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ENRIQUECIMENTO CURRICULAR. O QUE É ENRIQUECIMENTO ESCOLAR? Exposição do aluno com altas habilidades/superdotação a vários tópicos, áreas de interesse.

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1 ENRIQUECIMENTO CURRICULAR

2 O QUE É ENRIQUECIMENTO ESCOLAR? Exposição do aluno com altas habilidades/superdotação a vários tópicos, áreas de interesse e campos de estudo para aplicação de conhecimentos e conteúdos avançados, treinamento de habilidades e no uso de metodologias para o crescimento nas áreas de interesse. (RENZULLI & REIS, 1985, 1997)

3 QUEM FAZ O ENRIQUECIMENTO ESCOLAR: escolas públicas de ensino regular em interface com os núcleos de atividades para altas habilidades / superdotação e com as instituições de ensino superior e institutos voltados ao desenvolvimento e promoção da pesquisa, das artes e dos esportes. CEDET (Centro para o Desenvolvimento do Potencial e Talento) em parceria com o Programa Decolar – Prefeitura de São José dos Campos

4 ONDE É FEITO O ENRIQUECIMENTO ESCOLAR? Art. 5º da Resolução CNE/CEB Nº 04/2009: realizado, prioritariamente, na sala de recursos da própria escola ou em outra escola de ensino regular, no turno inverso da escolarização, não sendo substitutivo às classes comuns, em centro de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas, conveniadas com a Secretaria de Educação ou órgão equivalente dos Estados, Distrito Federal ou dos Municípios.

5 COMO FAZER? Prover o Algo mais Oferecer espaço para que o aluno possa comunicar, demonstrar ou ensinar o que aprendeu/pesquisou Materiais para consulta devem estar disponíveis no espaço escolar (sala de aula, biblioteca, laboratório, etc.)

6 COMO FAZER? Estruturas escolares O currículo regular - é diferenciado através de processos como a compactação curricular e procedimentos manuais de modificação de conteúdo. remoção cirúrgica do material repetitivo de livros didáticos, introdução de maior profundidade em material curricular regular. Grupos de Enriquecimento - grupos de estudantes que partilham interesses comuns e que se reúnem durante períodos de tempo especialmente designados para trabalhar com um adulto que compartilha seus interesses e que tem algum grau de conhecimento avançado e experiência na área.

7 COMO FAZER? Técnicas de Modificação do Currículo: 1)ajustar os níveis de aprendizagem necessária para que todos os alunos sejam desafiados; 2) aumentar o número de experiências em profundidade de aprendizagem; 3) introduzir vários tipos de enriquecimento em experiências curriculares regulares.

8 ENRIQUECIMENTO ESCOLAR: O Planejamento das atividades de enriquecimento deve ocorrer em conjunto com o aluno! Definir: 1.Objetivos 2.Metas É necessária a sondagem dos interesses individuais da criança.

9 FAZER O ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ATRAVÉS DE: ATIVIDADES NA SALA DE AULA; PARCERIAS COM RECURSOS DA COMUNIDADE (ISMART, PROJETO DECOLAR, UNIVERSIDADE); ESTÍMULO À PARTICIPAÇÃO EM OLIMPÍADAS E CONCURSOS (Estadual, Federal); PROGRAMAS E PROJETOS DA SEE: – Escola da Família, Cultura é Currículo – Acessa Escola, Sala de Leitura

10 COMO FAZER O ENRIQUECIMENTO CURRICULAR? Joseph Renzulli Tipo I Atividades Exploratórias Gerais Tipo II Habilidade para a execução de tarefas – são utilizados métodos, materiais e técnicas instrucionais que contribuem no desenvolvimento:

11 COMO FAZER O ENRIQUECIMENTO CURRICULAR? TIPO II de níveis superiores de processos de pensamento (analisar, sintetizar e avaliar); de habilidades criativas e críticas, nas habilidades de pesquisa(por exemplo, como conduzir uma entrevista, analisar dados e elaborar um relatório); de busca de referências bibliográficas e processos relacionados ao desenvolvimento pessoal e social (habilidades de liderança, comunicação e desenvolvimento de um autoconceito positivo).

