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REINO PROTISTA Elaboração:Mônica Aberceb. CARACTERÍSTICAS *organismos unicelulares *eucariontes. * Heterótrofos, digestão intracelular Vida livre ou parasitas.

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1 REINO PROTISTA Elaboração:Mônica Aberceb

2 CARACTERÍSTICAS *organismos unicelulares *eucariontes. * Heterótrofos, digestão intracelular Vida livre ou parasitas. *Tem características semelhantes a animais, como locomoção, ingestão de alimentos e ausência de parede celular rígida.

3 REPRESENTANTES Protozoários como ameba, paramécio, giardia. Protozoários como ameba, paramécio, giardia. certas algas unicelulares - como euglenofíceas, pirrofíceas e crisofíceas. certas algas unicelulares - como euglenofíceas, pirrofíceas e crisofíceas.

4 Classificação dos protozoários Os protozoários podem ser fixos ou se deslocar através de cílios, flagelos ou pseudópodes. De acordo com o tipo e a presença ou não dessas organelas locomotoras, os protozoários classificam-se em: Os protozoários podem ser fixos ou se deslocar através de cílios, flagelos ou pseudópodes. De acordo com o tipo e a presença ou não dessas organelas locomotoras, os protozoários classificam-se em: rizópodes ou sarcodíneos - locomovem-se através de pseudópodes. rizópodes ou sarcodíneos - locomovem-se através de pseudópodes. flagelados ou mastigóforos - locomovem-se através de flagelos. flagelados ou mastigóforos - locomovem-se através de flagelos. ciliados - locomovem-se através de cílios; ciliados - locomovem-se através de cílios; esporozoários - desprovidos de organelas locomotoras. esporozoários - desprovidos de organelas locomotoras.

5 Classificação dos protozoários Sarcodíneos ou Rizópodos Locomoção por pseudópodos. Nutrição por fagocitose. Digestão intracelular. Vida livre (aquáticos) ou parasitas. Vacúolos Pulsáteis ou Contráteis para controle osmótico. Reprodução assexuada por divisão binária. Nome genérico  Amebas. Ex.: Amoeba proteus (vida livre) e Entamoeba histolytica (parasita).

6 Movimento por pseudópodes

7 Flagelados ou mastigóforos Locomoção por flagelos. Locomoção por flagelos. Mutualísticos ou parasitas. Mutualísticos ou parasitas. Digestão intracelular. Digestão intracelular. Reprodução assexuada por divisão binária. Reprodução assexuada por divisão binária. Ex.: Trichonymphas sp. (mutualístico), Trypanosoma cruzi (parasita), Giardia lambia (parasita), Leishmania brasiliensis (parasita Ex.: Trichonymphas sp. (mutualístico), Trypanosoma cruzi (parasita), Giardia lambia (parasita), Leishmania brasiliensis (parasita

8 Exemplos de flagelados

9 CILIADOS Nutrição pelo sulco oral. Nutrição pelo sulco oral. Digestão intracelular. Digestão intracelular. Macro e micronúcleo. Macro e micronúcleo. Vacúolos Pulsáteis ou Contráteis. Vacúolos Pulsáteis ou Contráteis. Excreção pelo citoprocto. Excreção pelo citoprocto. Vida livre, mutualísticos ou parasitas. Vida livre, mutualísticos ou parasitas. Reprodução assexuada por divisão binária e sexuada por conjugação. Reprodução assexuada por divisão binária e sexuada por conjugação. Locomoção por cilios. Locomoção por cilios. Ex.: Paramaecium spp (vida livre), Balantidium coli (parasita). Ex.: Paramaecium spp (vida livre), Balantidium coli (parasita). São os protistas mais complexos. São os protistas mais complexos.

10 Exemplos de ciliados

11 ESPOROZOÁRIOS No grupo dos esporozoários encontram-se os protistas que não têm qualquer tipo de sistema de locomoção. No grupo dos esporozoários encontram-se os protistas que não têm qualquer tipo de sistema de locomoção. Todos eles são parasitas obrigatórios. Todos eles são parasitas obrigatórios. O nome "Apicomplexos" vêm de uma parte do protista, responsável pela perfuração da membrana celular das futuras células hospedeiras. O nome "Apicomplexos" vêm de uma parte do protista, responsável pela perfuração da membrana celular das futuras células hospedeiras. Os mais comuns são do gênero Plasmodium, que causam a Malária, e do gênero Toxoplasma, que causam a toxoplasmose. Os mais comuns são do gênero Plasmodium, que causam a Malária, e do gênero Toxoplasma, que causam a toxoplasmose.

