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L. Discurso e interação no texto - Adriana Bolívar Aluno especial EDCC49 : Jezreel melo.

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2 Discurso e interação no texto - Adriana Bolívar Aluno especial EDCC49 : Jezreel melo

3 Introdução Objetivo: descrever o texto no contexto social e não a linguagem no abstrato; Considera que os seres humanos usam a linguagem com certo propósito e em interações diárias; Investigação da análise do discurso: versão Anglo- saxônica; A necessidade de uma linguística bidimensional para alcançar o objetivo de descrever o texto numa concepção também interacionista; Análise da linguagem como produção de dois interlocutores e não unidimensional (fora do contexto, num mundo ideal);

4 Da Abstração à Interação

5 Objetivo: Salientar as diferenças entre duas grandes linhas de pensamento quanto ao estudo da linguística. Primeiro grupo: Concepção de linguagem fundamentalmente psicológica - Das formas para o significado; Segundo grupo: Concepção de linguagem fundamentalmente social, ou melhor, baseada na concepção social da linguagem - Do significado para as formas;

6 Primeiro grupo: A Linguagem no abstrato Saussure - Curso de linguística geral; Chomsky - Estruturas sintáticas.

7 Ferdinand de Saussure Nova era da linguística; Responsável pelos conceitos centrais da linguística como: relações sintagmáticas e paradigmáticas, sincronia e diacronia, questões da língua e da fala, significado e significante; Linguagem: Abstração que envolve o social e o indivíduo; Objetivo final: Como funciona a linguagem? Não problematizam a linguagem;

8 Noam Chomsky Primeiras noções de competência e de atuação, estrutura profunda (representação abstrata das relações lógico-semânticas das frases), e superficial (estrutura patente das frases); Enfoque mentalista; Regras explicativas, básicas e limitadas para todas as orações gramaticais de uma língua (para toda criação basta palavras e parâmetros); linguagem: abstração que envolve apenas o indivíduo; Competência e performance - conhecimento que já está no indivíduo e atuação; Problemas com o termo oração (ênfase na competência e não na atuação; Tijolos que a partir deles se constroem todas as possibilidades de moradia. Tijolos que cada ser humano já tem, como se fosse estruturas pré- existentes ou herança genética. Crianças aprendem muito rapidamente, passam pelas mesmas etapas, cometem os mesmos erros e usam mecanismos gerais e não específicos da língua.

9 Noam Chomsky O uso da gramática para descrever o significado da orações no abstrato e independentemente do contexto real; Gramática: gerativa e universal; Seus trabalhos, combinando uma abordagem matemática dos fenômenos da linguagem com uma crítica radical do behaviorismo, em que a linguagem é conceitualizada como uma propriedade inata do cérebro/mente humanos, contribuem decisivamente para o arranque da revolução cognitiva, no domínio das ciências humanas. Objetivo final: Como funciona a linguagem?ou descrever o que significa as orações e não o que os oradores querem dizer quando as usam; Não problematiza a linguagem; toda ambiguidade e falta de explicitação da regra deve ser eliminada, levando em consideração que o leitor é um robô, incapaz de usar sua inteligência para preencher vazios e encontrar erros por exemplo.

10 Segundo grupo: J. R. Firth - Estudos em análise linguística; M. A. K. Halliday - Categorias da teoria de Gramática; J. Sinclair; J. Sinclair e Y. M. Coulthard;

11 J. R. Firth Grande influência do estruturalismo - postura diferenciada mesmo revelando grande preocupação pelos postulados de Saussure; Considerações relacionadas a existência humana- participação ativa do homem em um mundo ao qual se pretende estudar e teorizar pela linguística; Linguagem: Contextualizada e relacionada à existência, ao significado da vida, a atividade humana, em situações reais, a partir de um ponto de vista interacionista; Crítica ao sistema saussureano com seus signos e categorias, que torna a linguagem distante daquela falada pelas pessoas reais. falar e escutar, escrever e ler, só são aceitos como significado na vida humana em sociedade. se identifica com a fenomenologia: viver sentir, experimentar em relação percepção doleitor. falar e escutar, escrever e ler, só são aceitos como significado na vida humana em sociedade. se identifica com a fenomenologia: viver sentir, experimentar em relação percepção doleitor.

