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ADUBAÇÃO DE PASTAGENS MARCELO FERNANDO P. SOUZA. INTRODUÇÃO - Brasil maior produtor de bovinos - Área de pastagem de 180 mi de ha - Rebanho bovino de.

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1 ADUBAÇÃO DE PASTAGENS MARCELO FERNANDO P. SOUZA

2 INTRODUÇÃO - Brasil maior produtor de bovinos - Área de pastagem de 180 mi de ha - Rebanho bovino de aproximadamente 200 mi de cabeças - Alta Floresta possui aproximadamente 1 mi de cabeças

3 INTRODUÇÃO - Brasil apresenta 25% das exportações mundiais - Quase 8 mi de toneladas de carne exportada - Pastagens da regiões amazônicas quase exclusivamente de gramíneas - Atividade extensiva - Necessidade de manutenção da pastagem

4 INTRODUÇÃO - 80% das pastagens cultivadas no Brasil Central, encontram-se em algum estágio de degradação - Isso representa 55% da produção de carne - 60% dessa área é composta por capim do gênero Brachiaria

5 - Escolha inadequada da espécie forrageira - Superpastejo - Deficiência de nutrientes - Pragas e doenças - Plantas daninhas CAUSAS DE DEGRADAÇÃO DAS PASTAGENS

6 Fig 1. Pastagem degradada em MT

7 Fig 2. Pastagem degradada em MT

8 - Clorose - Perda de vigor - Poucas folhas - Aparecimento de plantas invasoras - Plantas daninhas PRINCIPAIS SINTOMAS DA DEGRADAÇÃO

9 - Maior aparecimento de plantas daninhas - Cupinzeiros - Aumenta a área sem cobertura vegetal - Plantas daninhas dominam PRINCIPAIS SINTOMAS DA DEGRADAÇÃO

10 Fig 3. Pastagem degradada, aparecimento de cupinzeiros

11 Fig 4. Pastagem degradada, cupinzeiros e plantas daninhas

12 Fig 5. Estabelecimento do Assa peixe em pastagem

13 - Até o segundo estágio de degradação, recupera somente com o manejo - Já no terceiro estágio tem que se efetuar a renovação das pastagens DEGRADAÇÃO DE PASTAGENS

14 - Escolha de espécies inadequadas - Manejo inicial incorreto - Baixa fertilidade dos solos - Mal preparo do solo - Sementes de baixa qualidade - Doenças e pragas PRINCIPAIS ERROS NA FORMAÇÃO DE PASTAGENS

15 Pontos a serem levados em consideração - Diagnóstico sobre o estágio de degradação da pastagem - Disponibilidade da utilização de implementos e insumos - Nível técnico da propriedade RECUPERAÇÃO DE PASTAGENS

16 Fig 6. Pastagem degradada no município de Alta Floresta - MT

17 Fig 7. Pastagem degradada no município de Alta Floresta - MT

18 RECUPERAÇÃO X REFORMA X RENOVAÇÃO Recuperação - Adubações de manutenção - Controle de invasora - Sobre-semeadura da espécie existente

19 RECUPERAÇÃO X REFORMA X RENOVAÇÃO Reforma - Escarificação do solo - Correção da acidez do solo - Adubação de estabelecimento - Ressemeadura

20 RECUPERAÇÃO X REFORMA X RENOVAÇÃO Renovação - Adoção de práticas mais eficientes de melhoria das condições edáficas - Aplicação de calcário - Adubação de estabelecimento e manutenção - Uso mais racional das pastagem

21 - pH baixo - Baixos teores de Ca e Mg - Teores elevados de Al trocável - Baixa saturação por bases - Baixa fertilidade do solo CORREÇÃO E ADUBAÇÃO EM PASTAGENS

22 - Calagem - Adubação fosfatada - Adubação potássica - Adubação nitrogenada - Enxofre - Micronutrientes CORREÇÃO E ADUBAÇÃO DE PASTAGENS

23 As recomendações de calagem e adubação devem ser baseadas nos seguintes pontos - Análise de solo - Exigências da forrageira - Perspectivas da produção de massa seca - Forma de utilização ADUBAÇÃO EM PASTAGENS

