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ECONOMIA 2012 O ESTUDO DA ECONOMIA Prof Paulo J.M.Godinho.

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Apresentação em tema: "ECONOMIA 2012 O ESTUDO DA ECONOMIA Prof Paulo J.M.Godinho."— Transcrição da apresentação:

1 ECONOMIA 2012 O ESTUDO DA ECONOMIA Prof Paulo J.M.Godinho

2 PROGRAMA DE ESTUDO 1. Dimensões Históricas e Sociais da Economia 2. Objeto da Ciência econômica 3. O que é economia 4. Divisão e Natureza da Economia 5. Conceitos de Microeconomia e Macroeconomia 6. Do que se ocupa a economia 7. Escassez de Recursos 8. A questão da escassez e os Problemas econômicos fundamentais 9. Bens Econômicos

3 PROGRAMA DE ESTUDO 10. Sistema Econômico 11. Definição e Composição do Sistema Econômico 12. Fluxos do sistema Econômico 13. Introdução à Micro Economia – Conceito – 13.1 – Pressupostos Básicos – – Hipóteses coeteris paribus – – Papel dos Preços Relativos – 13,1,3, -Objetivos da Empresa

4 14. Aplicação da Análise Microeconômica 15. Divisão do Estudo Microeconômico – Análise da Demanda – Análise da Oferta – Análise das Estruturas do Mercado – Teoria do Equilíbrio Geral 16. O Mercado, Composição e Preços 17. Demanda de Mercado Outras Variáveis que afetam a demanda de um bem Oferta de Mercado Determinação do Preço de Equilíbrio Classificação dos Mercados Ação Governamental e Abusas de Mercado

5 Dimensões Histórias da Ciência Econômica. Século XVIII- Adam Smith = A riqueza das nações em Teoria Geral – John MaynRD Keynes O Capital – Karl Marx Através de instituições, principalmente do estado, os grupos de dominação procuram interferir numa distribuição de renda que lhes seja conveniente. Por exemplo, (no Brasil),os agricultores na época da política do café com leite, mantinham o uso da Política do Estado para lhes conceder vantagens econômicas.O mesmo ocorre com os industriais que querem se apropriar-se de crédito subsidiado ou tarifas aduaneiras que lhes protejam o mercado interno, fora da competição externa, garantindo-lhes lucros maiores.

6 Ainda as dimensões históricas De outro lado, o mesmo ocorre de forma não muito distinta com a ação dos trabalhadores organizados, petroleiros, metalúrgicos do ABC, bancários, etc., que conseguem melhores salários que os trabalhadores pouco organizados, logo com menor força política. Pode-se também referenciar à oligarquia nordestina que politicamente vem de longa data se beneficiando com as transferências de rendas inter- regionais.

7 OBJETO DA CIÊNCIA ECONÔMICA Em economia tudo se resume a uma restrição física- a lei da escassez, isto é, produzir o máximo possível de bens e serviços a partir de recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Na realidade ocorre a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens- chamados bens econômicos. Temos matéria-prima abundante, mas as necessidades humanas, entendidas as econômicas, são ilimitadas,contudo, a sua satisfação é limitada pela escassez de recursos para produzir os bens e serviços de que necessitamos para satisfazerem essas mesmas necessidades. As necessidades variam de acordo com a classe social, variando pela necessidade básica de alimentação para a necessidade de se ter uma mansão.

8 O PROBLEMA DA ECONOMIA O OBJETO DA ECONOMIA PODE SER DESCRITO COMO: COM DESEJOS ILIMITAOS E RECURSOS LIMITADOS, O PROBLEMA FUNDAMENTAL DA ECONOMIA É A ESCASSEZ. FUNDAMENTAL DEFINIR - O que produzir? - Como produzir ? - Para quem produzir?

