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Capa Conservação e Recuperação Ambiental (Drenagem) Saneamento e Meio Ambiente Prof. M.Sc. Ricardo Molto Pereira.

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1 Capa Conservação e Recuperação Ambiental (Drenagem) Saneamento e Meio Ambiente Prof. M.Sc. Ricardo Molto Pereira

2 Mini Currículo Graduação em Engenharia Civil – UNESP – Bauru – Bolsista FAPESP – IC em Sistemas de Alagados Construídos Mestrado em Recursos Hídricos e Tecnologias Ambientais – UNESP – Ilha Solteira/Bauru/Guaratinguetá – Bolsista CAPES – Tratamento de Esgoto através de Sistemas de Wetlands Doutorando em Irrigação e Drenagem – UNESP – Botucatu (Lageado)

3 Mini Currículo Estágio em docência – DEC – UNESP – Bauru – Saneamento Professor – UNESP Bauru – Hidráulica – Engenharia Civil – Saneamento – Engenharia Civil – Drenagem Urbana – Engenharia Civil Membro do GEAC (Grupo de Estudos em Alagados Construídos)

4 Mini Currículo Professor – UNILINS – Conservação e Recuperação Ambiental (Eng. Ambiental) – Poluição Ambiental (Eng. Ambiental) – Processos e Operações Unitária I e II (Eng. Ambiental) – Engenharia Econômica (Engenharias) – Física I e II (Processos Químicos e Engenharias) – Algebra Linear e Geometria Analítica (Processos Químicos) – Estatística (Processos Químicos) – Pós Graduação

5 Mini Currículo Diretor de Projetos - INOVATEC Saneamento e Meio Ambiente – Projeto Básico de Macrodrenagem da Bacia do Córrego Tocantins - Adamantina-SP – Projeto Executivo da Canalização do Córrego dos Pires - Jaú-SP – Projeto Básico de Macrodrenagem da Bacia do Córrego dos Pires - Jáu-SP – Projeto de Contenção de Águas Pluviais – Loteamento Particular Araraquara – Estudo Hidromecânico do Hidroanel de Botucatu – Dimensionamento e Projeto Básico do Sistema Regional de Adução - Rio Sorocaba – Projeto Executivo – Parque Balenário Paraguaçu Paulista – Projetos de ETEs Frigorífico FRIGOL Usinas Equipav, Biopav, DaMata. Município de Dourado-SP Santo Antonio do Araranguá Santa Maria do Gurupá UNESP Bauru

6 Objetivos Gerais – Compreender as interligações dos conceitos de drenagem com a conservação e recuperação ambiental através de estudos de casos. Específicos – Impermeabilização de solo e ocupação urbana – Chuvas de projeto e obtenção de dados – Mapeamento da bacia de contribuição – Projeto de sistemas de galerias de águas pluviais – Projeto de sistemas de amortecimento e contenção de águas pluviais

7 IMPERMEABILIZAÇÃO DO SOLO E OCUPAÇÃO URBANA Capacidade de infiltração de água no solo – Solo seco – Solo encharcado Capacidade de retenção de água na camada superficial – Vegetação – Sistemas de amortecimento Coeficiente de Impermeabilização Situação atual e futura da bacia de contribuição

8 IMPERMEABILIZAÇÃO DO SOLO E OCUPAÇÃO URBANA Escoamento Superficial – Velocidade – Quantidade – Colapsividade do solo Enxurradas Efeito do acúmulo de água em regiões baixas

9 CHUVAS DE PROJETO E OBTENÇÃO DE DADOS Volume de água precipitada – Por exemplo 230 mm Duração do evento Intensidade de chuva – Por exemplo 80 mm/h Prazo de recorrência do evento Transformação chuva-vazão

10 MAPEAMENTO DA BACIA Levantamento Planialtimétrico Software Spring Software GPRH – Grupo de Pesquisas em Recursos Hídricos Google Earth

11 PROJETO DE SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS

12 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: Fonte: Notas de Aula – Professor Carlos Fernandes de Medeiros Filho – Univ. Fed. De Campina Grande

13 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 1 - SARJETAS FUNÇÃO:Coletar a água que escoa na superfície, bem como os despejos das edificações e destiná-la às bocas coletoras. CLASSIFICAÇÃO:Quanto à localização: - Nas laterais - Perimetral - Central Quanto à seção transversal - Triangular - Circular - Retangular - Trapezoidal - Mista

14 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 1 - SARJETAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à localização: - Nas laterais - Perimetral - Central Quanto à seção transversal - Triangular - Circular - Retangular - Trapezoidal - Mista

