A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

1 POLUENTES Luís Filipe F. Ferreira Departamento TABN, ESAS.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "1 POLUENTES Luís Filipe F. Ferreira Departamento TABN, ESAS."— Transcrição da apresentação:

1 1 POLUENTES Luís Filipe F. Ferreira Departamento TABN, ESAS

2 2 POLUENTES SUBSTÂNCIAS OU ENERGIA INTRODUZIDA(S) PELO HOMEM, DIRECTA OU INDIRECTAMENTE, NO AMBIENTE, RESULTANDO EM EFEITOS NOCIVOS QUE PREJUDIQUEM OS RECURSOS VIVOS E SEJAM UM PERIGO PARA A SAÚDE HUMANA.

3 3 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  NATUREZA FÍSICA  NATUREZA BIOQUÍMICA-BIOLÓGICA  MEIO DISPERSÃO-AMBIENTE LIBERTADO  APLICAÇÃO-ESPÉCIES ALVO

4 4 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  IÕES INORGÂNICOS: aniões (nitratos e fosfatos) e metais (Cu, Zn, Cd, Pb, …)  ORGÂNICOS: derivados petróleo, PCB’s, DDT…  ORGANOMETÁLICOS: mercúrio, tributil-estanho  GASOSOS: SO 2, NO (x) Ozono, CO 2, CFC’s, COV (benzeno, metano), Partículas.  RADIOACTIVOS: Cs-137, Pl-239, I-131 Walker, C. H., et al Principles of ecotoxicology. Taylor & Francis Ltd. England.

5 5 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  IÕES INORGÂNICOS:  ANIÕES:  Nitratos e Fosfatos EUTROFIZAÇÃO – enriquecimento das águas em nutrientes, favorecendo blooms de populações de algas e consequente carência de oxigénio.

6 6 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  IÕES INORGÂNICOS:  METAIS: PESADOS E NÃO-ESSENCIAIS:  Cu  Zn  Sn  Pb  Hg  Cd  As  Se  …

7 7 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  IÕES INORGÂNICOS: METAIS PESADOS E NÃO-ESSENCIAIS:  Mercúrio – Hg  Amálgamas dentárias – resulta de proporções aproximadamente iguais de mercúrio líquido, e uma mistura de prata e de estanho.  Extracção de inertes (Au, Ag) – adição de mercúrio. Processo usado desde 1500 até 1900 para extrair prata em regiões da América do Sul. Estimam-se cerca de 200 mil toneladas de mercúrio.  Cloro e Hidróxido de Sódio – usa-se sódio e mercúrio para converter o cloreto de sódio aquoso nos produtos comerciais cloro e hidróxido de sódio. Estuário do Tejo.

8 8 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  IÕES INORGÂNICOS: METAIS PESADOS E NÃO-ESSENCIAIS: Mercúrio – Hg – (DI)METILMERCÚRIO – Hg(CH 3 ) 2  O processo de formação ocorre nos sedimentos dos rios e lagos, especialmente sob condições anaeróbias, quando bactérias e microrganismos anaeróbios convertem Hg 2+ em Hg(CH 3 ) 2  O metilmercúrio é uma toxina solúvel no tecido gorduroso dos animais no qual se acumula (Bioacumulação e Biomagnificação).

9 9 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  IÕES INORGÂNICOS:  METAIS PESADOS E NÃO-ESSENCIAIS:  Mercúrio – Hg – (DI)METILMERCÚRIO – Hg(CH 3 ) 2  Quase todo o metilmercúrio presente no homem procede do peixe (alimento).  O peixe absorve o metilmercúrio quer através das brânquias quer através dos alimentos.  O metilmercúrio pode ligar-se a proteínas, distribuindo-se por todo o peixe. TUBARÃO, ATUM, PEIXE-ESPADA, PERCA, TRUTA, LÚCIO

10 10 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  IÕES INORGÂNICOS:  METAIS PESADOS E NÃO-ESSENCIAIS:  Mercúrio – Hg – (DI)METILMERCÚRIO – Hg(CH 3 ) 2  TOXICIDADE  Doença de Minamata – disfunções do sistema nervoso central, pois o órgão alvo é o cérebro.  Dormência dos braços e pernas.  Visão nebulosa e mesmo perda de visão.  Perda de audição e de coordenação muscular  Letargia e irritabilidade.

