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Introdução à Web Semântica

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Apresentação em tema: "Introdução à Web Semântica"— Transcrição da apresentação:

1 Introdução à Web Semântica
Ana Maria de C. Moura PRODERJ - RJ

2 Sumário A Evolução da Web A Web Semântica
Pesquisa, Recuperação, Organização e Extração de Recursos na Web A Web Semântica Fundamentos Ontologias Linguagens p/ representação de ontologias Ferramentas e Projetos de Suporte à Web Semântica Conclusão A.M Moura - SDMS 2004

3 Introdução A Web: como tudo começou objetivos: Interação humana apenas
1990 – CERN (European Organization for Nuclear Research) Idéia: tornar o conhecimento accessível a todos e de forma amigável WWW Consortium (W3C) – Tim Berners-Lee (MIT, INRIA, Keio University) objetivos: dar suporte à evolução da tecnologia da informação: infraestrutura - redes, gráfico, interface encorajar cooperação na indústria: desenvolvimento de interfaces e plataformas padrões Interação humana apenas A.M Moura - SDMS 2004

4 A evolução da Web 1993 Mosaic:  50 sites
1994: primeiras máquinas de busca (webcrawler, wwww - World Wide Web Worm) 1996: US$ 1 bilhão compras na Internet (150 países) 1997: 1 milhão de páginas 1998: 300 mil provedores .... 2004: de 4 bilhões de páginas Web*  945 milhões de usuários * A.M Moura - SDMS 2004

5 Gerações Web: rumo à Web semântica
programação apresentação Serviços Web XML WSDL(Web Service Description Language) UDDI (Universal Description, Discovery & Integration) WSFL (Web-Services Flow Language) SOAP (Simple Object Access Protocol) Tecnologia pág.html geradas automatica/ (leitura, browsing, formulários) mecanismos busca conectividade TCP/IP ftp, , Gopher,... pág. html manuais Web Semântica + Serviços Web Inovação 1a geração 2a geração 3a geração (processamento humano) A.M Moura - SDMS 2004

6 Problemas na Web Atual 2004:  de 4 bilhões de páginas Web
Aumento exponencial de publicações na Web 2004:  de 4 bilhões de páginas Web 50% a mais de novas páginas a cada ano!! somente 20% estarão acessíveis em 1 ano!!! Somente 62% apresentam contéudo novo [Ntoulas et al 04] A.M Moura - SDMS 2004

7 Problemas na Web Atual Busca da Informação
Problema de “precisão” das atuais ferramentas de pesquisa navegação através de links e uso de pal. chaves p/ busca Problemas p/ identificar, descrever e localizar recursos de forma mais eficiente A.M Moura - SDMS 2004

8 Na Web Atual:Busca de informação
Nice pubs in Nice The Old Book 12, R. Victor Hugo The White Swan 3 Av. Hemingway The Horseshoe Summary of the novel "The Old Man And The Sea" by Ernest Hemingway This new edition starts with a large historical introduction of the work Noise  Precision Missed  Recall A.M Moura - SDMS 2004

9 Pesquisa, Recuperação, Organização e Extração de Recursos na Web
Estratégias importantes Mecanismos de busca Bibliotecas digitais Linguagens de consulta Web Mecanismos de extração (wrappers) A.M Moura - SDMS 2004

10 Mecanismos de Busca Busca baseada em pal. chaves
ex: Alta Vista, Infoseek, Yahoo, MetaCrawler, Google... Problemas com a recuperação da informação Recuperação (recall) limitada: toda a informação relevante foi localizada? um documento naquele assunto, porém com uma descrição diferente da palavra chave não é recuperada Precisão limitada: quantos documentos são realmente relevantes? um documento de um assunto diferente que utiliza as mesmas palavras é recuperado Relevância: baseada em vetor de palavras é duvidosa PageRank (Google) A.M Moura - SDMS 2004

11 Linguagens de consulta Web
Usam topologia da Web em consultas p/ controlar navegação e obter melhores respostas: navegação e pesquisa WebSQL [Mihaila 96] , W3QL[Konopnicki et al.98] WebSQL explora estrutura e topologia do documento semântica clara baseada num modelo de grafo virtual documento(url, titulo,texto,type, lenght,modif) ex: encontre todos os documentos html sobre XML select d.url, d.titulo from Documento d such that d mentions “XML” where d.type=“text.html” A.M Moura - SDMS 2004

12 Mecanismos de extração baseado em Wrappers
Agente de consulta [Widerhold 1992] Mediador lida com usuário Wrapper1 Wrapper2 Wrappern lida c/ fontes de informação BD1 BD2 .... BD1 BDn A.M Moura - SDMS 2004

13 Mecanismos de extração
Programas extratores (Wrappers) Mapeiam páginas Web em um conjunto de objetos organizados sob forma de árvore de modo a extrair informações relevantes Abordagens p/ desenvolvimento de Wrappers [Laender SBBD 2001] Baseadas em contexto Baseadas em conteúdo A.M Moura - SDMS 2004

14 Wrappers – exemplos Contexto Estrut. doc. HTML Conteúdo
W4F [Sahuguet et al, DKE 36(2), 2000] RoadRunner [Crescenzi VLDB 2001] DeBye [Laender et al., DKE, 2002] (modelo de dados -padrões/exemplos p/ extração) ...... Conteúdo Ontologia específica de domínio ex: BYU Tool [Embley et al., DKE 31(3),1999] Estrut. doc. HTML A.M Moura - SDMS 2004

15 Problemas na Web Atual (cont)
Integração de informações: O site A tem descrição de produtos de software O site B tem preços de material de computação Problema: Combinar produtos e preços. Dificuldade: Como integrar tais informações? A.M Moura - SDMS 2004

16 Enfim, na Web Atual Situação atual:
O conteúdo pode ser “lido”, mas não processado pela máquina Problema: É difícil automatizar processos/serviços na Web Como interoperar informações num ambiente heterogêneo? Como integrar recursos na Web? Um início de solução: Descrever os dados contidos na Web e representá-los de forma conveniente A.M Moura - SDMS 2004

17 O que é Web Semântica? É uma extensão da Web atual que visa dar significado semântico ao conteúdo das páginas Web, criando um ambiente onde agentes de software e usuários possam trabalhar de forma cooperativa [Tim Berners-Lee et al. 2001] A.M Moura - SDMS 2004

18 Web Semântica: Visão W3C
“A Web Semântica é uma visão: é a idéia de de se ter dados na Web definidos e ligados de uma maneira tal que possam ser usados por máquinas não só com o objetivo de apresentação, mas p/ automação, integração e reuso de dados entre aplicações” * *: World Wide Web Consortium: “Semantic Web Activity Statement.” A.M Moura - SDMS 2004

