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O esporte no mundo 1 Esporte traduz-se numa daquelas palavrinhas mágicas, que mesmo não possuindo uma definição universal, todo mundo sabe o que significa.

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2 O esporte no mundo 1 Esporte traduz-se numa daquelas palavrinhas mágicas, que mesmo não possuindo uma definição universal, todo mundo sabe o que significa Através das suas múltiplas manifestações, alcançou uma dimensão global, ocupando uma posição de destaque na vida das populações de todo o planeta Bilhões de pessoas de todos os continentes, independente de raças, credos, níveis de formação, gêneros ou idades estão direta ou indiretamente envolvidas com o fenômeno esportivo

3 Cultura esportiva 1 Alguns autores se referem a uma verdadeira obsessão esportiva, que se manifesta, sobretudo, nas grandes competições, mas também é visível o tempo todo nas academias de ginástica, nos currículos escolares, nos parques, nas praias, nos ginásios, nas piscinas, nas pistas e nos estádios pelo mundo afora Estima-se que as audiências acumuladas dos mega- eventos esportivos já ultrapasse a casa dos 30 bilhões de indivíduos * numa espiral de crescimento sem parâmetros conhecidos, em outras áreas da atividade humana * Apenas a Copa do Mundo de Futebol, na Alemanha, registrou mais de 32 bilhões de telespectadores em 112 jogos disputados

4 O esporte como indústria Eventos MerchandisingMídia Relações Públicas VendasPublicidade ConcessõesPesquisa Licenciamento Patrocínio Segmentos de Atividades Envolvidos Setores Fornecedores de jogos ou eventos Fornecedores de equipamentos, insumos e serviços Fornecedores de infraestrutura administrativa e comercial 1

5 Elementos típicos do esporte (negócio) Modalidades esportivasExemplos Esportes OlímpicosAtletismo, Natação, Remo... Esportes TradicionaisFutebol, Basquete, Vôlei, Tênis... Esportes de AventuraBalonismo, Alpinismo, Canoagem... Esportes de NaturezaSurf, Asa-Delta, Mergulho... Esportes Derivados das Artes MarciaisTaekowndo, Judô, Greco-Romana... Esportes de Identidade CulturalFutebol Americano, Capoeira... Esportes IntelectivosXadrez, Gamão, Boliche... Esportes de Expressão CorporalGinástica Aeróbica, Fisiculturismo... Esportes Derivados de Outros EsportesFutebol de Salão, Vôlei de Praia... Modalidades esportivas Gêneros de atividades existentes Propriedades (right holders) Entidades, clubes, equipes, atletas, eventos... Equipamentos Infra-estrutura (logística, transporte, hospedagem, instalações), insumos... Recursos humanos Administrativo, financeiro, marketing/comunicação, jurídico... 1

6 Ambiente de desenvolvimento do esporte 1 Sociedade (cidadãos) Variáveis culturais Estado (governo) Variáveis políticas Mercado (incorporadores) Variáveis econômicas

7 O novo papel do Estado no esporte brasileiro 1 O Estado brasileiro passou a ver o esporte como atividade essencial, que consta da lista de prioridades do governo. A nova perspectiva se confirmou com a criação de um ministério para tratar exclusivamente o tema. Nele, a implantação de uma Política Nacional de Esporte ganhou força, com foco na inclusão social. Milhões de pessoas já são atendidas por programas oficiais. As perspectivas são animadoras, tendo em vista o impacto que o estimulo ao esporte-base poderá trazer, sobretudo ao esporte de alto rendimento

8 A estrutura administrativa do Estado 1 Ministério dos Esportes Responsável pela condução da Política Nacional de Esporte. Além de desenvolver o esporte de alto rendimento, o Ministério trabalha ações de inclusão social por meio do esporte, garantindo à população brasileira o acesso gratuito à prática esportiva, qualidade de vida e desenvolvimento humano

9 Medidas operacionais do governo 1 A parceria público/privado ganha força no cenário esportivo nacional, com a criação de novas fontes de financiamento em todos os níveis do esporte. A melhoria das condições econômicas vem garantindo bons resultados em competições internacionais e favorecendo avanços na organização do esporte brasileiro Num outro pólo, a realização de Conferências Nacionais do Esporte abre um amplo campo de debates sobre o esporte, gerando mecanismos adicionais, como os trabalhos de levantamento dos Diagnósticos do Esporte no Brasil, fruto não apenas de ações de governos, mas da própria mobilização da sociedade civil Fonte: Ministério do Esporte

