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CARTOGRAFIA A cartografia é a ciência da representação gráfica da superfície terrestre, tendo como produto final o mapa. Ou seja, é a ciência que trata.

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1 CARTOGRAFIA A cartografia é a ciência da representação gráfica da superfície terrestre, tendo como produto final o mapa. Ou seja, é a ciência que trata da concepção, produção, difusão, utilização e estudo dos mapas. Na cartografia, as representações de área podem ser acompanhadas de diversas informações, como símbolos, cores, entre outros elementos. A cartografia é essencial para o ensino da Geografia e tornou-se muito importante na educação contemporânea, tanto para as pessoas atenderem às necessidades do seu cotidiano quanto para estudarem o ambiente em que vivem.

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3 O surgimento Na pré-história, a Cartografia era usada para delimitar territórios de caça e pesca. Na Babilônia, os mapas do mundo eram impressos em madeira, mas foram Eratosthenes de Cirene e Hiparco (século III a.C.) que construíram as bases da cartografia moderna, usando um globo como forma e um sistema de longitudes e latitudes. Ptolomeu desenhava os mapas em papel com o mundo dentro de um círculo. Com a era dos descobrimentos, os dados coletados durante as viagens tornaram os mapas mais exatos. Após a descoberta do novo mundo, a cartografia começou a trabalhar com projeções de superfícies curvas em impressões planas. Os primeiros mapas foram traçados no século VI A.C. pelos gregos que, em função de suas expedições militares e de navegação, criaram o principal centro de conhecimento geográfico do mundo ocidental. O mais antigo mapa já encontrado foi confeccionado na Suméria, em uma pequena tábua de argila, representando um Estado.

4 Atualmente Para a geração das imagens pelos satélites, escolhe-se o espectro de luz que se quer enxergar, sendo que alguns podem enviar sinais para captá-los em seu reflexo com a Terra, gerando milhares de possibilidades de informação sobre minerais, concentrações e tipos de vegetação, entre outros. Existem satélites que chegam a enxergar um objeto de até vinte centímetros na superfície da Terra, quando o normal são resoluções de vinte metros. Hoje, a cartografia é feita por meios modernos, como as fotografias aéreas (realizadas por aviões) e o sensoriamento remoto por satélite. Além disso, com os recursos dos computadores, os geógrafos podem obter maior precisão nos cálculos, criando mapas que chegam a ter precisão de até 1 metro.

5 Mapas A localização de qualquer lugar na Terra pode ser mostrada em um mapa. Os mapas são normalmente desenhados em superfícies planas, em proporção reduzida do local da Terra escolhido. Nenhum mapa impresso consegue mostrar todos os aspectos de uma região. Mapas, em contraposição a foto aéreas e dados de satélite, podem mostrar concentração populacional e de renda, diferenças de desenvolvimento social, entre outras informações.

6 Projeções cartográficas O planeta terra é um geóide, logo a única forma possível de representar a terra com perfeição é através de um globo terrestre, ocorrendo distorções em qualquer tentativa de planificá-lo. Nenhum mapa consegue representar o planeta de forma perfeita, respeitando suas formas, áreas e ângulos.geóide,

7 Projeções cartográficas A projeção mais simples e conhecida é a de Mercator (nome do holandês que a criou). Outras técnicas foram evoluindo e muitas outras projeções tentaram desfazer as desigualdades de área perto dos polos com as de perto do equador, como por exemplo a projeção de Gall. Como não há como evitar as deformações, classifica-se cada tipo de projeção de acordo com a característica que permanece correta. Temos então: Como toda proje ç ão resulta em deforma ç ões e incorre ç ões, à s vezes algumas caracter í sticas precisam ser distorcidas para representarmos corretamente as outras. As deforma ç ões podem acontecer em rela ç ão à s distâncias, à s á reas ou aos ângulos. Conforme o sistema de proje ç ão utilizado, as maiores altera ç ões da representa ç ão localizam-se em uma ou outra parte do globo: nas regiões polares, nas equatoriais ou nas latitudes m é dias. É o cart ó grafo define qual é a proje ç ão que vai atender aos objetivos do mapa.

