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PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA E BIOMONITORAMETO Mestrado Profissional em Ecologia Aplicada à Gestão Ambiental Disciplinas: Ecologia da Restauração.

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1 PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA E BIOMONITORAMETO Mestrado Profissional em Ecologia Aplicada à Gestão Ambiental Disciplinas: Ecologia da Restauração e Biomonitoramento Equipe 1: Amélia Cerqueira, Augusto Lisboa, Denilson Oliveira, Dora Campos, Eduardo Saar, Erik G. Petric, Edilene de Jesus, Floriano Soto, Jorge Costa, e Simone Campos Instituto de Biologia – UFBA Disciplinas: Ecologia da Restauração e Biomonitoramento Equipe 1: Amélia Cerqueira, Augusto Lisboa, Denilson Oliveira, Dora Campos, Eduardo Saar, Erik G. Petric, Edilene de Jesus, Floriano Soto, Jorge Costa, e Simone Campos Instituto de Biologia – UFBA PROBLEMA 2 : PROJETO DE REVITALIZAÇÃO E RECUPERAÇÃO DO CAMPUS DE ONDINA

2 Abordagem Critica sobre a Contextualização da Proposta PROPOSTA ENVOLVE TEMAS RELACIONADOS A NEGLIGENCIA ASPECTOS RELATIVOS A Urbanismo x EcologiaFundamentação Teórica Ecológica Conceitos: ausência e/ou falta de clareza em sua aplicação Bases Metodológicas: ausência / inconsistente /mal dimensionada Complexidade das relações Ecológicas: extrema simplificação. Incompatibilidade entre o significado do termo, sua aplicação prática e os meios de se alcançá-los. Titulo da Proposta: Revitalização e Recuperação do Campus de Ondina Para o SNUC, é a restituição de um ecossistema ou de uma população silvestre degradada a uma condição não degradada, que pode ser diferente de sua condição original (BRASIL, 2000). Não menciona quem elaborou a Proposta.A execução será feita por Empresa contratada.Qual o Papel do Conselho Consultivo ? SENTIDO ECOLOGICO "consiste no ato de recuperar, conservar e preservar o ambiente por meio da implementação de ações que promovam o uso sustentável dos recursos naturais.(Mata Machado,2008) SENTIDO URBANISTICO.... a revitalização urbana desenvolve estratégias e promove um processo com carácter inclusivo e integrador (Guerra et al, 2005).

3 Análise Crítica do Problema 2 ObjetivosAções PropostasResultados Esperados Acelerar os processos de desenvolvimento de trechos florestados visando alcançar comunidades naturais sustentáveis e conseqüentemente serviços ambientais ao campos e à cidade avaliação correta da área dos diferentes contextos do solo, inclinação e vegetação existente.... retirada das plantas exóticas e invasoras e plantio de 50 espécies de arvores nativas da mata atlântica......ações de controle das invasoras e exóticas. rapidamente recobrir a encosta com vegetação nativa com vegetação arbórea, recuperando os processos mantenedores das comunidades, as interrelações com a fauna, estabelecendo populações viáveis em longo prazo, voltando a oferecer os serviços ecossistêmicos.

4 Abordagem Critica sobre a Contextualização da Proposta Proposta envolve temas relacionados a Negligencia aspectos relativos Ecologia de Indivíduos,de Populações e de Comunidades Ao Método de controle de cada uma das espécies exóticas e invasoras: informa apenas sobre a retirada delas.Não menciona método. Às Técnicas de melhoria da qualidade do solo: informa apenas a realização de uma avaliação inicial.Não menciona método Às Técnicas de plantio: trata a questão sob o aspecto apenas estrutural (plantio de 50 mudas nativas e o espaçamento). Não são mencionadas questões relacionadas ao aspecto funcional das espécies na comunidade e no ecossistema.Não há método fundamentado para aceleração do desenvolvimento dos trechos florestados. Ao Monitoramento do Plantio: informa apenas que será feito um controle sobre as invasoras.Não há detalhes. Ao alcance de Comunidades Naturais Sustentáveis: termo inadequado. As comunidades são dinâmicas. Além disso, por serem áreas urbanizadas, o campus apresenta poucas chances de apresentar riqueza de comunidades. WCD -World Commission on Dams, 2000, os habitats modificados, muitas vezes criam ambientes que são mais favoráveis às especies não- nativas e exóticas, que passam a competir com as nativas e acabam modificando ecossistemas Rickles,2003, relata que os conjuntos de espécies mudam com o tempo, seja em resposta às perturbações, ou após alguns processos dinâmicos intrínsecos.

