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1 1 Trusted to deliver excellence in power transmission.

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1 1 1 Trusted to deliver excellence in power transmission

2 2 2 Foundation year of Engrecon Starts at Pompéia Ville - São Paulo ISO 9000 TS José Carlos Nadalini founded ENGRECON S/A in He is a visionary who believes in continuous upgrade and self reliance. The uncalculated values taught to his team members, have led Engrecon to become a great company. Move to Santana de Parnaiba, SP, (about 30 km from São Paulo City) Joint Venturi with Bondioli Pavesi Partner and Distribuction of GNA

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15 Measurement uncertainty Measurement uncertainty depends on many factors, whose origin is ascribed to CMM, measurement conditions, workpiece being measured and operator, strictly speaking the measurement strategy implemented by operator. The term „measurement strategy” consists of: the measurement procedure, the probing strategy, and the location of workpiece in CMM’s volume, styli configuration. Due to many factors having influence on measurement uncertainty and to obtain the possibility of measurement uncertainty evaluation before the measurement for each measurement task so called standard measurement strategy has been defined. The remaining probing strategies are characterised by the values of systematic errors (bias) caused by the departure from standard strategy. 15

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17 FATORES DE INFLUÊNCIA DIRETA NA MEDIÇÃO DE ENGRENAGENS 1.MÉTODO (FIXAÇÃO/FILTROS/ESFERAS, HÉLICE DO CORTE, ETC) 2.TECNOLOGIA DO EQUIPAMENTO (PORTAL, DEDICADO, ETC) 3.SOFTWARE (DELIMITAÇÕES, TANGÊNCIAS, K-PLATES, ETC) 4.REFERENCIAMENTO (SUPERFÍCIES DE APOIO, MODELOS) 5.CALIBRAÇÃO (MÉTODO, MASTERS, FREQUÊNCIA, ETC) 6.CONDIÇÕES DA PEÇA (LIMPEZA, REGULARIDADE, RUGOSIDADE, TEMPERATURA, ETC) 6.INTERPRETAÇÕES DOS RESULTADOS (AVALIAÇÕES DOS DESVIOS) 7.AJUSTES DA SENSIBILIDADE DO SENSOR 17

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21 A função EVOLVENTE 21

22 A função TROCÓIDE 22

23 Reta Normal do ângulo de Pressão Diâmetro de Engrenamento 2 Diâmetro de Engrenamento = Centro da Engrenagem Motora (Engren.1) 0 2 = Centro da Engrenagem Movida (Engren. 2)  1 = Velocidade Angular Engrenagem 1  2 = Velocidade Angular Engrenagem 2 C= Ponto de Engrenamento Y= Ponto de Contato a= Distância Entre-Eixos 23

24 24 Medição do Perfil do Flanco  A medição é iniciada no raio pé do dente e termina na cabeça do dente. O comprimento do diagrama corresponde ao comprimento de engrenamento. Deve- se observar a ampliação adotada / ajustada no equipamento de medição a = Desvio de ângulo do Perfil d b = Diâmetro de Base w = Comprimento de Engrenamento b = Comprimento do Diagrama b a w db

25 25 Medição do Perfil do Flanco em um Denteado Fresado  Em engrenagens helicoidais, o apalpador via de regra avança sobre as marcas de fresa. Este fato deve ser observado pelo avaliador durante a verificação do diagrama.Máquinas de Medição modernas possibilitam a realização de uma assim chamada “Medição no fundo da marca da fresa”. Deslocando-se o apalpador no sentido axial, a medição é realizada no fundo da marca deixada pelo avanço da ferramenta de fresagem.

