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ENCONTRO CATARINENSE DA INDÚSTRIA FIESC ENCONTRO CATARINENSE DA INDÚSTRIA FIESC PERSPECTIVAS PARA A INDÚSTRIA BRASILEIRA, NA EXPORTAÇÃO JOSÉ AUGUSTO DE.

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1 ENCONTRO CATARINENSE DA INDÚSTRIA FIESC ENCONTRO CATARINENSE DA INDÚSTRIA FIESC PERSPECTIVAS PARA A INDÚSTRIA BRASILEIRA, NA EXPORTAÇÃO JOSÉ AUGUSTO DE CASTRO Florianópolis, 19 de julho de 2012 PALESTRA

2 2 - AVALIAÇÃO BRASIL: PAÍS EXPORTADOR DE PESO BRASIL: PAÍS EXPORTADOR DE PESO

3 3 - RANKING MUNDIAL DE EXPORTAÇÃO, EM 2011 Fonte: OMC Elaboração: AEB NÚM. ORDEM PAÍSES EXPORTADORES VALOR US$ Bi PART. % NUM. ORDEM PAÍSES EXPORTADORES VALOR US$ BI PART. % 1CHINA1.89910,4316MÉXICO3501,92 2ESTADOS UNIDOS1.4818,1317TAIWAN3081,69 3ALEMANHA1.4748,0918ESPANHA2971,63 4JAPÃO8234,5219ÍNDIA2971,63 5HOLANDA6603,6220EMIR. ARABES2851,56 6FRANÇA5973,2821AUSTRÁLIA2711,39 7CORÉIA DO SUL5553,0522BRASIL2561,41 8ITÁLIA5232,8723SUIÇA2351,29 9RÚSSIA5222,8724TAILÂNDIA2291,26 10BÉLGICA4762,6125MALÁSIA2271,25 11REINO UNIDO4732,6026INDONÉSIA2011,10 12HONG KONG4562,5027POLÔNIA1871,03 13CANADÁ4522,4828SUÉCIA1871,03 14SINGAPURA4102,2529ÁUSTRIA1790,98 15ARÁBIA SAUDITA3652,0030REP. TCHECA1620,89 TOTAL MUNDIAL US$ 18.215 BILHÕES 100.0 %

4 4 - PREÇOS MÉDIOS DE EXPORTAÇÃO DE COMMODITIES Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB Produtos 2000200120022003200520062008200920102011 Café cru 1.6139647709511.8611.9842.6372.2942.8934.466 Soja grão 190174190216238227447400380495 Farelo soj 176183176191199196355375345397 Óleo soja 3292983974904617131.1257598501.211 Fumo folh 2.3802.1152.1032.2582.6932.9933.9584.5215.4905.395 Açúcar brt 175198146162206307268333444573 Açúcar ref 203215172173234368313376489652 Suco laran 8326668677506258299727838971.184 Carne fran 8891.0348348891.2031.1301.7811.4751.6731.979 Carne bov 2.6682.0061.8041.8622.2282.5583.9173.2644.0595.083 Carne suí 1.4031.4001.0451.1501.9382.0452.9182.1022.6452.949 Minério fer 19 18203337595093126 Alumínio 1536144613221376181624352590156121132395 Petróleo 164126139168291359606342495691 US$ / ton

5 5 – QUANTUM EXPORTADO DE COMMODITIES Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB **Milhões de tons Em 1.000 tons Produtos 2000200120022003200520062008200920102011 Café cru 9671.2521.5511.3691.3521.4751.5671.6391.791 Soja grão 11.51715.67515.97019.89022.43524.95824.49928.56329.07332.985 Farelo soj 9.37511.27112.51713.60214.42212.33212.28812.25313.66814.355 Óleo soja 9101.3901.7002.1252.2131.6881.7621.3701.3991.532 Fumo folh 341435465466616566678662493533 Açúcar br 4.3447.0907.6308.35411.57912.80713.62417.92520.93920.153 Açúcar re 2.1584.0835.7244.5616.5686.0635.8486.3687.0615.204 Suco larj 1.2241.2191.0031.5901.7771.7722.0542.0691.9782.007 Carne fra 9071.2491.6001.9222.7622.5863.2683.2663.4613.570 Carne bov 1893684306201.0851.2251.023926951820 Carne suí 116247449458579484467529464436 Minério ** 157156166175224243282266311331 Alumínio 616467615656561614547649525487 Petróleo 96457211213512607143131919122371267493260231258