11 11 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  IÕES INORGÂNICOS:  METAIS PESADOS E NÃO-ESSENCIAIS:  Chumbo – Pb  Usado em edifícios, condutas de água e recipientes para cozinhar.  Munições de caça – SATURNISMO.  Análises ao gelo indicaram para a concentração atmosférica de Pb um valor máximo na época dos romanos.  PbO – óxido de chumbo – sólido amarelo usado desde a época dos antigos egípcios para esmaltar cerâmicas. Permanece na atmosfera durante horas ou dias, sob a forma de partículas, depositando-se sobre as plantas ou campos usados para pasto de animais.

12 12 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  IÕES INORGÂNICOS:  METAIS PESADOS E NÃO-ESSENCIAIS:  Chumbo – Pb  Vários sais de Pb usados como pigmentos há milénios:  Cromato de Chumbo PbCrO 4 – pigmento amarelo usado nas tintas empregues nos autocarros, faixas de estradas.  Tetrametilchumbo (Pb(CH 3 ) 4 usado como aditivo da gasolina.

13 13 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  IÕES INORGÂNICOS:  METAIS PESADOS E NÃO-ESSENCIAIS:  Chumbo – Pb  TOXICIDADE  A maior parte do Pb no organismo humano está presente no sangue, penetrando nos tecidos, nos órgãos, caso do cérebro.  O Pb deposita-se nos ossos, substituindo o cálcio. A absorção de Pb pelo organismo aumenta em pessoas que têm deficiência de cálcio ou de ferro.

14 14 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  IÕES INORGÂNICOS:  METAIS PESADOS E NÃO-ESSENCIAIS:  Chumbo – Pb  TOXICIDADE  O envenenamento era conhecidos dos gregos, que sabiam que tomar bebidas ácidas em recipientes revestidos com Pb resultava em enfermidades.  Os romanos adulteravam o vinho azedo com sais doces de chumbo para melhorar o sabor. A concentração de Pb nos ossos dos romanos era 100 xs maior do que a encontrada em homens actuais.  Queda do Império Romano associada ao envenenamento crónico da pelo chumbo presente no vinho. Homens, Mulheres e Crianças.

15 15 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  IÕES INORGÂNICOS:  METAIS PESADOS E NÃO-ESSENCIAIS:  Cádmio – Cd  Semelhante ao Zinco.  A maior parte do cádmio é produzida como subproduto da fusão do zinco, pois os dois metais ocorrem geralmente juntos.  Usado como um dos eléctrodos de baterias (Ni-Cd).  Na forma iónica usado como pigmento. Pigmentos de sulfeto de cádmio usados em tintas para produzir cor amarela brilhante. Van Gogh – Girassóis – envenenamento – estado mental de angústia.  Utilizado em plásticos coloridos.  Usado em dispositivos fotovoltaicos, monitores de TV.

16 16 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  IÕES INORGÂNICOS:  METAIS PESADOS E NÃO-ESSENCIAIS:  Cádmio – Cd  TOXICIDADE  A exposição ao Cd vem essencialmente da dieta alimentar: Frutos do mar, rins - rins de caribu (Povo INUIT – Canadá), batata, trigo, arroz.  Região Jintsu, Japão, onde o arroz crescia com águas de irrigação provenientes de um rio contaminado com Cd dissolvido procedente da mineração e fundição de Zn localizadas a montante.  Doença itai-itai (ai-ai) – doença degenerativa dos ossos, provocando dores agudas nas articulações – Os iões Ca 2+ dos ossos são substituídos por iões Cd 2+. Os ossos tornam-se porosos e sofrem fracturas.

17 17 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  IÕES INORGÂNICOS:  METAIS PESADOS E NÃO-ESSENCIAIS:  Arsénio – As  O óxido de arsénio – As 2 O 3 foi um veneno muito usado desde os tempos dos antigos romanos até à Idade Média.  Os compostos de arsénio foram muito usados como pesticidas, antes da era moderna dos compostos orgânicos.  As fontes de arsénio para o ambiente provêm do uso continuado de seus compostos como pesticidas, da sua emissão durante a mineração e fundição do Au, Pb, Cu, Ni, da produção de ferro e do aço e da combustão do carvão.