10 Ações programáticas 1 Fonte: Ministério dos Esportes Premissa : o esporte e a prática regular de atividades físicas são instrumentos de desenvolvimento humano e de melhoria da qualidade de vida de toda a sociedade. O acesso a atividades de esporte e lazer deve ser assegurado a todas as pessoas, independente da idade, gênero ou raça

11 O papel social do Estado 1 O papel intervencionista do Estado no esporte passou a ganhar maior repercussão ao aproximar o setor público do privado. As parcerias com empresas podem ser viabilizadas sem custo financeiro (renuncia fiscal) e com impacto positivo na imagem do investidor. É preciso que as empresas elaborem ou identifiquem projetos para atender setores da sociedade em que haja demanda, destinando parte do seu imposto de renda para o financiamento de tais projetos

12 Segundo tempo 1 Programa destinado a democratizar o acesso à prática esportiva, por meio de atividades físicas e de lazer, realizadas no contra-turno escolar. Tem a finalidade de colaborar para a inclusão social, bem-estar físico, promoção da saúde e desenvolvimento intelectual e humano e assegurar o exercício da cidadania

13 Esporte e lazer na cidade 1 O programa visa suprir a carência de políticas públicas e sociais que atendam às crescentes necessidades e demandas da população por esporte recreativo e lazer, sobretudo daquelas em situações de vulnerabilidade social e econômica, reforçadoras das condições de injustiça e exclusão social a que estão submetidas

14 Pintando a liberdade 1 O Projeto Pintando a Liberdade tem como objetivo ajudar na ressocialização e profissionalização dos detentos do sistema carcerário brasileiro, com a utilização da mão-de-obra destes na produção de insumos esportivos

15 O salto para a profissionalização 1 A proposta do Estado é também ampliar sua ação (de apoio) para as entidades nacionais de administração do desporto e paradesporto (confederações/associações). Dentre as metas estabelecidas estão: aumentar o número de praticantes de esportes no País e o número de esportes praticados possibilitar que o Brasil conquiste mais espaço no cenário internacional, revelando uma melhoria na qualidade da participação de seus atletas em jogos olímpicos e paraolímpicos e outros eventos internacionais de esportes colaborar com o planejamento e execução de um calendário esportivo (nacional e internacional)

16 Programa Brasil potência 1 O Esporte de Rendimento é aquele praticado em competições nacionais e internacionais, objetivando resultados e performance. O objetivo deste projeto é promover mudanças qualitativas no esporte nacional, estimular o desenvolvimento dos níveis de competência administrativa e esportiva que permitam autonomia organizacional e operacional

17 Secretaria Nacional de Alto Rendimento 1 O órgão executivo que trata das questões do esporte de excelência no Brasil é a Secretaria Nacional de Esporte de Alto Rendimento – SNEAR, braço operacional do setor do Ministério do Esporte – ME. Dentre suas atribuições ganham destaque os seguintes projetos:

18 Descoberta do talento esportivo 1 É uma ação com a finalidade de identificar jovens e adolescentes matriculados na rede escolar que apresentam níveis de desempenho motor compatíveis com a prática do esporte de competição e de alto rendimento.

19 Bolsa Atleta 1 Garantir uma manutenção pessoal mínima aos atletas de alto rendimento, que não possuem patrocínio, buscando dar condições para que se dediquem ao treinamento esportivo e participação em competições visando o desenvolvimento pleno de sua carreira esportiva Investir prioritariamente nos esportes olímpicos e paraolímpicos, com o objetivo de formar, manter e renovar periodicamente gerações de atletas com potencial para representar o País nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos

20 Cenesp 1 Rede Cenesp é composta por centros de desenvolvimento de pesquisa científica e tecnológica na área do esporte, treinamento e aperfeiçoamento de atletas. Formada pelas estruturas físicas e administrativas, recursos humanos e materiais existentes nas Instituições de Ensino Superior, os Centros de Excelência Esportiva têm como objetivo detectar, selecionar e desenvolver talentos esportivos, especialmente nas modalidades olímpicas e paraolímpicas