9 O QUE É ECONOMIA A partir do conceito da escassez fica fácil entender o que é economia. O sentido da palavra é grega OIKOS, que significa casa,riqueza, fortuna, patrimônio e NOMOS que significa estudo ou administração. Economia é então a ciência social que se ocupa da administração dos recursos escassos entre usos alternativos e fins competitivos, ou Economia é o estudo da organização social, através da qual os homens satisfazem suas necessidades de bens e serviços escassos. Em síntese Economia é o estudo de como a sociedade decide empregar recursos escassos, que poderiam ter utilizações alternativas, para produzir bens variados e distribuí-los pra o consumo,agora ou no futuro, entre os varios indivíduos e grupos da sociedade,

10 OUTROS ENFOQUES DA ECONOMIA Alfred Marshall, o grande economista de Cambridge, se referia sobre economia é era o estudo da humanidade, no que se referia aos negócios normais da vida.Pode-se acrescentar que é como as pessoas são influenciadas sobre as questões econômicas através das empresas, dos sindicatos e do governo. Entender o funcionamento da Economia é entender a maior parte de nossa vida. A maioria de nós passa os anos meditando sobre a relação entre o dinheiro que ganhamos e o dinheiro que necessitamos, ficando nosso pensamento suspenso, por assim dizer, entre um e outro.

11 DIVISÕES E NATUREZA DA ECONOMIA. Na Grécia antiga,Economia significava a arte de bem administrar o lar, levando-se em conta a renda familiar e os gastos efetuados, durante um período. A microeconomia ensinou as regras básicas para a administração de uma casa, para a caça, pesca, agricultura e o manejo dos escravos. Modernamente a economia, define-se como a ciência que estuda o emprego de recursos escassos, entre usos alternativos, com o fim de obter os melhores resultados, seja na produção de bens, ou na prestação de serviços

12 A ECONOMIA COM CIÊNCIA A teoria cientifica, em geral, procura estabelecer relações de causas e efeito a partir de evidências do mundo real.Da mesma forma a economia baseia-se em evidências para estabelecer relações e leis econômicas. A dificuldade é não poder controlar evidências, com fazem a Agronomia e a Química, por meio de seus testes de laboratório. Como uma ciência social, não podendo controlar evidências e incluir todas as variáveis possíveis em seus modelos,a Economia não faz previsões concretas com certeza matemática, mas indica probabilidade da ocorrência de eventos econômicos.Elas são feita dentro de uma margem de erro aceitável, determinadas estatisticamente. Por exemplo: quando se diz que as quantidades demandas de carne bovina dependem do preço, significa que, se o preço baixar, aumentarão as quantidades de demandas no mercado e vice-versa. Para os marxistas, a atividade econômica tem sempre um cunho social, para os neoclássicos, assume um cunho individualista.

13 CONCEITOS DE MICRO ECONOMIA E DE MACRO ECONOMIA. A microeconomia estuda o comportamento dos consumidores, das firmas e dos mercados individualmente. Pode ser considerado o estudo das escolhas feitas por famílias, firmas e governos, e como essas escolhas afetamos mercados. Por exemplo você pode analisar como os consumidores responderiam a um aumento no preço da gasolina: gastando menos/e ou comprando carros mais econômicos.Do mesmo modo você pode estudar como uma firma que detém o monopólio da produção de uma nova droga determina o preço desta droga.Você estuda como os preços são estabelecidos em um mercado individual.

14 OS CONCEITOS DA MICROECONOMIA E DA MACROECONOMIA A Macroeconomia por sua vez diz respeito aos grandes agregados nacionais, estuda o funcionamento do conjunto da economia de um país, envolvendo o nível geral de preços, a formação da renda nacional, mudanças na taxa de desemprego, taxa de câmbio, balanço de pagamentos, etc. É a parte que trata da economia de um país como um todo.Esse é o campo da economia que focaliza os temas econômicos vistos frequentemente na mídia: desemprego, inflação, crescimento, comércio, indústria e produto interno bruto.

15 COMPREENDENDO AS DIFERENÇAS ENTRE A MICRO E A MACRO ECONOMIA. 1. Em micro, você pode estudar o que determina o número de automóveis no Brasil, Em macro você estudara o que determina o produto total da economia brasileira com um todo; 2. Em micro, você pode estudar por que há trabalhadores desempregados na indústria metal mecânica. Em macro, você estudará o que determina o desemprego com um todo. 3.Em micro você estudara o por que o preço do milho sobe por causa de um má safra, já na macro estudará o por que os preços podem estar subindo à taxa de 5% ao ano.

16 ESCASSEZ DE RECURSOS A economia fundamenta sua existência na escassez de bens e serviços para consumo e uso no sistema produtivo.Se todos os bens fossem livres, o problema econômico fundamental de quanto, como e para quem produzir deixaria de existir. Mas os bens são econômicos, isto é, relativamente raros;Os recursos escassos são:os insumos, ou fatores de produção utilizados no processo produtivo para obter outros bens, destinados à satisfação das necessidades dos consumidores.