8 Projeções cartográficas Os três principais tipos de projeção são: Projeções equidistantes = distâncias corretas Projeções conformes = igualdade dos ângulos e das formas dos continentes Projeções equivalentes = mostram corretamente a distância e a proporção entre as áreas Projeções Cônicas Projeções Cilíndricas Projeção Azimutal ou Plana

9 Cônicas As Projeções Cônicas são projetadas a partir de um "cone" para posterior planificação. Elaborada a partir de paralelos e apresenta deformação na base do seu vértice. Usada para demonstrar um ou outro hemisfério, por representar com menor distorções as latitudes médias, são usadas em mapas que procurem representar estas áreas com maior precisão. A projeção é feita como se um cone envolvesse o planeta, copiando a imagem da resultante da superfície, para depois planificá-la.

10 cilíndricas Projetada a partir do globo terrestre em um cilindro para serem posteriormente planificadas. Costumam ser projetada como projeções conformes e equidistante. As projeções conformes mantêm os ângulos retos das coordenadas geográficas. Escala real nas proximidades do equador e se deforma nas paralelas mais afastadas da linha do Equador. O Exemplo mais comum destas projeções é a de Mercator.

11 Azimutal ou Plano É a projeção da superfície terrestre sobre um plano a partir de um determinado ponto (ponto de vista). Também chamadas planas ou zenitais, essas projeções deformam áreas distantes desse ponto de vista central. São bastante usadas para representar as áreas polares. Neste exemplo foi escolhido o polo norte como azimute, representado pela linha vermelha. Pode se escolher qualquer ponto da terra para usar como plano de tangência. Apesar das inúmeras possibilidades estas projeções normalmente usam os polos ou a linha do Equador.

12 Projeção de Peters Outra projeção muito utilizada para planisférios é a de Arno Peters, que data de Sua base também é cilíndrica equivalente, e determina uma distribuição dos paralelos com intervalos decrescentes desde o Equador até os pólos, como podemos observar no mapa a seguir. As retas perpendiculares aos paralelos e as linhas meridianas têm intervalos menores, resultando na representação das massas continentais, um significativo achatamento no sentido Leste-Oeste e a deformação no sentido Norte-Sul, na faixa compreendida entre os paralelos 60o Norte e Sul, e acima destes até os pólos, a impressão de alongamento da Terra

13 Outras projeções Projeção ortográfica Projeção de Mollweide Projeção de Goode, que modifica a de Moollweide Projeção de Holzel

14 Escala cartográfica O mapa é uma imagem reduzida de uma determinada superfície. Essa redução - feita com o uso da escala - torna possível a manutenção da proporção do espaço representado. É fácil reconhecer um mapa do Brasil, por exemplo, independente do tamanho em que ele é apresentado, pois a sua confecção obedeceu a determinada escala, que mantém a sua forma. A escala cartográfica estabelece, portanto, uma relação de proporcionalidade entre as distâncias lineares num desenho (mapa) e as distâncias correspondentes na realidade.

15 As escalas podem ser indicadas de duas maneiras, através de uma representação gráfica ou de uma representação numérica. De acordo com este exemplo cada segmento de 1cm é equivalente a 3 km no terreno, 2 cm a 6 km, e assim sucessivamente. Caso a distância no mapa, entre duas localidades seja de 3,5 cm, a distância real entre elas será de 3,5 X 3, ou 10,5 km (dez quilômetros e meio). A escala gráfica apresenta a vantagem de estabelecer direta e visualmente a relação de proporção existente entre as distâncias do mapa e do território. Escala gr á fica A escala gráfica é representada por um pequeno segmento de reta graduado, sobre o qual está estabelecida diretamente a relação entre as distâncias no mapa, indicadas a cada trecho deste segmento, e a distância real de um território. Observe:

