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Redes Sociais Cuidado !. Uniban - repercussão Quarta maior universidade do país, Uniban investe na classe C FÁBIO TAKAHASHI - Folha de S.Paulo Crescimento.

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1 Redes Sociais Cuidado !

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3 Uniban - repercussão Quarta maior universidade do país, Uniban investe na classe C FÁBIO TAKAHASHI - Folha de S.Paulo Crescimento rápido, mensalidades baratas e muitas notas baixas resumem o passado e o presente da Uniban (Universidade Bandeirante de São Paulo), que ganhou visibilidade nas últimas semanas após uma aluna ser hostilizada por outros estudantes por usar um vestido curto. Criada em 1994, após a união de pequenas faculdades, a instituição apostava em cursos para a classe média. Dez anos depois, mudou de perfil e passou a buscar alunos mais pobres. Cortou custos e baixou as mensalidades, política que persiste até hoje (há mensalidades "a partir de R$ 199") e foi anunciada em uma campanha cujo garoto-propaganda era Pelé. "A Uniban foi uma das primeiras a apostar na 'classe C menos'. Em relação às matrículas, deu muito certo", diz o consultor Carlos Monteiro. De 2004 a 2007, o número de matrículas teve crescimento de 140%, assumindo a quarta colocação entre as maiores do país, atrás de Unip, Estácio de Sá e Nove de Julho. Tem hoje cerca de 70 mil alunos. Pesquisadores do setor apontam que o crescimento rápido teve um forte impacto na qualidade dos cursos oferecidos pela Uniban. No último exame do governo federal, que avaliou 35 cursos da instituição, 16 foram considerados como insatisfatórios; 13 atingiram o mínimo patamar esperado; seis não tiveram nota, por questões metodológicas. Nenhum foi 'top'. Em outra avaliação do governo, que considera desempenho dos alunos, perfil dos professores, entre outros, a instituição teve desempenho considerado mediano, mas no limite do insatisfatório (na escala de 0 a 500, tirou 195; um a menos rebaixaria para insatisfatório). A Uniban tem sido cobrada pelo Ministério Público Federal para que aumente o número de professores com dedicação integral, que ganham para lecionar e pesquisar. O barateamento do corpo docente é apontado por especialistas na área da educação como uma das causas para a redução das mensalidades - e da qualidade dos cursos. Polêmicas A Uniban é dirigida por Heitor Pinto Filho, formado em direito. Foi candidato a vice-governador de Paulo Maluf em Comanda a universidade desde a sua criação. No começo desta década, a criação de um campus em Osasco (Grande SP) foi o pivô de uma das maiores polêmicas da instituição. A universidade acusou a Unip de ter tentado barrar a ampliação, via voto no Conselho Nacional de Educação. A questão foi parar na Justiça, que deu razão à Uniban.

4 Mais sobre a Uniban Blogueiro que revelou caso da Uniban recebeu ameaça DIÓGENES MUNIZ - editor de Multimídia da Folha Online O jornalista Fausto Salvadori, 31, que revelou em seu blog as agressões verbais sofridas pela aluna da Uniban Geisy Villa Nova Arruda, 20, recebeu uma ameaça pela internet na última semana. Sem se identificar, uma pessoa pede por para que ele "tome cuidado". Diz ainda que "nesse caso, muita gente vai rodar, pode esperar". O foi enviado antes da jovem ser expulsa. Passou de mil acessos por dia para 30 mil. "Antes disso, o post mais lido havia sido 'Alexandre e Sibele, o pornô e a patroa'". Trata-se de uma entrevista com "um astro pornô passivo que é casado, tem dois filhos e garante ser heterossexual". "Considerando que meu blog fala muito de pornografia, tinha tudo a ver eu contar a história da Geisy. Afinal, o que a Uniban fez com ela foi uma tremenda sacanagem." Salvadori diz não temer represálias jurídicas. "A qualidade do texto [da ameaça] faz pensar num aluno, mas com essas universidades não dá para descartar que seja um professor." Além de blogueiro, Salvadori é jornalista concursado da Câmara Municipal de São Paulo e colaborador das revistas "Galileu" e "Vice". Já foi repórter do jornal "Agora SP" e da Folha Online.

