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ANTIGUIDADE Na Antiguidade, o Comércio Internacional pouco existia.Uma das civilizações mais antigas que se conhece é a egípcia. No Egito, o comércio exterior.

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1 ANTIGUIDADE Na Antiguidade, o Comércio Internacional pouco existia.Uma das civilizações mais antigas que se conhece é a egípcia. No Egito, o comércio exterior era inexpressivo e as importações e exportações se limitavam apenas a artigos de luxo.

2 ANTIGUIDADE Em épocas posteriores surgiu a civilização mesopotâmica. Foi constatado que o comércio da Mesopotâmia era mais intenso do que o Egito. Chegaram a estabelecer postos comerciais fora do país. Já os fenícios foram grandes navegadores, o que permitiu que se tornassem também grandes comerciantes. Instalaram postos de vendas em diversos pontos da Europa.

3 ANTIGUIDADE A Grécia Antiga não tinha produção suficiente de alimentos. Isso fez com que ela comprasse esses produtos do exterior e pagasse com azeite e vinho. O Império Romano desenvolveu bastante o Comércio Exterior, mesmo porque Roma dominava o mundo. Negociaram até com países distantes, como China e Índia.

4 ERA DOS DESCOBRIMENTOS O Comércio Exterior cresceu como consequência natural da expansão geográfica do mundo.Assim, o caminho para o Oriente passou a ser feito por navios em vez de caravanas. A Europa ficou conhecendo e consumindo produtos até então desconhecidos, como tabaco, milho, batata e tomate.O comércio ficava muito lucrativo.

5 ERA DOS DESCOBRIMENTOS Com uma viagem bem-sucedida, o comerciante ficava milionário; por isso, eles começaram a ganhar um status social mais importante. Nas novas colônias a mão-de-obra era escassa. Houve necessidades de escravizar o negro para suprir essa falta. Ao contrário da Idade Média, os governos centrais tornara-se mais fortes. Aumentou a necessidade de dinheiro, o que fez surgir o mercantilismo

6 IDADE MÉDIA ( FEUDALISMO Na idade Média, a Europa viveu sob o regime feudal.Politicamente significava enfraquecimento do poder central, isto é do rei, e o fortalecimento do poder dos nobres ( duque, conde, etc ). Economicamente, estabelecia uma dependência muito grande entre o nobre ( suserano ) e o povo ( vassalo ).

7 IDADE MÉDIA ( FEUDALISMO Toda economia era corporativista, isto é, havia as corporações que representavam as classes de trabalhadores. Elas eram muito fechadas e de grande influência. Nessa época, ocorreram as Cruzadas. Elas estimularam o comércio com o Oriente, introduzindo na Europa bens novos e exóticos. Os europeus tornaram-se grandes mercadores.

8 IDADE MÉDIA ( FEUDALISMO Nesse período, surgiram as primeiras grandes feiras internacionais, reunindo comerciantes de diversos países europeus. Isso obrigou o aparecimento dos trocadores de moedas que, com o tempo, se transformaram nos primeiros banqueiros. A produção era toda artesanal.

9 MERCANTILISMO O período mercantilista vai de 1500 a A Europa já vivia o fim do Feudalismo e da Idade Média. O regime corporativista perdia força e o comerciante individual estava em ascensão. Cerca de 80 a 90% da população européia trabalhavam na agricultura. Os artesãos, ( isto é, alfaiates, carpinteiros, ferreiros) eram os industriais da época; portanto, uma produção de natureza doméstica.

10 MERCANTILISMO Os mercantilistas achavam que a riqueza das nações consistia no estoque de metais preciosos em poder do governo em vez de o povo ter abundância de bens para o consumo. Identificavam a moeda com riqueza. Para Adam Smith, o mercantilismo priorizava o poder e o enriquecimento do Estado sobre o bem-estar do indivíduo.

11 MERCANTILISMO A exportação precisava ser maior do que a importação, para a nação ter benefícios com o comércio exterior. Assim, estimulavam as exportações e desestimulavam as importações, até mesmo quando isso proporcionava prejuízos para o povo. O Estado precisava ser forte, com controle político e econômico. Os países europeus ( Metrópoles ) precisavam ter colônias, porque estas sustentavam as Metrópoles.

12 MERCANTILISMO Por isso, o Brasil foi vítima das invasões holandesas, francesas e inglesas.Precisavam de exército e marinha poderosos para garantir o comércio e proteger as colônias. Foi também a época dos grandes piratas, muitas vezes prestigiados por governos europeus. Os gastos militares tornaram-se muito elevados, o que levou as Metrópoles a criarem o monopólio do comércio com as colônias.

13 MERCANTILISMO O Brasil, por exemplo, só teve seus portos abertos às nações amigas quando D.João VI e sua corte vieram para o Brasil. Os monopólios, eliminando a concorrência, castigavam os consumidores porque os preços poderiam ficar abusivos. Os primeiros navios que entraram no porto do Rio vinham carregados das mais esquisitas mercadorias, tais como pesados cobertores de lã para calefação, patins para gelo etc.

14 MERCANTILISMO O crescimento econômico gerou o aparecimento dos primeiros grandes bancos. Roberto Campos, em artigo publicado em O Estado de S.Paulo, de , assim define o Mercantilismo: Uma forma de organização econômica em que o Governo decidia mais ou menos tudo: quem podia produzir, comerciar, exportar ou importar o que, tendo em vista exclusivamente o aumento máximo da riqueza e do poder do Estado.

15 LIBERALISMO No fim do século XVIII, a Europa passou por transformações muito grandes.Foi o que se chamou de I Revolução Industrial. As indústrias passaram a trabalhar com máquinas que, para a época, eram muito eficientes. O crescimento da produção industrial estimulou as migrações dos camponeses para as cidades. Esse fato ficou mais agravado porque a agricultura também teve um progresso técnico, o que tornou necessário menos trabalhadores rurais.

16 LIBERALISMO Os empresários passaram a ter mais força política. Essa nova conjuntura econômica ficou conhecida como liberalismo, cujos traços marcantes foram: mercado livre; iniciativa individual; e desregulamentação; o que não havia no mercantilismo.

17 LIBERALISMO Portanto, era um regime totalmente contra a intervenção do Estado na Economia. Este deveria preocupar-se somente com : - Preservação da justiça; - Defesa nacional; e - Realização de empreendimentos para os quais haveria desinteresse da iniciativa particular.

18 LIBERALISMO O objetivo primordial do agente econômico ( comerciante, industrial ou agricultor ) era o lucro. O liberalismo teve sua força em Adam Smith, considerado o fundador da moderna economia. Suas idéias foram publicadas no livro ( Riquezas das nações ).

19 LIBERALISMO Para ele o homem., movido pelo desejo de lucro, passava a produzir mais, o que também trazia benefícios para a comunidade. Dizia Adam Smith : Ao procurar o seu próprio interesse, o indivíduo promove o interesse da sociedade mais do que se realmente procurasse promovê-lo.


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