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1 Aula 6– Fluxo de Caixa GESTÃO FINANCEIRA 1 Prof. CARLOS EDUARDO MARINHO DINIZ.

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1 1 Aula 6– Fluxo de Caixa GESTÃO FINANCEIRA 1 Prof. CARLOS EDUARDO MARINHO DINIZ

2 2 Fluxos de Caixa Instrumento que possibilita o planejamento e o controle dos recursos financeiros de uma empresa Relaciona ingressos e desembolsos de recursos monetários num determinado intervalo de tempo Com o fluxo de caixa é possível prever eventuais excedentes ou escassez de caixa

3 3 Fluxos de Caixa - Abrangência Por não incorporar um retorno operacional o saldo do fluxo de caixa deve ser o mais baixo possível –Dilema Risco x Retorno Comprometimento de todos os setores da empresa

4 4 Ad m Cap Gir o

5 5 Origens e aplicações de caixa

6 6 Apuração do Fluxo de Caixa por Balanços Consecutivos

7 7 A. Origens de Recursos Proveniente de Fornecedores Empréstimos Bancários Provisão para IR Financiam. Longo Prazo Patrimônio Líquido Total B. Aplicações de Recursos Aplicados em Valores a Receber Estoques Imobilizado Total Variação nas Disponibilidades (A-B)(45.000)

8 8 Fornecedores em 31/12/x7 –$ em 31/12/x6 –$ Variação de Fornecedores –$ $ = $

9 9 Empréstimos Bancários em 31/12/x7 $ em 31/12/x6 $ Variação de Empréstimos $ $ = $

10 10 Provisão de IR em 31/12/x7 –$ em 31/12/x6 –$ Variação de Provisão de IR –$ $ = $

11 11 Financiamentos de Longo Prazo em 31/12/x7 –$ em 31/12/x6 –$ Variação de Financiamentos –$ $ = $

12 12 Patrimônio Líquido em 31/12/x7 –$ em 31/12/x6 –$ Variação de Patrimônio Líquido –$ $ = $

13 13 Valores a Receber em 31/12/x7 –$ em 31/12/x6 –$ Variação de Valores a Receber –$ $ = $

14 14 Estoques em 31/12/x7 –$ em 31/12/x6 –$ Variação de Estoques –$ $ = $45.000

15 15 Imobilizado em 31/12/x7 –$ em 31/12/x6 –$ Variação de Imobilizado –$ $ = $

16 16 Demonstração do Resultado

17 17 Outras Informações Imobilizado Saldo Inicial Aquisições no Exercício Saldo em 31/12/x Financiamentos de Longo Prazo Saldo Inicial Novos Financiamentos Saldo em 31/12/x

18 18 Patrimônio Líquido PL em 31/12/X6$ Aumento de Capital$ Lucro Líquido em X7$ PL em 31/12/X7$

19 19 Origens e Aplicações ORIGENS Lucro Líquido Depreciação Fluxo de Caixa Prov. Operações Aumento Passivo e PL Fornecedores Empréstimos de Curto Prazo Provisão de IR Financiamentos de LP Contraídos Aumento de Capital TOTAL DAS ORIGENS APLICAÇÕES Aumento no Ativo Aquisição de Imobilizado Estoques Valores a Receber TOTAL DAS APLICAÇÕES VARIAÇÃO LÍQUIDA(45.000)

20 20 Fluxo de Caixa Efetivo Vendas Recebidas (-)Pagamento a Fornecedores( ) (-)Pagamento de Desp. Operacionais e Financeiras( ) (-)Pagamento de Imposto de Renda( ) Fluxo de Caixa Proveniente das Operações( ) Empréstimos Bancários de Curto Prazo Financiamentos de Longo Prazo Contraídos Aumento de Capital TOTAL DAS ORIGENS Aquisições de Imobilizado TOTAL DAS APLICAÇOES Variações nas Disponibilidades(45.000)

21 21 Vendas Recebidas Receita de Vendas –$ Valores a Receber –Inicial = $ –Final = $ –Variação =($ ) Vendas Efetivamente Recebidas – = $

22 22 Pagamento de Fornecedores Saldo Inicial Fornecedores (31/12/x6) = Aumento de Estoques no Período= Custo dos Produtos Vendidos= Saldo Final Fornecedores (31/12/x7)= ( ) = Fornecedores Efetivamente Pagos=

