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Trabalho de português Aluno:Erasmo Professor:Donizete.

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Apresentação em tema: "Trabalho de português Aluno:Erasmo Professor:Donizete."— Transcrição da apresentação:

1 Trabalho de português Aluno:Erasmo Professor:Donizete

2 MEUS AMORES Zenaide Steiner - T43 Houve um tempo em que eu não sabia que existia o amor, para mim nada fazia sentido. Meu coração parecia vazio diante de tanta tristeza. Procurava em todo lugar, mas minha busca era em vão tentei me matar diante dessa desilusão. Me entregava de corpo e alma, vendando os olhos para não sofrer. Até então não conhecia o amor. Perguntava a Deus quando encontraria o meu verdadeiro amor? Foi quando o tempo, "o senhor da rasão", me deu a resposta que tanto esperava, a solução para minha depressão. Presenteada por Deus tive dois lindos anjos um casal de filhos que tanto sonhei e que hoje me fazem a mulher mais freliz da face da terra! Aprendi que o amor não se adquire mas ele nasce de dentro da gente.

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4 O MENINO QUE JUNTAVA LATINHA Lucas Luiz, turma: B31 Era uma vez um menino que juntava latinha e ia todos as manhãs vender latinha e um dia uma senhora chamada Maria convidou o menino que se chamava Rui para morar com ela. E ele aceitou e parou de vender latinhas e foi estudar e conseguiu um curso de informática. E ele conseguiu um trabalho de informática e parou de morar com ela e comprou uma casa para ele morar e depois de quatro anos ele montou uma empresa de informática para as crianças pobre da vila e eles são muitos queridos por isso que não consegue cobra deles. Um dia eu fiz uma festa na informática, tinha bolo, negrinho, pastel, salgadinho, refri e etc... No outro dia ele pediu para todo mundo que recontribuisse com um real para outra festa, e a festa foi muito legal. E outro dia ele precisava de um monitor e o menino Carlos foi o monitor e ficava aguardando bem. Rui que nunca faltava na informática um dia assaltaram a informática, mas um menino chamado Guilherme chamou os amigos e agarraram os ladrões e chamaram a polícia para prender os ladrões, e no outro dia eles foram jogar futebol no campinho e chegou mais gente para jogar. E todos viveram felizes para sempre.

5 Um presente diferente (CRÔNICA) Romildo gostava de sua escola por causa dos amigos. Lá ia todos os dias para encontrá-los e esquecer, nas brincadeiras, um pouco da dura vida que a pobreza lhe impunha. Instrução mesmo a sua escola quase não oferecia. Quando muito, havia professores; e a estrutura física do velho prédio não oferecia um ambiente propício à reflexão, aos estudos. Três dias antes do aniversário de Romildo, apareceu um novo garoto pela vizinhança. Ele se mudou para uma das casas bonitas da Rua do Ramalhete. Não era um daqueles arrogantes da Zona Sul. Tanto que convidou os meninos da rua, inclusive Romildo e seus amigos para jogar uma pelada na quadra da escola em que estudava. Os meninos de berço mais humilde tiveram uma surpresa. Aquilo não era uma escola! Para eles, parecia um clube de férias. O porteiro e os outros funcionários acolheram a todos com aconchegante gentileza. A quadra, então, parecia aquelas que Romildo via na TV: limpa, bem cuidada, dava até para ver, no chão, as marcações pintadas em cores vivas. O jogo foi o máximo! O time de Romildo não conseguiu vencer, mas pediu uma revanche, marcada para a próxima semana. Em casa, o menino pediu permissão à sua mãe para mudar de escola, disse que isso lhe bastava como presente de aniversário. Sua mãe, entendendo do que se tratava, respondeu-lhe com um sorriso desconcertado. E foi chorar, longe das vistas do filho.

6 Quando a educação faz a diferença (ARTIGO) Em se tratando de desigualdade social, o Brasil é comparado até mesmo aos países mais pobres da África. Um grave sintoma desse fenômeno social é revelado pela disparidade na qualidade da educação, se comparados o ensino público e o privado. Sabe-se perfeitamente que as condições físicas, institucionais e até curriculares das escolas públicas são lastimáveis. Se o ensino oferecido pelo estado não propicia nem mesmo a aprovação em vestibulares, também torna-se duvidosa a sua competência em proporcionar consciência política e social aos estudantes, a fim de torná-los cidadãos. O mesmo não ocorre em colégios cuja administração é privada. Atualmente, paga-se caro para freqüentar uma instituição de ensino particular, contudo o aluno usufrui de uma estrutura que o ampara em suas necessidades, no que se refere ao aprendizado. O que geralmente não se leva em consideração é que muitos professores do ensino público lecionam com louvor em instituições privadas. Certamente, porque gozam de uma remuneração mais condizente à sua função, de melhor infra-estrutura e do interesse por parte da maioria do alunado. Obviamente, também por causa do maior rigor por parte da administração do estabelecimento, que exige excelência em suas atividades. A defasagem do sistema público de educação, por falta de investimento, é gritante. Caso não se crie a consciência – do governo e da população – de que a formação escolar de um indivíduo pode levá-lo à ascensão social, o país não apresentará crescimento satisfatório e não haverá possibilidades reais de erradicação da grave discrepância na distribuição de renda.


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