19 Usando a Web Semântica... “The Perfect Storm” [Hendler 2001]
A.M Moura - SDMS 2004

20 Uso de Agentes Web Acesso a um agente de um servidor geográfico:
“Obter uma foto satélite dessa região do Atlântico” A.M Moura - SDMS 2004

21 Resultado da Consulta Uma imagem satélite obtida ontem às 10 horas da manhã está disponível na Web no endereço Uma nova imagem satélite que será feita hoje às 10 horas estará disponível por $100 - aperte aqui p/ autorizar a transferência de fundos e obter a imagem (é necessário fornecer um cartão de crédito) Numa situação de emergência um avião de guarda costeira pode ser enviado a qualquer local na área indicada. Nota: você será responsável pelos custos de vôo se a situação não for de emergência (aperte aqui p/ mais informações) Um observador de grande-altitude pode ser enviado até aí em 13 hs. Clique aqui p/ iniciar procedimento (é necessário autorização militar, código e oficial responsável. Caso de abuso resultará em prisão). Um serviço denominado “serviço comercial” para prover imagens satélites é anunciado para disponibilização em Mais informações consulte A.M Moura - SDMS 2004

22 Objetivos da Web Semântica
Dados científicos: integração entre dados ponteiros para condições experimentais, fontes, algoritmos Comércio Eletrônico significados bem definidos p/ documentos catálogos, preços, taxas, especificações Gerenciamento pessoal de informações: calendários, fotos,.... Plataforma comum p/ manipulação de BDs, inferência, etc. Regras e ontologias Novos desafios: WS- IA A.M Moura - SDMS 2004

23 A Web Semântica requer Capacidade p/ representar e gerenciar conteúdo semântico na Web Como um agente pode “aprender” o significado de um novo termo a partir de uma especificação formal? Necessidade de formalização (metadados, ontologias) descrição de propriedades e relacionamentos sobre itens; regras, inferência A.M Moura - SDMS 2004

24 A Web Semântica requer (cont.)
Integração e interoperabilidade 2 agentes estão semanticamente integrados se puderem comunicar-se entre si com sucesso! Mas é preciso levar em consideração linguagens de representação distintas incompatibilidade de conceitos termos e estilos diferentes de modelagem A.M Moura - SDMS 2004

25 Níveis de semântica Consenso Texto humano descritivo Implícito Formal
[Uschold e Gruninger 2002] Web motor: “mecanismo que propulsiona energia e faz veículo se locomover” (motor tem (superclasses (...)) Consenso humano Semântica processada: usada em tempo de execução (inferência) Texto descritivo Semântica explícita elaborada: usada em tempo de execução Implícito Formal (p/ máquinas) Informal (explícito) Formal (p/ humanos) A.M Moura - SDMS 2004

26 Semântica Formal p/ Processamento por Máquina
Oba, conheço esta ontologia! Ontologia Motor (MTO) ( has (superclasses (periferico– mecanico)) (text-def (“Serve para....”))) (todo has (componentes_ fisicos (cilindro, valvula, pistao)) (funcionalidade(injetar combustivel))) web motor motor O objetivo deste relatório é descrever o funcionamento da máquina XPTO e analisar as suas funcionalidades.... 123 deve ser utilizado na temperatura..... < conceito id=motor-gasolina> motor a gasolina </conceito> (motor-gasolina has Marcador semântico? (superclasses MTO.motor)) motor a gasolina A.M Moura - SDMS 2004

27 Web atual x Web Semântica
A.M Moura - SDMS 2004

28 A Visão da Web Semântica pela W3C
Trust camada de validação verdades Proof camada de prova intercâmbio entre agentes Logic framework camada de lógica Rules regras Signature Encryption camada de ontol. Ontology significado do dado esquema RDFS camada de dados representação dado/ metadado RDF Model & Syntax camada sintática dado sintática/ correto XML Namespaces caract. internac. URI Unicode A.M Moura - SDMS 2004 Fonte:

29 XML descreve conteúdo <bibliografia>
<livro> <titulo> Principles of Distributed Database Systems </ titulo> <autor> Ozsu </autor> <autor> Valduriez </autor> <editor> Prentice Hall </ editor > <ano> 1999 </ ano > </ livro > < livro > < titulo > Data on the Web </ titulo > <autor> Abiteboul </autor> <autor> Buneman </autor> <autor> Vianu </autor> < editor > Morgan Kaufmann </ editor > </livro> A.M Moura - SDMS 2004

30 Características do XML
XML é flexível Meta linguagem Usuários definem suas próprias marcações (tags) Separação nítida entre conteúdo, estrutura e layout stylesheets (XSL) p/ converter em HTML Estrutura documentos sob forma de árvore Estrutura pode refletir algum significado APIs p/ parsers XML (DOM, SAX) Um documento XML pode conter uma descrição opcional de sua gramática (DTD) A.M Moura - SDMS 2004

31 XML para Integração de Dados
mediador/wrapper como elemento integrador de visão de fontes de dados mediador - XML wrapper wrapper wrapper BD File Web A.M Moura - SDMS 2004

32 “Impedance Mismatch” Tabelas Relacionais Objetos Árvore XML Objeto
Grafo RDF Conceito A.M Moura - SDMS 2004

33 Porém, XML não é suficiente...
Vantagem do uso do XML: reutilização do parser e validação do documento; porém, Diferentes possibilidades de expressar um mesmo domínio de discurso, podendo acarretar em ambiguidade de interpretação < livro lang= “Ingles” preco= “US$ 60.00” titulo= “Principles of Distributed Database Systems” autor=“Ozsu Valduriez”></livro> Livro autor título preço idioma < livro lang= “Ingles”> <preco= “US$ 60.00”> <titulo>Principles of Distributed …</titulo> …. </ livro > A.M Moura - SDMS 2004

34 Representação de Conhecimento na Web
Premissas Conhecimento na Web é distribuído Conhecimento na Web é tendencioso Não existe verdade universal Ambiente propício a discussões Diversificação de usuários; extensibilidade e simplicidade É necessário separar conteúdo de estrutura!! - Resource Description Framework (RDF) - Topic Maps A.M Moura - SDMS 2004

35 Resource Description Format (RDF)
Modelo de metadados simples e expressivo: trata dados/metadados de forma uniforme Provê interoperabilidade na Web (XML) Meio de integração entre diferentes padrões de metadados Expressa vocabulários distintos com base em um modelo de dados e sintaxe comuns (XML) Visa processamento por máquina Constituído de: Modelo RDF Sintaxe RDF A.M Moura - SDMS 2004

36 Modelo RDF: estrutura básica
propriedade Recurso Valor Statement Representação de um documento em RDF Documento autora Ana Maria predicado Valor sujeito A.M Moura - SDMS 2004