6 6 - RECEITAS DE EXPORTAÇÃO DE COMMODITIES Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB US$ Bilhões Produtos 2000200120022003200520062008200920102011 Café cru 1,5591,2071,1951,3022,5162,9284,1317,7615,1828,000 Soja grão 2,1882,7253,0324,2905,3455,66310,95211,42411,04316,327 Farelo soj 1,6502,0652,1992,6022,8652,4194,3634,5934,7195,698 Óleo soja 0,2990,4150,6751,0421,0220,8281,9841,0401,1901,857 Fumo folh 0,8130,9210,9781,0521,6601,6942,6832,9922,7072,878 Açúcar brt 0,7611,4011,1111,3502,3823,9363,6495,9799,30711,549 Açúcar ref 0,4380,8780,9820,7901,5372,2311,8332,3993,4553,391 Suco laran 1,0190,8120,8691,1931,1101,4691,9961,6191,7752,376 Carne fran 0,8061,2921,3351,7103,3242,9235,8224,8185,7897,063 Carne bov 0,5030,7390,7761,1542,4193,1344,0063,0223,8614,169 Carne suí 0,1630,3460,4690,5261,1230,9901,3641,1121,2261,286 Minério fer 3,0482,9313,0493,4567,2978,94916,53813,24728,91241,817 Alumínio 0,9460,6750,8130,9031,0201,4951,4171,0131,1091,166 Petróleo 0,1580,7211,6912,1224,1646,89413,5569,15216,15121,603

7 ANO EXPORTAÇÃOIMPORTAÇÃOSALDOCORR.COM. US$ BIVAR. %US$ BIVAR. %US$ BI 200055,11914,8055,85113,28- 0,732110,970 200158,2865,7555,601-0,452,685113,878 200260,4383,6947,242-15,0313,196107,680 200373,20321,1248,3252,2924,878121,528 200496,67732,0762,83530,0333,842159,512 2005118,52922,6073,60017,1344,929192,129 2006137,80716,2691,35124,1246,456229,158 2007160,64916,58120,61732,0440,032281,266 2008197,94223,21172,98543,4224,957370,927 2009152,994-22,71127,722-26,1725,272280,716 2010201,91531,98181,64942,2220,266383,564 2011256,04126,8226,25124,5529,790482,292 7 - BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

8 8 – REALIDADE REVERSA HÁ MALES QUE VEM PARA O BEM, MAS PARA A INDÚSTRIA BRASILEIRA, HÁ BENS QUE VEM PARA O MAL

9 9 - COMPOSIÇÃO PERCENTUAL DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB ANOSBÁSICOSSEMIMANUFATMANUFATUR.OPERAÇ. ESP. 197847,2211,2240,151,41 198042,1611,6744,841,33 198533,3010,7654,851,09 199026,8415,9655,991,21 199522,6120,5755,491,33 200022,7915,4259,072,72 200126,3314,1456,542,98 200228,0614,8354,712,39 200328,9414,9554,321,79 200429,5113,8954,961,63 200529,3013,4755,142,09 200629,2314,1754,442,16 200732,1213,5752,252,06 200836,8913,6846,822,61 200940,5013,4044,022,08 201044,5813,9739,402,05 201147,8314,0736,052,05

10 10 – EXPORTAÇÕES POR FATOR AGREGADO, EM TONELADAS Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB Em milhões de tons PRODUTOS 200020012003200520062008200920102011 BÁSICOS 192209242301325373363424447 SEMIMANUF 22273238 39 4345 MANUFATUR 25324252555147 46 OPER.ESPEC 555666666 TOTAL 244273321397424469455520544

11 11 - QUANTIDADE DE EMPRESAS EXPORTADORAS E IMPORTADORAS ANOS EMPRESAS EXPORTADORASEMPRESAS IMPORTADORAS QUANTIDADEVARIAÇÃO %QUANTIDADEVARIAÇÃO % 200016.246+ 87628.351+ 816 200117.267+ 1.02128.807+ 456 200217.407+ 14025.542- 3.265 200317.743+ 33622.330- 3.212 200418.608+ 86522.406+ 76 200517.657- 95122.633+ 227 200616.815- 84224.567+ 1.934 200720.889+ 29828.911+ 4.344 200820.408- 48133.132+ 4.221 200919.823- 58534.044+ 912 201019.278- 54538.684+ 4.640 201119.194- 8142.327+ 3.627 Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

