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Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia LIDE - GRUPO DE LIDERES EMPRESARIAS São Paulo, 27.

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Apresentação em tema: "Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia LIDE - GRUPO DE LIDERES EMPRESARIAS São Paulo, 27."— Transcrição da apresentação:

1 Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia LIDE - GRUPO DE LIDERES EMPRESARIAS São Paulo, 27 de junho de 2011

2 Média Anual 4,65% Média Anual 7,26% Média Anual 2,10% MODELO PRIMÁRIO EXPORTADOR INDUSTRIALIZAÇÃO SUBSTITUTIVA DÉCADAS PERDIDAS NOVO DESEN- VOLVI- MENTIS- MO (1) (1)Crise da Dívida Externa Fonte: Elaboração própria com dados do IBGE Média Anual 3,98% 2 O Desenvolvimento Brasileiro: Perspectiva Histórica Taxas Médias do Crescimento do PIB Real 1901/2010

3 ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO BASEADA NA EXPANSÃO DO MERCADO INTERNO DE CONSUMO DE MASSA CONSOLIDAÇÃO DO SISTEMA PÚBLICO DE CRÉDITO E FINANCIAMENTO DO INVESTIMENTO BASES PARA O NOVO DESENVOLVIMENTISMO CONTROLE DA INFLAÇÃO: DENTRO DA META DESDE 2004 BÔNUS DEMOGRÁFICO

4 Superávit Comercial Desde 2001 saldo positivo na balança comercial Ano Saldo (US$ bilhões) , , , , , ,27 Fonte: SECEX/MDIC

5 AnoValor (US$ bilhões) 20006, , , , , ,86 Déficit Comercial do setor de Tecnologias da Informação e Telecomunicação - TICs Fonte: Funcex Déficit comercial do setor de TICs Mercado Total (US$ bilhões) Paritipação no PIB Tecnologia da Informação (TI) 85,094% Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs) 165,698% Brasil 8º mercado interno de TI 7º mercado interno de TICs Brasil 8º mercado interno de TI 7º mercado interno de TICs O mercado de TICs e TI no Brasil Fonte: BRASSCOM

6 Setor de Bens de Capital ANO Valor (US$ Bilhões) 20074, , , ,73 Déficit comercial do setor de Bens de Capital Brasil é o 11º no ranking de fabricantes de Bens de capital (2006) Fonte: ABIMAQ

7 Ano Valor US$ Bilhões 20024, , , , ,12 Déficit comercial de Produtos químicos (excluído Farmacêuticos) Setor de Químico Brasil é o 9º no ranking de Faturamento da indústria química (2008) Fonte: MDIC/Secex Fonte: ABIQUIM

8 Complexo Industrial da Saúde Ano Valor US$ Bilhões 20023, , , , ,02 Déficit comercial do setor Farmacêutico e Instrumentos médicos de ótica e precisão Fonte: MDIC/SECEX

9 CONSOLIDAR A LIDERANÇA NA ECONOMIA DO CONHECIMENTO NATURAL 9 AVANÇAR EM DIREÇÃO À SOCIEDADE DO CONHECIMENTO TRANSIÇÃO PARA A ECONOMIA DE BAIXO CARBONO E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL ERRADICAÇÃO DA POBREZA E APROFUNDAMENTO DO PROCESSO DE DISTRIBUIÇÃO SOCIAL E REGIONAL DA RENDA O GRANDE DESAFIO É TRANSFORMAR C,T & I COMO EIXO ESTRUTURANTE DO DESENVOLVIMENTO

10 Aumento dos recursos investidos em bolsas (CNPq e CAPES) 2001: R$ 813 milhões correntes 2010: R$ 2823 milhões correntes Ciência, Tecnologia e Inovação 1 - Evolução recente da formação de recursos humanos e pesquisa Descentralização das universidades federais 2002: 42 campi 2009: 230 campi Crescimento do número de pós-graduados titulados: Mestres: 2000: 18,3 mil 2009: 38,8 mil Doutores: 2000: 5,3 mil 2009: 11,4 mil Projeto ciência sem fronteiras: 75 mil bolsas no exterior em 4 anos. Atração de 300 lideranças científicas internacionais PRONATEC: 8 milhões de estudantes e trabalhadores até 2014 Projeto ciência sem fronteiras: 75 mil bolsas no exterior em 4 anos. Atração de 300 lideranças científicas internacionais PRONATEC: 8 milhões de estudantes e trabalhadores até 2014