12 TIPO III - Individual e Pequenos Grupos Investigação de Problemas Reais São atividades em que estudantes se tornam investigadores de problemas reais, usando metodologias apropriadas para resolver o problema; Proporcionam aos estudantes oportunidades de aprofundamento em uma área de interesse e desenvolvimento de produtos autênticos; Os estudantes se tornam produtores de conhecimento ao invés de meros consumidores da informação existente; Próprio para os alunos do Grupo de Talentos

13 TIPO III - Individual e Pequenos Grupos Investigação de Problemas Reais Exemplos de produtos do Enriquecimento do Tipo III: Elaboração de um jogo de guerra simulada, um livro, uma home page na internet, uma escultura, uma propaganda etc. Os estudantes trabalham com recursos de nível avançado, incluindo mentores da escola e da comunidade e são encorajados a usar metodologias usadas pelos profissionais da área (Renzulli & Starko, 1986). Os produtos gerados devem ser apresentados a uma audiência (bibliotecas, jornais da escola ou da comunidade, associações, feira de ciências, exposição, etc.).

14 DUPLA EXCEPCIONALIDADE

15 James J. Gallagher Dupla excepcionalidade ou duas vezes excepcional é o termo usado para descrever uma criança que não é só excepcionalmente capaz, mas tem outras dificuldades de aprendizagem (leve ou graves) ou deficiência que pode tornar difícil a identificação de sua alta capacidade intelectual.

16 James Web, PhD., 2011 As Altas Habilidades/Superdotação podem coexistir com outros diagnósticos: TDAH, Asperger ou dificuldades de aprendizagem (Dislexia, Dislalia, Discalculia, Disortografia, Disgrafia) além disso, crianças com altas habilidades / superdotação podem ser erroneamente diagnosticas por causa de comportamentos que são típicos de outras condições humanas

17 TIPOS DE DUPLA EXCEPCIONALDADE: Altas Habilidades/Superdotação com Deficiência Física Altas Habilidades/Superdotação com Deficiências Sensoriais Altas Habilidades/Superdotação com Transtorno de Asperger AS/SD com Transtornos Emocionais e/ou Comportamental Altas Habilidades/Superdotação com TDAH Altas Habilidades/Superdotação com Dificuldades de Aprendizagem (Dislexia, Discalculia, Disgrafia, etc.)

18 Procedimentos de identificação São complexos e devem considerar a avaliação de ambas as condições humanas: as altas habilidade/ superdotação e a área de evidente dificuldade Vários especialistas na área da educação dos superdotados têm feito anotações sobre a identificação da DUPLA EXCEPCIONALIDADE. (BRODY & MILLS, 1997; JOHNSON, KARNES, & CARR, 1997; MCCOACH, KEHLE, BRAY, & SIEGLE, 2004; NIELSEN, 2002; SILVERMAN, 1989)

19 Procedimentos de identificação Utilize múltiplas fontes de dados: testes de inteligência e desempenho, relatórios de professores, testes, entrevistas, criatividade dos alunos, auto avaliação, portfólio, referência de pares e familiares sobre o desempenho do aluno fora da escola Compare o desempenho esperado em testes padronizados, bem como avaliações psicopedagógicas com o desempenho real do aluno na sala de aula diariamente, bem como outras avaliações importantes Use tanto avaliações formais (testes padronizados, avaliação pedagógica) como informais (trabalhos de classe, de casa, ou de interesse espontâneo)

20 Procedimentos de identificação A identificação raramente é buscada por alunos cujos dons e deficiências mascaram um do outro. Para isso é preciso estar muito atento na procura de indicadores sutis de excepcionalidade nos alunos. Utilize os processos de avaliação culturalmente sensíveis para evitar que as diferenças linguísticas e culturais criem mecanismos de exclusão no processo de identificação.

