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AGENTES DO RELEVO  a) Internos ou endógenos – Processos estruturais que atuam do interior para o exterior: tectonismo, vulcanismo e abalos sísmicos. b)

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Apresentação em tema: "AGENTES DO RELEVO  a) Internos ou endógenos – Processos estruturais que atuam do interior para o exterior: tectonismo, vulcanismo e abalos sísmicos. b)"— Transcrição da apresentação:

1 AGENTES DO RELEVO  a) Internos ou endógenos – Processos estruturais que atuam do interior para o exterior: tectonismo, vulcanismo e abalos sísmicos. b) Externos ou exógenos – Processos esculturais que atuam externamente, modificando as paisagens, como o intemperismo, a ação das águas, do vento, do mar, do gelo e dos seres vivos entre outros.

2 Tectonismo  O movimento das placas tectônicas traz, em sua dinâmica, resultados que podem ser observados na superfície. Os terremotos, o vulcanismo, as rochas dobradas e falhadas são exemplos claros de que toda a crosta esteve submetida a tais esforços e que eles continuam atuando até os dias de hoje. Esses movimentos são denominados tectônicos e são classificados em dois tipos:

3  Anticlinal – parte convexa de uma dobra na qual as camadas se inclinam de maneira divergente, a partir de um eixo.  Sinclinal – parte côncava de uma dobra, na qual as camadas se inclinam de forma convergente, formando um a depressão. O fundo dos sinclinais constitui como que uma bacia ou vale alongado.  Diáclase e Paráclase.

4 Abalos sísmicos Terremoto ou abalo sísmico é uma vibração da superfície terrestre produzida por forças naturais situadas no interior da crosta a profundidades variáveis. Os de grande intensidade são produzidos pela ruptura de grandes massas de rochas situadas a profundidades que vão desde 50 até 900km. Foco e epicentro O local abaixo da crosta onde o terremoto é produzido chama- se foco, e o ponto sobre a superfície, vertical ao foco, é o epicentro. Segundo Popp, “vibrações menores da superfície da Terra são ocasionadas por desmoronamento do teto de cavernas, especialmente nas regiões calcárias. Pequenas vibrações são sentidas também nas regiões situadas próximo de barragens que sofreram represamento recente das águas. A exploração da água subterrânea em regiões sedimentares também tem provocado novas acomodações superficiais, notadamente onde se processa um abaixamento do lençol freático”. (Coelho, Marcos A. e Terra, Lygia. Geografia geral: o espaço natural e socioeconômico. Moderna, p.88.)

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6 Vulcanismo

7 Vulcanismo AAAA crosta terrestre é formada por Placas Tectônicas de composições distintas, que estão constantemente em movimento, produzindo instabilidades na crosta e grande atividade vulcânica. Os diferentes limites entre estas placas geram processos tectônicos distintos, cada um responsável por um processo vulcânico, que por sua vez demarcam os grandes acidentes da litosfera. A localização destas linhas de vulcões é classificada em função dos movimentos gerados pelo deslocamento destas placas, e baseado neste contexto de placas tectônicas.

8 AGENTES EXTERNOS  O relevo terrestre encontra-se em permanente evolução, pois os agentes externos trabalham contínua e incessantemente esculturando ou modelando a paisagem terrestre. Principais agentes externos: a) Intemperismo – É o conjunto de processos químicos, físicos e biológicos (ação da água, do vento, do calor, do frio e dos seres vivos) que provoca o desgaste e a decomposição das rochas. Podem ser físicos e químicos.

9 Físico 00001 - Físico – A desintegração e a ruptura das rochas inicialmente em fendas, progredindo para partículas de tamanhos menores, sem, no entanto, haver mudanças na composição química. Exemplos de processos físicos de meteorização: a) Congelamento da água. b) Variação de temperatura. c) Decomposição esferoidal. d) Esfoliação. e) Destruição orgânica. Os rios – Em seu curso, os rios escavam leitos, formam vales, destroem e transportam rochas e sedimentos, depositando-os e formando novas feições de relevo, como, por exemplo, as planícies e os deltas. As geleiras – Chama-se erosão glacial ao trabalho das geleiras. Grandes blocos de gelo movem-se lentamente, por ação da gravidade, causando profundos desgastes nas rochas. Provocam a abertura de vales em forma de “U” ou de “V”, estes últimos conhecidos como fiordes.

10  Os ventos – Conhecida como erosão eólica, pode tanto construir (acumulação eólica) como destruir uma forma de relevo. A atividade geológica do vento é preponderante, particularmente nas regiões áridas, como os desertos, onde a evaporação é superior às precipitações ou onde a vegetação não se dá por qualquer outro motivo. A erosão eólica processa-se por deflação e corrosão. Deflação – Processo de rebaixamento do terreno, removendo e transportando partículas inconsolidadas. Corrosão – É prouzida pelo impacto das partículas de areia transportadas pelos ventos contra as superfícies das rochas, polindo-as. Efeitos: é maior nas rochas sedimentares, principalmente arenosas e argilosas. Rochas heterogêneas ou irregulares podem sofrer erosão diferencial, o que dá origem a formas curiosas.