5 O estrago na imagem da Uniban Por Cristiane Correa À parte as discussões ideológicas, o episódio envolvendo a Uniban e a estudante Geisy Arruda, hostilizada por ir às aulas com um mini-vestido Pink, tem todos os elementos para se tornar um case de desastre no que se refere à administração de uma crise. Basicamente tudo o que poderia ser feito errado, a administração da Uniban fez. Primeiro, deixou a manifestação dos alunos contra Geisy tomar uma proporção próxima do linchamento. Até a polícia teve de intervir. Depois, expulsou a aluna. Ah? A menina é atacada e ela é quem é penalizada? Finalmente, resolveu voltar atrás. Ou seja, um samba do criolo doido sem precedentes. A sucessão de equívocos acabou por fazer com que a opinião pública ficasse ao lado de Geisy e demonizasse a Uniban. Na internet, os comentários sobre o assunto não param e há até vídeos no YouTube sacaneando a universidade. Um dos melhores é o que está abaixo, que me foi enviado pela colega Fabiane Stefano. Trata-se de uma paródia que mostra Hitler altamente irritado ao saber que os estudantes da Uniban agora são chamados de nazista. "Nós não perseguimos mulheres!", diz ele. O pior de tudo nessa história é que os maiores prejudicados serão os estudantes sérios da Uniban. Hoje de manhã ouvi uma universitária dando entrevista na televisão. Ela dizia que todo esse imbróglio prejudicou a imagem da faculdade e que os alunos que se formarem esse ano terão dificuldades de conseguir emprego. Eu honestamente acho que ela está certa. E você? Enquanto pensa na resposta, assista o filme a seguir:

6 Oportunistas O advogado Nehemias Domingos de Melo, que defende Geisy, contou na noite desta segunda que ficou "maravilhado" ao saber que uma universidade em Ribeirão Preto e outra em Porto Alegre abriram suas portas para a cliente dele. "Foram ofertas para estudar na área dela, com bolsa integral. Nem esperava. É uma manifestação de carinho e receptividade", contou Melo, que não revelou o nome das instituições.

7 Pichação em muro da Uniban no ABC fala em preconceito Inscrição foi vista na manhã desta segunda em São Bernardo do Campo. Saiba mais (Outros veículos) UNE divulga nota em que repudia expulsão de estudante da Uniban Leia íntegra do anúncio em que a Uniban torna pública expulsão de estudante Aluna hostilizada falta à aula e colegas usam nariz de palhaço em protesto 'Aqui é o Oriente Médio?', pergunta pai de aluna humilhada por usar roupa curta 'Nossa vida mudou', diz irmão de aluna hostilizada por usar vestido curto no ABC Imagens mostram tumulto envolvendo aluna com vestido curto em faculdade Uniban terá dez dias úteis para explicar expulsão de aluna ao MEC Aluna com roupa curta provoca tumulto em universidade e vídeo cai na web

8 Como lidar com as ameaças das redes sociais à sua marca Há poucos meses, um grupo de jovens norte-americanos lançou um blog chamado People of Walmart (www.peopleofwalmart.com) para colecionar fotos das pessoas esquisitas que freqüentam as lojas da maior rede varejista dos EUA. É um dos mais acessados no país e um grande desafio para a empresa lidar com essa questão.www.peopleofwalmart.com

9 No início de 2009, um acontecimento gravíssimo abalou uma das maiores empresas de fast food dos Estados Unidos. Dois funcionários de uma franquia da marca Domino's, que também está presente no Brasil, postaram no Youtube um vídeo no qual faziam coisas absurdas no sanduíche que seria entregue a um cliente. O vídeo já foi retirado da internet, mas foi algo realmente nojento e chocante. Segundo os autores, foi vingança para prejudicar a empresa por causa de uma repreensão do gerente. A empresa demorou a ficar sabendo e, quando exigiu a retirada dos vídeos já era tarde: milhões de pessoas haviam visto a situação. Com a repercussão, a Domino's colocou seu presidente para pedir desculpas em público. Os responsáveis foram presos em seguida. Porém, graças a uma brincadeira de mau gosto, a reputação de uma empresa com mais de 50 anos foi seriamente comprometida.

