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Aula de Botânica Professora Marilda. Flor – Aparelho reprodutor os vegetais superiores A formação de uma flor ocorre com a modificação das folhas, o.

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1 Aula de Botânica Professora Marilda

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3 Flor – Aparelho reprodutor os vegetais superiores A formação de uma flor ocorre com a modificação das folhas, o que depende da atividade meristemática do ápice do caule. Os vegetais que apresentam flores são ditos de fanerógamos e compreendem as gimnospermas e as angiospermas.

4 EVOLUÇÃO O aparecimento da flor marca um passo evolutivo importante, pois os vegetais deixaram de depender da água para a reprodução.

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7 A FILa ESTÁ ANDando (Antera+ Filete= ESTAme, cujo o conjunto é o ANDroceu) ESTava ESperando O GINECologista (ESTigma+ EStilete+Ovário= GINECeu)

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13 Verticilos de Proteção Têm a função de proteger os órgãos reprodutores. São: Sépalas- pequenas peças florais geralmente de cor verde, têm a função de proteger a flor. O seu conjunto forma o cálice. Pétalas- peças florais de cores variadas, têm a função de proteger os órgãos reprodutores. O seu conjunto forma a corola.

14 Perianto = pétalas + sépalas de cores diferentes. Perigônio = pétalas + sépalas da mesma cor Perianto = pétalas + sépalas de cores diferentes. Perigônio = pétalas + sépalas da mesma cor Perianto = pétalas + sépalas de cores diferentes. Perigônio = pétalas + sépalas da mesma cor Tépala = pétalas +sépalas

15 Presença de cálice e corola Aclamídea: não tem cálice nem corola. Ex: gramíneas. Monoclamídea: quando apresenta apenas o cálice ou a corola. Ex: ipê de jardim e quaresmeira. Diclamídea: quando apresenta os dois verticilos de proteção. Ex: dicotiledôneas. Heteroclamídea: quando pétalas e sépalas são de formatos diferentes. Ex. rosa e hibisco. Homoclamídea: quando pétalas e sépalas são de formatos iguais. Ex: lírio

16 Aclamídea Monoclamídea

17 Heteroclamídea Diclamídea

18 Monoclamídeas QuaresmeiraIpê de jardim

19 Heteroclamídea Hibisco

20 Número de pétalas Dímeras (duas peças). Trímeras (três peças ou múltiplo de três). Tetrâmeras (quatro peças ou múltiplo de quatro). Pentâmeras (cinco peças ou múltiplo de cinco).

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22 Simetria Radial ou actinomorfa - Flor que permite que se tracem vários planos de simetria. Bilateral ou zigomorfa – Flor com apenas um plano de simetria Assimétricas – Sem nenhum plano de Simetria.

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24 Sépalas e Pétalas

25 Verticilos de Reprodução O androceu é a parte masculina da flor e é formado por estames. Os estames são órgãos reprodutores masculinos, cada um é constituído pelo filete e pela antera. Macete: A FILa ESTÁ ANDando (Antera+ Filete = ESTAme, cujo o conjunto é o ANDroceu)

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27 Antera jovem

28 Antera madura

29 Grão-de-pólen O grão de pólen é um esporo (micrósporo). Ainda não é o gameta masculino do vegetal. Este é formado dentro do tubo polínico, quando o núcleo reprodutivo se divide, formando dois anterozóides.

30 Grão de pólen de gramínea observado no microscópio eletrônico

31 GINECEU O gineceu é a parte feminina da flor e é formada pelos carpelos. Os carpelos são órgãos reprodutores femininos, cada um é formado por um estilete, um estigma e um ovário. Macete: ESTava ESperando O GINECologista (ESTigma+ EStilete+Ovário= GINECeu) Obs:no aparelho feminino todos os órgãos começam com VOGAIS!

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33 Tipos de gineceu Simples - formado por um só carpelo. Apocárpico - formado por diversos carpelos não fundidos. Dá origem a diversos frutos em uma mesma flor. Sincárpico - formado por diversos carpelos fundidos que vão formar um único fruto.

34 GINECEU Pessegueiro Morangueiro Laranjeira

35 Posição do ovário A flor pode ser hipógina, quando o ovário (súpero) se fixa no receptáculo em um ponto acima de onde outras peças se fixam. Exemplo: pêssego, abacate

36 Hipógina

37 Perígina A flor pode ser perígina, quando as demais peças da flor fixam em torno de uma linha que corta o ovário na posição média. Exemplo: caju

38 Epígina A flor pode ser epígina, quando o ovário(ínfero) fica inserido abaixo do ponto em que as demais peças se fixam. Exemplo: marmelo,maça e pêra.