12 12 - TAXAS DE CÂMBIO Fonte: BACEN Elaboração: AEB ANOS TAXAS DE CÂMBIO R$ / US$ 31 MAR30 JUN30 SET31 DEZ 19981,13661,15611,18481,2079 19991,72121,76871,92151,7882 20001,74651,79921,84291,9546 20012,16082,30412,67052,3196 20022,32282,84363,89413,5325 20033,35232,87122,92262,8884 20042,90783,10672,85782,6536 20052,66542,34962,22142,3399 20062,17162,16352,17342,1372 20072,04961,92541,83811,7705 20081,74831,59111,91352,3362 20092,31441,95081,77731,7404 20101,78021,80071,69341,6654 20111,62791,56031,85361,8751 20121,82152,0207

13 13 – DEFASAGEM CAMBIAL  Entre 1999 e 2011 salário mínimo acumulou reajuste de 378%  Período de 1999 a 2011 inflação acumulada atingiu 133% pelo IPCA, 139% pelo INPC, 216% pelo IGP-DI e 219% pelo IGPM  Conforme dados anteriores, matérias-primas tiveram expressivo aumento, com reflexo direto na elevação dos custos de produção  Aumentos salariais concedidos atingiram índices superiores à inflação  Taxa câmbio nominal 2º semestre 2010 e 1º semestre 2011 inferior a 1999  Hipoteticamente, caso fosse repassado apenas 60% menor inflação 133%, representando 80%, e aplicasse este índice sobre taxa cambial R$1,2079 vigente em 31.12.1998, atual taxa de câmbio deveria ser R$2,174

14 14 – ENTRAVES E GARGALOS À INDÚSTRIA BRASILEIRA  SISTEMA TRIBUTÁRIO ARCAICO: desestimula maior industrialização, onera custo de produção local e indiretamente obriga exportação de tributos  LEGISLAÇÃO TRABALHISTA ULTRAPASSADA: eleva custo de pessoal e desestimula geração novos postos de trabalho  INFRAESTRUTURA VIRTUAL: insuficiente, deficiente e onerosa, gerando alto custo logística e redução competitividade, mercados interno e externo  CARGA TRIBUTÁRIA ILIMITADA: composta de tributos, contribuições, taxas emolumentos, etc, provocando elevação custo direto no mercado interno e indireto na exportação  CUSTO FINANCEIRO LUNAR: elevadas taxas praticadas, oneram custo final de produção  BUROCRACIA ASFIXIANTE: presente todos níveis, gerando custos ociosos, mas que integram custo de produção, comercialização e exportação  TAXA DE CÂMBIO NEUTRA: sem entraves e gargalos não teria destaque  PERDA DE COMPETITIVIDADE: sinais emitidos desde 2006, sem soluções

15 15 - DESAFIOS PARA INDÚSTRIA, NA EXPORTAÇÃO  Implantar política industrial integrada  Realizar reformas tributária e trabalhista  Investir fortemente em infraestrutura para reduzir custo de logística  Reduzir carga tributária e custo financeiro  Desburocratizar e racionalizar atuação ministérios e órgãos públicos  Eliminar políticas isoladas de ministérios (no comércio exterior)  Criar política integrada de Governo (no comércio exterior)  Fixar metas produtividade não só setor privado, mas também público  Evitar “fuga de capital” para exterior e estimular “re-industrialização”  Buscar equilíbrio entre exportação de commodity e de manufaturado  Sem medidas eficazes a curto prazo, risco de desindustrialização  Indústria recebe anabolizante (doping) ou anti-térmico (dumping)  Protecionismo esconde deficiência, de política do governo ou empresas

16 16 – PERSPECTIVAS PARA INDÚSTRIA, NA EXPORTAÇÃO  Diagnóstico e solução problemas indústria são conhecidos, requerendo apenas vontade política para implementação.  Concretização desafios listados abre novos e amplos horizontes indústria  Sem reformas, indústria dependerá de crise política interna ou crise econômica externa, que elevam a taxa de câmbio  Crise Europa e queda exportação mostra insustentabilidade de ter elevada dependência de commodity na exportação  Exportação de manufaturado é estável, commodity é instável  Exportação commodity depende de ações do exterior e manufaturado de decisões do Brasil  Susto com atual cenário econômico pode estimular e acelerar adoção de medidas de caráter geral e permanentes  Perspectivas para competente e produtiva indústria brasileira depende de ações de suas empresas, mas competitividade externa depende de decisões técnicas e vontade política do Governo brasileiro  BRASIL TEM QUE FAZER DEVER DE CASA

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18 JOSÉ AUGUSTO DE CASTRO Presidente em Exercício Avenida General Justo, 335 - 4º andar – Centro Rio de Janeiro – Cep: 20021-130 Fone: (21) 2544-0048 – Fax: (21) 2544-0577 www.aeb.org.br aebbras@aeb.org.br AEB – ASSOCIAÇÃO DE COMÉRCIO EXTERIOR DO BRASIL


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