12 ESPOROZOÁRIOS

13 REPRODUÇÃO ASSEXUADA por divisão binária e ASSEXUADA por divisão binária e Ocorre por exemplo em amebas e no tripanossomo. Ocorre por exemplo em amebas e no tripanossomo. SEXUADA por conjugação que ocorre no paramécio. SEXUADA por conjugação que ocorre no paramécio.

14 REPRODUÇÃO EM PARAMÉCIO O paramécio apresenta um processo sexual denominado conjugação. Dois indivíduos de sexos diferentes se aproximam e estabelecem uma ponte citoplasmática. Através dessa ponte eles trocam micronúcleos que haviam sido previamente duplicados. Após a troca os conjugantes se separam e, em cada um dos indivíduos, os dois micronúcleos, um original e o recebido do parceiro, se fundem, misturando seus materiais genéticos. No fim do processo cada conjugante dá origem a quatro novos paramécios recombinantes, com diferentes misturas dos genes dos pais. O paramécio apresenta um processo sexual denominado conjugação. Dois indivíduos de sexos diferentes se aproximam e estabelecem uma ponte citoplasmática. Através dessa ponte eles trocam micronúcleos que haviam sido previamente duplicados. Após a troca os conjugantes se separam e, em cada um dos indivíduos, os dois micronúcleos, um original e o recebido do parceiro, se fundem, misturando seus materiais genéticos. No fim do processo cada conjugante dá origem a quatro novos paramécios recombinantes, com diferentes misturas dos genes dos pais.

15 REPRODUÇÃO EM PARAMÉCIO

16 DOENÇAS CAUSADAS POR PROTOZOÁRIOS DOENÇA DE CHAGAS DOENÇA DE CHAGAS Histórico: A doença de chagas é assim denominada em homenagem ao seu descobridor, o médico brasileiro Dr. Carlos Justiniano Ribeiro das Chagas. Foi descoberto em 1909, quando Carlos Chagas realizava uma campanha contra a malária que atingia operários que trabalhavam na construção de um trecho da Estrada de Ferro Central do Brasil, na região norte do Estado de Minas Gerais. Carlos Chagas, descreveu o agente etiológico, o transmissor e o modo de transmissão da doença. Histórico: A doença de chagas é assim denominada em homenagem ao seu descobridor, o médico brasileiro Dr. Carlos Justiniano Ribeiro das Chagas. Foi descoberto em 1909, quando Carlos Chagas realizava uma campanha contra a malária que atingia operários que trabalhavam na construção de um trecho da Estrada de Ferro Central do Brasil, na região norte do Estado de Minas Gerais. Carlos Chagas, descreveu o agente etiológico, o transmissor e o modo de transmissão da doença. Definição: E uma doença transmissível, causado por um parasito do gênero Trypanosoma e transmitida principalmente através do "barbeiro". É conhecido também por: chupança, chupão, fincão, bicudo, procotó,etc. Definição: E uma doença transmissível, causado por um parasito do gênero Trypanosoma e transmitida principalmente através do "barbeiro". É conhecido também por: chupança, chupão, fincão, bicudo, procotó,etc. Agente causador: É um protozoário denominado Trypanosoma cruzi. No homem e nos animais, vive no sangue periférico e nas fibras musculares, especialmente as cardíacas e digestivas: no inseto transmissor, vive no tubo digestivo. Agente causador: É um protozoário denominado Trypanosoma cruzi. No homem e nos animais, vive no sangue periférico e nas fibras musculares, especialmente as cardíacas e digestivas: no inseto transmissor, vive no tubo digestivo.

