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Framework Zachman para Arquitetura Corporativa O rd e m ÂmbitoEntidadesAtividadesLocalizaçõesPessoasTempoMotivação 1Gabinete de Estratégias - Administração.

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1 Framework Zachman para Arquitetura Corporativa O rd e m ÂmbitoEntidadesAtividadesLocalizaçõesPessoasTempoMotivação 1Gabinete de Estratégias - Administração Planejador Grupo - CTTDistribuição Correspondência s Lista de locais onde o negócio opera Lista de organizações importantes para o negócio Lista de eventos significantes para o negócio Lista de objetivos/estratég ias do negócio 2Conceitos de Modelo de Negócio Dono Modelo Semântico ou Entidade- relacionamento Modelo de Processos de Negócio (BPM)BPM Sistema Logístico do Negócio Modelo de FluxoCronograma MestrePlano de Negócio 3Modelo de Sistema Lógico Projetista Modelo de Dados Lógico Arquitetura da Aplicação Arquitetura de Sistema Distribuído Arquitetura de Interface Humana Estrutura de Processamento Modelo de Regras de Negócio 4Modelo Tecnológico Físico Construtor Modelo de Dados Físico Desenho do Sistema Arquitetura Tecnológica Arquitetura de Apresentação Estrutura de Controle Desenho de Regras 5Configuração de Componentes Implementador Definição de DadosProgramaArquitetura de Rede Arquitetura de Segurança Definição de Prazos Especificação de Regras 6Corporação Funcional Trabalhador DadosFunçõesRedeOrganizaçãoCronogramaEstratégia

2 O Termo Intra-empreendedorismo foi introduzido pelo Consultor Canadense Gifford Pinchot, para designar os executivos que, nas empresas, assumem o papel de agentes de mudanças. As possibilidades para o Intra-empreendedorismo podem ser: Implementação de melhorias, produtos ou serviços agregados, novos produtos ou serviços, resolução de problemas, exploração de novas perspectivas mercadológicas, etc... Para Gifford ter boas idéias não é o ponto mais difícil no processo de inovação. O verdadeiro desafio é transformar essas idéias em realidades rentáveis, tarefa que exige que empregados se comportem como empreendedores. Do lado da Organização, Gifford enfatiza que uma Organização empreendedora deve ser organizada em torno de equipes que funcionam como pequenas empresas agrupadas, atuando em rede. Gifford afirma também que tão importante quanto ter uma boa idéia é encontrar alguém que aposte nela pra valer. O autor chama esse alguém de patrocinador. Mais do que defender a idéia, o patrocinador garante que ela receberá os recursos necessários, ajuda a aparar eventuais arestas e protege o empreendedor do jogo político da organização.

3 ARIS (ARchiteture for Integrated Systems) ARIS é a sigla para ARchitecture of Integrated Information Systems e foi desenvolvida pelo Prof. Scheer na Alemanha entre 1992 até 1994, sendo um framework de modelagem que enfatizando os aspectos de engenharia de software e organizacionais da empresa(VERNADAT,1996;ARIS,1995). No ARIS são definidos quatro visões e três níveis de modelagem. As visões são do ARIS são: 1. Visão Funcional: a qual permite construir modelos que definem de maneira hierárquica todas as funções da empresa começando das mais macro e decompondo-as até o nível de detalhe que permite especificar funções de programação específicas dentro de aplicativos de software; 2. Visão dos Dados: é utilizada para definir os modelos de dados partindo das definições das informações mais complexas (relatórios ou conjunto de informações) passando pelo modelo de dados e seus relacionamentos, a definição de esquemas e definindo a própria base de dados; 3. Visão Organizacional: permite especificar e detalhar a estrutura organizacional da empresa desde a definição das divisões e unidades de negócios, a estrutura de cargos e seus ocupantes, até a estrutura física com os equipamentos, com ênfase especial à estrutura de informática na medida que há métodos específicos para a modelagem da rede de computadores da empresa; 4. Visão de Controle: é a visão que permite relacionar as três visões anteriores. Nesta visão há métodos de modelagem específicos para definir a relação entre funções e dados; funções e organização; organização e dados e, principalmente, capazes de integrar as três funções utilizando-se principalmente do conceito de evento. Em cada uma das visões há três níveis, que lembram os níveis do CIMOSA, que são: o da Definição dos requisitos onde são realizadas as definições mais gerais dos termos do sistema; o nível de Projeto onde se define uma das formas de encontrar os requisitos e nível de Implementação onde se define detalhadamente como o determinado elemento ocorre dentro da organização.