37 RDF Documento Valor Metadados dc:creator Ana Maria dc:subject
Ana Maria dc:subject Metadados <?xml version=“1.0”> <rdf: RDF xmlns:rdf= “http://www.w3c.org./1999/02/22/22-rdf-syntax-ns#” xmlns:dc = “http://purl.org/dc/elements/1.1”> <rdf: Description about= “http://www.ipanema.ime.eb.br/~anamoura/public/metadado.html ”> <dc: creator>Ana Maria</dc: creator> <dc:subject> metadados</s:subject> </rdf: Description> </rdf: RDF> A.M Moura - SDMS 2004

38 Coleções em RDF rdf: Bag rdf: Seq. rdf: Alt rdf:bag rdf:type
rdf:bag s:constituida_por rdf:type /alunos/Andre rdf:_1 bagid /alunos/Abilio ….. /alunos/Emerson rdf:_4 /alunos/Adriana A.M Moura - SDMS 2004

39 RDF/XML com um Bag <rdf: RDF
xmlns:rdf= “http://www.w3c.org./1999/02/22/22-rdf-syntax-ns#” xmlns:s = “http://minhas definicoes#”> <rdf: Description about=http://curso/top.avanc.bd/turma> <s: constituida_por > <rdf:bag> <rdf:li resource= “/alunos/Andre”> <rdf:li resource= “/alunos/Abilio”> <rdf:li resource= “/alunos/Emerson”> <rdf:li resource= “/alunos/Adriana”> </rdf:bag> </s: constituida_por > </rdf: Description> </rdf: RDF> A.M Moura - SDMS 2004

40 RDF Schema (RDFS) RDF define somente o modelo de dados
É preciso definir um vocabulário – uma linguagem que permita definir estrutura semântica! RDF schema são recursos Web (têm uri) e podem ser descritos usando o modelo RDF RDFS permite definir propriedades de recursos (título, autor, etc.) e relacionamentos entre essas propriedades A.M Moura - SDMS 2004

41 Primitivas básicas do RDFS
Classes básicas Classe raiz rdfs:Resource MetaClass rdfs:Class Literais rdfs:Literal Properties (herda do RDF) rdfs:subclassOf – property ConstraintProperty rdfs:domain rdfs:range rdfs:label, rdfs:comment, etc. rdf:type (instância de) A.M Moura - SDMS 2004

42 Primitivas básicas do RDFS
A.M Moura - SDMS 2004

43 Exemplo de aplicação usando o RDF Schema
:Resource rdfs:Class x yz: Veiculo s = rdfs:subClassOf t = rdf:type r= rdfs range d= rdfs domain t xyz:VeículoDePassageiro xyz:Caminhão `marca `modelo d literal veiculo marca modelo veic.pass caminhao A.M Moura - SDMS 2004

44 Codificando em RDFS <rdf:RDF
xmlns: rdf=“http:llwww.w3.orp,/1999/02/22 -rdf -syntax-ns#” xmlns: rdfs=“http://www.w3.org/2000/01/rdf -schema#”> <rdf:Description ID=“ Veiculo ”> <rdf:type resource=“http://www.w3.org/2000/01/rdf -schema#Class”/> <rdfs:subClassOf resource=“http://www.w3.org/TR/WD -schema#Resource”/> </rdf:Description> VeículoDePassageiro > <rdf:subClassOf resource=“#Veiculo”/> Caminhão </rdf:RDF> A.M Moura - SDMS 2004

45 RDF/RDFS: a interoperabilidade ainda não é plena...
Interoperabilidade de recursos a nível: Sintático: um modo padrão para a representação e transporte de metadados  Estrutural: representação para modelo de dados distintos especificando como os recursos estão organizados, os tipos e os possíveis valores para cada tipo  Semântico: compreensão plena de conteúdo axiomas, mecanismos de inferência Ontologias A.M Moura - SDMS 2004

46 Ontologia Filosofia (Aristóteles 384-322 aC)
lida com a natureza e organização da realidade O que é o ser? Quais são as características comuns a todos os seres? A.M Moura - SDMS 2004

47 Ontologia na Ciência da Computação
Inteligência Artificial “tudo que existe deve poder ser representado por um formalismo” Constituída por um vocabulário e um conjunto de declarações, é de fato a base para a comunicação entre humanos e máquinas e/ou agentes A.M Moura - SDMS 2004

48 Ontologia Visa dar significado semântico pleno à informação
Tema importante em várias áreas de pesquisa Comércio eletrônico Recuperação da informação (mecanismos de busca) Ontologia Process. ling. natural Bibliotecas Digitais Integração de informação Web Semântica Eng. conhecimento Gerência do conhecimento A.M Moura - SDMS 2004

49 Ontologia A comunicação entre humanos é possível através de palavras/símbolos Mapeamento de palavras/símbolos para “coisas” é feito de maneira indireta através de relações e conceitos Conceito refere-se a lembra “Manga” Símbolo Coisa significa (referente) A.M Moura - SDMS 2004

50 Quais são os problemas? Pessoas, organização e sistemas de software precisam se integrar, mas... comunicação pobre: diferentes vocabulários, conceitos, estruturas e métodos utilizados de formas diferentes dificuldades de identificar requisitos e conseqüentemente especificar o sistema interoperabilidade potencial p/ reuso e compartilhamento esforço desnecessário, “reinventando a roda” A.M Moura - SDMS 2004

51 Solução? Reduzir ou eliminar confusão conceitual e teminológica e chegar a um entendimento compartilhado framework unificado base p/ comunicação (≠ necessidades, ptos de vista) interoperabilidade entre sistemas (tradução entre modelagens, paradigmas, linguagens, ferramentas) Eng. Sistemas reusabilidade: atrib, entidades, relacionam, processos,....; consistência devido à representação formal; especificação (melhor identificação requisitos leva a uma melhor definição do sistema A.M Moura - SDMS 2004

52 Engenharia de sistemas
Uso de Ontologias Comunicação entre pessoas e organizações Interoperabilidade sistemas Reuso consistência (bibl. ontologias) especificação Engenharia de sistemas Terminologia uniforme; reduz ambiguidade Integração de ambientes A.M Moura - SDMS 2004

53 Ontologia: algumas definições [Guarino1996]
Uma ontologia é uma especificação explícita de uma conceitualização [Gruber1994] Uma ontologia é uma especificação do nível de conhecimento explícito de uma conceitualização, que pode ser afetado por um domínio e objetivo para os quais foi destinada [van Heijst et al.1996] Uma ontologia são acordos acerca de conceitualizações compartilhadas Uma ontologia é o entendimento compartilhado em algum domínio de interesse Constituída por um vocabulário e um conjunto de declarações, é de fato a base para a comunicação entre humanos e máquinas/agentes A.M Moura - SDMS 2004