17 OS FATORES DE PRODUÇÃO a) Terra, ou recursos naturais, são criados pelos atos da natureza e utilizados para produzir bens e serviços, por exemplo: terras aráveis, depósitos minerais, depósitos de óleo e gás.água e plantas naturais B) Trabalho ou recursos humanos, é o esforço usado para produzir bens e serviços, incluindo esforço físico e mental. O trabalho é escasso porque há apenas 24 horas em cada dia: se gastarmos tempo em uma atividade, teremos menos tempo para outras atividades. Este fator engloba os trabalhadores qualificados e não qualificados, pessoal administrativo, técnicos, engenheiros, gerentes e administradores.

18 AINDA OS FATORES DE PRODUÇÃO C) Capital físico, é um objeto feito por seres humanos e usado para produzir bens e serviços. Este fator compreende o conjunto de bens e serviços, como máquinas, equipamentos, prédios, ferramentas e dinheiro, necessários para a produção de outros bens e serviços.O Capital financeiro, necessário para aquisição do capital fixo e giro dos negócios (pagamento de salários e serviços, compra de matérias-primas) pode ser obtido em parte pelo crédito bancário.

19 AINDA OS FATORES DE PRODUÇÃO d) Capacidade empresarial, envolvendo um segmento dos recursos humanos da economia, que assume riscos de perder seu capital,ou capital tomado emprestado, ao empreender um negócio e) Tecnologia, envolve o conjunto de habilidades e de conhecimentos que dão sustentação ao processo produtivo.É o aperfeiçoamento dos meios de produção.É a invenção, a inovação dos produtos

20 QUESTÕES DA ESCASSEZ E OS PROBLEMAS ECONÔMICOS FUNDAMENTAIS Todas as sociedade, qualquer que seja seu tipo de organização econômica ou regime político, são obrigados a fazer opções, escolhas entre as alternativas, uma vez que os recursos não são abundantes.Elas são obrigadas a fazer escolhas sobre o O QUE E QUANTO, COMO E PARA QUEM produzir. O que e quanto produzir: a sociedade deve decidir se produz mais bens de consumo ou bens de capital,ou, como num exemplo clássico: quer produzir manteiga? Em que quantidade? Os recursos devem ser dirigidos para a produção de mais bens de consumo, ou bens de capital?

21 AINDA AS QUESTÕE FUNDAMENTAIS Como produzir trata-se de uma questão de eficiência produtiva: serão utilizados métodos de produção com capital intensivo? Ou mão de obra intensiva? Ou terra intensiva. Isso depende da disponibilidade de recursos de cada país. Para quem produzir: a sociedade deve decidir quais setores que serão beneficiados na distribuição de produto: Mercado Interno ou Mercado Externo? Região sul ou norte?, ou seja trata-se de decidir como será distribuída a renda gerada pela atividade econômica.

22 BENS ECONÔMICOS Um bem econômico é o que possui uma raridade relativa e, portanto, um preço. A escassez só existe porque há procura para o bem, que tem uma utilidade suscetível de atender determinada necessidade dos consumidores. O produto é um bem, porque satisfaz uma necessidade humana. O fumo, embora faça mal à saúde, é considerado um bem econômico, porque satisfaz a necessidade do fumante. A economia, como ciência, não entra nas considerações éticas ou de juízo de valor, o consumidor é soberano, em função, de suas escolhas,necessidades e renda de que dispõe para adquirir é que determina os bens que consomem.

23 DIVISÃO DOS BENS DE CONSUMO Existem bens abundantes e úteis aos homens se encontram fora da economia. Estes são os bens livres, ou seja, os que se encontram disponíveis a custo zero. O ar atmosférico constitui um exemplo típico de bem livre e, de certo modo,a água dos rios, já quando a água utilizada em irrigação é taxada deixa de ser um bem livre, assim como a água tratada que é servida em nossos lares.

24 BENS DE CONSUMO DURÁVEIS E NÃO DURÁVEIS. Os bens de consumo duráveis são aqueles utilizados por um longo período, exemplo: veículo, geladeira, etc., enquanto os não duráveis, como os alimentos são utilizados uma única vez. Por sua vez os bens intermediários, são os utilizados para produzirem outros bens, tais como: matérias primas, barra de aço, material de escritório. O consumo de bens duráveis e não duráveis está ligado diretamente a renda das pessoas que tem necessidade de tais bens, mesmo assim precisam priorizar o que vão consumir, senão possuírem renda para um consumo de toda sua necessidade.