15 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 1 - SARJETAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à localização: - Nas laterais - Perimetral - Central Quanto à seção transversal - Triangular - Circular - Retangular - Trapezoidal - Mista

16 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 1 - SARJETAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à localização: - Nas laterais - Perimetral - Central Quanto à seção transversal - Triangular - Circular - Retangular - Trapezoidal - Mista

17 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 1 - SARJETAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à localização: - Nas laterais - Perimetral - Central Quanto à seção transversal - Triangular - Circular - Retangular - Trapezoidal - Mista

18 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 1 - SARJETAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à localização: - Nas laterais - Perimetral - Central Quanto à seção transversal - Triangular - Circular - Retangular - Trapezoidal - Mista

19 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 1 - SARJETAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à localização: - Nas laterais - Perimetral - Central Quanto à seção transversal - Triangular - Circular - Retangular - Trapezoidal - Mista

20 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 1 - SARJETAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à localização: - Nas laterais - Perimetral - Central Quanto à seção transversal - Triangular - Circular - Retangular - Trapezoidal - Mista

21 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 1 - SARJETAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à localização: - Nas laterais - Perimetral - Central Quanto à seção transversal - Triangular - Circular - Retangular - Trapezoidal - Mista

22 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 1 - SARJETAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à localização: - Nas laterais - Perimetral - Central Quanto à seção transversal - Triangular - Circular - Retangular - Trapezoidal - Mista

23 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: Fonte: Notas de Aula – Professor Carlos Fernandes de Medeiros Filho – Univ. Fed. De Campina Grande

24 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 2 - BOCAS COLETORAS FUNÇÃO:Coletar a água que escoa pelas sarjetas e destiná-la aos tubos de ligação CLASSIFICAÇÃO:Quanto à entrada: - Simples ou lateral - Gradeadas - Combinadas - Múltipla Quanto à localização ao longo das sarjetas - Intermediárias - De cruzamentos - De pontos baixos Quanto ao operação - Livre - Afogada

25 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 2 - BOCAS COLETORAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à entrada: - Simples ou lateral - Gradeadas - Combinadas - Múltipla Quanto à localização - Intermediárias - De cruzamentos - De pontos baixos Quanto ao operação - Livre - Afogada Fonte: Notas de Aula – Professor Carlos Fernandes de Medeiros Filho – Univ. Fed. De Campina Grande

26 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 2 - BOCAS COLETORAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à entrada: - Simples ou lateral - Gradeadas - Combinadas - Múltipla Quanto à localização - Intermediárias - De cruzamentos - De pontos baixos Quanto ao operação - Livre - Afogada Fonte: Notas de Aula – Professor Carlos Fernandes de Medeiros Filho – Univ. Fed. De Campina Grande

27 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 2 - BOCAS COLETORAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à entrada: - Simples ou lateral - Gradeadas - Combinadas - Múltipla Quanto à localização - Intermediárias - De cruzamentos - De pontos baixos Quanto ao operação - Livre - Afogada Fonte: Notas de Aula – Professor Carlos Fernandes de Medeiros Filho – Univ. Fed. De Campina Grande

28 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 2 - BOCAS COLETORAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à entrada: - Simples ou lateral - Gradeadas - Combinadas - Múltipla Quanto à localização - Intermediárias - De cruzamentos - De pontos baixos Quanto ao operação - Livre - Afogada Fonte: Notas de Aula – Professor Carlos Fernandes de Medeiros Filho – Univ. Fed. De Campina Grande

29 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 2 - BOCAS COLETORAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à entrada: - Simples ou lateral - Gradeadas - Combinadas - Múltipla Quanto à localização - Intermediárias - De cruzamentos - De pontos baixos Quanto ao operação - Livre - Afogada

30 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 2 - BOCAS COLETORAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à entrada: - Simples ou lateral - Gradeadas - Combinadas - Múltipla Quanto à localização - Intermediárias - De cruzamentos - De pontos baixos Quanto ao operação - Livre - Afogada

31 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 2 - BOCAS COLETORAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à entrada: - Simples ou lateral - Gradeadas - Combinadas - Múltipla Quanto à localização - Intermediárias - De cruzamentos - De pontos baixos Quanto ao operação - Livre - Afogada

32 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 2 - BOCAS COLETORAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à entrada: - Simples ou lateral - Gradeadas - Combinadas - Múltipla Quanto à localização - Intermediárias - De cruzamentos - De pontos baixos Quanto ao operação - Livre - Afogada

33 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 2 - BOCAS COLETORAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à entrada: - Simples ou lateral - Gradeadas - Combinadas - Múltipla Quanto à localização - Intermediárias - De cruzamentos - De pontos baixos Quanto ao operação - Livre - Afogada

