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CURATIVO. Curativos  Finalidades b Redução dos riscos b Prevenir infecção b Remover o excesso de exsudato b Promover a cicatrização.

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1 CURATIVO

2 Curativos  Finalidades b Redução dos riscos b Prevenir infecção b Remover o excesso de exsudato b Promover a cicatrização

3 INVESTIGAÇÃO A investigação deve enfocar os seguintes tópicos: A prescrição médica e/ou de enfermagem; O tipo e a localização da ferida; O horário da última troca; Alergias do paciente.

4 CONSIDERAÇÕES ESPECIAIS Trocas de curativos são freqüentemente dolorosas: avaliar a necessidade relativa à dor e medicar o paciente 30 minutos antes do início do procedimento; Os pacientes geriátrico e pediátrico são freqüentemente imunodeprimidos e têm uma baixa resistência, sendo necessária uma estrita assepsia para minimizar a exposição aos microrganismos.

5 CONTROVÉRSIAS NO TRATAMENTO DE FERIDAS CURATIVO SECO X CURATIVO ÚMIDO O curativo úmido: - protege as terminações nervosas superficiais, reduzindo a dor, - acelera o processo cicatricial, - previne a desidratação tecidual e a morte celular, - promove necrólise e fibrinólise. O curativo seco é recomendado em feridas cirúrgicas limpas, com sutura direta. A troca é, geralmente, diária, até a retirada dos pontos.

6 CONTROVÉRSIAS NO TRATAMENTO DE FERIDAS LIMPEZA SOLUÇÃO FISIOLÓGICA X LIMPEZA MECÂNICA A limpeza com solução fisiológica a 0,9% é indicada para hidratar a ferida e acelera a cicatrização, evitando o traumatismo direto da ferida. A limpeza mecânica provoca traumatismo do tecido em cicatrização, retardando o processo.

7 CONTROVÉRSIAS NO TRATAMENTO DE FERIDAS ANTI-SÉPTICOS EM FERIDA CUTÂNEA ABERTA Anti-sepsia com polivinilpirrolidona (PVPI) tópico (Povidine®): Tem finalidade de prevenir a colonização. Pode ser neutralizado rapidamente na presença de matéria orgânica e tecido necrótico. É indicado na anti-sepsia da pele íntegra e mucosas, de peri-cateteres, peri-introdutores e fixadores externos. É contra-indicado em feridas abertas, pois é citolítico e retarda o processo de cicatrização. Anti-sepsia com a solução de clorexidina: Tem ação bacteriana tanto para Gram positivas como Gram negativas, porém com maior efeito nas Gram negativas. A atividade germicida mantém-se mesmo na presença de materiais orgânicos. Possui as mesmas indicações e contra- indicações do PVPI.

8 Curativos limpeza da ferida; limpeza da ferida; desbridamento; desbridamento; aplicação do curativo. aplicação do curativo.

9 Limpeza da lesão Limpeza da lesão A limpeza deve ser feita com o mínimo de solução química, e trauma mecânico possível, usando gazes e compressas e evitando anti-sépticos porque são citotóxicos. Use solução salina. A limpeza deve ser feita com o mínimo de solução química, e trauma mecânico possível, usando gazes e compressas e evitando anti-sépticos porque são citotóxicos. Use solução salina.

10 Desbridamento cirúrgico (bisturi e tesoura); cirúrgico (bisturi e tesoura); enzimático (aplicação de agentes tópicos que farão o desbridamento); enzimático (aplicação de agentes tópicos que farão o desbridamento); autolítico (uso de curativos sintéticos para cobrir a ferida e que permitem que o tecido desvitalizado seja digerido pelas enzimas presentes no fluido da ferida). autolítico (uso de curativos sintéticos para cobrir a ferida e que permitem que o tecido desvitalizado seja digerido pelas enzimas presentes no fluido da ferida).