11 Intemperismo químico  02 - Químico – Realizam-se em presença da água e dependem da ação de decomposição da água juntamente com o CO2 dissolvido e, em alguns casos, ácidos orgânicos formados pela decomposição de resíduos de vegetais.  03 – Biológico – destruição (desagregação) do relevo pelos vegetais.

12 SOLOS AAAAluvial – grupo de solo azonal, constituído de detritos e sedimentos que foram arrancados de outras áreas mais altas e depositados em zonas mais baixas. Todavia, o mesmo só passará a classificação de solo quando sofrer edaficação do mesmo EEEEluvião – depósito ou simples capa de detritos resultantes da desintegração da rocha matriz. O termo eluvio ou eluvião é o oposto do material transportado pelas águas. OOOOrgânico – Formado de decomposição de material orgânico com sedimentos. Geralmente encontrado em áreas Equatoriais.

13 Epirogênese(do grego Epeiros=continente e Genesis=formação) refere-se ao deslocamento vertical de grandes áreas continentais, sem falhamentos e fraturamentos significativos. Quando este deslocamento é para cima chamamos de soerguimento e para baixo subsidência. Orogênese (do grego: Oros=montanha; Genus=geração), ocorre em áreas estreitas e longas, onde são formadas as cordilheiras sendo um conjunto de processos geológicos que resultam na formação de uma cadeia de montanhas (orógeno) e relacionado com a tectônica compressional de placas tectônicas.

14 Orogênese e Epirogênese  a) Orogênese – O movimento orogenético é relativamente rápido e, quando se manifesta, geralmente deforma, dobrando e falhando as camadas rochosas. Os terremotos são os movimentos orogenéticos mais rápidos de que se tem conta. Associados ao vulcanismo, correspondem a sinais anteriores ou posteriores de um tectonismo orogenético mais amplo. A orogênese propriamente dita é a elevação de uma vasta área dando origem a grandes cadeias de montanhas. Assim, os terremotos e o vulcanismo andino são sinais posteriores ao levantamento da grande cadeia de montanhas que são os Andes. Ao contrário, o vulcanismo e os sismos da faixa que vai de Java ao Japão são sinais precursores de uma grande cadeia de montanhas que se elevará naquela área.

15  b) Epirogênese – Os movimentos epirogenéticos caracterizam-se por serem lentos, abrangerem áreas continentais e não terem competência para deformar (não produzem falhas ou dobras) as estruturas rochosas. O movimento epirogenético não está associado nem ao vulcanismo, nem aos sismos. Ao contrário, é de ocorrência mais comum em áreas relativamente estáveis da crosta terrestre, sendo característicos das bacias sedimentares intracratônicas. A epirogênese atinge áreas de dimensões continentais formando arqueamentos, intumescências ou abaciamentos de grandes conjuntos montanhosos. Os arqueamentos podem ser maiores num ponto e menores noutros, como podem ser levantamentos num lugar e abaixamentos em outros. A lentidão desses movimentos dificulta o seu conhecimento, carecendo-se também de um ponto de referência fixo que possibilite a mensuração da extensão da epirogênese. Assim, podemos distinguir a orogênese para as áreas instáveis e a epirogênese para as áreas estáveis da crosta terrestre"

16 Composição da Terra  Camadas do núcleo para a superfície.

17 Núcleo  A massa específica média da Terra é de 5,515 toneladas por metro cúbico, fazendo dela o planeta mais denso no Sistema Solar. Uma vez que a massa específica do material superficial da Terra é apenas cerca de 3000 quilogramas por metro cúbico, deve-se concluir que materiais mais densos existem nas camadas internas da Terra (devem ter uma densidade de cerca de quilogramas por metro cúbico). Em seus primeiros momentos de existência, há cerca de 4,5 bilhões de anos, a Terra era formada por materiais líquidos ou pastosos, e devido à ação da gravidade os objetos muito densos foram sendo empurrados para o interior do planeta (o processo é conhecido como diferenciação planetária), enquanto que materiais menos densos foram trazidos para a superfície. Como resultado, o núcleo é composto em grande parte por ferro (80%), e de alguma quantidade de níquel e silício.