25 A OFERTA DO PRODUTO É necessário que se oferte o produto para o consumo, mas pode ocorrer a escassez do produto ou de matérias primas que o compõem ou ainda a inexistência de métodos para sua fabricação,como exemplos: O petróleo quadruplicou de preços em 1970, o Brasil não tinha a auto-suficiência e necessitou importar petróleo, mas pela falta de divisas recorreu a um certo racionamento do petróleo, que só foi solucionado com o empréstimos de divisas no exterior, o que culminou com o aumento da dívida externa. Exemplos também são os dos remédios para cura definitiva do câncer ou AIDS, não basta o comprador ter a necessidade, neste caso inexiste o produto.

26 SISTEMA ECONÔMICO DEFINIÇÃO DE UM SISTEMA ECONÔMICO. Nas sociedades modernas, onde é produzido um grande número de bens e serviços podemos observar que o consumo de uma pessoa é composto por bens e serviços produzidos em áreas de atividades econômicas diferentes daquela em que exerce seu trabalho.Um operário que trabalhe numa metalúrgica, por exemplo, produz chapas de aço, mas necessita de alimentos, roupas, uma casa, transportes, etc. O operário troca sua força de trabalho por um salário que lhe permite adquirir os bens e serviços de que necessita. Isto ocorre em razão do funcionamento daquilo que chamamos de um sistema econômico.

27 DEFININDO O SISTEMA ECONÔMICO A reunião dos diversos elementos participantes da produção de bens e serviços que satisfazem as necessidades da sociedade, organizada não apenas do ponto de visto econômico, mas também social, jurídico, institucional, etc. Observe que não são apenas pessoas que integram um sistema econômico,mas todos os fatores de produção: trabalho, capital e recursos naturais.Obviamente eles precisam estar organizados de tal forma que a sua combinação resulte em algum bem ou serviço. Uma empresa de informática, produz informação para utilização de algum setor produtivo, assim como também a chapa de aço produzida pela Metalúrgica.

28 COMPOSIÇÃODO SISTEMA ECONÔMICO. 1. Setor Primário: constituído pelas unidades produtoras que utilizam intensamente os recursos naturais e não introduzem transformações substanciais em seus produtos. Neste grupo estão as unidades, produtoras que desenvolvem atividades agrícolas, pecuárias e extrativas, sejam minerais, animais ou vegetais. 2.Setor Secundário: constituída pelas unidades produtoras dedicadas às atividades industriais, através das quais os bens são transformados. Caracterizadas pela intensa utilização do fator de produção, capital, sob a forma de máquinas e equipamentos, Indústria de automóvel, de refrigerante e de roupas são exemplos de unidades do setor secundário.

29 COMPOSIÇÃO DO SISTEMA ECONÔMICO. 2. Setor Terciário: este setor se diferencia dos outros pelo fato de seu produto não ser tangível, concreto, embora seja de grande importância no sistema econômico.É composto pelas unidades produtoras que prestam serviços, como os bancos, as escolar, as empresas de transporte, etc. Poderemos ter uma idéia do grau do desenvolvimento de um país, se observarmos a importância relativa dos três setores em seu sistema econômico. Uma economia de setor primário, quase sempre revela um nível de desenvolvimento não satisfatório, enquanto que aquelas que que o setor secundário é preponderante apresentam um maior grau de desenvolvimento.

30 OS FLUXOS DO SISTEMA ECONÔMICO. Durante o processo produtivo as unidades remuneram os fatores de produção por elas empregados: pagam salários aos seus trabalhadores, aluguel pela instalações que ocupam, juros pelos financiamento obtidos e distribuem lucros aos seus proprietários. Este é um aspecto fundamental do sistema econômico, e que garante sua eficiência: as unidades produtoras, ao mesmo tempo em que produzem bens e serviços, remuneram os fatores de produção por elas empregados, permitindo que pessoas adquiram bens e serviços produzidos por todas as outras unidades produtoras.