11 Aplicação do curativo O curativo ideal é aquele que: O curativo ideal é aquele que: protege a lesão; protege a lesão; é bio-compatível; é bio-compatível; fornece hidratação; fornece hidratação; mantém a pele ao redor seca e intacta. mantém a pele ao redor seca e intacta.

12 Critérios para selecionar um tipo de curativo Use um curativo que irá manter o leito da úlcera continuamente úmido. Use um curativo que irá manter o leito da úlcera continuamente úmido. Curativos de películas (filme) e curativos hidrocolóides são práticos e rápidos de se aplicar, além de manter o ambiente propício para a cicatrização. Curativos de películas (filme) e curativos hidrocolóides são práticos e rápidos de se aplicar, além de manter o ambiente propício para a cicatrização. Elimine os espaços mortos da ferida completando toda a cavidade com material de curativo, prevenindo assim os abscessos. Elimine os espaços mortos da ferida completando toda a cavidade com material de curativo, prevenindo assim os abscessos. Evite empacotar demais a ferida, pois isto pode aumentar a pressão e causar danos adicionais ao tecido. Evite empacotar demais a ferida, pois isto pode aumentar a pressão e causar danos adicionais ao tecido. Mantenha o curativo intacto, monitorize os curativos próximos ao ânus, pois estes são mais difíceis de se manterem intactos, coloque fitas nos cantos dos curativos para reduzir este problema. Mantenha o curativo intacto, monitorize os curativos próximos ao ânus, pois estes são mais difíceis de se manterem intactos, coloque fitas nos cantos dos curativos para reduzir este problema.

13 Controle de infecção As úlceras de pressão avançadas invariavelmente são colonizadas por bactérias. Nestes casos, a terapia com antibióticos é indicada, porém em relação à lesão deve-se: As úlceras de pressão avançadas invariavelmente são colonizadas por bactérias. Nestes casos, a terapia com antibióticos é indicada, porém em relação à lesão deve-se: não usar anti-sépticos tópicos; não usar anti-sépticos tópicos; protegê-la ao máximo dos fatores de contaminação (fezes); protegê-la ao máximo dos fatores de contaminação (fezes); curativos devem ser feitos da lesão mais limpa para a mais contaminada. curativos devem ser feitos da lesão mais limpa para a mais contaminada.

14 PROCEDIMENTO DE ENFERMAGEM MATERIAL Bandeja; Pacote de curativo (1 pinça hemostática, 1 pinça dissecção – anatômica); Cuba rim; Fita adesiva, esparadrapo, micropore e transpore); Luvas de procedimento; Solução salina de 250 ml (bolsa) ou 125 ml (frasco); Algodão embebido em álcool 70%; Agulha 40x12; Pacotes de gazes; Saco de lixo branco; Solução recomendada.

15 IMPLEMENTAÇÃO - Lavar as mãos e organizar o material; *Reduzir a transmissão de microrganismo. - Explicar o procedimento ao paciente e dar assistência às suas necessidades; *Diminuir a ansiedade; *Promover a cooperação. - Avaliar o nível de dor do paciente com uso de medicação e esperar que a medicação faça efeito antes de começar, quando necessário; *Diminuir o desconforto da troca de curativos.

16 IMPLEMENTAÇÃO - Colocar a mesa ao lado da cama próxima ao local em que será feito o curativo; *Facilitar o gerenciamento do campo e materiais estéreis. - Colocar o material na mesa ao lado da cama; *Promover a rápida troca de curativo. - Saco de lixo ao lado da cama ou mais próximo da ferida; *Facilitar a eliminação do material contaminado.

17 IMPLEMENTAÇÃO - Abrir o pacote de curativo; - Abrir mais pacotes de gazes; *Se o curativo for muito grande. -Colocar a agulha no frasco de solução salina, previamente aquecida à temperatura corporal; -Calçar as luvas de procedimentos; - Retirar a fita adesiva, puxando em direção à ferida e remover o curativo sujo. *Permite visualizar a área da ferida e do curativo e também a exposição para a limpeza.