17 DOENÇA DE CHAGAS Transmissor: O "barbeiro", é um inseto da sub-família Triatominae que se alimenta exclusivamente de vertebrados homeotérmicos, sendo chamados hematófagos. A principal espécie propagadora da Doença de Chagas no Estado de São Paulo, foi o Triatoma infestans, hoje eliminado do nosso meio. Persistem ainda as espécies de menor importância como Panstrongylus megistus e o Triatoma sordida amplamente distribuídos. Geralmente, abrigam-se em locais muito próximo à fonte de alimento e podem ser encontrados na mata, escondidos em ninhos de pássaros, toca de animais, casca de tronco de árvore, montes de lenha e embaixo de pedras. Nas casas escondem-se nas frestas, buracos das paredes, nas camas, colchões e baús, além de serem encontrados em galinheiro, chiqueiro, paiol, curral e depósitos. Transmissor: O "barbeiro", é um inseto da sub-família Triatominae que se alimenta exclusivamente de vertebrados homeotérmicos, sendo chamados hematófagos. A principal espécie propagadora da Doença de Chagas no Estado de São Paulo, foi o Triatoma infestans, hoje eliminado do nosso meio. Persistem ainda as espécies de menor importância como Panstrongylus megistus e o Triatoma sordida amplamente distribuídos. Geralmente, abrigam-se em locais muito próximo à fonte de alimento e podem ser encontrados na mata, escondidos em ninhos de pássaros, toca de animais, casca de tronco de árvore, montes de lenha e embaixo de pedras. Nas casas escondem-se nas frestas, buracos das paredes, nas camas, colchões e baús, além de serem encontrados em galinheiro, chiqueiro, paiol, curral e depósitos.

18 CICLO DE VIDA Penetração no interior das células, somente macrófagos e fibroblastos, onde logo se transforma em amastigota e se reproduz. Penetração no interior das células, somente macrófagos e fibroblastos, onde logo se transforma em amastigota e se reproduz. Após 3 a 5 dias, os amastigotas saem dos seus “ninhos”, caem na corrente sanguínea e transformam-se em tripomastigotas, passando por um estágio intermediário de epimastigota. Após 3 a 5 dias, os amastigotas saem dos seus “ninhos”, caem na corrente sanguínea e transformam-se em tripomastigotas, passando por um estágio intermediário de epimastigota. Começam a surgir os mecanismos de defesa do hospedeiro que passam a controlar o número de parasitas. Começam a surgir os mecanismos de defesa do hospedeiro que passam a controlar o número de parasitas. Alguns parasitas conseguem escapar desse mec. de defesa, invadem a linfa e o sangue periférico e vão alcançar e parasitar células de outros órgãos. Alguns parasitas conseguem escapar desse mec. de defesa, invadem a linfa e o sangue periférico e vão alcançar e parasitar células de outros órgãos. A reação inflamatória gerada pela presença do parasita, desencadeia um processo de tentativa de regeneração – fibrose, mais freqüentes no miocárdio e no sistema nervoso. A reação inflamatória gerada pela presença do parasita, desencadeia um processo de tentativa de regeneração – fibrose, mais freqüentes no miocárdio e no sistema nervoso. Desenvolve-se a resposta imune do hospedeiro. Os pacientes que sobrevivem à fase aguda da doença (90% dos casos) têm seus sintomas atenuados e entram em um período de latência após um tempo médio de 2 a 4 meses Desenvolve-se a resposta imune do hospedeiro. Os pacientes que sobrevivem à fase aguda da doença (90% dos casos) têm seus sintomas atenuados e entram em um período de latência após um tempo médio de 2 a 4 meses

19 CHAGAS: CICLO

20 SINTOMAS DA DOENÇA DE CHAGAS Na fase aguda, ocorrem febre moderada, hepatomegalia discreta (grande fígado), inflamação dos gânglios linfáticos, miocardia aguda, meningoencefalite (dores na meninges), etc. É comum a diminuição dos sintomas. As crianças apresentam uma maior taxa de letalidade variando de 2% a 7%. Na fase crônica, ocorre o comprometimento do coração e do sistema digestivo. A duração depende de vários fatores, desde idade e estado nutricional do paciente até os intrínsecos dos parasitas. Os sintomas mais importantes são a cadiomegalia (coração grande), o megaesôfago (esôfago grande) e o megacólon (cólon grande). Na fase aguda, ocorrem febre moderada, hepatomegalia discreta (grande fígado), inflamação dos gânglios linfáticos, miocardia aguda, meningoencefalite (dores na meninges), etc. É comum a diminuição dos sintomas. As crianças apresentam uma maior taxa de letalidade variando de 2% a 7%. Na fase crônica, ocorre o comprometimento do coração e do sistema digestivo. A duração depende de vários fatores, desde idade e estado nutricional do paciente até os intrínsecos dos parasitas. Os sintomas mais importantes são a cadiomegalia (coração grande), o megaesôfago (esôfago grande) e o megacólon (cólon grande).