5 Abordagem Critica sobre a Contextualização da Proposta Proposta envolve temas relacionados a Negligencia aspectos relativos Ecologia de Ecossistemas Para ANDRADE, 2009 serviços ecossistêmicos são considerados os benefícios diretos e indiretos obtidos pelo homem a partir do funcionamento dos ecossistemas. Segundo Millennium Ecosystem Assessment,2005,a redução da biodiversidade e as mudanças correspondentes na composição de espécies podem alterar os fluxos de energia e matéria que sustentam importantes serviços que os ecossistemas prestam à humanidade....recuperação dos Processos Mantenedores da Comunidades: não define quais comunidades,nem quais processos intenciona-se manter.As áreas urbanizadas sofrem constante pressão que fragmentam ambientes e provocam perda da biodiversidade e com isso,o beneficiamento das espécies mais generalistas. A redução da biodiversidade seria um fator adverso à quantidade de processos. ao alcance de Serviços Ambientais/ retorno ao oferecimento de Serviços Ecossistêmicos : a quantidade de serviços oferecidos está relacionada aos processos existentes. a qual ou quais serviços ambientais/ecossistêmicos a proposta se refere? pela baixa biodiversidade nas áreas urbanizadas é possível que os serviços oferecidos sejam restritos.

6 Abordagem Critica sobre a Contextualização da Proposta Proposta envolve temas relacionados a Negligencia aspectos relativos Ecologia de Paisagem Ecologia da Restauração e Biomonitoramento Conclusão: Estando os objetivos, as ações propostas e os resultados esperados mal dimensionados,a intervenção pode estar correndo riscos de investimento de tempo e recursos para o INSUCESSO do alcance dos objetivos. Às Limitações Ecossistêmicas de uma Paisagem Urbana: não considera informações acerca da fragmentação das áreas naturais;dos componentes e a configuração das manchas de áreas verdes do campus e das áreas arborizadas do entorno;do potencial de conectividade estrutural e funcional dos remanescentes; da existência de potenciais áreas fonte para aceleração do processo de recuperação da vegetação nativa. Recuperação x Restauração: não correspondência entre o conceito e sua aplicação. Intenciona recuperar processos(Restauração) e propõe ações estruturais de Recuperação. Biomonitoramento- Não aborda de forma consistente um dos aspectos mais preciosos da recuperação visando restauração que é o acompanhamento, o monitoramento,conforme o conceito de Restauração pelo SER,2004,apud Oliveira & Engel, 2011 Restauração Ecológica é o processo de assistência à recuperação de um ecossistema que foi degradado, danificado ou destruído (SER, 2004 Apud. Oliveira & Engel, 2011) Restauração é o retorno de um ecossistema degradado a situação muito próxima de seu potencial natural remanescente. (United States Environmental Protection Agency, 2009 Apud. Oliveira & Engel, 2011).

7 Metodologia A identificação da metodologia mais adequada de restauração de uma dada área depende de um diagnóstico apropriado do próprio local a ser restaurado e do entorno imediato e regional (Rodrigues et al., 2009). Regeneração natural através do controle de competidores e condução dos regenerantes, pode ser o método mais efetivo de restauração, sem plantio inicial de mudas, em locais cujo diagnóstico apontou elevado potencial de auto-recuperação do local. Introdução de espécies nativas regionais através do plantio, em função do elevado grau de degradação local e/ou regional (uso agrícola intenso, recorrência de queimadas, processos erosivos, desqualificação do substrato, etc.)