24 - Melhora os atributos químicos e físicos do solo - Aumento no crescimento da planta - Aumenta a resistência da planta à doenças e pragas - Conserva e mantem a sustentabilidade da área CORREÇÃO E ADUBAÇÃO EM PASTAGENS

25 - Neutraliza o Al +3 e o Fe +3 - Fornece Ca +2 e Mg +2 ao solo - Eleva o pH do solo - Aumenta a disponibilidade de P ao solo - Maior atividade microbiana - Maior eficiência das adubações CALAGEM EM PASTAGENS

26 - Tolerância diferencial entre espécies forrageiras - Geralmente Brachiarias são menos exigentes em relação a fertilidade do solo - Leguminosas mais exigentes em relação a fertilidade do solo - Melhoramente genético e níveis de adubação, aumentam a resposta à calagem CALAGEM EM PASTAGENS

27 Tabela 1. Saturação de bases exigidas por algumas forrageiras utilizadas em pastagens no Brasil.

28 Tabela 2. Saturação de bases exigidas por algumas forrageiras utilizadas em pastagens no Brasil.

29 a a b b t MS/ano Gráfico 1. Produção de forragem (acima de 20 cm e média de 2 anos) para brizantha degradada. Fonte: Oliveira et al. (2003).

30 - Cálculo da necessidade de calagem (V%) NC (t/ha)= T.(V 2 – V 1 ).f/ T (CTC pH 7,0) em cmolc /dm -3 - V 2 – saturação de base desejada - V 1 – saturação de bases atual - f – Fator de correção PRNT = 100 /PRNT CALAGEM EM PASTAGENS

31 pH ácido - Maior concentração de Al + 3 e H + na CTC e na solução do solo - Maior toxidez Calagem - Formação de Al(OH) 3 e Fe(OH) 3 - Indisponíveis - Menor toxidez CALAGEM EM PASTAGENS

32 Tabela 3. Análise química de uma propriedade utilizada para a atividade de Pecuária em MT.

33 - Brachiaria brizantha média exigência - V2 = 50 % indicado pela Embrapa Cerrado - V1 = 23,8% - T = 4,4 cmolc /dm -3 - PRNT = 90% - f = 1,11 EXEMPLO DE CALAGEM EM PASTAGENS

34 NC = 4,4.(50 – 23,8).1,11/ 100 EXEMPLO DE CALAGEM EM PASTAGENS - NC = 1,279 t/ha

35 Pastos em implantação - Calagem feita em área total junto com o preparo de solo - Promove maior interação solo x corretivo - Sentido horizontal (área total superfície) - Sentido vertical (profundidade do solo) MÉTODOS DE APLICAÇÃO DO CORRETIVO EM PASTAGENS

36 Pastos em implantação - Calcário aplicado em cobertura e incorporado - Doses pequenas, aplicar e realizar aração e gradagem em seguida - Doses maiores, fracionar a aplicação em duas vezes, antes e depois da aração MÉTODOS DE APLICAÇÃO DO CORRETIVO EM PASTAGENS

37 Pastos estabelecidos (manutenção) - Recomenda-se aplicação em área total - A lanço, com a pastagem rebaixada - Sem incorporação - Com incorporação, utilizar gradagem leve, dependendo da planta forrageira MÉTODOS DE APLICAÇÃO DO CORRETIVO EM PASTAGENS

38 Figura 8. Efeito de três níveis de calagem sobre a produção de matéria seca de Brachiaria brizantha, em cinco níveis de fósforo. Fonte: Balsalobre (2008). Efeito de três níveis de calagem sobre a produção de matéria seca de Brachiaria brizantha cv Marandú, em cinco níveis de fósforo

39 A frequência depende: - Textura do solo - Intensidade de adubações - Granulometria do calcário Época - Fim da estação chuvosa anterior ao plantio FREQUÊNCIA DA CALAGEM

40 ADUBAÇÃO DE PASTAGEM

41 Adubar o pasto funciona? Visão anti-econômica Espécies forrageiras não são exigentes em fertilidade e não respondem à calagem Pastagem não vista como uma cultura ADUBAÇÃO DE PASTAGEM

42 Fig 9. Pastagem com e sem adubação

43 Gráfico 2. Vendas de fertilizantes por cultura no Brasil Fonte: Bunge (2007).

44 Solos com fertilidade natural elevada - Manejados intensivamente sem reposição de nutrientes - Em 4 a 5 anos redução na capacidade de suporte da pastagem - Início do processo de degradação ADUBAÇÃO DE PASTAGEM