31 OS DOIS FLUXOS EXISTENTES O Fluxo Real, formado pelo bens e serviços produzidos, constituindo a oferta da economia, ou seja, tudo aquilo que foi produzidos e está à disposição dos consumidores. O fluxo monetário, formado pela total da remuneração dos fatores produtivos é a demanda ou a procura da economia, ou seja, aquilo que as pessoas procuram para satisfazer suas necessidades e desejos. A oferta e a procura são as duas funções mais importantes de um sistema econômico. Essas duas funções formam o mercado onde as pessoas que querem vender se encontram com as pessoas que querem comprar.

32 INTRODUÇÃO DA MICROECONOMIA Microeconomia é o ramo da Economia que trata da firma comercial e do lar, a estrutura celular de base, assim, a riqueza sugestiva do microscópio e da microbiologia. E daí passa a tratar do mercado – para revelar, ou de qualquer forma imaginar, como os consumidores, dadas suas rendas e preferências, atua reciprocamente através do mercado junto às empresas comerciais para determinar o que é produzido, em que quantidade, com que margem de lucro e a que preço

33 O DESIQUILIBRIO ENTRE AS FORÇAS As pessoas não tem renda para comprar tudo o que necessitam então o que é produzido não é absorvido, gerando a depressão econômica. Ou as pessoas e o governo poderiam gastar mais do que o que se consegue produzir e ai estaremos produzindo a inflação de demanda. Ambos os fatos já ocorreram em fases distintas na economia Brasileira.

34 O CONCEITO DE MICROECONÔMIA A Microeconomia ou Teoria dos Preços, analisa a formação de preços no mercado, ou seja, como a empresa e o consumidor interagem e decidem qual o preço e a quantidade de um determinado bem ou serviço em mercados específicos. Assim, enquanto a macroeconomia enfoca o comportamento da economia como um todo, considerando, variáveis globais como o consumo agregado, renda nacional e investimentos globais, a análise microeconômica preocupa-se com a formação de preços de bens e serviços (soja,automóvel) e de fatores de produção (salários, aluguéis, lucros) em mercados específicos

35 A TEORIA MICROECONÔMICA Não deve ser confundida com a teoria das empresas, a teoria micro tem aspecto distinto e se preocupa com o funcionamento da oferta e da demanda na formação do preço de mercado. Já a economia da empresa tem estudo específico, prevalece a visão contábil e financeira na formação do preço e da venda de seus produtos, baseado principalmente no custo de produção, diferente da micro em que prevalece a visão de mercado apenas.

36 PRESSUPOSTOS BÁSICOS DA ANÁLISE MICROECONÔMICA A hipótese coeteris paribus, ou seja, tudo o mais permanece constantemo foco do estudo é dirigido apenas àquele mercado, analisando-se o papel que a oferta e a demanda nele exercem, supondo que outras variáveis interfiram muito pouco, ou que não interfiram de maneira absoluta. Por exemplo: para analisarmos a efetividade de um produto no mercado, admitimos que a renda do consumidor deste produto não se altere e que também o preço permaneça estável.

37 PREÇO RELATIVO X PREÇO ABSOLUTO. Na análise microeconômica, são mais relevantes os preços relativos, isto é, preços de um bem em relação aos demais, do que os preços absolutos (isolados) das mercadorias. Por exemplo: se o preço do Gol 1000 cair 10 %, mas se um similar de outra montadora também cair os mesmos 10 %, isto significará que não teremos grande alteração na demanda, ou pelo menos influência das demandas dos produtos. Entretanto, se só o preço do gol 1000 cair isto poderá desencadear um desequilíbrio na, pois mesmo que o preço do veículo da outra montadora não tenha de alterado, seu preço relativo sofre uma alteração pela comparação do Gol l000 em relação ao seu veículo.

38 O PRINCÍPIO DA RACIONALIDADE Segundo o qual o empresário sempre busca a maximização do lucro total, otimizando a utilização dos recursos que dispõe.As correntes alternativas consideram que o objetivo do empresário não seria a maximização do lucro, mas fatores como aumento da participação nas vendas do mercado, ou maximização da margem sobre os custos de produção independente da demanda de mercado.