39 Epígina

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41 Classificação quanto ao número de lóculos (cavidade): Pessegueiro Mamoeiro Laranjeira 1 carpelo e 1 cavidade Vários carpelos unidos e 1 cavidades Vários carpelos colados e várias cavidades

42 Placentação No interior do ovário, pode haver um ou mais óvulos, os quais formarão as sementes. O local onde o óvulo se fixa na parede do ovário chama- se placenta, e a sua posição será a mesma em que aparecerão as sementes dentro do fruto. Tipos: Parietal, central, axial e difusa.

43 Placentação Parietal: óvulos se fixam na parede do ovário. Exemplo: feijão Central: óvulos se fixam no centro e no fundo do Ovário. Exemplo: pêssego Axial: óvulos se fixam em um eixo central dos vários lóculos existentes dentro do ovário. Exemplo: laranja Difusa: óvulos bastante numerosos, fixam por toda a parede do ovário. Exemplo: mamão

44 Parietal

45 Central

46 Axial (eixo central)

47 Difusa

48 Óvulo

49 O gametófito ou óvulo, é constituído por 7 células: as 3 antípodas, as 2 sinérgidas, a oosfera, e por 2 núcleos polares(mesocisto). As sinérgidas e as antípodas se degeneram rapidamente, não tendo ainda suas funções totalmente conhecidas.

50 Formação do óvulo Nas Angiospermas, o óvulo ou os óvulos, começam a se formar no interior do ovário, a partir da placenta. 1 - No início é um pequeno calombo dentro do qual há uma célula grande, diplóide, denominada "célula mãe de megásporo 2 - A célula mãe sofre meiose e forma quatro megásporos haplóides. 3 - Dos quatro megasporos três degeneram e sobra apenas um. 4 - O núcleo do megasporo se divide por mitose formando oito núcleos haplóides 5 - Os oito núcleos originam as sete células que formam o saco embrionário: a oosfera, as sinérgidas, as antípodas e uma grande célula central - o mesocisto - com dois núcleos (núcleos polares).

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52 Descrição do óvulo Nucela - tecido nutritivo do óvulo das Angiospermas que envolve o saco embrionário. Saco embrionário - formado pela meiose de uma célula mãe inicial e composto, em muitos casos, por sete células haplóides: a oosfera, duas sinérgides, três antípodas e uma grande célula central, o mesocisto, com dois núcleos (núcleos polares). É a parte fértil do óvulo. Funículo - é o pedúnculo que liga o óvulo (e mais tarde a semente) à placenta. Hilo - porção terminal do funículo. É o lugar por onde, mais tarde, a semente se destacará do fruto. Chalaza - parte basal da nucela que se liga ao funículo através do hilo. Micrópila - pequena abertura na extremidadade superior do óvulo. Geralmente é por ela que penetra o tubo polínico. Placenta - local na parede do ovário onde o óvulo se fixa e por onde, mais tarde, a semente se liga ao fruto. Tegumento - ou casca, formado por duas camadas de células: a primina(mais externa) e a secundina (interna).

53 Tipos de óvulo Ortótropo - é o óvulo em que o hilo a chalaza e a micrópila estão em uma mesma linha reta. Anátropo - é o óvulo cujo eixo principal é curvo e a micrópila fica virada para a placenta. Campilótropo - é o óvulo recurvado em que a micrópila e a chalaza se aproximam em um mesmo plano horizontal.

54 Inflorescências São grupos de flores que se formam nas extremidades dos ramos. Como seguem o mesmo padrão de ramificação dos caules podem ser monopodiais(as mais encontradas na natureza) e simpodiais. Monopodial: eixo principal tem um crescimento ilimitado. Simpodial: cada eixo tem um crescimento limitado e não existe um eixo principal.

55 Cacho: as flores apresentam pedúnculos e se inserem a certa distância uma das outras. Ex. Uva.

56 Panícula: cacho composto, formado por outros cachos. Ex: Begônia

57 Espiga: as flores são sésseis e inseridas no eixo muito próximas umas das outras. Ex. Milho.

58 Espádice: semelhante à espiga porém com eixo carnoso, protegido por uma bráctea, denominada espata. Ex. Copo-de-leite.

59 Umbela: inflorescência em forma de guarda- chuva, na qual as flores partem de um mesmo ponto no eixo principal.

60 Capítulo: flores sésseis inseridas em um receptáculo alargado. Normalmente, as flores centrais são férteis e as laterais têm uma pétala maior que as outras, formando a parte mais vistosas da inflorescência. Ex: Margarida e girassol

61 Polinização Transporte do grão–de-pólen da antera ao estigma Polinização direta ou autopolinização: o grão de pólen cai sobre o estigma da mesma flor onde foi produzido. A polinização direta não é muito vantajosa para o vegetal, pois ela não permite a variabilidade genética. Polinização indireta ou cruzada: grãos de pólen são transportados de uma flor para o estigma de outra flor de outro vegetal da mesma espécie. Esta polinização é considerada vantajosa pois permite a variabilidade genética. A polinização indireta exige a participação de um agente polinizador, os quais podem ser o vento, pássaros, insetos, morcegos, água, homem, entre outros.

