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Sumário 1. Estado e Nação: 1.3 Como é que o Estado construiu a Nação? 1.4 Religião, coerção e disciplina social. David Justino e Sílvia de Almeida2.

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2 Sumário 1. Estado e Nação: 1.3 Como é que o Estado construiu a Nação? 1.4 Religião, coerção e disciplina social. David Justino e Sílvia de Almeida2

3 Estado e Nação David Justino e Sílvia de Almeida3 Como é que se forma Estado Moderno? E como é que ele cria a nação?

4 Estado e Nação David Justino e Sílvia de Almeida4 Monopólio dos Meios Coercivos pelo Estado Desarmamento Interno Expansão Ultramarina Ameaça Externa Tributos sobre a propriedade Direitos sobre o Comércio Dívida Pública

5 Estado e Nação David Justino e Sílvia de Almeida5 Charles Tilly( ) States made war and war made the State A busca de guerra por parte dos detentores do poder envolveu-os à toa na extração de recursos para a guerra das populações sobre as quais eles têm controle e na promoção da acumulação de capital por aqueles que poderiam ajudá-los a emprestar e comprar. Guerra, extração e acumulação de capital interagiram para moldar o processo de formação dos estados europeus. Os detentores do poder não desencadearam essas três atividades com a intenção de criar estados nacionais - centralizados, diferenciados, autônomos, extensas organizações políticas. Nem eles normalmente previram os Estados nacionais que emergeriam da guerra, da extração e ada cumulação de capital. (172)

6 Estado e Nação David Justino e Sílvia de Almeida6 Charles Tilly( ) States made war and war made the State Com a construção da capacidade de fazer a guerra também cresceu a capacidade de extracção. A própria atividade de extração, se bem sucedida, implica a eliminação, neutralização ou cooptação dos rivais locais do grande senhor feudal o que, assim, o levou a fazer a guerra. Como um subproduto, criou uma organização sob a forma de agências de cobrança de impostos, forças policiais, tribunais, erários, detentores de contas; assim, novamente levou a fazer a guerra.

7 Estado e Nação David Justino e Sílvia de Almeida7 Concentração dos meios de coerção Acumulação dos meios de coerção Concentração de capital Acumulação de capital Crescimento dos Estados Crescimento das cidades Configuração do Estado

8 Estado e Nação David Justino e Sílvia de Almeida8 Norbert Elias ( ) O processo de formação dos estados europeus comoprocesso civilizacional: O processo civilizacional, na perspectiva dos padrões de conduta e de controlo da acção, revela a mesma tendência que quando visto a partir da perspectiva das relações humanas, revelando-se como o processo de avanço da integração, maior diferenciação das funções sociais e interdependência, e a formação de unidades cada vez maiores de integração de cujos destinos e movimentos de que depende o indivíduo, quer ele saiba ou não. (Elias1994: 332)

9 Estado e Nação David Justino e Sílvia de Almeida9 Norbert Elias ( ) Elias distingue duas fases distintas na emergência do processo de monopolização da violência física por parte do Estado Moderno: 1.Primeira fase, coincide com o estabelecimento do monopólio da violência física. Um crescente número de senhores perderam o acesso aos meios de violência, os quais ficaram progressivamente centralizados nas mãos de um número restrito e mais tarde afastados da competição aberta ( fase do controlo absolutista e autoritário, sistemas de autoridade tradicional) 2.Numa segunda fase, o controlo privado dos meios de violência tende a tornar público, pela institucionalização do seu controlo e acesso. (Fase da legitimação política e legal da coerção, sistemas de autoridade racional-legal)

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