18 18 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  IÕES INORGÂNICOS:  METAIS PESADOS E NÃO-ESSENCIAIS:  Arsénio – As  TOXICIDADE  A ingestão de água, especialmente subterrânea, constitui a principal fonte de As para a maioria das pessoas.  O As é cancerígeno para os seres humanos.  Cancro do pulmão, dos rins, da pele, fígado, bexiga.

19 19 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  São alguns compostos que contêm carbono. O carbono tem tendência para estabelecer ligações com muitos outros elementos.  São predominantemente antropogénicos.

20 20 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  HIDROCARBONETOS  BIFENILOS POLICLORADOS (PCB’s)  POLICLORADOS DIBENZODIOXINAS (PCDD’s)  POLICLORADOS DIBENZOFURANOS (PCDF’s)  BIFENILOS POLIBROMETOS (PBB’s)  ORGANOCLORADOS E ORGANOFOSFATOS (ORGANOFOSFO- RADOS)  CARBAMATO  PIRETRÓIDES  PGR’s  RODENTICIDAS  DETERGENTES  CLOROFENÓIS (PCP’s) HERBICIDAS

21 21 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  HIDROCARBONETOS  Compostos por carbono e hidrogénio.  Principais fontes: petróleo e gás natural.  Principais fontes de poluição:  Derrames de crude e a combustão de fuel fóssil.

22 22 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  HIDROCARBONETOS  HIDROCARBONETOS AROMÁTICOS POLICÍCLICOS (PAH’s) – POLUENTES ATMOSFÉRICOS E DA ÁGUA  Formam-se em consequência da combustão incompleta de materiais orgânicos (carvão, petróleo, árvores) e fumo do cigarro.  Naftaleno – tóxico para os insectos  Antraceno - encontra-se ligado a sedimentos de rios e lagos, incorporando-se em parte em mexilhões de água-doce.  Fuligem – elevada incidência de cancro nos limpadores-de-chaminés.  Cresoto – preservante da madeira de embarcações – contaminação de viveiros de lagosta (Atlântico, início anos 80).

23 23 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  BIFENILOS POLICLORADOS (PCB’s)  Utilização.  Fluidos dieléctricos, em transformadores, lubrifi- cantes, tintas, material de fotocópias.  Fontes de Poluição.  Os resíduos e depósitos destes fluidos.

24 24 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  BIFENILOS POLICLORADOS (PCB’s)  TOXICIDADE:  Preocupantes para a saúde reprodutiva de pessoas e animais, particularmente quando grandes quantidades de peixe são consumidas.  Reflecte-se no crescimento e desenvolvimento cognitivo de crianças, cujas mães têm níveis elevados de PCB’s (Lago Michigan).  Japão 1968 e Taiwan 1979 – grupo de pessoas cosumiu PCB’s que foram acidentalmente misturados ao óleo de cozinhar.

25 25 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  POLICLORADOS DIBENZODIOXINAS (PCDD’s)  Elemento mais conhecido:  2,3,7,8-tetraclorodibenzodioxina (DIOXINA).  Formam-se durante a síntese de outros compostos, durante processos de incineração-queima de resíduos.  São compostos de elevada toxicidade para os organismos vivos (mamíferos).

26 26 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  POLICLORADOS DIBENZOFURANOS (PCDF’s)  Semelhantes aos PCDD’s.  Têm origem em resíduos de subprodutos.

27 27 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  BIFENILOS POLICLORADOS (PCB’s)  POLICLORADOS DIBENZODIOXINAS (PCDD’s)  POLICLORADOS DIBENZOFURANOS (PCDF’s)  TOXICIDADE O PEIXE FRESCO CONTÉM AS MAIORES QUANTIDADES DE TODOS OS PCB’s E FURANOS TÓXICOS. UMA DIETA VEGETARIANA, SEM NENHUM TIPO DE PRODUTO DE ORIGEM ANIMAL TEM O TEQ (FACTOR EQUIVALENTE DE TOXICIDADE) MAIS BAIXO.

28 28 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  BIFENILOS POLIBROMETOS (PBB’s)  Comercializados como retardantes do fogo.  Têm longos períodos de semi-vida.  Elevada persistência nos organismos vivos.  Nos EUA apareceram resíduos de PBB’s em produtos cárneos e em seres humanos, na sequência da sua ingestão acidental por bovinos.