4 A arquitetura CIM0SA tem difundido o termo processo de negócio e introduziu a abordagem baseada em processos para modelagem integrada de empresas, ignorando fronteiras organizacionais, como oposto às abordagens funcionais (ou, abordagem baseada em atividades). A Estrutura Arquitetural CIMOSA é composta por três principais componentes: uma Estrutura de Modelagem de empresa; uma Infra-estrutura de integração; e um ciclo de vida do sistema empresa. A Estrutura de Modelagem CIMOSA é baseada em três princípios: O Princípio da Derivação direciona a modelagem de empresas de acordo com três sucessíveis níveis de modelagem (iterações entre estes níveis são permitidas): - Definição de Requisitos: para expressar necessidades do negócio do ponto de vista do usuário; - Especificação do Projeto: para construir um modelo do sistema formal, conceitual e executável (tempo é levado em conta); - Descrição da Implementação: para documentar detalhes de implementação, recursos instalados, mecanismos de diligência e levando em conta sistemas não-determinísticos. O Princípio da Particularização é baseado em três camadas genéricas: - uma camada genérica contendo blocos construtores genéricos e tipos de blocos construtores(estruturado em classes) como elementos de linguagem de modelagem (ou construtores de linguagem de modelagem) para expressar qualquer modelo (parcial ou particular); - uma camada parcial contendo bibliotecas de modelos parciais classificados por setores industriais para serem copiados e usados em modelos particulares; e - uma camada particular contendo modelos particulares, ou seja, modelos específicos de companhias de partes de uma dada empresa.

5 O Princípio da Geração considera a modelagem de empresas de manufatura de acordo com quatro pontos de vista básicos, mas complementares (outras vistas podem ser definidas): - a Vista Funcional, que representa a funcionalidade e comportamento (ou seja, eventos, atividades e processos) incluindo aspectos temporais e de diligências; -a Vista de Informação, que representa objetos da empresa e seus elementos de informação; - a Vista de Recursos, que representa meios pelo qual a empresa realiza suas atividades, capacidades e o gerenciamento; - a Vista Organizacional, que representa os níveis da organização, autoridades e responsabilidades.

6 S-PRISMA(Strategic Planning integRation through an Informations SysteM Architecture) Arquitetura de sistemas de informação para integrar os planejamentos estratégicos de negócios, tecnologia e sistemas de informação. Na parte interna pode ser observado o triângulo de integração dos planejamentos estratégico de negócios (PEN), de sistemas de informação (PESI) e de tecnologia de informação (PETI). A parte externa destaca as entidades que interagem em suas atividades de negócios. O S-PRISMA trabalha com 19 metodologias de planejamento e desenvolvimento de sistemas, entre elas: Linkage Analysis Planning; Business System Plan; Fatores Críticos de Sucesso; Entidade-Relacionamento; Reengenharia de Processos etc. O ciclo de vida do S-PRISMA é composto das seguintes etapas: 1. Estabelecendo de contatos e condições iniciais; 2. Revisando os objetivos globais e as forças na indústria; 3. Análise do ambiente interno da empresa; 4. Elaboração de cenários estratégicos; 5. Identificação dos processos; 6. Reestruturação dos processos-Implementação das estratégias 7. Avaliação dos resultados As principais visões do modelo consistem de: visão de estratégia; visão de processos; visão de tecnologia; visão de estrutura; visão de pessoas; visão de cultura e visão de sistemas. Estas visões são configuradas nas telas do S-PRISMA: tela clientes; tela fornecedores; tela concorrentes; tela do elemento estratégia; tela do elemento tecnologia; tela do elemento estrutura; tela do elemento processos; tela do elemento pessoas e tela do elemento cultura. O S-PRISMA apresenta o nível estratégico da ASI.

7 A estrutura elaborada para o departamento de defesa norte-americano, por Christensen (1999) tem como princípios chaves: possuir uma perspectiva de empresa; estabelecer uma arquitetura comum e simples; assegurar que a estrutura seja abrangente e totalmente integrada; direcionar múltiplas visões: missão, operacional, sistemas e técnica; fornecer ferramentas de suporte e repositório. As metas da estrutura são: alinhar as capacidades com o requisitos através das 4 visões colocadas; priorizar orçamentos e recursos com total interdependência; estabelecer mecanismos efetivos de gerenciamento de desempenho e governo. A estrutura apresentada tem uma preocupação com questões de redes e distribuição das informações.


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