11 Fontes: Main Science and Technology Indicators (MSTI), , da Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD); para o Brasil: 11 Investimento em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) Em US$ Bilhões% P&D / PIB Estados Unidos (2008) 398,2 2,79 Japão (2008) 148,7 3,44 China (2008) 120,6 1,54 Alemanha (2007) 84,0 2,82 BRASIL (2010*) 24,2 1,19

12 Fonte: Inovação: Falta de Protagonismo da Empresa Dispêndio Público e Privado em P&D (% PIB) 12 Empresas Governo 2010* estimativa

13 Participação das Engenharias Engenharias 13 Número de concluintes de cursos de graduação, 2000 a 2009 Total e Engenharias e participação percentual das Engenharias

14 Fonte: OECD Factbook 2010: Economic, Environmental and Social Statistics - ISBN © OECD 2010 Patentes (Patentes triádicas) Número por milhão de habitantes (2007) Número de artigos brasileiros publicados (periódicos científicos indexados pela Thomson/ISI e participação percentual do Brasil na América Latina e no mundo, )

15 SIBRATEC: Extensão Tecnológica R$ 69,8 milhões (FINEP: 51,8 mi e Estados: R$ 18 mi) TECPAR; FIEP; SEBRAE/PR; SETI/PR; F.ARAUCÁRIA SOCIESC; SEBRAE/SC; FAPESC IEL/RS; SCT/RS; CIENTEC; IBTEC; IFSul; PUC/RS; UNISINOS; UERGS; SEDAI/RS; SEBRAE/RS FIPT; IPT; CTI; CEETEPS; FDTE; SD/SP RMI; CETEC; IEL/MG; FAPEMIG; SEBRAE/MG; SEDE/MG; SECTES/MG IEL/BA; UESC; CEPED; CETENE/PE; SECTI/BA; FAPESB; SEBRAE/BA; SICM/BA FCPC; NUTEC; UFC; CENTEC; INDI/CE; IFCE; Agropolos; BNB; SECITECE; FUNCAP; SEBRAECE FUNDETEC; SENAI/PI; IFPI; UESPI; SEBRAE/PI; SEDET/PI FUNPEC; SENAI/RN; UFRN; UERN; SENAI/CTGÁS; SEDEC/RN FJA; SENAI/PB; UFPB; IFPB; SECTMAPB IEL/PE; ITEP; UFPE; SECTMA-PE NGPD; SENAI/PE; SEBRAE/PE IEL/AL; SENAI/AL; UFAL; UNEAL; FIEA, FAPEAL, SEBRAE/AL, SECTI/AL IEL/SE; ITPS; UFS, ITP, IFS, FAPITEC/SE, SEBRAE-SE REDETEC; INT; SEBRAE/RJ; FAPERJ IEL/ES; SENAI/ES; UFES, IFES, CETEM, BANDES, SEBRAE-ES, FINDES, FAPES, SECTES IEL/MS; SENAI/MS; UFMS; UEMS; UFGD; UCDB; SEBRAE/MS; SEMAC/MS FUNAPE/GO; SENAI/GO; UFG; IFGOIANO; SGM-SIC/GO; SEBRAE/GO; SECTEC/GO SECITEC/MT; SENAI/MT; UFMT; IFMT; UNEMAT; INT; SEBRAE/MT IEL/RO; SENAI/RO; IPEPATRO; Embrapa-RO/CEPAFRO; IJN; FIMCA; SEPLAN; SEBRAE/RO FDB; FUCAPI; FUA; INPA; UEA; IFAM; Embrapa/CPAA; CBA/; IDAM; SENAI/AM; SECT/AM; FAPEAM; SEBRAE-AM FADESP; SENAI/PA; UFPA, UEPA, CPATU, IFPA, SEDECT/PA IEL/TO; SENAI/TO; UNITINS; UFT; SECT/TO 15

16 Atração de Centros de P&D Ministério da Ciência e Tecnologia

17 Projeto GE Novo Centro de Pesquisa Global No RJ Previsão de US$ 500 milhões em 3 anos Projeto IBM Centro de Pesquisas Smarter Planet Cerca de US$450 milhões até 2014 Casa da Ciência e da Inovação Parceria com a Fundação Fraunhofer Alemanha Atração de Centros de P&D Ministério da Ciência e Tecnologia EMC² Centro de pesquisa e desenvolvimento Cerca de US$ 100 milhões de dólares em 5 anos