21 Sintomas da Doença de Chagas

22 PROFILAXIA Profilaxia Baseia-se principalmente em medidas de controle ao "barbeiro", impedindo a sua proliferação nas moradias e em seus arredores. Além de medidas específicas (inquéritos sorológicos, entomológicos e desinsetização), as atividades de educação em saúde, devem estar inseridas em todas as ações de controle, bem como, as medidas a serem tomadas pela população local, tais como: - melhorar habitação, através de reboco e tamponamento de rachaduras e frestas; - usar telagem em portas e janelas; - impedir a permanência de animais, como cão, o gato, macaco e outros no interior da casa; - evitar montes de lenhas, telhas ou outros entulhos no interior e arredores da casa; - construir galinheiro, paiol, tulha, chiqueiro, depósito afastados das casas e mantê-los limpos; - retirar ninhos de pássaros dos beirais das casas; - manter limpeza periódica nas casas e em seus arredores; - difundir junto aos amigos, parentes, vizinhos, os conhecimentos básicos sobre a doença, vetor e sobre as medidas preventivas; - encaminhar os insetos suspeitos de serem "barbeiros", para o serviço de saúde mais próximo. Profilaxia Baseia-se principalmente em medidas de controle ao "barbeiro", impedindo a sua proliferação nas moradias e em seus arredores. Além de medidas específicas (inquéritos sorológicos, entomológicos e desinsetização), as atividades de educação em saúde, devem estar inseridas em todas as ações de controle, bem como, as medidas a serem tomadas pela população local, tais como: - melhorar habitação, através de reboco e tamponamento de rachaduras e frestas; - usar telagem em portas e janelas; - impedir a permanência de animais, como cão, o gato, macaco e outros no interior da casa; - evitar montes de lenhas, telhas ou outros entulhos no interior e arredores da casa; - construir galinheiro, paiol, tulha, chiqueiro, depósito afastados das casas e mantê-los limpos; - retirar ninhos de pássaros dos beirais das casas; - manter limpeza periódica nas casas e em seus arredores; - difundir junto aos amigos, parentes, vizinhos, os conhecimentos básicos sobre a doença, vetor e sobre as medidas preventivas; - encaminhar os insetos suspeitos de serem "barbeiros", para o serviço de saúde mais próximo.

23 AMEBÍASE Agente causador: E.Histolytica Agente causador: E.Histolytica Hospedeiro definitivo: homem Hospedeiro definitivo: homem Local do parasitismo: intestino grosso. Podem, também, ser afetados o fígado, os pulmões e o cérebro Local do parasitismo: intestino grosso. Podem, também, ser afetados o fígado, os pulmões e o cérebro

24 Ciclo: Ameba Uma pessoa vai a um restaurante e ingere um alface mal-lavado e contaminado com cistos (formas de resistência) de amebas. Tal cisto chega ao intestino do hospedeiro e se abre, liberando jovens amebas. Elas invadem a parede do intestino e começam a se alimentar de células e sangue. Além disso, elas começam a se multiplicar e inflamar a parede do intestino. Com o tempo, tal inflamação se rompe, liberando sangue junto com novas amebas. Uma pessoa vai a um restaurante e ingere um alface mal-lavado e contaminado com cistos (formas de resistência) de amebas. Tal cisto chega ao intestino do hospedeiro e se abre, liberando jovens amebas. Elas invadem a parede do intestino e começam a se alimentar de células e sangue. Além disso, elas começam a se multiplicar e inflamar a parede do intestino. Com o tempo, tal inflamação se rompe, liberando sangue junto com novas amebas.amebasintestinoamebasintestino

25 Sintomas: amebíase O período de incubação é de 2 a 4 semanas. A disenteria amebiana aguda manifesta-se com quadro disentérico agudo, cólicas abdominais, náuseas, vômitos, emagrecimento e fadiga muscular. O período de incubação é de 2 a 4 semanas. A disenteria amebiana aguda manifesta-se com quadro disentérico agudo, cólicas abdominais, náuseas, vômitos, emagrecimento e fadiga muscular.