29 29 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  ORGANOCLORADOS E ORGANOFOSFATOS  ORGANOCLORADOS  São sólidos de baixa solubilidade na água, alguns muito persistentes.  São tóxicos neurológicos.  DDT – controlo de pragas, ectoparasitas, insectos (mosquito- malária). PESTICIDASINSECTICIDAS

30 30 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  ORGANOCLORADOS E ORGANOFOSFATOS  ORGANOFOSFATOS (ORGANOFOSFORADOS)  Actuam como neurotoxinas, dada a sua capacidade para inibir a enzima Acetilcolinesterase (Ache).  Produzidos como insecticidas e “nerve gases”.  Alguns OP actuam como insecticidas sistémicos, alcançando elevadas concentrações no floema das plantas e envenenando os insectos que se alimentam da seiva.

31 31 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  ORGANOCLORADOS E ORGANOFOSFATOS  ORGANOFOSFATOS (ORGANOFOSFORADOS)  Actuam como neurotoxinas, dada a sua capacidade para inibir a enzima Acetilcolinesterase (Ache). - Interrompem a comunicação entre células, que é efectuada pela acetilcolina. Esta transmissão só se realiza se a acetilcolina for destruída após ter executado a sua função. Os organosfofatos ligam-se selectivamente a enzimas cuja função é destruir a acetilcolina, bloqueando, dessa maneira, sua acção.

32 32 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  ORGANOCLORADOS E ORGANOFOSFATOS  PESTICIDAS – toda a substância utilizada com a finalidade de proteger a produção animal e vegetal, bem como os seres humanos contra insectos vectores de doenças provocadas por agentes patogénicos.

33 33 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  ORGANOCLORADOS E ORGANOFOSFATOS  PESTICIDAS  Benefícios:  O aumento da produção de alimentos.  A protecção das vidas humanas, pela prevenção de doenças.  A preservação e conservação de alimentos colhidos e armazenados.

34 34 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  ORGANOCLORADOS E ORGANOFOSFATOS  PESTICIDAS  Aspectos negativos:  A destruição de espécies.  A contaminação ambiental.  A indução de mecanismos de resistência nos organismos/espécies alvo (“target species”).

35 35 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  CARBAMATO  São derivados do ácido carbâmico.  Actuam como inibidores da Acetilcolinesterase.  São degradáveis por agentes químicos e bioquímicos.  Geralmente não causam problemas de persistência.  Alguns actuam como insecticidas sistémicos.  Alguns como moluscidas.

36 36 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  PIRETRÓIDES  A piretrina encontra-se nos capítulos de Chrysanthemum spp.  Sob a forma de flores secas e moídas, as piretrinas foram usadas nos tempos de Napoleão para controlar os ectoparasitas/piolhos corporais.  Actualmente são usadas em aerossóis antipulgas para animais.

37 37 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  PIRETRÓIDES  Actuam como neurotoxinas, de uma forma semelhante ao DDT. São biodegradáveis e não têm períodos de semi-vida longos.  A principal preocupação ambiental está relacionada com a sua toxicidade para os peixes e alguns invertebrados.

38 38 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  PGR’s  Constitui o grupo mais importante de herbicidas: 2,4 D, MCPA, …  Actuam provocando um anormal desenvolvimento do crescimento, de uma forma muito semelhante ao IAA (Ácido Índole-Acético - AUXINA).  Muitos são imediatamente biodegradáveis, não são muito persistentes nos organismos e no solo.  São selectivos entre as plantas mono e dicotiledóneas: utilizados para controlar as plantas dicotiledóneas infestantes nas culturas monocotiledónes.

39 39 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  RODENTICIDAS  É o caso do composto “Warfarin”, tem baixa solubilidade na água e actua como um antagonista para a vitamina K.  Os roedores desenvolveram resistência a este produto.  São muito tóxicos para os mamíferos e aves e são persistentes no fígado dos vertebrados.  São transferidos das presas (ratos) para os vertebrados predadores (corujas).

40 40 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  DETERGENTES  Compostos orgânicos com características polares e não- polares.  Ampla utilização doméstica e industrial.  Utilizados na formulação de pesticidas e para dispersar derrames de óleo/crude no mar.

41 41 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGÂNICOS:  CLOROFENÓIS  O Pentaclorofenol é utilizado como um protector da madeira, contituindo uma importante fonte de poluição.

