetiva, de dialogo franco. Elas terminam por apresentar em assumir atitudes, relacionamento a sua sexualidade ficando cada vez mais exposto a uma vez.

50 Sabe-se que o numero de adolescentes que engravidam aumenta progressivamente e em idades cada vez mais precoces pois a idade da menarca tem se adiantado por volta de quatro meses por década do século XX, sendo que a idade média para que ocorra é de 12, 5 a 13, 5 anos expondo a adolescente, a engravidar, cada vez mais cedo. Neste contexto é interessante que as escolas tente publicar quantos particulares enfatizem a educação sexual para os jovens, esclarecendo suas dúvidas e lhes oferecendo toda orientação, a respeito do assunto. Percebemos que a família exerce influência poderosa, no processo de amadurecimento da sexualidade dessas adolescentes. Devido a carência de uma relação, de interação afetiva, de dialogo franco. Elas terminam por apresentar em assumir atitudes, relacionamento a sua sexualidade ficando cada vez mais exposto a uma vez.

51 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ADOLESCER; compreender, atuar, acolher; Projeto Acolher; Associação Brasileira de Enfermagem; Brasília; 2001 ALMEIDA, A.B.D. & FERNANDES, A.F.C. - Adolescentes jovens descobrindo a sexualidade. Pediatr. Mod. 1998; 11(4): BEACH, Raimundo, Nós e nossos filhos. Santo André - São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, BEHLE, I. - Reflexões sobre fatores de riscos na prevenção primária da gestação na adolescência. In : Maakaroun, M. F.; Souza, R. P.; Cruz, A. R. Tratado de adolescência: um estudo multidisciplinar. Rio de Janeiro, Cultura Médica. 1991, p BEZERRA, V. L. V. A.; CAMPOS, D.; SALOMON, J. B. R. - Crescimento e desenvolvimento no adolescente. Arch. Latinoam. Nutr. 1973; 23 (4): BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Promulgada em 05 de outubro de BRASIL. Política Nacional de Assistência Social, CAMPOS, M.A.B. - Gravidez na Adolescência. A imposição de uma nova identidade. Pediatr. Atual 2000; 13(11/12): CRESPIN, J. - Gravidez e abortamento na adolescência - novos dados, velhos desafios. Rev. Paul. Pediatr. 1998; 16(4): COLLI, A. S. - Crescimento e desenvolvimento fisico In : Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Comissão de Saúde do adolescente. Adolescência e Saúde. São Paulo, Paris Editorial. 1988, p DADOORIAN, D. - Adolescentes: por quê elas querem engravidar? Femina. 1996; 24(1): FERRARI, Mário e KALOUSTIAN, Silvio M. Introdução, in KALOUSTIAN, SM (org). Família brasileira, a base de tudo. 4.a ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNICEF, GOBBATO, D.O.; ZOZULA, L.; Pope, B.; DIAS, M.L.; SILVA, S.Q.; REIS, R.F. - Perfil das adolescentes grávidas. Pediatr. Atual. 1999;12(8); GUIMARÃES, E.B. - Gravidez na adolescência: fatores de risco. IN: Saito, M.I. & Silva, E.V. -Adolescência - Prevenção e Risco. São Paulo, Atheneu, Pp291-8.

52 KAHHALE, E. P; ODIERNA, I. C.; GALLETTA, M. A.; NEDER, M. & ZUGAIB, M; (1997b). Desenvolvimento da sexualidade e da relação materno – filial em gestantes adolescentes. Revista de Ginecologia e Obstetrícia,8, 1: 23 –29. LÓPEZ, Félix & FUERTEZ, Antonio; Para entender a sexualidade; São Paulo: Loyola, 1992 MILMAN, Lulli. Cresceram!!! Um guia para pais de adolescente. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, MIMICA, I. M.; PIATO, S. - Doenças sexualmente transmissiveis. In: Piato, S. Ginecologia da infância e adolescência. Rio de Janeiro, São Paulo, Livraria Atheneu Editora, MUSS. Rolf E. Teorias da Adolescência. Editora Interlivros. 5a edição, PCN – Parâmetros Curriculares Nacionais; Pluralidade Cultural, Orientação Sexual; MEC/SEF, Brasília, REINECKE, M. A., DATTILIO, F. M. & FREEMAN, A. (1999). Aspectos gerais. In M. A. Reinecke, F. M. Dattilio & A. Freeman (Orgs.), Terapia cognitiva com crianças e adolescentes: manual para a prática clínica (pp. 19 – 24). Porto Alegre: Artes Médicas Sul. TIBA, Içami; Adolescência o despertar do sexo, São Paulo; Editora Gente, 1994 Universidade Estadual de Feira de Santana – UEFS/Bahia / Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva - PPGSC / Núcleo de Estudos e Pesquisas na Infância e Adolescência – NNEPA VITALLE, M.S.S.; BRASIL, A.L.D.; NÓBREGA, F.J. - Recém-nascido de mãe adolescente de baixo nível socioeconômico. Rev. Paul. Pediatria 1997; 15(1): VITIELO, Nélson; Ginecologista, Doutor em Medicina da Universidade de São Paulo, Revista Brasileira de Medicina; Edição Especial: Nov 98 V55 - Ciber SaúdeRevista Brasileira de MedicinaEdição Especial: Nov 98 V55 - Ciber Saúde SITES VISITADOS www. geocities.com/Heartland/Plains/8436/ gravidez/html, 1997) ROCHA, Gabriela L. Haack da; Psicóloga; br.geocities.com/glhr/sexo1.htm em 01/06/2007br.geocities.com/glhr/sexo1.htm em 01/06/2007 ROCHA, Gabriela L. Haack da; Psicóloga; em


Carregar ppt "UNIJUI- Universidade Regional do Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul. Profº: Dijalma Cremonese Acadêmica: Merenes Almeida dos Santos Autora: Merenes."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google