45 - Intensificação do sistema produtivo - Recuperação de pastagens - Sustentabilidade das pastagens - Possibilitar a introdução de recursos forrageiros - Flexibilizar o manejo OBJETIVOS DA ADUBAÇÃO DE PASTAGEM

46 Quantidade de nutrientes exportados através do produto animal - Nitrogênio de 4 a 10% - Fósforo em torno de 38% - Potássio 5% - Enxofre 16% Fonte: Silva (2008) ADUBAÇÃO DE PASTAGEM

47 Reciclagem de nutrientes - Distribuição irregular das dejeções - Perdas por lixiviação, fixação, volatilização e erosão dos solos - Taxa de lotação - Sistema de manejo das pastagens ADUBAÇÃO DE PASTAGEM

48 PerdasNPK Erosão superficial3153 Volatilização1500 Lixiviação500 Tabela 3. Perdas de nutrientes em pastagens anualmente em (%).

49 Reciclagem de nutrientes - Um bovino adulto defeca em média 25 Kg/dia - As fezes estimulam o desenvolvimento de microorganismos, que contribuem com até 88 kg de N/ha - E com até 50 kg de P/ha, quando morrem ADUBAÇÃO DE PASTAGEM

50 Acúmulo e exportação de nutrientes - De acordo com Oliveira et al. (2000), a Brachiaria brizantha, em recuperação pode exportar: kg/ha/ano de N - 38 kg/ha/ano de P - 22 kg/ha/ano de S - De 60 a 99% dos nutrientes podem retornam ao solo ADUBAÇÃO DE PASTAGEM

51 ForrageiraNPK Kg/t B. brizantha131,018 Napier142,020 Colonião141,917 B. decumbens120,913 Alfafa352,928 Andropogon131,120 Tabela 4. Extração de nutrientes por algumas forrageiras. Fonte: Werner et al. (1996).

52 Forragens tropicais - Alto potencial produtivo - Resposta à adubação - Alta produtividade vegetal - Maior carga animal - Maior produtividade de carne e leite ADUBAÇÃO DE PASTAGEM

53 Tabela 4. Grau de adaptação de espécies forrageiras a baixa fertilidade Fonte: Vilela et al. (2002).

54 Figura 9. Disponibilidade de forragem ao longo do ano. Fonte: Embrapa (2006).

55 Fertilidade do solo e ténicas adequadas de manejo, são pontos básicos e fundamentais: - Garantia de produtividade - Qualidade - Longevidade das pastagens ADUBAÇÃO DE PASTAGEM

56 Pastejo contínuo Rotoc. sem adubação Rotac. com adubação Lotação UA/ha0,80,91,22 N. cabeças cabeças/ha0,941,061,44 Tabela 5. Resultados de produtividade animal na Fazenda Cruzeiro. Fonte: Filho e Morais (2004).

57 Figura 10. Recuperação de 35% da área, com calagem, aplicação de 50 kg/ha de P e 100 kg/ha de N. Fonte: Filho e Morais (2004).

58 Figura 11. Taxa de lotação (UA/ha) e produção animal por área (Kg/ha/ano) em pastagens de P. maximum consorciadas com leguminosas sem adubação. Fonte: Villela et al. (2007).

59 Figura 12. Taxa de lotação (UA/ha) e produção animal por área (Kg/ha/ano) em pastagens de P. maximum consorciadas com leguminosas com adubação. Fonte: Villela et al. (2007).

60 ADUBAÇÃO FOSFATADA EM PASTAGEM

61 - Elemento mineral mais limitante nos solos brasileiros - Baixa disponibilidade - Fixação, formando compostos de baixa solubilidade com o Al em solos ácidos ADUBAÇÃO FOSFATADA EM PASTAGEM

62 - É a bateria das pastagens - Estimula o crescimento das raízes - Participa de compostos - Maior perfilhamento ADUBAÇÃO FOSFATADA EM PASTAGEM

63 0 mg P 20 mg P 40 mg P 60 mg P 100 mg P pH 6,2 Figura 13. Resposta a fósforo em diferentes teores no solo. Fonte: Prochnow (2005).