54 Ontologia é uma especificação formal explícita de uma conceitualização compartilhada. Gruber, T. R.: “A translation approach to portable ontologies”, Knowledge Acquisition, 5(2): , 1993. “Conceitualização: modelo abstrato de algum fenômeno do mundo, cujos conceitos foram identificados como relevantes para aquele fenômeno. Explícita: conjunto de conceitos utilizados e as restrições aplicadas são previamente e explicitamente definidas. Formal: espera-se que uma ontologia seja processável por um computador, o que exclui definições em linguagem natural, por exemplo. Compartilhada: descreve um conhecimento consensual, que é utilizado por mais de um indivíduo e aceito por um grupo.” [Studer et al. 1998] A.M Moura - SDMS 2004

55 Propriedades de uma ontologia
Compartilhamento entendimento sobre conceitos para comunicação entre agentes Filtragem modelos de abstração: uma ontologia define o que deveria ser extraído de um sistema A.M Moura - SDMS 2004

56 Uma ontologia pode conter informações de naturezas distintas...
Terminológica conj. básico de conceitos e relações. Ex: animal, homem, vegetal,... Assertiva conj. de axiomas: assertivas aplicadas aos conceitos e relações exemplos: solteiro(x)  homem(x)   casado(x) carnívoro(x)  animal(x)  come (y)  y = 'carne' herbívoro(x)  animal(x)  come (y)  y = 'vegetais' animal(x)  carnívoro(x)  herbívoro(x) A.M Moura - SDMS 2004

57 Uma ontologia pode conter informações de naturezas distintas...
Pragmática camada de ferramentas: informações pragmáticas não incluídas nas demais Ex: conceito classe Como desenhar este conceito? Informação (APIs em IDL...) pragmática A.M Moura - SDMS 2004

58 Principais componentes de uma ontologia
5 diferentes tipos de componentes: Classes: Conceitos do domínio ou tarefas, geralmente organizados em taxonomias Em uma ontologia universitária: estudante e professor são duas classes Relações: Um tipo de interação entre conceitos do domínio Ex.: subclass-of, is-a A.M Moura - SDMS 2004

59 Principais componentes de uma ontologia (cont.)
Funções: Caso especial de relações onde o n-ésimo elemento é único para os n-1 elementos precedentes Ex.: Preço de um carro usado Axiomas: Sentenças verdadeiras Ex.: se um estudante está matriculado na disciplina X e Y é pré-requisito de X, então o aluno já cursou Y Instâncias: Representam elementos específicos Ex: O estudante João é uma instância da classe Estudante A.M Moura - SDMS 2004

60 A “Inteligência” Abordagem declarativa
Descreve um domínio com suas entidades e características, através de “fatos” declarativos, que não estão dentro dos programas Motores de inferência deduzem novos fatos a partir dos existentes Teorias Fundamentadas em lógica matemática e Sistemas para expressar e manipular conhecimento declarativo de forma tratável e eficiente computacionalmente Formalismo provê Acesso aos fatos (conhecimento) Mecanismo de inferência (ou estratégia de resolução) Estratégias de controle e escalonamento da inferência A.M Moura - SDMS 2004

61 Resumindo... Ontologias visam capturar o conhecimento consensual de forma genérica e formal, de modo a poder ser reutilizado e compartilhado entre aplicações e pessoas A.M Moura - SDMS 2004

62 Ontologias: Metodologias
Uschold & King Tove(TOronto Virtual Enterp.) [Grüninger&Fox] Methontology [Fernándes, Gómez-Pérez, Juristo] Ontology101 [Noy & McGuiness] Construção de ontologias baseadas no LAL (Léxico Ampliado da Linguagem) [Leite] A.M Moura - SDMS 2004

63 Criação de Ontologias conforme “Ontology101”
Conforme [Noy & McGuiness, 2001]: Passo 1: Determine o domínio e o escopo da ontologia Escopo=Questões de Competência (exs) Passo 2: Considere o reuso de ontologias existentes Passo 3: Enumere termos importantes da ontologia Passo 4: Defina as classes e a hierarquia de classes Passo 5: Defina as propriedades das classes—”slots” Passo 6: Defina as restrições das propriedades (“facets of the slots”) Passo 7: Crie instâncias Ontology Development 101: A Guide to Creating Your First Ontology, A.M Moura - SDMS 2004

64 Evolução de Ontologias
catálogo formal is a frames lógica tesauro termos/ glossário (is-a) informal instâncias formais restrições de valor axiomas, relações de disjunção/ conjunção inversa ... A.M Moura - SDMS 2004

65 Tesauro de Recuperação
(M. Luiza A. Campos – UFF 2002) Unesco através do programa UNISIST define Tesauro de recuperação sob dois aspectos: 1 - Segundo a Estrutura - “É um vocabulário controlado e dinâmico de termos relacionados semântica e genericamente cobrindo um domínio específico do conhecimento”. 2 - Segundo a Função - “É um dispositivo de controle terminológico usado na tradução da linguagem natural dos documentos, dos indexadores ou dos usuários numa ‘linguagem do sistema’ (linguagem de documentação, linguagem de informação) mais restrita.” A.M Moura - SDMS 2004

66 Tesauro Organiza conceitos (e não objetos) num domínio de conhecimento
Compilação de palavras e frases através de descritores, mostrando sinônimos, relacionamentos hierárquicos, associativos e de dependência [Matthews et. al 2001]; Organização segue princípios lógicos de identidade, partição, associação É um tipo de: Uma procissão religiosa é um tipo de cortejo É parte de: Uma procissão é parte de uma festa religiosa Controlado por padrões internacionais (ex. ISO2788:1986 [ISO1986] – tesauro p/ único idioma) A.M Moura - SDMS 2004

67 Tesauro Organização do conhecimento: Classes e relações Objetos:
Domínios do saber Processos (ações, fenômenos, estados) Entidades (instituições, nomes, locais, eventos, ...) Classes e relações Gênero/espécie ex: Ser humano/ homem Relação partitiva (parte de) ex: corpo humano/ cabeça, tronco, membros... Equivalência ex: tangerina/mexirica Oposição ex: inflação/deflação Relacionamento de associação (material- produto; coisas-processo) ex : Barbeiro / Doença de Chagas; Vacina/Veneno Objetos: Termos: palavras de um idioma (pode ser multi-lingual) ou Conceitos: todo termo refere-se a um único conceito A.M Moura - SDMS 2004

68 Relações num tesauro Tesauro Exemplo [Gomes90]
Conceito na hierarquia (C) Termo genérico (TG) Termo genérico partitivo (TGP) Termo específico (TE) Termo específico partitivo (TEP) Termo associado (TA) Equivalência (UP) Uso (U) Nota (N) Parte sistemática Arma Arma de fogo Revolver Canhão ... Arma branca Arma branca de choque Adaga estilete Faca Facão Espada Gládio Parte alfabética Arma branca TG Arma TE Arma branca de choque TA Equipamento defesa Arma branca de choque TG Arma branca TE Faca Arma de fogo TE Revolver TEP Gatilho A.M Moura - SDMS 2004