18 IMPLEMENTAÇÃO -MOLHAR O CURATIVO COM SOLUÇÃO SALINA, SE ESTIVER ADERIDO Á FERIDA, ENTÃO PUXAR SUAVEMENTE; -Colocar o curativo no saco de lixo; -Colocar a cuba rim abaixo da ferida; -Lavar a ferida com jato de soro morno; *Para fazer a limpeza da ferida sem retirar áreas já regeneradas.

19 IMPLEMENTAÇÃO -Pegar a pinça e fazer uma torunda (bonequinha) de gaze; -Passar a gaze, em áreas que não tenha tecido de granulação, trocando a gaze sempre que necessário; *Prevenir a contaminação da ferida por microrganismos. - Usar medicação, pomada, óleo, recomendado pelo médico ou enfermeiro; *Seguir a prescrição de enfermagem ou médica.

20 IMPLEMENTAÇÃO - Colocar as gazes sobre a área da ferida ou incisão até que a área esteja completamente coberta; *Prevenir a contaminação do curativo ou ferida. -Fixar o curativo com fita adesiva, esparadrapo, micropore ou transpore; - Dispensar as luvas, os materiais e guardá-los apropriadamente; *Manter o ambiente organizado. -

21 IMPLEMENTAÇÃO -Posicionar o paciente com conforto; - Lavar as mãos; *Diminuir a expansão de microrganismos. - Documentação;

22 DOCUMENTAÇÃO Deve ser anotado no prontuário do paciente: A localização e o tipo da ferida ou da incisão; O estado do curativo anterior; O estado da área da ferida/incisão; A solução e os medicamentos aplicados na ferida; As observações feitas pelo paciente; A tolerância do paciente ao procedimento.

23 ALGUNS TRATAMENTOS Carvão Ativado Filme Transparente com Hidrocolóide ou Hidrogel Papaína 1% e 8% Sulfadiazina de Prata A.G.E. – Ácido Linoléico

24 Terapias coadjuvantes Oxigênio, raios ultra-violeta e infra- vermelhos, irradiação com raios laser, ultra som, aplicação de frio e calor alternados, agentes tópicos como o açúcar, mamão verde, papaína, clara de ovos, propelis, etc. Oxigênio, raios ultra-violeta e infra- vermelhos, irradiação com raios laser, ultra som, aplicação de frio e calor alternados, agentes tópicos como o açúcar, mamão verde, papaína, clara de ovos, propelis, etc.

25 Coberturas DUODERM 2ND SKIN AQUACEL BIOFILL TIELLE COMFEEL TEGASORB TEGAGEN ALLEVYN CARBOFLEX NU-GEL ACTISORB PLUS ADAPTIC FIBRACOL PLUS

26 Hidrocolóide

27 b Proporciona o meio ideal para a cicatrização b Alivia a dor b É fácil de usar b É econômico b Atende a todas as fases no processo de cicatrização Hidrocolóide e Alginato de Cálcio Principais Benefícios:

28 Úlceras de Perna

29 Aplicação do Curativo

30 Grânulos - Alta Exsudação

31 Perfeita Adesividade

32 Retirada do Curativo

33 Áreas de Difícil Oclusão

34 Curativo Contorno

35 Região Trocanteriana

36 Calcâneo

37 Cobertura Alginato de Cálcio

38 b Seco por congelamento / sem fibras b Alta absorção vertical de exsudato Cobertura Alginato de Cálcio Características e Benefícios  Não deixa resíduo de fibra na ferida  Recortável  Fácil de remover  Evita maceração da pele ao redor da ferida  Reduz número de troca de curativos

39

40 Aplicação

41 Aplicação do Curativo

42 Admitido no HRAS com 14dv; Admitido no HRAS com 14dv; No dia seguinte as 14:30 foi intubado ; No dia seguinte as 14:30 foi intubado ; O curativo da ferida estava sendo feito com hidrogel