26 26 Desvios no Perfil do Flanco Sentido do Avanço do sensor Intervalo de Avaliação L Desvios dos flancos. Representação Gráfica e Tipos de Desvios. BB Evolvente Média Real A’ A A B’ B B C’ C” B” Desvio Total do Perfil 2 Desvio do Ângulo do Perfil 3 Desvio de Forma do Perfil Intervalo Intervalo de Inspeção do Perfil de Inspeção C” B” AA,A’A’ Perfil Nominal onde está contido o Perfil Real B’B’, B”B” Evolvente Nominal onde contido o Perfil Real C’C’, C”C” Perfil Nominal que cortam o ponto inicial e final do intervalo de Medição

27 27 Causas para os Desvios do Perfil do Flanco Nominal Real

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29 Tolerâncias conforme Norma DIN 3962 Parte 1 Resumo Módulo Normal maior que 2 até 3,55mm  m  m 29

30 Tolerâncias conforme Norma DIN 3962 Parte 1 Resumo Módulo Normal maior que 3,55 até 6mm m   m 30

31 Desvios na Linha de Flanco Sentido de Avanço do sensor Intervalo de Inspeção L A’ C” A A C’ B” B B B’ 12 3 Desvio dos flancos Representação gráfica e resumo dos tipo de desvios. BB Linha de Flanco Médio AA, A’A’ Linha de Flanco Nominal, onde está contido o Flanco Real B’B’, B”B” Linha Circular Real, que envolve o Flanco Real C’C’, C”C” Linhas de Flanco Nominal, que cortam o ponto final e inicial do Intervalo de Medição 1 Linha de Flanco – Desvio Total F B 2 Linha de Flanco – Desvio de Ângulo f H  3 Linha de Flanco – Desvio de Forma f  f 31

32 32 Causas para os Desvios na Linha de Flanco. Nominal Real

33 33 Tolerâncias DIN 3962 Parte 2 Largura do Denteado b em mm  Com o objetivo de se obter uma boa área de contato, pode-se considerar as tolerâncias f H  e F  muito elevadas para dentes com largura > 50 mm.  As normas não possuem indicações de tolerância para a Ondulação dos Flancos f  W ( DIN ). F  Desvio f H  f  f Até 20 Maior 20 Até 40 Maior 40 Até 100 Maior 100 Até 160 Maior 160

34 34 Causas para a ocorrência do Batimento Fr F r como resultado de desvios sobrepostos F r resultado do erro de centro F r resultante da variação da espessura do dente

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39 PPTE = Peak to Peak Transmission Error 39

40 Mapeamento da superfície do dente 40

41 Mapeamento da superfície do dente 41

42 Mapeamento da superfície do dente 42

43 Mapeamento da superfície do dente 43

44 Proposta de padronização na interpretação de resultados entre diferentes sistemas de medição de engrenagens 44

45 Fluxo de informação entre empresas Inspeção Processo fornecedor Inspeção Final fornecedor Inspeção Recebimento cliente Disposição: A R 45

46 Fluxo Proposto Frequência de calibração de equipamentos (C+F) Circulação de resultados Conclusões sobre diferenças na calibração standard Criação de peça MASTER fornecedor Relatório de cotrole do Cliente sobre MASTER Apreciação entre Cliente e fornecedor sobre desvios 46

47 Proposta para peça MASTER: a.Peça de produção com desvios de características aprovadas e rejeitadas b.Identificação dos dentes a serem medidos c.Formulário para preenchimento padrão dos resultados da medição d.Preparação padronizada das máquinas de medição (esfera, referências, etc) e.Padronização do método de medição (programa) f.Valores acreditados da média de 5 leituras com 5 preparações g.Uma peça MASTER de cada part# h.Definir validade (6 anos?) i.Definir guarda e conservação j.Sugestões:

48 Definição da frequência de verificação da peça MASTER entre fornecedor e cliente (6 meses) Definição dos limites máximos de divergência entre resultados nas MASTERS (6 micra) Definição dos limites máximos de divergência entre peças recebidas (?) Definições de tratativas para casos especiais: Calibrações alteradas, manutenções, backup,... Revisão do procedimento com lições aprendidas 1 x 2 anos Estabelecer procedimento oficial entre os CQ’s das empresas 48

49 PERGUNTAS ???? 49

50 OBRIGADO 50


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