26 Profilaxia e tratamento: amebíase manter sanitários limpos; *lavar as mãos antes das refeições e após a defecação; *tratar os doentes e portadores assintomáticos; *não usar excrementos, como fertilizantes; *combater as moscas e baratas. O tratamento consiste no uso de fármacos apropriados, como oxiquinolinas, diloxamid, nitroimidazóis, etc., muitas vezes combinados com antibióticos manter sanitários limpos; *lavar as mãos antes das refeições e após a defecação; *tratar os doentes e portadores assintomáticos; *não usar excrementos, como fertilizantes; *combater as moscas e baratas. O tratamento consiste no uso de fármacos apropriados, como oxiquinolinas, diloxamid, nitroimidazóis, etc., muitas vezes combinados com antibióticos

27 Giardíase Parasita à Giardia lamblia Parasita à Giardia lamblia Hospedeiro definitivo: homem Hospedeiro definitivo: homem Local do parasitismo: intestino delgado Local do parasitismo: intestino delgado

28 Ciclo: giardia A infecção ocorre pela ingestão de cistos em água ou alimentos contaminados. No intestino delgado, os trofozoítos sofrem divisão binária e chegam à luz do intestino, onde ficam livres ou aderidos à mucosa intestinal, por mecanismo de sucção. A formação do cisto ocorre quando o parasita transita o cólon, e neste estágio os cistos são encontrados nas fezes (forma infectante). No ambiente podem sobreviver meses na água fria, através de sua espessa camada. A infecção ocorre pela ingestão de cistos em água ou alimentos contaminados. No intestino delgado, os trofozoítos sofrem divisão binária e chegam à luz do intestino, onde ficam livres ou aderidos à mucosa intestinal, por mecanismo de sucção. A formação do cisto ocorre quando o parasita transita o cólon, e neste estágio os cistos são encontrados nas fezes (forma infectante). No ambiente podem sobreviver meses na água fria, através de sua espessa camada.

29 Ciclo: Giardia

30 Sintomas A giardíase se manifesta por azia e náusea que diminuem de intensidade quando ocorre ingestão de alimentos, ocorrem cólicas seguidas de diarréia, perda de apetite, irritabilidade. Raramente observa-se muco ou sangue nas fezes do indivíduo com giardíase que no entanto possuem odor fétido, são do tipo explosiva e acompanhadas de gases. Em alguns casos o estado agudo da doença pode durar meses levando à má absorção de várias substâncias inclusive vitaminas como as lipossolúveis, por exemplo. A giardíase se manifesta por azia e náusea que diminuem de intensidade quando ocorre ingestão de alimentos, ocorrem cólicas seguidas de diarréia, perda de apetite, irritabilidade. Raramente observa-se muco ou sangue nas fezes do indivíduo com giardíase que no entanto possuem odor fétido, são do tipo explosiva e acompanhadas de gases. Em alguns casos o estado agudo da doença pode durar meses levando à má absorção de várias substâncias inclusive vitaminas como as lipossolúveis, por exemplo.

31 Profilaxia Basicamente, para se evitar a giardíase deve-se tomar as mesmas medidas profiláticas usadas contra a amebíase, já que as formas de contaminação são praticamente as mesmas. Portanto deve-se: Só ingerir alimentos bem lavados e/ou cozidos; Lavar as mãos antes das refeições e após o uso de sanitários; Construção de fossas e redes de esgotos; Só beber água filtrada e/ou fervida; Tratar as pessoas doentes. Basicamente, para se evitar a giardíase deve-se tomar as mesmas medidas profiláticas usadas contra a amebíase, já que as formas de contaminação são praticamente as mesmas. Portanto deve-se: Só ingerir alimentos bem lavados e/ou cozidos; Lavar as mãos antes das refeições e após o uso de sanitários; Construção de fossas e redes de esgotos; Só beber água filtrada e/ou fervida; Tratar as pessoas doentes.