8 Metodologia Estudo dos remanescentes florestais dos locais a serem reflorestados, para levantamento das espécies presentes e do tipo de vegetação. É importante cruzar os dados coletados com mapas de tipos de vegetação. Se não houverem remanescentes próximos ao local do plantio, a escolha das espécies deve se basear apenas em mapas( klippel et al., 2011) Levantamento das condições ambientais e possíveis formas de degradação (uso de defensivos agrícolas, queimadas, passagem de gado etc). Isso inclui análise de acidez e ausência de nutrientes no solo, para eventuais correções, caso seja necessário; Escolha do modelo de recuperação, de acordo com os objetivos e características locais e mecanismos da sucessão natural; Escolha das espécies a serem plantadas, tendo como base as características da vegetação original, no modelo de reflorestamento escolhido e nas características locais do ambiente (Piolli et al., 2004)

9 Metodologia Para a recomposição da mata nativa devem ser usadas somente espécies originais do próprio local, pois, além de reconstituir com mais fidelidade o ambiente original, as plantas nativas têm muito mais chances de se adaptarem ao ambiente (Piolli et al., 2004); Atentar para a relação da vegetação com a fauna, que atuará como dispersora de sementes, contribuindo com a própria regeneração natural. Espécies regionais, com frutos comestíveis pela fauna, ajudarão a recuperar as funções ecológicas da floresta (Piolli et al., 2004); Florestas com maior diversidade apresentam maior capacidade de recuperação de possíveis distúrbios, melhor ciclagem de nutrientes, maior atratividade à fauna, maior proteção ao solo de processos erosivos e maior resistência à pragas e doenças. (Martins,2001).

10 Método de plantio

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12 AÇÕES

13 DIAGNÓSTICO DA ÁREA Áreas verdes no Campus de Ondina De acordo com Badiru et al (2005), as áreas verdes do Campus Ondina podem ser classificadas como vegetação de uso institucional, e estes espaços sejam eles fragmentos florestais ou mesmo áreas arborizadas com fins paisagísticos e/ou de lazer, comportam diversos processos ecológicos, sendo também responsáveis pela provisão de diversos serviços ecossistêmicos à população.

14 O Campus de Ondina – UFBA encontra-se em processo de expansão que visa melhoria do seu espaço, o que demanda a ocupação de determinadas áreas verdes; daí a necessidade de uma compensação ambiental que não pode simplesmente consistir no plantio de árvores sem levar em consideração os aspectos biológicos. O Plano Diretor da UFBA (UFBA, 2003) traz a relação da flora e fauna existentes nos Campi; entretanto, não cita informações acerca das interações existentes entre estas espécies. É através dessa dinâmica que podemos perceber os processos ecológicos desempenhados e os serviços ambientais prestados ao ecossistema, que na maioria das vezes reverte-se em benefícios para o homem.

15 Aspectos a serem observados no diagnóstico da área: O diagnóstico conduzirá à adequação ambiental, que corresponde basicamente no estabelecimento de ações que resultem na conservação, manejo e restauração ambiental, principalmente das Áreas de Preservação Permanente e Reservas Legais (Rodrigues et al,2009). Reconhecimento das potencialidades de auto-recuperação da área; Análise Geo-espacial da área; Levantamento florístico; Análise das condições do solo da área; Avaliação da ocupação e uso da área; Presença de espécies exóticas invasoras; Estado de desenvolvimento da regeneração natural; (Rodrigues et al,2009).

16 Figura 1: Foto aerofotogamétrica de 1959 editada. Fonte: Companhia Cruzeiro do Sul

17 Análise espacial da paisagem Figura 2 – Área de estudo (Soto et al, 2001).

18 Análise espacial da paisagem Figura 3 – Área de estudo (Soto et al, 2001).

19 A definição de biomonitoramento mais aceita é o uso sistemático das respostas de organismos vivos para avaliar as mudanças ocorridas no ambiente, geralmente causadas por ações antropogênicas (MATTHEWS; BUIKEMA & CAIRNS Jr, 1982). BIOMONITORAMENTO

20 Exemplos de indicadores ecológicos para monitoramento de ecossistemas em restauração ou reabilitação (Duringan, G. 2011)

21 Monitoramento de Áreas em Recuperação INSTRUÇAO NORMATIVA IBAMA Nº 04, DE –Estabelece Requisitos mínimos e norteia a Elaboração de Projetos de Recuperação de áreas degradadas – PRAD ou Áreas alteradas. CAPÍTULO V - DO MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO Art. 13. O monitoramento e conseqüente avaliação do PRAD e do PRAD Simplificado é de 03 (três) anos após sua implantação, podendo ser prorrogado por igual período. Art. 14. O interessado apresentará, no mínimo semestralmente, ao longo da execução do PRAD, Relatórios de Monitoramento, conforme modelo constante do Anexo III desta Instrução Normativa. § 1º Os Relatórios de Monitoramento, a serem elaborados pelo responsável técnico do PRAD poderão ser solicitados pela área técnica do IBAMA, caso a situação requeira, em intervalos de 03 (três) meses. Art. 17. Ao final da execução do PRAD, deverá ser apresentado Relatório de Avaliação com indicativos que permitam aferir o grau e a efetividade da recuperação da área e contemplem a recuperação das funções e formas ecossistêmicas no contexto da bacia, da sub bacia ou da microbacia.