10 Em abril de 2009, livros com a temática GLS disponíveis no site de compras Amazon.com foram removidos da lista de vendas e dos resultados das buscas feitas pelos usuários. Assim que o fato foi percebido pelos internautas, a notícia correu as redes sociais e indignou milhões de pessoas, que acusaram a empresa de censurar este tipo de conteúdo por preconceito. O episódio enfureceu os ativistas GLS norte-americanos e prejudicou a reputação que a empresa tinha de ser moderna e tolerante. Para piorar, a Amazon só emitiu seu primeiro comunicado oficial sobre o incidente três dias depois, responsabilizando um ataque hacker pela situação. A demora em se dar conta da situação acabou custando caro.

11 Em setembro de 2009, um blogueiro que fala sobre bares e restaurantes criticou sua experiência em um bar no bairro Vila Madalena, em São Paulo. Reclamou do chopp quente e da insistência dos garçons, não recomendando o estabelecimento. Passado alguns dias, um sujeito, que se dizia funcionário do bar, deixou um comentário criticando a resenha e ameaçando processar o blog. Bastou isso para que centenas de comentários fossem feitos em defesa do blog. O assunto também foi destaque nas conversas do Twitter, Facebook, vídeos no Youtube e até matérias em grandes portais. A justiça ordenou que o comentário fosse retirado, mas a imagem de uma marca saiu tremendamente arranhada. A reação precipitada fez com que um post despretensioso, em um blog de pouca audiência, gerasse um enorme prejuízo para o estabelecimento. Prova de que saber lidar com esse tipo de situação é crucial.

12 Ampliam a visibilidade das empresas; Favorecem para melhor conhecimento sobre a companhia; Facilita as compras; etc. Expõem as marcas às críticas; Podem provocar danos graves à reputação. PRÓS x CONTRAS Portanto, é preciso ficar alerta e preparado para lidar com situações adversas no ambiente virtual.

13 Não subestime o poder da internet Muitas empresas ainda não acreditam ou desconhecem a força da internet, principalmente, nos processos de mobilização social. Uma simples gafe pode se tornar pública em segundos e as pessoas se posicionarão sobre o assunto perante outras milhares de pessoas. O processo de formação de opinião mudou. Quem dita as regras são as pessoas comuns. DICAS

14 Esteja sempre presente Se sua marca já alimenta um relacionamento com usuários de redes sociais, é mais fácil e rápido de resolver este tipo de situação. Esses meios também funcionam como canal para os defensores da marca avisarem a empresa sobre o ocorrido. Mas não basta apenas ouvir. É preciso resolver. DICAS

15 Transparência nunca foi tão importante As empresas acostumadas a fazer negócios de maneira tradicional, com base nas regras pré-internet, podem se dar mal neste novo cenário. Com o surgimento das redes sociais, entramos na era do diálogo em tempo real e da colaboração. As pessoas nunca estiveram tão antenadas ao que sua marca está fazendo. E elas vão falar sobre isso. Não há como impedi-las.

16 DICAS Monitore sua marca, o tempo todo. Com a fluência da informação em tempo real, saber de problemas só no dia seguinte pode custar muito caro. Monitorar, além de ajudar a prevenir que algo se espalhe pela rede, pode ajudar a detectar inúmeras oportunidades. Um simples comentário favorável sobre uma marca de shampoo, me rendeu um kit. Não sou fiel à marca, mas a respeito muito.

17 Fale a verdade Quando um problema surge na internet, é melhor informar aos internautas que desconhece o problema e que vai apurar e divulgar os motivos, do que se manter calado. Pedir desculpas ou dizer que não sabe não deve ser motivo de vergonha para ninguém. Pelo contrário, é uma maneira de não gerar mais especulações. Resolvido o problema, diga o que a empresa está fazendo para que o ocorrido não se repita. Mas lembre-se: cumpra com tudo o que prometer. DICAS

18 Planeje-se A grande falha de muitas empresas é não ter uma estratégia pronta para resolver problemas na internet. Se a empresa tem um número alto de seguidores no Twitter, por exemplo, fica mais fácil falar com um alto número de pessoas. Se você monitora sua marca na web, sabe quem são os seus defensores e como eles podem te ajudar nessa hora. Se as diretrizes para resolver problemas on-line estiverem bem estabelecidas, dá pra partir logo à ação. Começar a pensar depois que o problema aparece pode sair caro demais.


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