39 A MICROECONÔMIA A NÍVEL DE EMPRESA Subsidia as seguintes decisões: >Políticas de preços da empresa >Previsões de demanda e de faturamento >Previsões de custo de produção >Decisões da situação ótima de produção >Avaliação e elaboração de projetos de investimentos >Políticas de propaganda e publicidade >Localização da empresa >Diferenciação de mercados

40 OS EFEITOS DA OFERTA E DEMANDA. Tanto no mercado de bens e serviço quanto no mercado de fatores de produção. As estruturas do mercado de bens e são: a) Concorrência perfeita; b) Concorrência imperfeita ou monopolista c) Monopólio d) Oligopólio e) Nas estruturas de produção são: f) Concorrência perfeita g) Concorrência Imperfeita h) Monopsônio i) Oligopsônio

41 MERCADO DE PRODUÇÃO X MERCADO DE BENS E SERVIÇOS No mercado de produção, a procura dos fatores produtivos é chamada de demanda derivada, porque depende da procura pelos produto final da empresa no mercado de bens e serviços

42 OFERTA DE MERCADO - Quanto mais alto o preço de mercado, maiores quantidades de vendedores estarão dispostos a oferecer. Quanto mais baixo é o preço, menores quantidades de vendedores estarão dispostos a oferecer.É a lei da oferta: as quantidades ofertadas variam diretamente com os preços. Da mesma maneira que a demanda, a oferta depende de vários fatores ; dentre eles:

43 FATORES DE QUE DEPENDEM A OFERTA >De seu próprio preço, >Dos preços de produtos substitutivos; >das preferências do empresário >Do mercado e da tecnologia Diferentemente da função demanda, a função oferta mostra uma correlação direta entre a quantidade ofertada e nível de preços.É chamada lei Geral de oferta. Quanto maior disponibilidade do mercado na compra do produto, o mercado oferta e com preços mais altos.

44 O QUE AFETA A OFERTA Além do preço, do bem, a oferta de um bem ou serviçoé afetada por diversas causas: >Aperfeiçoamento das técnicas produtivas >Redução do custo de produção >Condições climáticas >concessão de subsídios ao produto Tais situações certamente aumentarão a oferta do produto, mantendo o preço estável.

45 DETERMINAÇÃO DO PREÇO DE EQUILIBRIO. Para compreendermos melhor o assunto devemos entender o que significa o mercado, o mercado é definido como o encontro da oferta com a demanda, ou seja, os que desejam vender (os empresários) com aqueles que desejam comprar (os consumidores).O encontro destas duas forças é a determinação de como os preços de cada bem ou serviço será negociado, assim como as quantidades transacionadas.

46 O MERCADO COMPETITIVO Para compreendermos um mercado competitivo ou perfeito, deve apresentar as seguintes características: >Deve existir um grande número de compradores e vendedores de modo que nenhum deles possa influenciar o preço ao decidir comprar ou vender um produto; Para que isto estabeleça a relação de mercado perfeito devemos entender que o consumo esteja distribuído de maneira homogênea entre vários produtos e não concentrada em determinado produto, assim como a oferta do produto pelos diversos vendedores tenham características idênticas, podendo ser considerados produtos substitutivos.

47 OPREÇO DE EQUILIBRIO Toda vez que existir um excesso de oferta, de um determinado bem ou serviço que supere a necessidade do consumidor ou de seu desejo de adquirir, este negocia o preço para baixo, procurando atender sua necessidade a um custo menor, o inverso também é verdade, caso a demanda seja superior a oferta os vendedores valorizarão o produto e o preço será maior pela maior procura, Os vendedores então no caso do excesso de oferta, estabilizam a produção, contando com o aumento da demanda até que se equilibre a oferta e a demanda e consiga manter o preço que deseja.

48 CUSTOS E DECISÕES DE PRODUÇÃO Nas considerações sobre mercado, a empresa sempre deseja produzir mais quando o preço aumentava, o custo unitário se mantendo constante aumenta a margem de ganho da empresa. Entretanto, isto não é verdade, porque a relação correta está entre o custo e o preço a ser praticado.

49 VAMOS ANALISAR ISTO Pense em uma empresa cujo o preço de mercado está tão baixo que a receita total obtida com as vendas não cobrem os custos. Uma pergunta surge, ela deve continuar a operar com prejuízo ou fechar suas portas. O normal seria optarmos pelo fechamento, porque mantermos uma empresa deficitária, perdendo dinheiro, se o objetivo de uma empresa é obter lucro com sua operação.