43 Os leucócitos do dia da internação: Os leucócitos do dia da internação: Nesta data já estava em uso de cefepime (D7), vanco (D4), Metronidazol (D3) e já havia usado oxacilina por 3 dias Nesta data já estava em uso de cefepime (D7), vanco (D4), Metronidazol (D3) e já havia usado oxacilina por 3 dias

44 2 dias após a internação fez desbridamento Em uso de cefepime (D8), Metronidazol (D4), vanco (D5) Em uso de cefepime (D8), Metronidazol (D4), vanco (D5) 2º DPO do desbridamento 2º DPO do desbridamento

45 6º dia de internação Leucócitos: Leucócitos: Acrescentados Clindamicina e Meropenen Acrescentados Clindamicina e Meropenen Em uso de Alginato de prata Em uso de Alginato de prata

46 7º dia de internação RN estava edemaciada e com quadro de anemia RN estava edemaciada e com quadro de anemia Recebeu albumina Recebeu albumina Concentrado de hemácias por 3 dias seguidos Concentrado de hemácias por 3 dias seguidos

47 12° dia de internação Recebeu novamente albumina (4x) Recebeu novamente albumina (4x) Hemocultura: negativa Hemocultura: negativa 3°DPO do segundo desbridamento 3°DPO do segundo desbridamento

48 17º dia de internação

49 Criança com 7 meses de vida Aproximadamente 5 m após a alta hospitalar

50 Referências bibliográficas: AVERY, Gordon B. Neonatologia: fisiopatologia e tratamento do Recém-nascido. Editora MEDSI, 4ª Edição. Rio de Janeiro, AVERY, Gordon B. Neonatologia: fisiopatologia e tratamento do Recém-nascido. Editora MEDSI, 4ª Edição. Rio de Janeiro, ÁVILA, Luiz Carlos. Dicionário de Administração de Medicamentos na Enfermagem 2005/2006. Editora EPUB, 4ª edição. Rio de Janeiro, ÁVILA, Luiz Carlos. Dicionário de Administração de Medicamentos na Enfermagem 2005/2006. Editora EPUB, 4ª edição. Rio de Janeiro, BARROS, Alba Lucia B. Leite. Anamnese e Exame físico. Editora Artmed, 3ª reimpressão. Porto Alegre, BARROS, Alba Lucia B. Leite. Anamnese e Exame físico. Editora Artmed, 3ª reimpressão. Porto Alegre, CARPENITO, Lynda Juall. Diagnósticos de Enfermagem. Editora Artmed, 9ª Edição. Porto Alegre, CARPENITO, Lynda Juall. Diagnósticos de Enfermagem. Editora Artmed, 9ª Edição. Porto Alegre, MARBA, Tadeu M. Manual de Neonatologia – UNICAMP. Editora Revinter. Rio de Janeiro, MARBA, Tadeu M. Manual de Neonatologia – UNICAMP. Editora Revinter. Rio de Janeiro, MARCONDES, Eduardo. Pediatria Básica. 8ª edição, editora Savier. SP:1999 MARCONDES, Eduardo. Pediatria Básica. 8ª edição, editora Savier. SP:1999 SILVA, R. C. L., FIGUEIREDO, N. M. A.; Feridas: fundamentos e atualizações em Enfermagem. Yendis Editora. SP: SILVA, R. C. L., FIGUEIREDO, N. M. A.; Feridas: fundamentos e atualizações em Enfermagem. Yendis Editora. SP: LOWDERMILK, Deitra Leonard; PERRY, Shannon E.; BOBAK, Irene M. O cuidado em Enfermagem Materna. 5ª ed. Porto Alegre: LOWDERMILK, Deitra Leonard; PERRY, Shannon E.; BOBAK, Irene M. O cuidado em Enfermagem Materna. 5ª ed. Porto Alegre: TAMEZ, Raquel Nascimento. Enfermagem na UTI Neonatal. 3ª Ed. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro: TAMEZ, Raquel Nascimento. Enfermagem na UTI Neonatal. 3ª Ed. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro: acesso em 04/05/08 as 17:35 acesso em 04/05/08 as 17:35

51 Pele


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