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CAPÍTULO 1 – VISÃO AMPLA DA LOGÍSTICA REVERSA (histórico; gestão da cadeia de suprimentos ; características; fluxo tradicional e reverso; conceitos) 1.1.

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1 CAPÍTULO 1 – VISÃO AMPLA DA LOGÍSTICA REVERSA (histórico; gestão da cadeia de suprimentos ; características; fluxo tradicional e reverso; conceitos) 1.1 Evolução Histórica Mais antiga e inerente atividade humana. LOGÍSITICA Missão: disponibilizar bens e serviços gerados por uma Sociedade, nos locais, no tempo, nas quantidades e qualidade em que são necessários aos membros aos utilizadores. OPERAÇÕES MILITARES ATIVIDADE EMPRESARIAL (historicamente decisiva) (gradativa evolução) (cenário atual) (simples área de estocagem de materiais) (estratégia concorrencial) Esta evolução tornou-se nítida a partir da 2ª Guerra Mundial quando passou a ser evidente às novas tecnologias produtivas como suporte às empresas industriais.

2 O Sistema Produtivo Empresarial sofre profundas transformações Ensinamentos de Deming, Juan e Crosby (QTC) (JIT, GQT, Kanban) Foi substituída a antecipação pela reação à demanda, sendo o equacionamento logístico dos fluxos de materiais em toda cadeia de suprimento de importância fundamental no processo. São introduzidos no senário empresarial Novos Relacionamentos com fornecedores Novas Técnicas Operacionais (Principalmente no Japão) SUPPLY CHAIN MANAGEMENT (SCM) (GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS)

3 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS (Supply Chain Management - SCM) ● Localização logística das empresa fornecedoras; ● O controle e o transporte de suprimentos e componentes com alta frequência e em pequenas quantidades; ● O contrato de compra e venda de longo prazo; ● A garantia da qualidade dos componentes que entram diretamente na linha de produção; ● Absoluto rigor no cumprimento dos prazos e quantidades; ● E outras providências que a cadeia necessitar. Exigindo Planejamento, Operação e Controle Logístico de alto desempenho nos níveis estratégicos, táticos e operacionais. ▪ Surgem os Sistemas MRP (Planejamento de Necessidade de Material) ▪ Na década de 1980 surgem os computadores pessoais, sistemas de comunicação, a digitalização de informações e a Globalização.

4 ▪ Surge o Código de Barras facilitando a identificação de produ- tos e materiais, digitalizando informações e agilizando os fluxos; ▪ A logística empresarial passa a ter um novo Status nas empre- sas. Sua aplicação passa a ser estratégica no planejamento de redes operacionais em todo o mundo; ▪ É implantado o sistema de gestão empresarial informatizado – ERP (enterprise resources planning), onde diversos módulos de gerenciamento de operações em geral e, em particular, as de logística, passam a dar maior agilização, velocidade e precisão no planejamento, operação e controle dos processos e da cadeia de armazenagem e distribuição de suprimentos; ▪ Surge a prática das terceirizações de tarefas logísticas; ▪ Novas formas de parcerias na cadeia de suprimentos, faz com que a logística empresarial passe a ter uma alta relevância estratégica e contribua decisivamente para a competitividade empresarial no mundo globalizado.

5 ● As 4 áreas de atuação da logística empresarial utilizadas atualmente e que privilegiam o “closed loop” é a seguinte: Mercado Organização Mercado Fornecedor Consumidor Logística de Logística de Logística de Suprimentos Apoio à Manufatura Distribuição Reintegração ao Ciclo de Logística Pós-venda negócios ou Reversa Pós-consumo Ciclo produtivo

6 ● As 4 áreas operacionais da logística empresarial são responsáveis pelo seguinte: a)A logística de suprimentos: suprir a empresa de insumos materiais; b)A logística de apoio à manufatura: planejar, armazenar e controlar os fluxos internos de insumos materiais; c)A logística de distribuição: entregar os pedidos recebidos; d)A logística reversa: retornar os produtos vindos do pós-venda e do pós-consumo a diversos destinos, reintegrando-os ao ciclo de negócios ou ciclo produtivo através de Canais de Distribuição Reversos (CDRs). ● CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO REVERSOS (CDRs) Em termos conceituais, cabe lembrar que os Canais de Distribuição Reversos fundamentam-se nos “Canais de Distribuição Diretos” ou simplesmente “Canais de Distribuição”, porém, constituindo um fluxo inverso no gerenciamento da cadeia de suprimentos.

7 ● Conceitualmente podemos dizer que: Canais de Distribuição Reversos são às etapas, às formas e os meios em que uma parcela de produtos com pouco uso após a venda, com ciclo de vida útil ampliado ou, ainda, após o consumo tenha sua vida útil extinta, retorna ao ciclo produtivo ou de negócios, readquirindo valor diverso no mesmo mercado de onde foi originado ou mercado secundário, por meio de seu reaproveitamento, de seus componentes ou de seus materiais constituintes. (Adaptado de Leite, 2009) ● As categorias de Canais de Distribuição Reversos a)Pós-consumo: após a vida útil ter findado. b)Pós-venda: pouco ou nenhum uso.