32 Malária Causadores: P. vivax, P. malariae, P. falciparum, P. ovale. Causadores: P. vivax, P. malariae, P. falciparum, P. ovale. Hospedeiro definitivo: mosquitos do gênero Anopheles. Só as fêmeas sugam sangue humano e podem atuar como transmissoras dos parasitas.O sangue humano contém nutrientes essenciais para a maturação e desenvolvimento dos ovos desses insetos. Hospedeiro definitivo: mosquitos do gênero Anopheles. Só as fêmeas sugam sangue humano e podem atuar como transmissoras dos parasitas.O sangue humano contém nutrientes essenciais para a maturação e desenvolvimento dos ovos desses insetos. Hospedeiro intermediário: homem Hospedeiro intermediário: homem Locais do parasitismo: glóbulos vermelhos do sangue, células hepáticas, corpo do mosquito. Locais do parasitismo: glóbulos vermelhos do sangue, células hepáticas, corpo do mosquito.

33 Ciclo da malária A malária é uma doença infecciosa transmitida pela fêmea do mosquito Anopheles. A doença é transmitida através da “picada” do inseto, uma vez que necessita de hemoglobina para alimentar seus ovos. Ao lubrificar com sua saliva o local que será picado, os esporozoítos encontrados nela são liberados e ao picar eles são introduzidos no organismo do hospedeiro, caindo diretamente no sangue e em minutos na corrente sanguínea. A malária é uma doença infecciosa transmitida pela fêmea do mosquito Anopheles. A doença é transmitida através da “picada” do inseto, uma vez que necessita de hemoglobina para alimentar seus ovos. Ao lubrificar com sua saliva o local que será picado, os esporozoítos encontrados nela são liberados e ao picar eles são introduzidos no organismo do hospedeiro, caindo diretamente no sangue e em minutos na corrente sanguínea. Ao entrar na corrente sanguínea, os esporozoítos apoderam-se e desenvolvem-se nas células hepáticas (que uma vez mortas não se recuperam) e tornam-se merozoítos. Estes penetram nas hemácias e se armazenam em vacúolos digestivos, se multiplicam e hidrolisam a hemoglobina tomando formas masculinas e femininas chamadas de gametócitos e produzindo hemozoína. Ao entrar na corrente sanguínea, os esporozoítos apoderam-se e desenvolvem-se nas células hepáticas (que uma vez mortas não se recuperam) e tornam-se merozoítos. Estes penetram nas hemácias e se armazenam em vacúolos digestivos, se multiplicam e hidrolisam a hemoglobina tomando formas masculinas e femininas chamadas de gametócitos e produzindo hemozoína. Quando um mosquito suga o sangue de uma pessoa doente de malária, ele ingere os gametócitos que em seu interior transforma-se em óvulos que posteriormente liberam os esporozoítos. Os esporozoítos migram até as glândulas salivares do mosquito e ali permanecem até que o mosquito pique outro humano e transmita o ciclo evolutivo da doença a outros. Quando um mosquito suga o sangue de uma pessoa doente de malária, ele ingere os gametócitos que em seu interior transforma-se em óvulos que posteriormente liberam os esporozoítos. Os esporozoítos migram até as glândulas salivares do mosquito e ali permanecem até que o mosquito pique outro humano e transmita o ciclo evolutivo da doença a outros.