64 MATÉRIA SECA Kg / ha Teor de fósforo no solo ( ppm ) Figura 14. Produção de matéria seca de Brachiaria de acordo com os teores de fósforo no solo Fonte: Murim e Marella (1994).

65 NÍVEIS CRÍTICOS DE FÓSFORO NO SOLO E RECOMENDAÇÃOADUBAÇÃO FOSFATADA EM PASTAGEM

66 Tabela 6. Doses de fósforo recomendadas para a renovação de pastagens, com base no teor de argila e fósforo disponível no solo. Fonte: Embrapa (2002).

67 Tabela 7. Doses de fósforo recomendadas para a manutenção da produtividade de pastos consorciados e daqueles constituídos apenas por gramíneas, com base no teor de argila e fósforo disponível. Fonte: Embrapa (2002).

68 AltaMédiaBaixa ColoniãoB. DecumbensB. Humidicola JaraguáB. BrizanthaBuffel NapierGorduraPaspalum Plicatum CamerumAndropogonB. ruziziensis Tabela 8. Exigência de fósforo de algumas forrageiras. Fonte: Junior et al. (2007).

69 Teor de argila Disponibilidade de fósforo Muito baixa BaixaMédiaAdequada %mg/dm -3 ˂ 15 0 a 33,1 a 66,1 a 9 ˃ 9 16 a 350 a 2,52,6 a 55,1 a 7 ˃ 7 36 a 600 a 11,1 a 2,52,6 a 4 ˃ 4 ˃ 600 a 0,50,6 a 1,51,6 a 2 ˃ 2 Tabela 9. Níveis críticos de fósforo no solo extraído pelo método Mehlich, de acordo acordo com o teor de argila no solo e para espécies pouco exigentes. Fonte: Junior et al. (2007).

70 Teor de argila Disponibilidade de fósforo Muito baixa BaixaMédiaAdequada %kg/ha de P 2 O 5 a aplicar ˂ a a ˃ Tabela 10. Recomendação de adubação de fósforo de acordo com o nível crítico de fósforo e para espécies pouco exigentes. Fonte: Junior et al. (2007).

71 Teor de argila Disponibilidade de fósforo Muito baixa BaixaMédiaAdequada %mg/dm -3 ˂ 15 0 a 44,1 a 77,1 a 11 ˃ a 350 a 33,1 a 66,1 a 9 ˃ 9 36 a 600 a 1,51,6 a 3,53,6 a 5 ˃ 5 ˃ 600 a 11,1 a 22,1 a 2,5 ˃ 2,5 Tabela 11. Níveis críticos de fósforo no solo extraído pelo método Mehlich, de acordo acordo com o teor de argila no solo e para espécies exigentes. Fonte: Junior et al. (2007).

72 Tabela 12. Recomendação de adubação de fósforo de acordo com o nível crítico de fósforo e para espécies exigentes. Teor de argila Disponibilidade de fósforo Muito baixa BaixaMédiaAdequada %kg/ha de P 2 O 5 a aplicar ˂ a a ˃

73 Teor de argila Disponibilidade de fósforo Muito baixa BaixaMédiaAdequada %mg/dm -3 ˂ 15 0 a 55,1 a 1010,1 a 14 ˃ a 350 a 44,1 a 88,1 a 12 ˃ a 600 a 22,1 a 44,1 a 6 ˃ 6 ˃ 600 a 11,1 a 22,1 a 3 ˃ 3 Tabela 13. Níveis críticos de fósforo no solo extraído pelo método Mehlich, de acordo acordo com o teor de argila no solo e para espécies muito exigentes. Fonte: Junior et al. (2007).

74 Tabela 14. Recomendação de adubação de fósforo de acordo com o nível crítico de fósforo e para espécies muito exigentes. Fonte: Junior et al. (2007). Teor de argila Disponibilidade de fósforo Muito baixa BaixaMédiaAdequada %kg/ha de P 2 O 5 a aplicar ˂ a a ˃

75 Época e formas de aplicação - Corretiva total, com operação única, a lanço com incorporação e manutenção - Corretiva gradual, parcelada anualmente - Fontes solúveis, aplicação localizada - Após correção do pH - fontes menos solúveis ADUBAÇÃO FOSFATADA EM PASTAGEM

76 Manutenção - Aplicação superficial, sem incorporação - Raízes abundantes, melhor absorção ADUBAÇÃO FOSFATADA EM PASTAGEM

77 Sem adubação100 kg/ha de P 2 O 5 Kg/ha Matéria seca aérea Palha Raízes Tabela 15. Efeito da adubação fosfatada em B. decumbens em solo arenoso, durante período chuvoso.