23 23 Pagamento de Despesas Admite que as despesas operacionais e financeiras foram efetivamente pagas no exercício: Despesas com Vendas= Despesas Administrativas= Despesas Financeiras= Despesas Efetivamente Pagas=

24 24 Pagamento de Imposto de Renda Como prática adotada, considera-se que o Imposto de Renda de competência de X7 é pago somente no exercício seguinte. Desta forma, em X7 foi pago o IR provisionado no exercício anterior, no valor de $

25 25 Empréstimos Bancários em 31/12/x7 $ em 31/12/x6 $ Variação de Empréstimos $ $ = $

26 26 Outras Informações Imobilizado Saldo Inicial Aquisições no Exercício Saldo em 31/12/x Financiamentos de Longo Prazo Saldo Inicial Novos Financiamentos Saldo em 31/12/x

27 27 Patrimônio Líquido PL em 31/12/X6$ Aumento de Capital$ Lucro Líquido em X7$ PL em 31/12/X7$

28 28 Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos ORIGENS Fluxo de Caixa das Operações Financiamento Contraídos Aumento de Capital Total APLICAÇÕES Aquisições de Imobilizado Total Aumento do CCL /12/x731/12/x6Variação Ativo Circulante Passivo Circulante Capital Circulante Líquido

29 29 Fluxo de Caixa Proveniente das Operações Lucro Líquido$ Depreciação$ = FC das Operações$

30 30 Outras Informações Imobilizado Saldo Inicial Aquisições no Exercício Saldo em 31/12/x Financiamentos de Longo Prazo Saldo Inicial Novos Financiamentos Saldo em 31/12/x

31 31 Patrimônio Líquido PL em 31/12/X6$ Aumento de Capital$ Lucro Líquido em X7$ PL em 31/12/X7$

32 32 Fluxo de Caixa Operacional A identidade básica de cálculo é desenvolvida da seguinte forma: Lucro Operacional -IR sobre Lucro Operacional -/+ Despesas/Receitas Operacionais que não envolvem Recursos = Fluxo de Caixa Operacional

33 33 FC Operacional da Cia Flow Lucro Operacional Antes de IR IR sobre o Lucro Gerado Pelos Ativos( ) Lucro Operacional Após IR Despesas Financeiras Reais( ) Economia de IR = 40% x ( ) Lucro Líquido Admitindo a realização plena dos resultados operacionais: Lucro Operacional Antes de IR Despesa de Depreciação Fluxo de Caixa Operacional Antes do IR IR sobre Lucro Gerado pelos Ativos( ) Fluxo de Caixa Operacional Após o IR

34 34 FC Operacional da Cia Flow Adotando os valores efetivamente pagos e recebidos no exercício: Vendas Recebidas Pagamento a Fornecedores( ) Pagamento de Despesas com Vendas( ) Pagamento de Despesas Administrativas( ) Pagamento do IR do exercício de X6( ) Fluxo de Caixa Operacional Efetivo

35 35 Fluxo de Caixa e Amortização de Passivo É possível determinar os valores máximos suportáveis de amortização de dívidas pela geração interna de caixa da empresa Desse modo, pode-se adequar o perfil da dívida com a capacidade de geração de caixa

36 36 Fluxo de Caixa e Amortização de Passivo - Exemplo –Informações: Lucro Operacional Antes de IR = $ Ativo Total = $ Alíquota de IR= 40% Depreciação= $ Custo de Captação= 15% –Fluxo de Caixa Operacional – 40% x = $

37 37 Fluxo de Caixa e Amortização de Passivo - Exemplo –Admitindo um prazo de amortização de um ano, o valor máximo do empréstimo que a empresa pode saldar com o fluxo de caixa das operações é dado por: Recursos Gerados $ Encargos Financeiros= 15%x(126000/1,09) ($17.339) Redução do IR = 40% x $ Amortização do Principal = /1,09 ($ ) Resultado0

38 38 Fluxo de Caixa Incremental Utilizado em decisões que levam em conta somente os valores que serão afetados pela decisão tomada Sem Invest.Com Invest. Ano 1 a 3Ano 4 a 7 Receitas Operacionais Custos e Despesas(5.440) (6.800) (8.840) Depreciação(1.360) (1.632) (2.040) Lucro Operacional Despesas Financeiras(2.720) (3.128) (3.400) Lucro Antes do IR Imposto de Renda (40%)(1.632) (2.448) (4.080) Lucro Líquido