42 42 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGANOMETÁLICOS:  A toxicidade de muitos metais aumenta quando estes se ligam a um ligando orgânico, modificando o seu comportamento químico no ambiente e nos organismos.  Compostos organomercúrio  Compostos organoestanho

43 43 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  ORGANOMETÁLICOS:  Compostos organomercúrio – Metilmercúrio utilizados como antifungicos para proteger o revestimento de sementes. Iraque ( ).  Compostos organoestanho – Tributilestanho – usado em componentes de tintas de revestimento de barcos.

44 44 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  RADIOACTIVOS (ISÓTOPOS):  São três os factores que determinam se os isótopos radioactivos são prejudiciais para os organismos:  A natureza (alfa, beta, gama e neutrões) e a intensidade da desintegração radioactiva em termos da massa e energia das partículas.  O período de semi-vida do isótopo.  A bioquímica do elemento radioactivo.

45 45 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  RADIOACTIVOS (ISÓTOPOS):  A natureza (alfa, beta, gama e neutrões) e a intensidade da desintegração radioactiva em termos da massa e energia das partículas.  A partícula alfa a sua grande massa, torna-a muito perigosa quando colide com as células, especial- mente nos pulmões dos vertebrados.  Os raios gama são muito penetrantes.

46 46 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  RADIOACTIVOS (ISÓTOPOS):  O período de semi-vida do isótopo.  Definido como o (período de) tempo que demora metade dos átomos de um isótopo radioactivo a desintegrarem-se.

47 47 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  RADIOACTIVOS (ISÓTOPOS):  A bioquímica do elemento radioactivo.  Alguns isótopos seguem as mesmas vias bioquímicas que os elementos estáveis.  Mais de 80% do Iodo total no corpo humano está contido na glândula tiróide onde forma um componente essencial da hormona do crescimento Tiroxina. Se é ingerido iodo radioactivo, este concentra-se na tiróide e pode provocar cancro.  O Estrôncio-90 segue a as mesmas vias do Cálcio.  O Césium-137 segue a mesma via do Potássio.

48 48 CLASSIFICAÇÃO DOS POLUENTES  GASOSOS:   SO (x), NO (x).   Ozono.   CO 2,   CFC’s.   COV (benzeno, metano).   PARTÍCULAS

49 49 ENTRADA DOS POLUENTES NOS ECOSSISTEMAS  ÁGUAS  SOLO  ATMOSFERA

50 50 ENTRADA DOS POLUENTES NOS ECOSSISTEMAS  ÁGUAS DE SUPERFÍCIE  Efluentes (domésticos e industriais).  Efluentes das centrais nucleares.  Provenientes do ar.  Descargas no mar e dos produtos armazenados em profundidade em contentores.  Libertação de produtos das plataformas petrolíferas e dos terminais.  Naufrágio de navios.

51 51 ENTRADA DOS POLUENTES NOS ECOSSISTEMAS  SOLO  Descargas de resíduos poluentes (óleos, metais, etc.).  Aplicação de pesticidas.  Deposição de resíduos nos solos agrícolas (metais pesados, detergentes, etc.).  Inundações.  Precipitação Atmosférica (partículas, poluentes, pesticidas, chuvas ácidas).

52 52 ENTRADA DOS POLUENTES NOS ECOSSISTEMAS  ATMOSFERA  Chaminés domésticas, industriais, centrais nucleares.  Combustão (motores, combustíveis, matéria orgânica).  Aplicação de pesticidas.  Gases de refrigeração.  Aerossóis.

53 53 EFEITOS BIOQUÍMICOS DOS POLUENTES  Compostos genotóxicos – danificam o DNA.  Compostos neurotóxicos – neurotoxinas (Clostridium botulinum, Atropa belladona, Nicotiana tabacum, Chrysanthemum sp.).  Venenos mitocôndriais – muitos biocidas actuam sobre sistemas mitocondriais.  Antagonistas/Competidores de vitamina K – que tem uma função importante na síntese de proteínas no fígado.  Antagonista da tiroxina – glândula tiróide.  Inibidores de ATPases.  Sobre os fotossistemas das plantas.  PGR’s.

54 54 EFEITOS FISIOLÓGICOS DOS POLUENTES  Ao nível celular  Ao nível do órgão  Ao nível do organismo:  Efeitos no comportamento.  Efeitos no sucesso reprodutor.  Efeitos na taxa de mortalidade


Carregar ppt "1 POLUENTES Luís Filipe F. Ferreira Departamento TABN, ESAS."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google