62 Mecanismos que impedem a autopolinização Heterostilia: as anteras se localizam em um nível inferior ao estigma (carpelo). Dicogamia: é a diferença da época de maturação entre androceu e gineceu. Chama-se de protandria quando o androceu amadurece antes e protoginia ou metandria quando o gineceu amadurece antes.

63 Dioicia: os indivíduos são dióicos, portanto suas flores apresentam apenas um sexo (díclinas). Hercogamia: a própria flor apresenta uma barreira natural, como uma pétala ou sépala, que impede a autopolinização.

64 Anemófila É a polinização através do vento. As perdas causadas por este transporte são compensadas graças a grande produção de pólen proporcionada pelas anteras e estigmas de tamanhos acentuados.

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66 Ornitófila É realizada pelos pássaros. Nesse caso as flores são vistosas, apresentam nectários bem desenvolvidos e glândulas odoríferas.

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68 Entomófila É realizada por insetos. Os insetos mais comuns são a abelha, a vespa e a borboleta. As flores entomófilas apresentam as mesmas características das flores Ornitófilas (as flores são vistosas, apresentam nectários bem desenvolvidos e glândulas odoríferas).

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71 Polinização quiropterófila: é realizada por morcegos que fazem visitas noturnas às flores para se alimentarem do néctar, do pólen e frutos, transportando assim, o pólen de uma flor para outra. Polinização hidrófila: ocorre quando o agente transportador do pólen é a água. Artificial: é feita pelo homem (antropófita) para fins de melhoramento vegetal. polinização malacófila: é feita por caracóis.

72 Fecundação Após a polinização, os grãos de pólen ficam aderidos ao estigma devido a secreções desta região. O grão de pólen absorve água, incha e forma o tubo polínico, o qual penetra no estilete. O grão de pólen maduro apresenta dois núcleos: o vegetativo e o reprodutivo. O núcleo vegetativo orienta a formação do tubo polínico. Quando o tubo polínico encontra o óvulo, o núcleo reprodutivo divide-se por mitose e origina os núcleos espermáticos que são os verdadeiros gametas masculinos. O tubo polínico penetra no óvulo pela micrópila e atinge o saco embrionário, depositando os núcleos espermáticos que realizarão a fecundação.

73 Desse modo, quando atingem o saco embrionário, cada um deles segue um caminho. Um dos gametas masculino fecunda a oosfera (gameta feminino), determinando a formação do zigoto (2n); O outro gameta masculino se funde com os dois núcleos polares da célula central, formando a célula-mãe do endosperma, que apresenta o núcleo triplóide (3 n). A dupla fertilização é uma característica típica das angiospermas.

74 Após a dupla fecundação, o zigoto (2n) realiza diversas mitoses, originando o embrião da semente. O núcleo triplóide também se divide, formando o endosperma ou albúmem (3n), que constitui o tecido nutritivo desse embrião.

75 Depois da fecundação, a flor murcha. Então as sépalas, as pétalas caem, pois já cumpriram as funções de proteção e atração dos agentes polinizadores. O ovário desenvolve-se formando o fruto, dentro do qual ficam as sementes (óvulos desenvolvidos depois da fecundação).

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79 O óvulo se desenvolve e origina a semente. O ovário se hipertrofia e forma o fruto.

80 Diagrama floral Chama-se de diagrama floral à representação esquemática de uma flor como se fosse projetada em um plano horizontal. O diagrama permite que os botânicos comparem as flores de espécies diferentes, permitindo o seu reconhecimento e classificação. Através dele é possível verificar o número de peças em cada verticilo, sua posição relativa e se estão concrescidas(fundidas) ou não.

81 K = cálice (ou S sépala) C = corola (ou P pétalas) A = androceu (ou E de estames) G = gineceu (ou C de capelos) T – tépalas (sépalas = pétalas) H = Hipógina P = Perígina E = Epígina */* simetria bilateral * simetria radial ( ) peças unidas

82 A maior flor do mundo Flor cadáver - Amorphophallus titanum

83 Este nome deve-se ao cheiro horrível de peixe podre e açúcar queimado que liberta quando floresce, tão horrível que é quase impossível permanecer junto dela por muito tempo. Esta estranha flor, originária da ilha de Sumatra, Indonésia. Para terem uma ideia do seu tamanho, o maior exemplar conhecido foi apresentado na Alemanha em 2003 e media 2,74 metros de altura e pode viver 40 anos e neste período só florescer 3 ou 4 vezes. Claro que a flor pouco se importa com os nossas sensações já que este odor é para atrair os insetos( moscas polinizadoras) que têm a importante tarefa de levar o pólen de uma flor para outra para elas se reproduzirem.

84 Você sabia que os humanos compartilham aproximadamente 35% do seu DNA com os cerca de algas, plantas com flores?

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