22 Monitoramento de Áreas em Recuperação Anexo I XII - Do Monitoramento da Recuperação - Exemplos de critérios de avaliação da recuperação: - Sobrevivência do plantio oriundo de mudas ou semeadura direta (Bechara, 2006); -Percentagem de cobertura do solo pelas espécies de interesse (Gandolfi, 2006); - Serrapilheira - Relacionada com a ciclagem de nutrientes e também indicadores de processos e da dinâmica na comunidade (Turker & Murphy, 1997; Montagnini & Jordan, 2002; Arato, 2003) ; - Abundância e frequência de espécies vegetais Vegetação: composição: número de espécies presentes após certo intervalo de tempo, presença dos grupos funcionais (pioneiras/climácicas), formas de vida (lianas, epífitas, etc.) e presença de espécies exóticas; estrutura: densidade de espécies e grupos funcionais, cobertura (presença/ausência de dossel, altura do dossel, % de cobertura do dossel) (Gandolfi, 2006); - Quantidade de biomassa (material vegetal em crescimento: folhas, caule, ramos) (Siqueira, 2002);

23 Monitoramento de Áreas em Recuperação -Regeneração natural (presença - quantitativa e qualitativa - de plântulas) regeneração (presença/ausência, natural/exótica, densidade, dominância, homogeneidade da distribuição da regeneração) processos e dispersão: aparecimento de novas espécies em relação ao plantio ou monitoramento anterior (alóctones); banco de sementes; regeneração natural (Barbosa, 2006; Bechara, 2006; Gandolfi, 2006); -Qualidade e quantidade dos principais animais dispersores de sementes observados no local Pequenos mamíferos, répteis, aves e morcegos podem ser considerados indicadores de sucesso em projetos de restauração (Van Aarde et al., 1996; Parrota et al., 1997; Jordano, 2006); -Desenvolvimento do plantio (altura; DAP) (Siqueira, 2002); -Relação do conjunto de espécies existentes na área em recuperação e sua relação com a área de referência; - Indicadores de resiliência (visitação de fauna; aumento de diversidade vegetal; fertilidade do solo) (Jordano, 2006);

24 Referências Bibliográficas RICKLEFS, R. E. A economia da natureza.Quinta Edição. University of Missouri WCD (World Commission on Dams) Dams and development: a new framework for decision making. London: Earthscan Publications ANDRADE, D.C, ROMEIRO, A.R. Serviços ecossistêmicos e sua importância para o sistema econômico e o bem-estar humano. Instituto de Economia – Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), SP: Texto para Discussão GUERRA, Isabel. et AL. Políticas Públicas e Revitalização Urbana : Reflexão para a Formulação Estratégica e Operacional das actuações a concretizar no QREN, 190 p. monografia GUERRA, IsabelPolíticas Públicas e Revitalização Urbana : Reflexão para a Formulação Estratégica e Operacional das actuações a concretizar no QREN BRASIL, LEI N o 9.985, DE 18 DE JULHO DE Regulamenta o art. 225, § 1 o, incisos I, II, III e VII da Constituição Federal, institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza e dá outras providências. Millennium Ecosystem Assessment (2005) Ecosystems and Human Well-being: Opportunities and Challenges for Business and Industry. Disponível em document.353.aspx.pdf (último acesso em 8 de maio de 2008).www.millenniumassessment.org/documents/ MATA-MACHADO, A.T. A construção de um programa de revitalização na bacia do rio São Francisco. Estudos Avançados. 22 (63): OLIVEIRA & ENGEL A restauração ecológica em destaque: um retrato dos últimos vinte e oito anos de publicações na área. Pág. 303 a 315. Oecologia Australis 15(2): , Junho 2011 doi: /oeco


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