69 A.M Moura - SDMS 2004

70 A.M Moura - SDMS 2004

71 A.M Moura - SDMS 2004

72 Tesauros - Exemplos Tesauro do Folclore e Cultura Popular (http://www.museudofolclore.com.br/tesauro/) UMLS (Unified Medical Language System) (http://umlsks.nlm.nih.gov/) Terminologia médica (National Library of Medicine) conceitos significados Sinônimos, derivações, relacionamentos entre termos, variantes léxicos... ELSST (European Lexico Social Science Thesaurus) (http://www.limber.rl.ac.uk/External/external.htm) Terminologia p/ Ciências Sociais tesauro multi-linguístico (inglês, frances, espanhol e alemão) 49 hierarquias de termos MS – Access , gerando representação em RDF (interoperabilidade Web) ou uso convencional (listagem alfabética) adotado como padrão europeu na área Extensão p/: finlandês, dinamarquês, norueguês e grego A.M Moura - SDMS 2004

73 Linguagens de Ontologias - Classificação
[Corcho&Perez2000] [Su&Ilebrekke2002] Linguagens de Ontologias tradicionais Padrões Web Lógica de Predicados: Cycl [Lenat&Guha1990] Frame: Ontolingua [Farquhar et al. 1996] F-Logic[Kifer et al. 1995] CML* [Schereiber et al. 1994] OCML** [Motta E.1999] Lógica descritiva: Loom [McGregor1991] Outras: Telos [Mylopoulos et al.1990] XML RDF Topic Maps XOL SHOE OIL DAML + OIL OWL Linguagens de Ontologias p/ Web * Conceptual Modeling Language ** Operational Conceptual Modeling Language A.M Moura - SDMS 2004

74 Linguagens de Ontologias p/ a Web
XOL (XML- based Ontology Exchange Language) [Karp et al.1999] Linguagem p/ intercâmbio de ontologias Primitivas de modelagem e semântica baseada no modelo OKBC Lite (Open Knowledge Base Connectivity) <module> ( ontology, kb, database, dataset) cabeçalho (nome, versão) classes/subclasses slots (propriedades) instâncias </module> A.M Moura - SDMS 2004

75 Exemplo Pessoa tem irmãos tem pai Homem Mulher nome data_nasc
A.M Moura - SDMS 2004

76 Exemplo de ontologia em XOL
<module> <name> Familia - ontologia </name> <version> 1.2 </versao. <documentation> Esse exemplo visa... </documentation> <class> < name > homem </name> <documentation> classe de pessoas de sexo masculino... </documentation> <subclass-of> pessoa </ subclass-of> </class> < name > mulher </name> <documentation> classe de pessoas de sexo feminino </documentation> <slot> <name> data_nasc </name> <domain> pessoa </domain> <slot-cardinality> 1 </slot-cardinality> <slot-numeric-min> 1900 </slot-numeric-min> <slot-value-type>integer </slot-value-type> </slot> características s/ ontologia Classes Atributos, relacionamentos A.M Moura - SDMS 2004

77 XOL – Exemplo arquivo XOL (cont)
<slot> <name>tem_ irmaos </name> <documentation> </documentation> <domain> pessoa </domain> <slot-value-type>homem </slot-value-type> </slot> <name>tem_pai </name> <slot-inverse> pai_de <slot-inverse> <individual> <name> Pedro </name> <instance-of> homem </instance-of> <slot-values> <name> data_nasc </name> <value> 10/09/1970 </value> </slot-values> Instâncias A.M Moura - SDMS 2004

78 XOL – Exemplo arquivo XOL (cont)
<slot-values> <name> tem_pai </name> <value> Paulo </value> </slot-values> </individual> <individual> <name> Paulo </name> <instance-of> homem </instance-of> <name> data_nasc </name> <value> 15/01/1950 </value> <name> pai-de </name> <value> Pedro </value> </module> Observe relacionamentos inversos!! A.M Moura - SDMS 2004

79 Linguagens de Ontologias p/ a Web
SHOE (Simple HTML Ontology Extensions) [Luke&Heflin2000] Extensão do HTML Definição de ontologias Provê definição de regras (cláusulas Horn) Fazer anotações em páginas html a partir de propriedades de uma ou mais ontologias A.M Moura - SDMS 2004

80 SHOE - Exemplo Relações Relacionamentos Criando uma ontologia
<HTML> <HEAD> <META HTTP-EQUIV=“SHOE” CONTENT=“VERSION=1.0”> <TITLE> Arv.Genealogica</TITLE> > </HEAD> <BODY><ONTOLOGY ID=O1.Familia-ontologia ”version=“1.0”> <USE-ONTOLOGY ID=“base.ontology” ”version=“1.0” PREFIX=“base” url=“http....”> <DEF-CATEGORY NAME=“Pessoa” ISA=“base.SHOEEntity”> raiz <DEF-CATEGORY NAME=“Homem” ISA=“Pessoa”> <DEF-CATEGORY NAME=“Mulher” ISA=“Pessoa”> <DEF-RELATION NAME= “Tem pai”> <DEF-ARG POS=“1” TYPE= “Pessoa”> <DEF-ARG POS=“2” TYPE= “Pessoa”> <DEF-RELATION NAME= “E irmao”> <DEF-RELATION NAME= “nome”> <DEF-ARG POS=“2” TYPE= “.STRING”> </ONTOLOGY> </BODY> </HTML> Relações Relacionamentos A.M Moura - SDMS 2004

81 SHOE - Exemplo Criando axiomas
<DEF-INFERENCE DESCRIPTION= “e irmao(?pes1,?pes2) if tem pai (pes1,?pessoa) and tem pai(pes2,?pessoa)> <INF-IF> <RELATION NAME= “tem pai” <ARG POS=1 VALUE=“pes1” USAGE=VAR> <ARG POS=2 VALUE=“pessoa” USAGE=VAR> </RELATION> SE <ARG POS=1 VALUE=“pes2” USAGE=VAR> </RELATION> </INF-IF> <INF-THEN> <RELATION NAME= “e irmao” ENTÃO <ARG POS=2 VALUE=“pes2” USAGE=VAR> </INF-THEN> </DEF-INFERENCE> A.M Moura - SDMS 2004

