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Teorias Demográficas Universidade Luterana do Brasil Curso de Geografia Geografia Humana Prof. Dr. Dakir Larara. da Silva.

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1 Teorias Demográficas Universidade Luterana do Brasil Curso de Geografia Geografia Humana Prof. Dr. Dakir Larara. da Silva

2 Teorias Demográficas

3 Teoria de Malthus Teoria demográfica mais conhecida foi elaborada por Thomas Robert Malthus que a expôs em sua famosa obra Um ensaio sobre o princípio da população. A teoria de Malthus se baseava nos seguintes princípios: 1º) caso não seja detida por obstáculos (guerras ou epidemias), a população tende a crescer segundo uma progressão geométrica (2,4,8,16,32,64...), duplicando a cada 25 anos. 2º)os meios de subsistência (alimentos), na melhor das hipóteses, só podem aumentar segundo uma progressão aritmética (2,3,4,5,6...). Ele propunha a erradicação da pobreza e da fome por meio de uma política antinatalista, para evitar o caos mundial.

4 Teoria de Malthus

5 Críticas a tese central de Malthus não considerou os avanços técnico, científico- mecânico aplicados à agricultura e conseqüentemente o aumento da produção de alimentos. não considerou as reservas de alimentos dos mares e oceanos. não levou em conta outras regiões do planeta, com áreas de solos férteis.

6 Teoria Neomalthusiana A explosão demográfica após a Segunda Guerra Mundial ressuscitou as idéias de Malthus. Os neomalthusianos ou alarmistas aprimoraram a teoria adotando novas posturas: * Atribuíam a culpa pela situação de miséria dos países subdesenvolvidos ao acelerado crescimento populacional; * Concordavam que a agricultura era capaz de produzir alimentos suficientes para todos; * Defendiam programas rígidos e oficiais de controle de natalidade. Concordando com os alarmistas, alguns países como a Índia, o Egito e o México passaram a investir mais em políticas demográficas do que em políticas econômicas para resolver o problema da pobreza e da desigualdade, entretanto não obtiveram os resultados esperados.

7 A fome, miséria e pobreza resultam da má distribuição das riquezas, como renda e terra. O crescimento populacional de um determinado país não é a causa, mas a consequência do subdesenvolvimento. O discurso neomalthusiano alarmista é utilizado ideologicamente como estratégia para a manutenção do modelo de desenvolvimento sócio-econômico dominante no mundo atual. Críticas ao Neomalthusianismo

8 Teoria Reformista ou Marxista Os reformistas ou marxistas, em oposição aos neomalthusianos, consideram a própria miséria causa do acelerado crescimento demográfico, e não o contrário! Eles propõem uma melhor distribuição de renda e de alimentos, o aumento da escolaridade que ocasionariam num planejamento familiar espontâneo e consequente queda da natalidade e do crescimento populacional. Karl Marx

9 Teoria Reformista ou Marxista Ela analisa os problemas demográficos, tendo como referência as condições socioeconômicas da população, defendendo a necessidade de se enfrentar as questões sociais e econômicas dos países para que a dinâmica demográfica entre em equilíbrio. À medida que as famílias obtêm condições dignas de vida, tendem a diminuir o número de filhos para não comprometer o acesso de seus dependentes aos sistemas de educação e saúde.

10 Teoria Reformista ou Marxista Pirâmide de Abraham Maslow (Psicólogo estadunidense do MIT) contribuiu para as análise Reformistas

11 -As elevadas taxas de natalidade (), não são causa do atraso e da pobreza dos países periféricos, mas sim uma consequência. - Os miseráveis não são responsáveis por sua miséria por terem muitos filhos. - Nos países mais desenvolvidos economicamente onde o padrão e a qualidade de vida da população são bastante elevados, a redução das taxas de natalidade () ocorreu naturalmente e paralelamente à qualidade de vida dessa população. - O atraso e a pobreza também tem origens nos processos históricos desses países tradicionalmente periféricos e nas suas relações com as áreas centrais do capitalismo, ou seja, a divisão internacional do trabalho ou da produção, em seus diferentes momentos. - O maior contraceptivo está relacionado aos investimentos públicos nas áreas sociais, especialmente na saúde, infra-estrutura e educação.


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