18 Atração de Centros de P&D Ministério da Ciência e Tecnologia Geração de empregos; Investimento de US$ 200 milhões Local de instalação: Hortolândia-SP Investimento de U$ 300 milhões US$ 50 milhões para “cloud computing” Local de Instalação: Campinas-SP US$ 12 bilhões em 5 anos Construção de fábrica para produção de displays CHINA

19 ( mil boe/d ) 4,6%a.a. 7,6%a.a. Copyright © by Petróleo Brasileiro S/A Projeção da Produção Petrobras Fonte: Petrobras

20 20 * Estimado Milhões de US$ 46% 4% 22% 11% Produção Meio Ambiente Biocombustíveis Exploração Downstream Gás & Energia 11% 5% 1% Outras atividades de P&D Investimentos em P&D por área 2008 – 2010 Total US$ 2,6 bilhões 1254* média US$ 872 milhões média US$ 160 milhões 5x Copyright © by Petróleo Brasileiro S/A Investimentos em P&D da Petrobras Fonte: Petrobras

21 CO 2 e outras emissões Água e efluentes Eficiência energética Outras renováveis Petroquímica Gas-química Combustíveis, lubrificantes e produtos especiais Biocombustíveis Mudando o mix Expandindo os limites Sustentabilidade Recuperação avançada Reservatórios complexos Otimização e confiabilidade Logística do gás Novas fronteiras exploratórias Flexibilidade de refino Produção e logística do pré-sal Sistemas submarinos de produção Pré-sal Copyright © by Petróleo Brasileiro S/A Desafios para Tecnologia Três Eixos Chave Fonte: Petrobras

22 TRANSFORMAÇÃO DA FINEP EM BANCO PÚBLICO DE INOVAÇÃO TRANSFORMAÇÃO DA FINEP EM BANCO PÚBLICO DE INOVAÇÃO NOVOS FUNDOS SETORIAIS Setor Financeiro Indústria da Construção Civil Indústria Automotiva Indústria da Mineração NOVOS FUNDOS SETORIAIS Setor Financeiro Indústria da Construção Civil Indústria Automotiva Indústria da Mineração AUMENTO DA CONTRIBUIÇÃO DE INTERVENÇÃO NO DOMÍNIO ECONÔMICO – CIDE TECNOLÓGICA 22 POLÍTICA DE ROYALTIES DO PRÉ-SAL 1. Novo Padrão de Financiamento do Desenvolvimento Tecnológico e da Inovação

23 Conseqüências para a Arrecadação Direta do MCT Obs.: C&T é um dos sete setores prioritários do FS Novo Padrão de Financiamento do Desenvolvimento Tecnológico e da Inovação

24 REFORMULAÇÃO DO MARCO REGULATÓRIO DO IDE (INTERNALIZAÇÃO DE CENTROS DE P&D E ASSOCIAÇÃO COM EMPRESAS BRASILEIRAS) FOMENTO E AGILIZAÇÃO DO PROCESSO DE REGISTRO DE PATENTES FORTALECIMENTO DO SISTEMA DE INOVAÇÃO / CONTRUIR UMA EMBRAPA DA INDÚSTRIA 24 APRIMORAMENTO DOS INCENTIVOS FISCAIS NOVO MARCO LEGAL E AGILIZAÇÃO PARA IMPORTAÇÃO DE INSUMOS E EQUIPAMENTOS PARA PESQUISA 2. FORTALECIMENTO DA CAPACIDADE NACIONAL DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

25 NOVO PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO PARA POPULARIZAÇÃO DA C,T&I NOVA POLÍTICA PARA CVTs PARA INCLUSÃO DIGITAL E ENSINO PROFISSIONALIZANTE OLIMPÍADAS DE MATEMÁTICA, CIÊNCIAS E TI 25 FOMENTO A TECNOLOGIA ASSISTIVA PRINCIPALMENTE O ACESSO À POPULAÇÃO DE BAIXA RENDA 3. MECANISMOS DE APOIO A TECNOLOGIAS PARA INCLUSÃO SOCIAL

26 SISTEMA DE ALERTA E PREVENÇÃO A DESASTRES NATURAIS CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL – RIO+20 ENCONTRO DE MINISTROS DE C&T DA AMÉRICA DO SUL PREPARATÓRIA PARA A RIO SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL

27 Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia LIDE - GRUPO DE LIDERES EMPRESARIAS São Paulo, 27 de junho de 2011


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