34 Ciclo: malária

35 SINTOMAS: Malária Período de incubação - 7 a 21 dias Período de incubação - 7 a 21 dias Carga parasitária x espécie de parasito Carga parasitária x espécie de parasito Paroxismo malárico (calafrio, calor e suor) Paroxismo malárico (calafrio, calor e suor) Febre Febre Mal estar Mal estar Cefaléia Cefaléia Vômito Vômito Diarréia Diarréia Hipoglicemia Hipoglicemia Insuficiência renal Insuficiência renal Convulsão Convulsão

36 Profilaxia Detecção e tratamento precoce dos infectados Detecção e tratamento precoce dos infectados Medidas de proteção individual e coletiva Medidas de proteção individual e coletiva Telagem de janelas e portas Telagem de janelas e portas Inseticidas de ação residual Inseticidas de ação residual Impregnação de mosquiteiros com inseticida Impregnação de mosquiteiros com inseticida Desenvolvimento de novos fármacos Desenvolvimento de novos fármacos Treinamento de Recursos Humanos Treinamento de Recursos Humanos Estruturação do sistema de saúde Estruturação do sistema de saúde Desenvolvimento de Vacina Desenvolvimento de Vacina

37 TRICOMONÍASE Causador: Trichomonas vaginalis Causador: Trichomonas vaginalis Transmissão: É considerada doença sexualmente transmissível, embora raramente, possa ser transmitida por vias não sexuais, como por exemplo, objetos contaminados (toalhas, vasos sanitários de locais públicos etc.) Transmissão: É considerada doença sexualmente transmissível, embora raramente, possa ser transmitida por vias não sexuais, como por exemplo, objetos contaminados (toalhas, vasos sanitários de locais públicos etc.) Sintomas No homem, a sintomatologia é mais discreta: corrimento uretral, geralmente pela manhã, antes da primeira micção, bem como irritação da uretra. Na mulher, corrimento abundante, amarelo ou amarelo-esverdeado, bolhoso, com mau cheiro característico; prurido e/ou irritação vulvar; ocasionalmente dor pélvica; vaginite (colpite) e uretrite, etc. Pode permanecer assintomática no homem e, na mulher, principalmente após a menopausa. Sintomas No homem, a sintomatologia é mais discreta: corrimento uretral, geralmente pela manhã, antes da primeira micção, bem como irritação da uretra. Na mulher, corrimento abundante, amarelo ou amarelo-esverdeado, bolhoso, com mau cheiro característico; prurido e/ou irritação vulvar; ocasionalmente dor pélvica; vaginite (colpite) e uretrite, etc. Pode permanecer assintomática no homem e, na mulher, principalmente após a menopausa.

38 TRICOMONÍASE Profilaxia e tratamento Profilaxia e tratamento É recomendável o uso de preservativo durante o ato sexual, uso individual de roupas íntimas, tratamento de indivíduos portadores, esterilização dos aparelhos ginecológicos, higiene em relação aos sanitários públicos, etc. O tratamento é feito com uso de nitroimidazóis, em administração oral e vaginal. Em todos os casos em que se positiva o diagnóstico da infecção na mulher, deve-se estender também o tratamento ao seu marido ou companheiro, já que, sem tal cuidado, poderá surgir uma nova contaminação da mulher e perpetuação do quadro clínico apresentado. É recomendável o uso de preservativo durante o ato sexual, uso individual de roupas íntimas, tratamento de indivíduos portadores, esterilização dos aparelhos ginecológicos, higiene em relação aos sanitários públicos, etc. O tratamento é feito com uso de nitroimidazóis, em administração oral e vaginal. Em todos os casos em que se positiva o diagnóstico da infecção na mulher, deve-se estender também o tratamento ao seu marido ou companheiro, já que, sem tal cuidado, poderá surgir uma nova contaminação da mulher e perpetuação do quadro clínico apresentado.

39 TRICOMONÍASE

40 LEISHMANIOSE Causador: Leishmania brasiliensis Causador: Leishmania brasiliensis Hospedeiro definitivo: homem Hospedeiro definitivo: homem Hospedeiro intermediário: inseto conhecido como mosquito- palha ou birigüi. Hospedeiro intermediário: inseto conhecido como mosquito- palha ou birigüi. Ciclo: os parasitas se reproduzem no corpo do inseto e são inoculados durante a picada. Os ferimentos provocados pela picada ulceram e neles os parasitas se multiplicam. Novas picadas espalham as leishmânias de pessoa a pessoa. Ciclo: os parasitas se reproduzem no corpo do inseto e são inoculados durante a picada. Os ferimentos provocados pela picada ulceram e neles os parasitas se multiplicam. Novas picadas espalham as leishmânias de pessoa a pessoa.