21 CARACTERÍSTICAS DE SUPERDOTAÇÃO COM DUPLA EXCEPCIONALIDADE: Excelente memória de longo prazo; Extenso vocabulário e compreensão da leitura; Excelente raciocínio matemático; Avançadas habilidades verbais nas discussões; Facilidade com computadores; Compreende conceitos abstratos; Executa melhor o trabalho desafiador; Interesse excessivo ou conhecimento sobre um tópico particular; Conhecimentos gerais superiores; Senso de humor aguçado;

22 FORTES INDICADORES COGNITIVOS/AFETIVOS Elizabeth Nielsen, 1994 Criam situações em proveito próprio, muitas vezes como um método de enfrentamento. Extremamente criativo na abordagem de tarefas e como técnica para compensar a deficiência. Imaginação fora do comum. Bem-humorado, muitas vezes com maneira bizarras. Possui idéias avançadas e expressam opiniões sem inibição. Possuem um vocabulário superior.

23 FORTES INDICADORES COGNITIVOS/AFETIVOS Elizabeth Nielsen, 1994 Possuem níveis de energia muito altos. Ampla gama de interesses que não são relacionados a temas escolares ou de aprendizagem. Talento específico ou área de interesse relacionada a conhecimento e memória excepcional. Interessado numa grande imagem do que em pequenos detalhes. Curiosidade extrema e críticos. Níveis elevados de resolução de problemas e habilidades de raciocínio. Fortes insights.

24 INDICADORES DE PROBLEMAS COGNITIVOS / AFETIVOS Apresenta discrepância entre as habilidades verbais e as de desempenho; Apresentam habilidades acadêmicas deficientes ou extremamente desiguais; Apresentam falta de iniciativa acadêmica, parecendo academicamente desmotivados, evitando tarefas escolares e, frequentemente, falhando nas tarefas; Se frustram muito na escola; Apresentam problemas de processamento auditivo e/ou visual que podem levá-los ao trabalho e a respostas lentas, parecendo pensar devagar.

25 INDICADORES DE PROBLEMAS COGNITIVOS / AFETIVOS Têm problemas com a memória de curto e/ou longo prazo; Têm dificuldades psicomotoras evidenciadas pela inabilidade manual, caligrafia de baixa qualidade ou problemas para completar tarefas com lápis e papel; Falta de capacidade organizacional e de hábitos de estudo; muitas vezes parecem ser extremamente confusos; São incapazes de pensar de forma linear, apresentando dificuldades para seguir orientações; Sentem-se facilmente frustrados; desistem rapidamente de tarefas; têm medo de correr risco, de estar errado ou de cometer erros

26 INDICADORES DE PROBLEMAS COGNITIVOS / AFETIVOS Têm dificuldade para explicar ou expressar idéias, voltar a um ponto e/ou expressar sentimentos; Culpa os outros por seus problemas, acreditando que seus sucessos são apenas devido à sorte; São desatentos; incapazes de manter a atenção por longos períodos de tempo; São incapazes de controlar os impulsos; Possuem habilidades sociais pobres; demonstram comportamentos antissociais; São altamente sensíveis às críticas.

27 TRANSTORNOS QUE COEXISTEM COM AS ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO DSM IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais)

28 TRANSTORNOS QUE COEXISTEM COM AS AH/SD - DSM IV Transtorno Opositivo Desafiador: A intensidade, sensibilidade e idealismo de crianças com AH/SD também pode gerar uma percepção de padrão de comportamento persistente. Lutas com os pais e professores são comuns, particularmente quando essas crianças recebem críticas, por algumas das características que tornam eles dotados (por exemplo, "Por que você está tão sensível, sempre me questionando, fazendo as coisas de maneira diferente", etc.)

29 TRANSTORNOS QUE COEXISTEM COM AS AH/SD - DSM IV Bipolaridade e outros Transtornos do Humor: As crianças com AH/SD podem reagir com mudanças extremas de humor em face de eventos, como um divórcio amargo, e alguns receberam o diagnóstico de Transtorno Bipolar. Na adolescência, ou às vezes mais cedo, as crianças com AH/SD muitas vezes experimentam períodos de depressão relacionados com a decepção com o seu idealismo, e seus sentimentos de solidão e alienação culminam em uma depressão existencial