78 P 2 O 5 - k 2 O (kg/ha) Sem adubaçãoCom adubação Kg/ha Palha Raízes disponíveis P depositado ao solo10,513,6 N depositado ao solo Tabela 17. Efeito da adubação em B. decumbens em solo arenoso.

79 Doses de P2O5 Altura de plantas Prod. Massa verde N. perfilhos Cobertura solo cmkg/m 2 n/m 2 % 083,52,4842,483, ,4815,385, ,1729,380 Tabela 18. Altura, massa verde, número de perfilhos e percentagem de cobertura do solo de Brachiaria brizantha, três meses após a calagem superficial e um mês após a adubação fosfatada. Fonte: Santos et al. (2008).

80 Principais fontes fosfatadas - Superfosfato simples - superfosfato triplo - Map - Dap - Fosfato natural ADUBAÇÃO FOSFATADA EM PASTAGEM

81 ADUBAÇÃO NITROGENADA EM PASTAGEM

82 Nitrogênio - Componente de aminoácidos e proteínas - Auxilia a absorção de outros elementos - Grande mobilidade no solo - Diversas transformações no solo mediadas por microorganismos - Baixo efeito residual ADUBAÇÃO NITROGENADA EM PASTAGEM

83 Grau de exigência das espécies Doses de N kg/ha/ano EstabelecimentoManutenção Exigentes4080 Moradamente exigentes 4060 Baixa exigência40 N. Tec. Intensivo100 a a 300 Nível Tec. Médio50100 a 150 Tabela 18. Recomendação de N para forrageiras de acordo com o seu nível de exigência para estabelecimento e manutenção. Fonte: Cantarutti et al. (1999).

84 Épocas de aplicação Sistema rotativo - Após a saída dos animais do piquete para estimular o perfilhamento Sistema contínuo - Início da estação de crescimento ADUBAÇÃO NITROGENADA EM PASTAGEM

85 Figura 15. Produção de matéria seca de (g/m²) da parte aérea de Brachiaria humidicola em função dos períodos e épocas de aplicação de nitrogênio e sua distribuição percentual durante o ano. Fonte: Costa et al. (2001).

86 Figura 16. Teores de proteína bruta (%) de pastos de Brachiaria decumbens diferidos e adubados com nitrogênio. Fonte: Santos et al. (2009).

87 Manutenção - Para médias produtividades, aplicar de 50 a 70 kg/ha - Para altas produtividades, de 70 a 100 kg/ha - Para exploração intensiva, aplicação de 100 a 300 kg/ha - Aplicar quando a forrageira cobrir de 60 a 70 % do solo ADUBAÇÃO NITROGENADA EM PASTAGEM

88 Figura 17. Resposta da pastagem a diferentes níveis de adubação nitrogenada associadas ou não com a adubação fosfatada (50 kg ha-1), quanto ao número de perfilho B. brizantha. Fonte: Braz et al. (2004)

89 Figura 18. Resposta da pastagem a diferentes níveis de adubação nitrogenada associadas ou não com a adubação fosfatada (50 kg ha-1), quanto a biomassa em B. brizantha. Fonte: Braz et al. (2004)

90 ADUBAÇÃO POTÁSSICA EM PASTAGEM

91 Potássio - Abertura e fechamento de estômatos - Síntese e estabilidade de proteínas - Relações osmóticas - Cofator enzimático - Resistência a acamamento ADUBAÇÃO POTÁSSICA EM PASTAGEM

92 Teor de K no soloDoses de potássio CTC – cmolc/dm -3 ˂ 4 ˃ 4 Pastagem consorciada Pastagem solteira mg/dm -3 kg de k 2 O/ha ˂ 15 ˂ a 4025 a ˃ 40 ˃ Tabela 19. Recomendação de K para forrageiras de acordo com o teor de K no solo e o tipo de pastagem. Fonte: Junior et al. (2007).