41 Prevenção: Lesihmaniose Medidas clínicas, diagnóstico precoce e tratamento. Toda a pessoa que apresentar ferida de difícil cicatrização deverá procurar a Unidade Básica de Saúde, para a realização do exame específico e tratamento. Medidas clínicas, diagnóstico precoce e tratamento. Toda a pessoa que apresentar ferida de difícil cicatrização deverá procurar a Unidade Básica de Saúde, para a realização do exame específico e tratamento. Medidas de proteção individual, são meios mecânicos através do uso de mosquiteiros simples, telas finas em portas e janelas, evitar a frequência na mata, principalmente no horário noturno, a partir das 20:00 horas (crepúsculo) sem o uso de roupas adequadas,boné, camisas de manga comprida, calças compridas e botas além do uso de repelentes. Medidas de proteção individual, são meios mecânicos através do uso de mosquiteiros simples, telas finas em portas e janelas, evitar a frequência na mata, principalmente no horário noturno, a partir das 20:00 horas (crepúsculo) sem o uso de roupas adequadas,boné, camisas de manga comprida, calças compridas e botas além do uso de repelentes. Manter limpo terrenos baldios que possa servir como criadouros de insetos transmissores. Manter limpo terrenos baldios que possa servir como criadouros de insetos transmissores.

42 Leishmaniose

43 ALGAS: Euglenofíceas Euglena viridis; Euglena viridis; Unicelular; Unicelular; Dulcíolas (água doce); Dulcíolas (água doce); Mixotróficas (Autótrofos e heterótrofos); Mixotróficas (Autótrofos e heterótrofos); Reprodução: Cissiparidade; Reprodução: Cissiparidade; Parede Celular: Película não celulósica; Parede Celular: Película não celulósica; Substância de reserva: Paramido; Substância de reserva: Paramido; Pigmentos : Clorofila, caroteno e xantofila (vermelho); Pigmentos : Clorofila, caroteno e xantofila (vermelho);

44 CRISÓFITAS Crisófitas : Crisófitas : Diatomáceas Diatomáceas Unicelular; Unicelular; Maioria marinha; Maioria marinha; Reprodução por cissiparidade principalmente; Reprodução por cissiparidade principalmente; Parede celular: Tecas (Silicosa-areia) Parede celular: Tecas (Silicosa-areia) Substância de reserva: óleo Substância de reserva: óleo Diatomito: Cosméticos, lixas,... Diatomito: Cosméticos, lixas,... Pigmentos: Fucoxantina (dourado, cinza), clorofila e caroteno. Pigmentos: Fucoxantina (dourado, cinza), clorofila e caroteno. Pertencentes ao Reino Protista; Pertencentes ao Reino Protista;

45 PIRRÓFITAS Pirrófitas (Vermelhadas): Pirrófitas (Vermelhadas): Gimnodnium sp Gimnodnium sp Unicelular Unicelular Maioria marinha Maioria marinha Reprodução: Cissiparidade Reprodução: Cissiparidade Parede Celular: Placas Parede Celular: Placas Substância de reserva: Óleo e amido Substância de reserva: Óleo e amido Pigmentos: Clorofila, caroteno, xantofila. Pigmentos: Clorofila, caroteno, xantofila. Pertencentes ao Reino Protista; Pertencentes ao Reino Protista; Maré vermelha: Aglomerado de algas pirrófitas que formam uma mancha vermelha, e liberam a neurotoxina, que ataca o sistema nervoso. Maré vermelha: Aglomerado de algas pirrófitas que formam uma mancha vermelha, e liberam a neurotoxina, que ataca o sistema nervoso. Biolumnescentes: Algumas espécies liberam luz. Biolumnescentes: Algumas espécies liberam luz.

46 BIBLIOGRAFIA *www.fiocruz.br *www.fiocruz.br *portalbrasil.net/educação *portalbrasil.net/educação *www.valerio.bio.br *www.valerio.bio.br *www.bio.davidson.edu *www.bio.davidson.edu *www.gineco.br *www.gineco.br *www.brasilescola.com *www.brasilescola.com * Biologia/ Armênio Uzunian, Ernesto Birner * Biologia/ Armênio Uzunian, Ernesto Birner


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