50 COMO TER CERTEZA Antes de respondermos isto é necessário estabelecermos um conhecimento sobre custo. CF (Custos Fixos) que não variam pela quantidade produzida CV (Custos Variáveis) que acompanham a variação de sua incidência sobre a quantidade produzida. CT (Custos Totais) representam a soma dos custos fixos e variáveis.

51 ALGUNS COMENTÁRIOS SOBRE CUSTOS. VANTAGENS E DESVANTAGENS NA PRODUÇÃO MARGINAL. > Deve-se analisar bem para verificar se a produção marginal é vantagem ou desvantagem para a empresa.

52 CLASSIFICAÇÃO DOS MERCADOS Até o momento do estudo procuramos nos concentrar na analise do mercado com base num comprador individual e uma empresa fornecedora individual. Mas o mercado é composto de vários empresários oferecendo um grande número de bens e serviços e correspondentes consumidores que desejam adquiri-los.

53 CONCORRENCIA PERFEITA É um tipo de mercado que exige um número bastante grande de empresas vendendo o mesmo produto. Esse produto é idêntico em todas as empresas, tornando impossível a determinação de sua origem pelos consumidores. Por tais características apesar de ser utilizado na teoria econômica, não é encontrado facilmente no mundo real.O exemplo que mais se aproxima desse tipo de mercado é o de produtos agrícolas, Por exemplo a laranja, que quando compramos nas feiras não sabemos de que fazenda vêm.

54 MONOPÓLIO PURO É um tipo extremo de mercado, em que apenas uma empresa vende um produto para o qual não existem substitutivos. A importância dessa empresa no mercado é absoluta, pois com o encerramento de suas atividades o mercado deixaria de existir pelo fato de o bem não ser mais fabricado e conseqüentemente ofertado. No mercado privado não existem exemplos, mas no público podemos citar o abastecimento de água de um município.

55 O OLIGOPÓLIO É um regime de mercado intermediário entre a concorrência pura e o monopólio puro.No oligopólio temos um número de produtores pequeno o suficiente para que cada empresa seja importante, de modo que as ações de uma afetam as demais e os preços dos bens por elas produzidos. Além disto, esses bens, além de perfeitamente substituíveis entre si,são diferenciados, permitindo que o consumidor saiba exatamente qual empresa produziu determinado produto. São produtos corriqueiramente apresentados no mercado e sua diferenciação é a marca dos produtos.

56 O MONOPÓLIO Existência de uma única empresa produtora de bens e serviços para os quais, no curto prazo,não existem substitutivos próximos. Barreiras Legais, tecnológicas e econômicas ao ingresso de concorrentes no mercado. O domínio da produção e oferta de bens está totalmente nas mãos da empresa. Exemplo Correio.

57 MONOPSÔNIO Uma única empresa compradora de determinado produto:Preço determinado pelo comprador. Exemplo: setor público na compra de bens e serviços específicos. Armas destinadas a segurança pública.

58 OLIGOPSÔNIO Poucas empresas compradoras: Preço do produto determinado pelos demandantes- Grande dificuldade de entrada no mercado para novos compradores. Exemplo. Indústria automobilística, fábrica de cigarros.

59 IMPERFEIÇÕES DE MERCADO TRUSTES, DUMPING E CARTEL Os trustes é o tipo de estrutura em que várias empresas, já detendo a maior parte do mercado, combinam-se ou fundem-se para assegurar esse controle, estabelecendo preços elevados que lhes garantam altas margens de lucro.

60 O DUMPING Se caracteriza pela venda de produtos a preços mais baixos que os custos com a finalidade de eliminar concorrentes e conquistar fatias maiores de mercado.

61 CARTEL É um grupo de empresas independentes que formalizam um acordo para sua atuação coordenada, com vistas a interesses comuns. O tipo mais comum de cartel é de empresas que produzem artigos semelhantes, de forma a constituir um monopólio de mercado.Apesar de manter sua independência e individualidade,as empresas participantes cartel devem repeitar as regras determinadas pelo grupo.

62 AÇÃO GOVERNAMENTAL E ABUSOS DE MERCADO. O CADE- Conselho Administrativo de Direito Econômico> é uma autarquia ligada ao Ministério da Justiça, que tem por objetivo julgar processos administrativos relativos a abusos do poder econômico, bem como analisar fusões de empresas que podem criar situação de monopólioou domínio de mercado.

63 O CADE PODE Proibir fusões Combater cartel Punir o dumping


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