18 Manto  O manto estende-se desde cerca de 30 km e por uma profundidade de 2900 km. A pressão na parte inferior do mesmo é da ordem de 1,4 milhões de atmosferas. É composto por substâncias ricas em ferro e magnésio. Também apresenta características físicas diferentes da crosta. O material de que é composto o manto pode apresentar-se no estado sólido ou como uma pasta viscosa, em virtude das pressões elevadas

19 Crosta  A crosta (que forma a maior parte da litosfera) tem uma extensão variável de acordo com a posição geográfica. Em alguns lugares chega a atingir 70 km, mas geralmente estende-se por aproximadamente 30 km de profundidade. É composta basicamente por silicatos de alumínio, sendo por isso também chamada de Sial.  Existem doze tipos de crosta, sendo os dois principais a oceânica e a continental, sendo bastante diferentes em diversos aspectos. A crosta oceânica, devido ao processo de expansão do assoalho oceânico e da subducção de placas, é relativamente muito nova, sendo a crosta oceânica mais antiga datada de 160 Ma, no oeste do pacífico. É de composição basáltica e é cobertas por sedimentos pelágicos e possuem em média 7km de espessura.

20 Tipos de Erosão  Falésias.  Sulcos em solos expostos.  Voçoroca em formação.  Deslizamento de terra em encosta não ocupada (urbanizada).  Erosão marinha.  Erosão eólica  Erosão glacial.

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22  Corrosão – Processo de desgaste físico das rochas através, principalmente, do impacto e/ou atrito de partículas transportadas pelo vento (eólica), pela água (fluvial, de marés, correntes) ou pelo gelo (de geleira).E o vento (esculpe) as rochas, dando as formas.  Abrasão - Processo erosivo ou de desgaste de rochas pelo impacto e/ou atrito/fricção de partículas ou fragmentos carregados por correntes eólicas, glaciais, fluviais, marinhas, de turbidez, pelo vai e vem de ondas.  Eólico - Processo, depósito sedimentar ou feição/estrutura que tem o vento como agente geológico.  Exemplos: dunas em desertos ou praias são depósitos eólicos; corrasão é o processo de desbaste e deflação é o de erosão eólicas. Deflação  Erosão pelo vento com a retirada superficial de fragmentos mais finos.  A Deflação ocorre freqüentemente em regiões de campos de dunas com a retirada preferencial de material superficial mais fino (areia, silte), permanecendo, muitas vezes, uma camada de pedregulhos e seixos atapetando a superfície erodida. Pode ocorrer forte corrosão associada à deflação, esculpindo nas rochas formas ruiniformes e outras feições típicas de regiões desérticas e outras assoladas por fortes ventos. Em locais de forte e constante deflação podem se formar zonas rebaixadas, em meio a regiões desérticas, e que com as escassas chuvas formam lagos rasos (playa), secos na maior parte do tempo; lama endurecida ou camadas de sal atapetam, muitas vezes essas playas.

23 Erosão em solo exposto

24 Erosão em Estrada

25 Erosão em morro

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28 Erosão Glacial

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30  Considerando o mapa a seguir da América do Sul e tomando por base as características de relevo do continente, faça a associação correta: ( ) Cordilheira dos Andes ( ) Planície Amazônica ( ) Planalto Brasileiro ( ) Planície Platina a) A, B, C, D b) D, C, B, A c) A, B, D, C d) B, D, C, A e) D, B, C, A

31 Eras Geológicas EraPeríodoGeralBrasil CenozóicaQuaternário Aparecimento do homem. Atuais contornos dos continentes. Formação de bacias sedimentares. Ex; Pantanal e Amazônica Terciário Dobramentos modernos (Andes, Alpes, Himalaia, Rochosas) Bacias Sedimentares MesozóicaCretáceoJurássicoTriássico Grande atividade vulcânica Bacias Sedimentares Primeiros mamíferos e aves Formação de Bacias Sedimentares e Ilhas Oceânicas (Trindade, Martim Vaz Fernando de Noronha e penedos de São Pedro e São Paulo. Derrames basálticos na região Sul. PaleozóicaPermianoCarboníferoDevonianoSilurianoOrdovicianoCambriano Glaciações e Diastrofismos. Rochas sedimentares e Metamórficas. Grande desenvolvimento da vegetação/ inicio da formação do carvão mineral Formação das Bacias Sedimentares antigas, do carvão mineral no sul do Brasil. Inicio da formação da Bacia Sedimentar Paranaica e São Franciscana Pré – cambriano ProterozóicaArqueozóica Surge vida nos oceanos. Formação de rochas magmáticas e metamórficas. Formação dos escudos cristalinos. Primeiras rochas sedimentares. Formação das Serras do Mar e da Mantiqueira. Formação dos Escudos cristalinos brasileiro e Guiano.

32 Estrutura geológica brasileira  Dobramentos Modernos – 0%  Derrames basálticos – 4%  Formação Cristalina – 36% (32% Arqueozóica e 4% Proterozóica).  Bacias Sedimentares – 60%.  Obs. Relevo extremamente erodido.

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