21 Grandes eventos 1 Os Jogos Pan-americanos Rio 2007 foram a demonstração mais eloquente de que o Brasil pretende posicionar-se de forma destacada e definitiva no ambiente esportivo, como centro de referência do esporte mundial. A conquista do direito de sediar a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos (e Para Olimpiadas) de 2016, comprovam que as esferas administrativas do Estado estão comprometidas com um salto adiante na realidade do esporte nacional

22 Outras ações importantes do Estado 1

23 Para onde caminham as mudanças ? 1 O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Ministério dos Esportes, iniciou amplo levantamento da realidade do esporte nos municípios brasileiros, base efetiva das transformações implementadas pelo Estado no cenário esportivo nacional O trabalho, iniciado em 2003, contabilizou o empreendimento em esportes nos municípios brasileiros Fonte: Perfil dos Municípios Brasileiros – Esporte IBGE

24 O esporte nos municípios brasileiros (I) 1 A realidade dos problemas enfrentados pelo país, no âmbito do esporte está registrada no Suplemento de Esporte da Pesquisa de Informações Básicas Municipais do IBGE (Munic), que diagnosticou um quadro inédito do esporte no nível dos municípios brasileiros: Onipresença do Esporte 93,6% das cidades brasileiras realizaram eventos esportivos com execução ou participação da prefeitura; Fonte: Perfil dos Municípios Brasileiros – Esporte IBGE

25 O esporte nos municípios brasileiros (II) 1 Paradoxalmente a grande presença do esporte na realidade municipal acompanha uma infra-estrutura financeira, institucional, de pessoal, equipamentos e instalações ainda bastante deficiente: o pessoal ocupado com esporte, em 2003, representava apenas 1,4% em relação ao total de pessoal das prefeituras; mais de 88% dos municípios não possuíam Conselho Municipal de Esporte; os recursos aplicados em desporto e lazer atingem menos de 1% do total das despesas das prefeituras; Fonte: Perfil dos Municípios Brasileiros – Esporte IBGE

26 1 No país dos contrastes, o tênis de mesa é o terceiro esporte mais praticado no Brasil, com 12 milhões de praticantes, dos quais 14 mil federados (dentre as modalidades individuais, é a principal praticada no território nacional) Fonte: Atlas do Esporte no Brasil (2004) Retrato do esporte no Brasil

27 A força do esporte no Brasil 1 Estimativas dão conta de que quase todo mundo que pratica alguma atividade física, o faz ocasionalmente (abrangendo mais da metade da população brasileira). Isso inclui pessoas que vão a pé ou de bicicleta para o trabalho ou se dedicam regularmente a tarefas domésticas. A atividade física (convencionada na forma de esporte) com mais praticante ocasionais é o futebol, com cerca de 30 milhões de praticantes (entre regulares e ocasionais). A pesca vem em segundo, com 25 milhões de indivíduos que, vez ou outra, jogam o anzol como forma de lazer ou trabalho Fonte: Atlas do Esporte no Brasil (2004)

28 Perspectivas favoráveis 1 Para os analistas, existem boas perspectivas para os negócios do esporte ligados ao turismo, corroborando uma tendência mundial. No Brasil, há um pólo de turismo no Pantanal, ligado à pesca, além de muitas oportunidades no setor de esportes de praia, sobretudo no Nordeste e, surpreendentemente, esportes considerados de elite, mas que geram muitos empregos, como hipismo e golfe, que vem sendo muito procurado pelo capital estrangeiro

29 O esporte na vida do brasileiro 1 A presença dos esportes na rotina nacional é cada vez maior, seja do ponto de vista da prática, seja do ponto de vista da audiência Fonte: Dossiê Esporte – Ipsos Marplan (2006)

30 O esporte na vida do brasileiro 1 Fonte: Dossiê Esporte – Ipsos Marplan (2006)

31 Estrutura organizacional público/privada 20 Associações Nacionais 96 Confederações Nacionais 11 Federações Nacionais Federações Estaduais 18 Secretarias Estaduais Comitê Olímpico Brasileiro Comitê Paraolímpico Special Olimpics Brasil 20 Ligas Privadas clubes 1 Fonte: Atlas do Esporte no Brasil (2004)