82 SHOE - Exemplo Criando anotações em págs. HTML .......
<TITLE> Minha home-page </TITLE> <BODY> <P> Sou Ana Maria Moura. <P> Antes de mais nada apresento-lhes minha familia. Este eh meu pai <HREF=“http..../luiz”> tem pai </A> </BODY> É necessario no entanto especificar a ontologia na qual me baseio <USE-ONTOLOGY ID=“O1.Familia-Ontologia URL=“http......” VERSION=“1.0” PREFIX=“O1”> É preciso também instanciar valores <RELATION NAME=“O1.nome”> <RELATION NAME=“O1.tem pai”> <ARG POS=1 VALUE=“http// /anamaria”> <ARG POS=1 VALUE=“http.../LUIZ”> <ARG POS=2 VALUE=“Ana Maria Moura”> <ARG POS=1 VALUE=“ Luiz Moura”> A.M Moura - SDMS 2004

83 Linguagens de Ontologias p/ a Web
OIL (Ontology Inference Layer) (http://www.ontoknowledge.org/oil/) Sistemas Baseados em Frames (Modelagem epistemológica, Primitivas) Description Logics (DL) (Semântica formal & Inferência) OIL Linguagens Web: XML/RDF A.M Moura - SDMS 2004

84 OIL - Exemplo ontology-container title “Exemplo - Ontologia”
creator “Ana Maria Moura” subject “exemplo OIL” language “Português” ... ontology-definitions class-def pessoa classe slot-def motorista slot-def idade slot-def tem-pai inverse e-filho_de class-def motorista subclass–of pessoa slot- constraint idade value-type (min18) class-def homem class-def mulher subclass–of pessoa, not homem slot-constraint tem-pai has-value homem max-cardinality 1 elem. DC conjs. não disjuntos propriedades de Pessoa A.M Moura - SDMS 2004

85 OIL como extensão do RDFS
linguagem de ontologia OIL é definida em RDFS qq agente RDF/RDFS pode processar instâncias OIL agentes OIL podem explorar semântica e inferência rdfs:Resource [Maedche &Staab, 2002] oil:ConstraintResource oil:rdf:Property oil:Classexpression oil:TransitiveProperty rdfs:Class oil:AND oil:OR oil:NOT oil:SlotConstraint oil:SymmetricProperty oil:ReflexiveProperty oil:ClassType oil:NumberRestriction oil:ValueType oil:HasValue oil:MinCardinality oil:PrimitiveClass oil:Cardinality oil:DefineClass oil:MaxCardinality A.M Moura - SDMS 2004

86 Estendendo o OIL DAML (DARPA Agent Markup Language)
(http://www.daml.org) iniciativa da agência DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency): objetivo: linguagem universal de marcação p/ Web Semântica: rica p/ representar ontologias; suporte a agentes desenvolver ferramentas gratuitas; disponibilizar conteúdo significativo a ser manipulado por essas ferramentas DAML + OIL (embutidos em RDF/RDFS) Linguagem p/ representação de ontologias: W3C A.M Moura - SDMS 2004

87 DAML + OIL Amplia número de propriedades aos axiomas: RDF/RDFS
intersection of union of disjointUnion of same as one of ..... RDF/RDFS A.M Moura - SDMS 2004

88 DAML + OIL importando vocabulários Definindo Classes/ Subclasses
<rdf:RDF xmlns:rdf ="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:rdfs="http://www.w3.org/2000/01/rdf-schema#" xmlns:daml="http://www.daml.org/2000/12/daml+oil#" .... <rdfs:comment>Exemplo de ontologia usando daml+oil /rdfs:comment> <daml:imports rdf:resource="http://www.daml.org/2000/12/daml+oil"/> </daml:Ontology> <rdfs:Class rdf:ID= “Pessoa”> </rdfs:Class> <rdfs:Class rdf:ID= “Homem”> <rdfs:subClassof rdf:resource=“#Pessoa”/> </rdfs:Class> <rdfs:Class rdf:ID= “Mulher”> importando vocabulários Definindo Classes/ Subclasses A.M Moura - SDMS 2004

89 DAML +OIL – uso de restrições
<daml:UniqueProperty rdf:ID=“temPai”> <rdfs:domain rdf:resource=“#Pessoa”/> <rdfs:range rdf:resource=“#Homem/> </ daml:UniqueProperty > <rdf:Property rdf:ID=“temIrmao”> </rdf:Property > <rdf:Property rdf:ID=“temfilho”> <daml:inverseOf rdf:resource=“#temPai”/> </rdf:Property> <rdfs:Class rdf:abouit= “#Pessoa”> <rdfs:subClassof > <daml:Restriction daml:maxcardinality=“n”> <daml:onProperty rdf:resource=“#temIrmao”/> </daml:Restriction> </rdfs:subClassof> </rdfs:Class> <daml:disjointUnionOf rdf parseType=“daml:collection”> Coleção disjunta <rdfs:Class rdf:about=“Homem”/> <rdfs:Class rdf:about=“Mulher”/> </daml:disjointUnionOf> ...... </rdf:RDF> Toda pessoa só tem 1 pai Relacionamento irmão Relacionamento inverso pai/filho Pessoa pode ter vários irmãos A.M Moura - SDMS 2004

90 Comparando linguagens
RDF(S) OIL DAML+OIL XOL SHOE XTM (1) Poder de expressividade media - media + media (2) N0 construtores pequeno medio - medio med (3) Mecanismos de abstração cla,gen agre,ass ag,ass (4) Axiomas não sim (5) Inferência (6) Checagem de restrições fraca m.fraca fraca- Obs: (1): media -: conj. limitado de propriedades (2): agreg: somente entre classes; disjunção somente em OIL, DAML+OIL e TM (4): tem como base LPO: OIL e DAML+OIL permitem definir propr. algébr.de relações(transit., simetria, negação, etc.) (6): fraca - : association templates- permite especificar um conj. de restrições de um tipo (estendido de [Su e Ilebrekke 2002], [Perez e Corcho 2002]) A.M Moura - SDMS 2004

91 Ontology Web Language (OWL) http://www.w3.org/2004/OWL/
revisão da DAML+OIL OWL faz uso de URIs para nomeação padrão recomendado pela W3C -10/03/04. Características: compartilhamento e interoperabilidade (ontologias como objetos) extensibilidade (reutilização de termos) metadados versionamento (evolução) axiomas (oneof/disjunção, subclasse,sameclassas) conj de classes e propriedades primitivas tipos de dados simples e complexos, equivalência de classes e propriedades (transitividade,inversa,simetria, união, intercessão, sameproperty/sameclass/as...) detecção de inconsistências (cardinalidades min/max) compatibilidade com outros padrões ..... A.M Moura - SDMS 2004

92 OWL OWL Lite: hierarquia e características simples de restrição. Ex: valores de cardinalidade limitados a 0 e 1; OWL DL: maior expressividade sem perda de completeza computacional e decidibilidade dos sistemas. Inclui todos os construtores do OWL; OWL Full: nível máximo de expressividade e liberdade sintática do RDF sem garantia computacional. Ex: uma classe pode ser tratada simultaneamente como uma coleção de elementos individuais e como um elemento individual. Não existe sw capaz de processar todas as características da linguagem. A.M Moura - SDMS 2004