39 39 Fluxo de Caixa Incremental = = %xLucro Operacional

40 40 Fluxo de Caixa Residual Medida de disponibilidades líquidas exclusivas dos proprietários

41 41 FLUXO DE CAIXA O PROCESSO DECISÓRIO DE ORÇAMENTO DE CAPITAL processo de avaliação e seleção de investimentos a longo prazo que é consistente com a meta da empresa de maximização da riqueza dos proprietários; Motivações para o dispêndio de capital Dispêndio de capital Dispêndio operacional Etapas no processo Geração da proposta Discussão e análise Tomada de decisão Implementação Acompanhamento

42 42 Terminologia Básica Projetos independentes X mutuamente excludentes Fundos ilimitados X racionamento de capital Abordagem aceitar-rejeitar X de hierarquização Padrões de fluxo de caixa convencional X não-convencional Anuidade X série mista de fluxos de caixa FLUXO DE CAIXA

43 43 FLUXO DE CAIXA OS FLUXOS DE CAIXA RELEVANTES Fluxos de saída de caixa incrementais após o imposto de renda e fluxos de entrada subseqüentes. Componentes importantes de fluxo de caixa Investimento inicial Fluxos de entrada de caixa operacionais Fluxo de caixa residual Fluxos de caixa de expansão X de substituição Custos incorridos e custos de oportunidade Orçamento de capital internacional e investimentos a longo prazo

44 44 FLUXO DE CAIXA ENCONTRANDO O INVESTIMENTO INICIAL Custo do novo ativo instalado Resultados após o imposto de renda da venda do ativo velho Variação no capital circulante líquido Calculando o investimento inicial

45 45 O FORMATO BÁSICO PARA SE DETERMINAR O INVESTIMENTO INICIAL Custo do novo ativo instalado = custo do novo ativo + custos de instalação - Resultados após o imposto de renda da venda do ativo velho = resultados da venda do ativo velho +/- imposto de renda sobre a venda do ativo velho = + Variação no capital circulante líquido INVESTIMENTO INICIAL FLUXO DE CAIXA

46 46 FLUXO DE CAIXA ENCONTRANDO OS FLUXOS DE ENTRADA DE CAIXA OPERACIONAIS Fluxos de entrada de caixa incrementais após o imposto de renda. Interpretando o termo “após o imposto de renda” Interpretando o termo “fluxos de entrada de caixa” Interpretando o termo “incremental”

47 47 CÁLCULO DO FLUXO DE ENTRADA DE CAIXA OPERACIONAL USANDO O FORMATO DA DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Receita - Despesas (excluindo depreciação) Lucro antes da depreciação e imposto de renda - Depreciação Lucro líquido antes do imposto de renda - Imposto de renda Lucro líquido após o imposto de renda + Depreciação FLUXO DE ENTRADA DE CAIXA OPERACIONAL FLUXO DE CAIXA

48 48 ENCONTRANDO O FLUXO DE CAIXA RESIDUAL Resultados da venda de ativos Imposto sobre a venda de ativos Variação no capital circulante líquido O FORMATO BÁSICO PARA SE DETERMINAR O FLUXO DE CAIXA RESIDUAL Resultado após o imposto de renda da venda de um novo ativo = Resultados sobre a venda de um novo ativo + Impostos sobre a venda de um novo ativo - Resultados após o imposto de renda da venda de um ativo velho = Resultados da venda de um ativo velho + Impostos sobre a venda de um ativo velho = + Variação no capital circulante líquido FLUXO DE CAIXA INCREMENTAL FLUXO DE CAIXA

49 49 REFERÊNCIAS GITMAN, Lawrence J. Princípios de Administração Financeira. São Paulo, Harbra, ASAF NETO, Alexandre; SILVA, César Augusto Tibúrcio. Administração de capital de giro. São Paulo: Atlas, HOJI,Massakasu. Administração Financeira uma abordagem prática.São Paulo.Atlas.3ªed WESTON, J. Fred & BRIGHAM, Eugene F. Fundamentos da Administração Financeira. São Paulo, Editora Makron Books, 2000.


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