8 a)Canais de Distribuição Reversos de Pós-consumo (CDR-PC) São constituídos pelo fluxo reverso de uma parte de produtos e de materiais constituintes originados no descarte pela sociedade dos produtos e resíduos sólidos em geral, após finalizada sua utilização original, retornando ao ciclo produtivo de alguma maneira. ● Como ocorre o retorno ou fluxo reverso destes produtos/materiais ao mercado primário ou secundário? Ocorre normalmente através de 3 Subsistemas Reversos: ▪ Reúso ▪ Remanufatura ▪ Reciclagem

9 ▪ Reúso: o retorno ocorre através da extensão de um produto de pós-consumo ou de seu componente, com a mesma função para a qual foi originariamente concebido, ou seja, sem nenhum tipo de manufatura, e que é comercializado diversas vezes num mercado de segunda mão até que sua vida útil acabe. Ex. veículos em geral, eletrodomésticos, produtos de informática, vestuários. ▪ Remanufatura: é um canal reverso de revalorização de bens pós-consumo que ao atingirem efetivo fim de vida útil, são reaproveitados em suas partes essenciais através da substituição de alguns dos seus componentes e, reconstituídos com a mesma finalidade e natureza original, voltam a ser comercializados. Ex. motores retificados de veículos, máquinas, equipamentos.

10 ▪ Reciclagem: é o canal reverso de revalorização de bens pós- consumo em que os materiais que constituem os bens descartados são extraídos industrialmente, transformando-se em matérias-primas secundárias ou recicladas, que serão reincorporadas à fabricação de novos produtos. Ex. alumínio, ferro, cobre, plásticos, papel, papelão, etc. ▪ Observação: ▪ Os sistemas de Remanufatura e de Reciclagem são normalmente abastecidos por um processo industrial chamado de desmanche, onde os produtos duráveis de pós- consumo são desmontados em seus componentes. Os componentes em condições de uso ou de remanufatura são separados e destinados a este fim. Ex. peças de veículos recondicionadas, usadas mas boas. Aqueles que para este fim não são próprios, são encaminhados para a reciclagem industrial como o alumínio, cobre, ferro, estanho, etc., ou à “disposição final” (aterros sanitários ou incineradores).

11 b) Canais de Distribuição Reversos de Pós-venda (CDR-PV) São constituídos pelo fluxo reverso de produtos que retornam à cadeia de suprimento com pouco ou nenhum uso, sendo reintegrados ao ciclo de negócios por diferentes formas e possibilidades. ● Como este retorno se origina? ▪ Por problemas de desempenho do produto (avarias de transporte, defeitos em garantia, problemas na qualidade e características extrínsecas e intrínsecas). ▪ Por garantias comerciais (erros de pedido; excesso de estoque, limpeza nos canais de distribuição, fim de estações, fim da vida útil, estoque obsoleto).

12 ● Os retornos que não seguirem os fluxos reversos analisados anteriormente, são encaminhados a um último local de destino ou “disposição final” (aterros sanitários ou incineradores) onde dois aspectos fundamentais devem ser considerados para efeito de preservação ambiental. a)Destino Seguro: quando os aterros sanitários forem tecnicamente controlados para que os resíduos sólidos de diversas origens sejam estocados entre camadas de terra e possa ocorrer a absorção natural, ou quando forem incinerados possa ser obtida a valorização pela queima e extração da sua energia residual. b)Destino não Seguro: é quando a disposição final não é controlada, como a construída em depósito de lixões irregulares, despejos em córregos, rios, terrenos baldios, sarjetas, etc., que resultando em poluição ambiental.

13 CONCEITO DE LOGÍSTICA REVERSA É a área da logística empresarial que planeja, opera e controla o fluxo e as informações logísticas correspondentes, do retorno dos bens de pós-venda e de pós-consumo ao ciclo de negócios ou ao ciclo produtivo, por meio dos canais de distribuição reversos, agregando-lhes valores de diversas naturezas: econômico, de prestação de serviços, ecológicos, legal, logísticos, de imagem corporativa, dentre outros. (Leite p.17, 2009)

14 ALGUNS CASOS TÍPICOS EM CADA CATEGORIA DE CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO REVERSO E EM SETORES DISTINTOS (Fonte: Leite 2009, p.11-13) - Canal Reverso de Reúso (Leilões de Empresas): vendas em leilões de materiais em forma de sucata e equipamentos usados, que passam a ser fonte primária de pós-consumo ou pós-uso como, por exemplo, os bens de ativo fixo em condições de uso (máquinas, equipamentos, móveis, utensílios, veículos); partes de equipamentos ou peças sem condições de uso (sucatas); sobras industriais de processos e subprodutos de processos; excesso de estoques de insumos e matérias-primas, dentre outros. A importância deste canal reverso está nas suas características comerciais e econômicas pelo reúso das sucatas em geral ou através do processamento pela indústria de transformação.

15 -Canal reverso de pós-venda (varejo e-commerce): (Atividade para os alunos) - Canal reverso de pós-consumo (embalagens descartáveis): (Atividade para os alunos) - Canal reverso de pós-venda (lojas de varejo físico): (Atividade para os alunos)


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