93 OWL-DL (Exemplo) A.M Moura - SDMS 2004

94 Propriedades OWL A.M Moura - SDMS 2004

95 OWL-DL (Outro exemplo)
<owl:Class rdf:about="#Mozzarella"> <rdfs:subClassOf> <owl:Class rdf:about="#Cheese"/> </rdfs:subClassOf> <owl:Restriction> <owl:onProperty> <owl:FunctionalProperty rdf:about="#hasFatContent"/> </owl:onProperty> <owl:someValuesFrom> <owl:Class rdf:about="#Low_fat"/> </owl:someValuesFrom> </owl:Restriction> <owl:disjointWith rdf:resource="#Parmesan"/> </owl:Class> <owl:Class rdf:about="#Magherita_Pizza"> <owl:ObjectProperty rdf:about="#has_topping"/> A.M Moura - SDMS 2004

96 <owl:allValuesFrom>
<owl:Class> <owl:unionOf rdf:parseType="Collection"> <owl:Class rdf:about="#Mozzarella"/> <owl:Class rdf:about="#Tomato"/> </owl:unionOf> </owl:Class> </owl:allValuesFrom> </owl:Restriction> </rdfs:subClassOf> <rdfs:subClassOf rdf:resource="#Pizza"/> <rdfs:comment rdf:datatype="http://www.w3.org/2001/XMLSchema#string" >A magherita pizza kind of pizza and has has, amongst other things, Mozzarella and Tomato toppings</rdfs:comment> <rdfs:subClassOf> <owl:Restriction> <owl:someValuesFrom rdf:resource="#Tomato"/> <owl:onProperty> <owl:ObjectProperty rdf:about="#has_topping"/> </owl:onProperty> <owl:someValuesFrom rdf:resource="#Mozzarella"/> A.M Moura - SDMS 2004

97 Ferramentas de suporte a ontologias
Principais funcionalidades: Permitir o desenvolvimento de ontologias a nível de: criação, visualização, dedução, navegação, edição, integração, compartilhamento, reuso,... Exemplos: Ontolingua [Farquhar et al. 1996] Ontobroker (ontobroker.semanticweb.org) Protegé-2000 [Noy et al. 2000] OntoEdit [A.Maedche et al. 2000] Kaon [Handschuh et al. 2001] WebOnto (http://kmi.open.ac.uk/projects/ocml/) WebODE [Arprez et al. 2001] OilEdit [Bechhofer et al. 2001] DOGMA [MEERSMAN et.al, 2002] ... A.M Moura - SDMS 2004

98 OntoEdit Características Univ. Karlsruhe, Alemanha
projeto e manutenção de ontologias ontologias multilingual modelo de representação baseado em frames não suporta reuso A.M Moura - SDMS 2004

99 OntoEdit A.M Moura - SDMS 2004

100 Protégé Características
Univ. Standford, depto de Informática Médica (4a versão) desenvolvimento e manutenção de sistemas de base de conhecimento modelo de representação baseado em frames, compatível c/ OKBC exporta representação em RDFS plugin para criação de ontologias em OWL A.M Moura - SDMS 2004

101 Protégé A.M Moura - SDMS 2004

102 KAON: The Karlsruhe Ontology and Semantic Web Infrastructure
Características Univ. Karlsruhe, Alemanha baseada na arquitetura de multi-camadas de Tim Berners-Lee conj. de ferramentas que permite a criação, edição, manutenção, dedução e compartilhamento de ontologias uso de DAML+OIL e Frame-Logic Apis p/ RDF, OWL Lógica descritiva a partir de uma ontologia OWL/DL A.M Moura - SDMS 2004

103 KAON A.M Moura - SDMS 2004

104 Avaliação de Ontologias
OntoClean [Guarino,Welty 2002] metodologia independente de domínio que provê um acompanhamento sobre quais decisões ontológicas devem ser tomadas e como essas podem ser avaliadas. Exemplo: classe água – instância de água? classe oceano: oceano Atlântico, instância de oceano (todo) é correto dizer que oceano é subclasse de água? A.M Moura - SDMS 2004

105 OntoClean a cada propriedade (classe) é atribuída uma meta-propriedade que descreve seu comportamento em relação a noções ontológicas (rigidez, por ex.); benefícios: validação de taxonomias estrutura básica da ontologia (propriedades rígidas) facilidade de integração de ontologias descoberta do uso inconsistente do conceito de subclasse (subsumption) A.M Moura - SDMS 2004

106 A verdadeira Integração na Web Semântica
CO CO mapeamento manual Processos Produtos (Web Services) CO CO: conteúdo ontológico Recursos A.M Moura - SDMS 2004

107 Alguns projetos em andamento
Kaon (Univ. Karlsruhe) CREAM (framework p/ marcação de páginas) EDUTELLA ( Annotating Resources P2P- semanticweb2002) SWWS (Semantic Web Enabled Web Services - Univ. Karlsruhe & Amsterdã) Harmonise (Interoperability in Tourism - Univ. Karlsruhe ) Ontologging (Multiple Ontologies & Ontology Evolution - Univ. Karlsruhe ) OntoShare (Btexact Technologies- semanticweb2002) Haystack (MIT AI Laboratory - semanticweb2002) Wonderweb (ontology infrastructure for the SW) OntoWeb (ontology-based information exchange for knowledge management and E-commerce) SWAP (P2P e ontologias Univ. Karlsruhe) Semantic web services: ROSA ( repositório de objetos de aprendizagem com acesso semântico) Projetos Univ. Karlsruhe .... Univ. Amsterdã A.M Moura - SDMS 2004

108 Conclusões Grandes esforços na concepção de tecnologias: padrões, linguagens, ferramentas Ontologia é a base p/ a Web Semântica A Web semântica representa grandes desafios: Requer maior processamento de semântica formal menor esforço no desenvolvimento de aplicações na Web Aprendizado de ontologias (ontology learning) processo semi-automático de suporte à engenharia de ontologias (extração, reuso, evolução, interoperabilidade e gerenciamento) Descoberta conhecimento OL Engenharia ontologias A.M Moura - SDMS 2004

109 Questões em andamento Evolução de ontologias
Uso de múltiplas ontologias Ontologias e multimídia Absorção de dimensões culturais: acesso ao conhecimento a níveis local, regional, nacional e internacional A.M Moura - SDMS 2004

110 Alguns eventos recentes e/ou futuros relevantes
WWW04: 13th World Wide Web Conference N. York, Maio 2004 ISWC2004: International Semantic Web Conference 7-11 Novembro 2004, Hiroshima, Japan WWW2005: International WWW Conference 10-14 Maio 2005, Chiba, Japan Semantic Web Challenge: Resultados ICWE 2005: Int Conference on Web Engineering 25-29 July 2005 Sydney, Australia A.M Moura - SDMS 2004