34 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 2 - BOCAS COLETORAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à entrada: - Simples ou lateral - Gradeadas - Combinadas - Múltipla Quanto à localização - Intermediárias - De cruzamentos - De pontos baixos Quanto ao operação - Livre - Afogada

35 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 2 - BOCAS COLETORAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à entrada: - Simples ou lateral - Gradeadas - Combinadas - Múltipla Quanto à localização - Intermediárias - De cruzamentos - De pontos baixos Quanto ao operação - Livre - Afogada CORTE BCORTE A

36 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 2 - BOCAS COLETORAS CLASSIFICAÇÃO: Quanto à entrada: - Simples ou lateral - Gradeadas - Combinadas - Múltipla Quanto à localização - Intermediárias - De cruzamentos - De pontos baixos Quanto ao operação - Livre - Afogada CORTE BCORTE A

37 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: Fonte: Notas de Aula – Professor Carlos Fernandes de Medeiros Filho – Univ. Fed. De Campina Grande

38 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 3 – TUBOS DE LIGAÇÃO FUNÇÃO:Coletar a água das bocas coletoras ou das caixas mortas, e destiná-la aos poços de visita, os quais são os dispositivos de entrada das águas pluviais no sistema de galerias subterrâneas. 4 – CAIXAS MORTAS FUNÇÃO:Têm a função de interligas mais de um tubo de ligação. Elas podem apresentar até 3 entradas de tubos de ligação e deve conter apenas 1saída para outra caixa morta ou para os poços de visita

39 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: Fonte: Notas de Aula – Professor Carlos Fernandes de Medeiros Filho – Univ. Fed. De Campina Grande

40 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 5 – POÇOS DE VISITA FUNÇÃO:Câmara visitável que têm a função de coletar a água pluvial proveniente de várias bocas coletoras, ou de várias galerias (junção de galerias), e destiná-las até o corpo receptor ou sistemas de contenção. O poço de visita é também utilizado para manutenção do sistema.

41 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 5 – POÇO DE VISITA Fonte: Notas de Aula – Professor Carlos Fernandes de Medeiros Filho – Univ. Fed. De Campina Grande

42 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 6 – POÇOS DE QUEDA FUNÇÃO:Possuem as mesmas funções do poço de visita, no entanto se houver um desnível maior que 50 cm entre o fundo do poço e a tubulação de chegada, se faz necessário a criação de um anteparo para evitar processo de erosão ou desgaste das paredes devido a energia da chegada da água

43 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 6 – POÇOS DE QUEDA Fonte: Notas de Aula – Professor Carlos Fernandes de Medeiros Filho – Univ. Fed. De Campina Grande

44 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: Fonte: Notas de Aula – Professor Carlos Fernandes de Medeiros Filho – Univ. Fed. De Campina Grande

45 OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO OS SISTEMAS DE GALERIAS DE ÁGUAS PLUVIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DRENAGEM – PROCEDIMENTOS DE PROJETO DRENAGEM URBANA - Prof. Msc. Ricardo Molto Pereira – CONCEITOS FUNDAMENTAIS: 7– GALERIAS SUBTERRÂNEAS FUNÇÃO:Encaminhar as águas pluviais provenientes do escoamento superficial por condutos fechados até o corpo receptor ou sistema de contenção. CARACTERÍSTICAS:- Deve possuir diâmetro maior que 400mm - Micro-drenagem Tipo de Ocupação Período de Retorno ______________________________________________________ 1. Residencial 2 anos 2. Áreas comerciais 5 anos 3. Áreas com edifícios públicos 5 anos 4. Distritos industriais 10 anos 5. Áreas comerciais muito valorizadas 5 a 10 anos 6. Aeroportos 2 a 5 anos 7. Terminais de passageiros 5 a 10 anos - Macro-drenagem – Período de retorno de 100 anos

46 PROJETO DE SISTEMAS DE AMORTECIMENTO E CONTENÇÃO DE ÁGUAS PLUVIAL Visualização de projetos e estudo de casos

47 Referências Bibliográficas GRIBBIN, J. E., Introdução à Hidráulica, Hidrologia e Gestão de Águas Pluviais, pág , 3ª Edição, Manhattan, Editora Cengage Learning, 2009 DRENAGEM URBANA: Manual de Projeto, Departamento de Águas e Energia Elétrica, 2ª edição corrigida, São Paulo, DAEE/CETESB, GUIA PRÁTICO PARA PROJETOS DE PEQUENAS OBRAS HIDRÁULICAS, DAEE, FILHO, C. F. M., Notas de aula de drenagem, Web-site:


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