30 TRANSTORNOS QUE COEXISTEM COM AS AH/SD - DSM IV Transtorno Obsessivo-Compulsivo: – Mesmo como pré escolares, crianças com AH/SD organizam as pessoas e as coisas em estruturas complexas, e são vistas como perfeccionista e "mandona." – Elas continuam a procurar intensamente consistência nas "regras da vida." – Sua intelectualidade, senso de urgência, o perfeccionismo, o idealismo, e intolerância para com os erros podem ser mal interpretadas como sinais de Transtorno Obsessivo- Compulsivo. – No entanto, as AH/SD pode estar associado duplamente ao Transtorno Obsessivo-Compulsivo da Personalidade conforme muitos critérios do DSM-IV.

31 TRANSTORNOS QUE COEXISTEM COM AS AH/SD - DSM IV Transtorno de Asperger: – Algumas crianças com AH/SD se estiverem educacionalmente fora de lugar, ficam muito distantes, preocupados com funcionamento mecânico, dinossauros, mapas, que às vezes, são peculiares. – Eles podem ser erroneamente diagnosticados como tendo Transtorno de Asperger. – No entanto, os seus "sintomas" rapidamente diminuem ou desaparecem quando estão com os pares intelectuais que compartilham seus interesses apaixonados. – Prontamente se envolvem em interações com os outros com reciprocidade e de compartilhamento de padrões que não são vistos em crianças com Transtorno de Asperger

32 Diferenças comportamentais entre Altas Habilidades/Superdotação e Transtorno de Asperger Altas Habilidades/SuperdotaçãoTranstorno de Asperger Isolado socialmenteInábil socialmente Independente dos pares de idade Inábil com os pares de idade Vocabulário avançado e sofisticado Hiperlexia ( leitura precoce) Cognição complexaCognição simples Compreensão avançadaMemorização avançada Fonte: Gallagher & Gallagher, 2002

33 Diferenças comportamentais entre Superdotação e Superdotação com Asperger Características Diferenciais SUPERDOTADO COMUMSUPERDOTADO COM ASPERGER Padrões de Discurso Pode ter padrão linguístico de criança mais velha Pedante, discurso sem interrupção Respostas para Rotinas Pode resistir passivamente, mas frequentemente aceita-se Muito baixa tolerância para a mudança, agitação e agressão Distúrbio de Atenção Se existir, geralmente o estímulo é externo O estímulo é interno Humor Envolve-se num grupo social alegre Pode fazer o jogo, mas não entende o humor que é exigido numa roda de amigos Inabilidade Motora Não é característica da maioria das crianças superdotadas 50-90% das crianças com Asperger manifestam InsightGeralmente bomUsualmente ausente EstereotipiaNão é característicaPode estar presente

34 Mitos comuns sobre Dislexia MITOVERDADE Dislexia é rara23% da população apresenta Dislexia Dislexia não trará sucesso a vida a grande maioria de disléxicos são inventores ou têm feito algo importante para a humanidade. Disléxicos também podem ser incapazes de aprender só se tornam incapazes de aprender por causa do ensino ineficaz. É difícil diagnosticarÉ fácil uma vez que nós sabemos o que estamos procurando Dificuldades de leitura desaparecem com a idade Não, se for Dislexia manifestação de fraqueza moral ou preguiça ocorre apesar do esforço em superá- la

35 Mitos comuns sobre Dislexia MITOVERDADE causada pelo descuido dos pais encontrada em crianças mais protegidos ou mimadas Repetir o ano escolar pode remover a Dislexia pode aumentar a resistência aos estudos por afetar a autoestima Dislexia se limita a troca de letras e números apenas 10% dos Disléxicos trocam letras Não diagnosticada até o terceiro ano Diagnosticada no Jardim de Infância psicólogo pode avaliar um indivíduo com Dislexia se tiver recebido formação para avaliar indivíduos com Dislexia. Extraído de: BRAZEAU-WARD, Louise, «I'm confused, is it dyslexia or is it learning dissability?», Canadian Dyslexia Centre, 2003

36 São necessárias metodologias de ensino diferenciadas para pessoas com TDAH, Asperger ou Dislexia, e, também, quando estas apresentam altas habilidades/superdotação


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