111 URLs Interessantes URLs Essenciais: http://www.w3.org
World Wide Web Consortium (W3C) Semantic Web: Outras URLs: OWL Web Ontology Language: Tutorial Costello: lists.oasis-open.org/archives/ uddi-spec/200401/ppt00000.ppt Portal de Iniciativas na Web Semântica: Repositório de Projetos e Recursos para a Web Semântica Ferramenta de Edição de Ontologias Protégé: Ambiente de Implementação: OOHDM e SHDM (PUC-Rio): (Dave Beckett´s (RDF) Resource Guide) A.M Moura - SDMS 2004

112 A.M Moura - SDMS 2004

113 Referências [Arprez et al 2001]
Arprez J.C., Corcho O., Fernandez-Lopez M.,G. Perez A. A Scalable Workbench for Ontological Engineering. 1st Int. Conf. on Knowldege Capture, Canda 2001. [Bechhofer et al. 2001] S. Bechhofer, I.Goble, C. Horrocks. Daml+oil is not enough. First Semantic Web Working Symposium (SWWWS01), California, EU, 2001, (http:oiled.man.ac.uk/). [Bézivin 1998] J. Bézivin. Who’s Afraid of Ontologies?http://www.metamodel.com/oopsla98-ccdif-workshop/bezivin1/. [Corcho,Perez2000] O. Corcho, A., Gómez-Pérez.. A Roadmap to Ontology Specification Languages. Proc of EKAW’00, France, (http://delicias.dia.fi.upm.es/articulos/ocorcho/ekaw2000-corcho.pdf . [DOGMA] Background of DOGMA Ontology Research. Disponível em: Acessado em: abril 2003. [Farquhar et al. 1996] Farquhar A., Fikes R. Rice J. The Ontolingua Server: A tool for Collaborative Ontology Construction. Proc of KWA96. Banff, Canada 1996. [Gomes 1990] Gomes, H.E. Manual de Elaboração de Tesauros Monolíngues, CNPq, 1990 [Gruber 1994] Gruber T. Toward Principles for the Design of Ontologies Used for Knowledge Sharing. IJHCS, 43(5/6): [Guarino 1996] N. Guarino. Understanding, Building, and Using Ontologies, [Guarino,Welty 2002] N. Guarino, C.Welty. Evaluating ontological decisions with OntoClean. Comm. of the ACM(2):61-65(2002). A.M Moura - SDMS 2004

114 [Handschuh et al. 2001] S. Handschuh A. Maedche, L. Stojanovic et al. Kaon- The Karlsruhe Ontology and Semantic Web Infrastructure, (http://kaon.semanticweb.org/). [Hendler 2001] J. Hendler. Agents and the Semantic Web, IEEE Intelligent Systems, março/abril/2001. [ISO ] Documentation – Guidelines for the establishment and development of monolingual thesauri 2nd ed, 1986. [Karp et al. 1999] R. Karp, V.Chaudri, J. Thomere. XOL: an XML-Based Ontology Exchange Language [Kifer et al. 1995] Kifer M., Lausen G. Wu J. Logical Foundations of Object-Oriented and Frame-Based Languages. Journal of the ACM 1995. [Konopnicki et al.1998] D. Konopnicki, O.Shmueli. Information Gathering in the World Wide Web: the W3QL Query Language and W3QS System. Israel Institue of Technology, 1998. [Lenat&Guha 1990] D.B.Lenat, R.V.Guha. Building large knowledge-based systems. Representation and Inference in the yc Project. Addison-Wesley, Readings, Massachusetts. [Luke,Heflin 2000] S. Luke, J.Heflin. Shoe 1.01 proposed specification, shoe project. abril 2000. [A.Maedche et al 2000] A.Maedche H.P. Schnurr, et al. representation language-neutral modeling of ontologies. Workshop Modellieung 2000, St. Goar, Alemanha, 2000. [Maedche,Staab, 2002] A. Maedche S.Staab. Ontologies: Representation, Engineering, Learning and Application, ECAI 2002. [Matthews et. al 2001] B. Matthews,K. Miller, M.Wilson. A Thesaurus Interchange Format in RDF, 2001 (http://www.limber.rl.ac.uk/External/SW_conf_thes_paper.htm) [McGregor 1991] McGregor R. Inside the LOOM classifier. SIGART bulletin. Vol.2(3):70-76, jun 1991. A.M Moura - SDMS 2004

115 [Meersman et al 2002 [Mihaila 1996] Meersman, R. et al. Data Modelling Versus Ontology Engineering. SIGMOD Records vol 31, no 4, pg , dez Disponível em: Acessado em: abril 2003. G.Mhaila. WebSQL- An SQL-like Query Language for the WWW. [Motta E. 1999] Motta E. Reusable Componentsfor Knowledge Modeling. IOS Press. Amsterdam 1999. [Mylopoulos et al. 1990] J. Mylopoulos, A. Borgida et al. Telos: Representing knowledge about information systems. Information Systems, 8(4): , 1990. [Noy et al. 2000] N.F.Noy, R.W.Fergerson, M.Musen. The Knowledge model of Protégé-Combining interoperability and flexibility. Proc. do EKAW00), LNCS 1937, pp , Springer, 2000, (http:www.smi.stanford.edu/projects/protege/). [Ntoulas et al 2004] [Perez,Corcho 2002] Ntoulas, J. Cho, C. Olston, WWW2004, N. York, USA, May 2004. A. Gómez-Pérez, O. Corcho. Ontology Languages for the Semantic Web. IEEE Intelligent Systems, jan/fev 2002 [Schereiber et al. 1994] A. Schereiber, B. Wielinga et al. CML: the commonkads conceptual modeling language, EKAW’94. [Su, Ilebrekke 2002] X. Su, L. Ilebrekke. A Comparative Study of Ontology Languages and Tools. CAISE 02, Toronto, Canada, Maio 2002. [Tim Berners-Lee et al 2001 ] T. Berners-Lee, J. Hendler, O. Lassila. The Semantic Web. Scientific American, maio, 2001.,(http://www.scientificamerian.com/2001/0501issue/0501berners-lee.html). A.M Moura - SDMS 2004

116 [Uschold e Gruninger 2002] M. Uschold e M. Gruninger. Creating Semantically Integrated Communities on the WWW. Semantic Web Workshop, Havai, 2002. [Van Heijst et al 1996] Van HeijstG. Schreiber A.T., Wielinga B.J IJHCS, 43(5/6). Widerhold 1992] [Wiederhold, G.. Mediators in the Architectute of Future Information Systems. IEEE Computer Society Press, p , Março 1992. A.M Moura - SDMS 2004


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