12 J. R. Firth Linguística: conjunto de técnicas com o objetivo de explicar eventos linguísticos, através de um conjunto de disciplinas para análises empírico- sistemático e autônomas (não necessariamente tem seu ponto de partida na metafísica, psicologia ou sociologia); São simultâneos... O uso do contexto da situação para expressar os fatos sistematicamente e fazer afirmações sobre significado; Relação entre três categorias básicas para descrever a linguagem no processo social: Os traços relevantes dos participantes, as pessoas e personalidades - Os objetivos relevantes - O efeito da ação verbal; Evita propor categorias universais; Insiste em afirma que as categorias abstratas devem está intimamente relacionadas com um conjunto de acontecimentos observados no marco da experiência.

13 M. A. K. Halliday Discípulo de Firth e propagador de sua teoria; Denota um grande esforço para definir metalinguagem para estudar a linguagem; Linguagem: semiótica social - rede de categorias que se relacionam e se estabelecem para explicar os dados - através de escalas de abstrações que relacionam os dados e as categorias; Dados: eventos lingüísticos observados na fala e na escrita (uma amostra quando usados para descrição linguística) chamados textos;

14 M. A. K. Halliday Categorias: Unidade, estrutura, classe e sistema; Eventos linguísticos em níveis diferentes; Níveis primários: A substância, a forma e o contexto; A substância: O material da linguagem (fônico ou gráfico); A forma: organização da substancia em eventos significativos; O contexto: relação da forma com as características linguísticas das situações nas quais a linguagem funciona, e a relação com as características lingüísticas extra-textuais; Interníveis - relação que pode existir entre os níveis, complementando a ideia de Firth ( a análise do significado pode ser feita em qualquer nível e momento porque as categorias estão todas interrelacionadas e se definem mutuamente;

15 M. A. K. Halliday Dedica-se a uma categoria em especial: sistema (por isso linguística sistêmica); Sistema como princípio organizador de classes de unidades; Unidade central: cláusula (unidade principal da produção de significado); Cláusula - ponto de interação para três tipos de opções: o significado experimental, a função da linguagem e a organização do discurso; ele se basea num conjunto finito de opções para cada sistema.

16 M. A. K. Halliday Cláusula - domínio de 3 áreas: a transitividade, o modo, o tema; Oração: entidade cardinal na criação do texto; Coesão textual: relações de significado estabelecida entre as orações que compõe um texto; Propõe a descrição dos textos baseado no conceito de coesão ao invés de propor categorias para uma teoria do discurso; se tomamos a cláusula como domínio; transitividade a gramática da experiência, o modo é a gramática da função da fala e o tema é a gramática do discurso. Mesmo com o papel fundamental que tem a cláusula, a unidade de maior hierarquia da gramática é a oração.

17 M. A. K. Halliday Ênfase na coesão textual (componencial, orgânica, estrutural e correntes coesivas) - referindo-se a forma em que se interpreta o real significado dos elementos do texto; Linguística: textual - com enfoque fundamentalmente semântico desconsiderando o que refere-se ao criador dos textos; Gramática: sistêmica-funcional;

18 Os significados de interação Interação escrita x reação ao texto escrito (relacionada a interpretação ao tentar entender o real significado expresso pelo escritor); Só o escritor pode introduzir mudanças no texto, pois é o único que pode definir os propósitos e medir os efeitos; Ao leitor cabe a interpretação, que pode ser um tipo de interação; O que o orador quer dizer é mais importante do que o que realmente está escrito; O discurso pode mudar ao longo do caminho da comunicação face a face, dependendo da reação do leitor, pois o mesmo tem um propósito;

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