93 Nível Tecnológico Disponibilidade de K BaixaMédiaAlta kg ha -1 de K 2 O Baixo2000 Médio40200 Alto60300 Tabela 20. Recomendação de adubação de K para o estabelecimento de pastagens em sistemas de diferentes nível tecnológico, considerando a disponibilidade de K. Fonte: 5ª Aproximação - MG.

94 Nível Tecnológico Disponibilidade de K BaixaMédiaAlta kg ha-1 de K2O Baixo4000 Médio Alto Tabela 21. Recomendação de adubação de K para a manutenção de pastagens em sistemas de diferentes nível tecnológico, considerando a disponibilidade de K. Fonte: 5ª Aproximação - MG.

95 Tabela 22. Doses de potássio recomendadas para a renovação de pastagens, com base no teor de K disponível no solo e o tipo de pasto a ser formado. Fonte: Embrapa (2002).

96 Tabela 23. Doses de potássio recomendadas para a manutenção de pastagens, com base no teor de K disponível no solo, tipo de pasto e nível de adubação nitrogenada utilizado. Fonte: Embrapa (2002).

97 - Nossos solos atendem, em geral, à demanda de K dos pastos - Intensifica o manejo, adubação potássica imprescindível - Parcelamento da aplicação - Adubação de manutenção quando a forragem cobrir de 60 a 70 % do solo ADUBAÇÃO POTÁSSICA EM PASTAGEM

98 Épocas e modo de aplicação Formação - A lanço, com incorporação, reduz perdas Manutenção - Parcelar a aplicação junto com o fertilizante nitrogenado - Principal fonte - KCl ADUBAÇÃO POTÁSSICA EM PASTAGEM

99 Figura 19. Produção de matéria seca de folhas de B. brizantha, cultivada em vasos, em função de datas de corte, para quatro doses de fertilização potássica Fonte: Gama Rodrigues et al. (2004)

100 Figura 20. Produção de matéria seca total de B. brizantha, cultivada em vasos, em função de datas de corte, para quatro doses de fertilização potássica Fonte: Gama Rodrigues et al. (2004)

101 Figura 21. Área foliar de B. brizantha, cultivada em vasos, em função de datas de corte, para quatro doses de fertilização potássica. Fonte: Gama Rodrigues et al. (2004)

102 MICRONUTRIENTES EM PASTAGEM

103 - Deficiência em sistemas intensivos - Principais deficiência de B e Zn - Efeito do pH sobre esses elementos - Importância da M.O. como fonte de micronutriente ADUBAÇÃO MICRONUTRIENTES EM PASTAGEM

104 - Em regiões com deficiência de micronutrientes, aplicação em semeadura - FTE - Deficiências de Zn são comuns no cerrado - Recomenda-se 2 kg ha -1 de Zn - Pode ser realizada com a adubação fosfatada ADUBAÇÃO MICRONUTRIENTES EM PASTAGEM

105 Micronutri entes M. BaixaBaixaMédioAltoM. Altao mg/dm -3 Zinco0,400,5 a 0,91 a 1,51,6 a 2,2 ˃ 2,2 Manganês2,03 a 56 a 89 a 12 ˃ 12 Ferro8,09 a 1819 a 3031 a 45 ˃ 45 Cobre0,300,4 a 0,70,8 a 1,21,3 a 1,8 ˃ 1,8 Boro0,150,16 a 0,35 0,36 a 0,60 0,61 a 0,90 ˃ 0,90 Tabela 24. Níveis de recomendação de adubação para micronutrientes em forrageiras, de acordo com suas exigências em fertilidade de solo. Fonte: Alvarez et al. (2000).

106 TratamentoParte aéreaPerfilhos (t/ha)n./m 2 NPK + micronutrientes no solo20,0466,8 NPK sem micronutrientes15,6401,0 NPK + micronutrientes via foliar24,6381,8 NPK + micronutrientes exceto B20,2388,2 NPK + micronutrientes exceto Cu19,1348,0 NPK + micronutrientes exceto Mo24,7535,0 NPK + micronutrientes exceto Mn19,7486,2 NPK + micronutrientes exceto Zn23,4479,5 Tabela 25. Produção de matéria seca de forragem da parte aérea e número de perfilhos de um campo de produção de sementes de B. brizantha. Fonte: Oliveira et al. (2006). Embrapa

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