16 Escala numérica A escala numérica é estabelecida através de uma relação matemática, normalmente representada por uma razão, por exemplo: 1: (1 por ). A primeira informação que ela fornece é a quantidade de vezes em que o espaço representado foi reduzido. Neste exemplo, o mapa é vezes menor que o tamanho real da superfície que ele representa. Na escala numérica as unidades, tanto do numerador como do denominador, são indicadas em cm. O numerador é sempre 1 e indica o valor de 1cm no mapa. O denominador é a unidade variável e indica o valor em cm correspondente no território. No caso da escala exemplificada (1: ), 1cm no mapa representa cm no terreno, ou 3 km. Trata-se portanto da representação numérica da mesma escala gráfica apresentada anteriormente. Caso o mapa seja confeccionado na escala 1 300, cada 1cm no mapa representa 300 cm ou 3 m. Para fazer estas transformações é necessário aplicar a escala métrica decimal:

17 ou Aplicação da escala A escala (E) de um mapa é a relação entre a distância no mapa (d) e a distância real (D). Isto é:

18 As questões que envolvem o uso da escala estão geralmente relacionadas a três situações: 1. Calcular a distância real entre dois pontos, separados por 5 cm (d), num mapa de escala (E) 1: Calcular a distância no mapa (d) de escala (E) 1: entre dois pontos situados a 15 km de distância (D) um do outro.

19 Como calcular distâncias? Usando a escala sabe-se que E = escala; D = distância na realidade e d = distância gráfica. Para encontrar "E", utiliza-se a seguinte fórmula: E = D / d Exemplo: a medida real ( D ) é de 40 km e a distância gráfica ( d ) é de 5 cm E = 40 / 5 cm = 8km E = 1: cm 3. Calcular a escala (E), sabendo-se que a distância entre dois pontos no mapa (d) de 5 cm representa a distância real (D) de 15 km.

20 Para encontrar "D", utiliza-se a seguinte fórmula: D = d E Exemplo: a distância gráfica ( d ) entre duas cidades é de 5 centímetros e a escala ( E ) é de 1: D = 5 x cm D = 5 x 8 = 40 D = 40Km Como calcular distâncias? Usando a escala sabe-se que E = escala; D = distância na realidade e d = distância gráfica. Para encontrar "E", utiliza-se a seguinte fórmula: E = D / d Exemplo: a medida real ( D ) é de 40 km e a distância gráfica ( d ) é de 5 cm E = 40 / 5 cm = 8km E = 1: cm

21 Para encontrar "d" utiliza-se a seguinte fórmula: d = D / E Exemplo: a escala ( E ) é de 1: e a medida real ( D ) é de 40 km. d = 40 km / d = 40 / 8 = 5 d = 5cm

22 Escala Grande e Pequena Para a elaboração de mapas de superfícies muito extensas é necessário que sejam utilizadas escalas que reduzam muito os elementos representados. Esses mapas não apresentam detalhes e são elaborados em pequena escala. Portanto, quanto maior o denominador da escala, maior é a redução aplicada para a sua elaboração e menor será a escala. As escalas grandes são aqueles que reduzem menos o espaço representado pelo mapa e, por essa razão, é possível um maior detalhamento dos elementos existentes. Por isso, são aquelas cujo denominador é menor. As escalas maiores normalmente são denominadas de plantas que podem ser utilizadas num projeto arquitetônico ou para representar uma cidade. De acordo com os exemplos já citados a escala 1: 300 é maior do que a escala 1:

23 De uma forma geral, podemos dizer que os mapas de pequena escala são aqueles que apresentam pouco pormenor, ou seja, aqueles em que a realidade foi muito reduzida. Representam grandes áreas, como o mundo.

24 Por outro lado, os mapas de grande escala são aqueles que apresentam grande pormenor, ou seja, aqueles em que a realidade foi pouco reduzida. Representam pequenas áreas, como conselho, cidades ou bairros.

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26 Mapa Físico Mapa Político Mapa Humano

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