32 1 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ACROBACIA E COMPETIÇÕES AÉREAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BALONISMO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BOXE ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DANÇA SOBRE RODAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DESPORTO EM CADEIRA DE RODAS, AMPUTADOS E LES AUTRES ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DESPORTOS PARA AMPUTADOS - ABDA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DESPORTOS PARA CEGOS - ABDC ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DESPORTOS PARA DEFICIENTES MENTAIS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESPORTES DE AVENTURA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE JET SKI PROFISSIONAL E NÃO PROFISSIONAL ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MASTERS DE NATAÇÃO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PARAPENTE ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE RUGBY ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SURF PROFISSIONAL ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TAKRAW - ABT ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TRIATLO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE VÔO LIVRE ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE WAKEBOARD ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DESPORTOS PARA DEFICIENTES - ANDE ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE VÔLEI DE PRAIA Estrutura associativa (nacional) Fonte: Ministério dos Esportes

33 1 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AEROMODELISMO - COBRA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ATLETISMO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BADMINTON CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BASKETBALL CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BASQUETEBOL EM CADEIRA DE RODAS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BEACH SOCCER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BEISEBOL E SOFTBOL CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BICICROSS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BILHAR E SINUCA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BOCHA E BOLÃO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BODYBOARDING CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BOLICHE CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BOXE CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CAÇA E TIRO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CAÇA SUBMARINA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CANASTRA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CANOAGEM CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CAPOEIRA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CICLISMO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CLUBES Estrutura confederativa (nacional)

34 1 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CULTURA E ARTES MARCIAIS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CULTURISMO E MUSCULAÇÃO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE DAMAS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE DANÇA EM CADEIRA DE RODAS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE DESPORTO DE PARTICIPAÇÃO - CBDP CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE DESPORTO ESCOLAR CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE DESPORTO UNIVERSITÁRIO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE DESPORTOS AQUÁTICOS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE DESPORTOS DE INVERNO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE DESPORTOS NA NEVE CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE DESPORTOS NO GELO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE DESPORTOS PARA SURDOS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE DESPORTOS TERRESTRES CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ESGRIMA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ESPORTES DE FORÇA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ESPORTES RADICAIS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ESQUI AQUÁTICO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL DE SALÃO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL SETE SOCIETY CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL SOCIETY CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEVÔLEI - CBFV CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE GINÁSTICA (CBG) CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE GOLFE Estrutura confederativa (nacional)

35 1 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HANDEBOL CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HIPISMO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HÓQUEI CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HÓQUEI E PATINAÇÃO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HOQUEI NO GELO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HOQUEI SOBRE A GRAMA E INDOOR - CBHG CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE JIU-JITSU CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE JUDÔ CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE KARATÊ CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE KARATE DE CONTATO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE KARATÊ INTERESTILOS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE KARATE KYOKUSHIN OYAMA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE KARATE SHOTOKAN CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE KARATÊ-DÔ TRADICIONAL CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE KENDO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE KICKBOXING CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE KUNGFU/WUSHU CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE LEVANTAMENTO DE PESOS - CBLP CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE LEVANTAMENTOS BÁSICOS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE LUTA DE BRAÇO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE LUTAS ASSOCIADAS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE LUTAS VALE TUDO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE MINDBALL - cBm CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE MOTOCICLISMO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ORIENTAÇÃO Estrutura confederativa (nacional)

36 1 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE PADEL CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE PARÁ-QUEDISMO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE PENTATLO MODERNO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE PESCA E DESPORTOS SUBAQUÁTICO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE PETECA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE REMO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE RODEIO UNIVERSITÁRIO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE SKATE CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE SQUASH CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE SUMÔ CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE SURF CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TAE KWON DO INTERESTÍLOS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TAEKWONDO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TÊNIS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TÊNIS DE MESA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TÊNIS DE MESA ADAPTADO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TENIS EM CADEIRA DE RODAS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TIRO COM ARCO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TIRO ESPORTIVO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TIRO PRÁTICO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TRIATHLON CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE VOLEIBOL CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE XADREZ CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE YOGA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE FUTEBOL DE SALÃO CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE RODEIO - CNAR Estrutura confederativa (nacional)

37 1 FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE DARDO FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTE-TÊNIS FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE KARATÊ FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE KARATÊ-DÔ FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE MUSCULAÇÃO - NABBA BRASIL FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE VELA E MOTOR FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE VÔO A VELA FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE CAPOEIRA FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE FOOTBALL 7 SOCIETY FEDERAÇÃO NACIONAL DAS APAES Estrutura federativa (nacional)


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