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GLOMERULONEFRITE S 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 1.

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1 GLOMERULONEFRITE S 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 1

2 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 2 DOENÇAS RENAIS GLOMÉRULO GLOMERULOPATIAS GRANDES MÉDIOS PEQUENOS VASOS TÚBULOS E INTERSTÍCIO DOENÇAS TÚBULO- INTERSTICIAIS

3 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 3 GLOMERULOPATIAS DIAGNÓSTICO ANATÔMICO SINDRÔMICO ETIOLÓGICO

4 GLOMERULONEFRITE S 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 4 MANIFESTAÇÕES DAS DOENÇAS GLOMERULARES S.NEFRÍTICA S.NEFRÓTICA Hematúria Proteinúria Edema Hipoproteinemia Hipertensão Hiperlipidemia Oligúria Edema

5 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 5 SÍNDROME NEFRÓTICA PROTEINÚRIA HIPOALBUMINEMIA EDEMA DISLIPIDEMIA

6 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 6 SÍNDROME NEFRÓTICA PROTEINÚRIA (mecanismos de retenção das proteínas) BARREIRA MECÂNICA (tamanho) BARREIRA ELÉTRICA (carga) SELETIVIDADE espaço urinário luz capilar

7 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 7 HIPOALBUMINEMIA (mecanismos) PERDA RENAL CATABOLISMO TUBULAR

8 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 8 SÍNDROME NEFRÓTICA DIMINUIÇÃO DA PRESSÃO ONCÓTICA AUMENTO DA REABSORÇÃO DE SÓDIO EDEMA (mecanismos)

9 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 9 SÍNDROME NEFRÓTICA ALTERAÇÕES DO METABOLISMO LIPÍDICO (mecanismos) DIMINUIÇÃO DA PRESSÃO ONCÓTICA DIMINUIÇÃO DO CATABOLISMO

10 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 10 SÍNDROME NEFRÓTICA PROTEINÚRIA (3,5 g/dia – 0,05 g/Kg/dia) Alteração da membrana filtrante HIPOALBUMINEMIA (2,5 g/dL) Perda renal Catabolismo tubular EDEMA Diminuição da pressão oncótica Reabsorção aumentada de sódio ALTERAÇÕES DO METABOLISMO LIPÍDICO Diminuição da pressão oncótica Catabolismo diminuído

11 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 11 SÍNDROME NEFRÓTICA PURA PROTEINÚRIA COM: SEDIMENTO INATIVO LESÃO DE CÉLULAS EPITELIAIS COMPLEXOS IMUNES SUB-EPITELIAIS

12 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 12 SÍNDROME NEFRÓTICA PRINCIPAIS CAUSAS GLOMERULOPATIAS PRIMÁRIAS Alterações glomerulares mínimas Glomeruloesclerose segmentar e focal – GESF Glomerulopatia membranosa Glomerulonefrite membrano-proliferativa GLOMERULOPATIAS ASSOCIADAS Diabete Lupus eritematoso sistêmico Hepatite C – B SIDA Sífilis Drogas Amiloidose Neoplasias

13 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 13 OUTRAS PÚRPURA H. SCHÖNLEIN LUPUS OUTRAS PROLIFERATIVAS MESANGIOCAPILAR MEMBRANOSA GESF ALTERAÇÕES MÍNIMAS INFÂNCIA ADULTO JOVEM MEIA IDADE IDOSOS LUPUS AMILOIDOSE DIABETE OUTRAS PROLIFERATIVAS MESANGIOCAPILAR MEMBRANOSA GESF ALTERAÇÕES MÍNIMAS

14 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 14 SÍNDROME NEFRÓTICA DIAGNÓSTICO EXAME COMUM DE URINA PROTEINÚRIA DE 24 hs Eletroforese de proteínas urinárias ALBUMINA SÉRICA Eletroforese de proteínas séricas LIPÍDIOS

15 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 15 SÍNDROME NEFRÓTICA DIAGNÓSTICO ECU PROTEINÚRIA ALBUMINEMIA LIPÍDIOS COMPLEMENTO GLICEMIA FAN Anti-DNA HEPATITE B E C HIV LUES ANCA CRIOGLOBULINAS HEMOGRAMA CREATININA URÉIA DEPURAÇÃO DE CREATININA

16 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 16 CH50 - COMPLEMENTO TOTAL DIMINUÍDO (hipocomplementemia) NORMAL (normocomplementemia) Via clássica Via alternativa LES Endocardite bacteriana Crioglobulinemia Abscessos viscerais Nefrite do shunt GN membrano-proliferativa tipo I GN pós-infecciosa DDD (GN membrano-proliferativa tipo II) Poliangeíte microscópica Granulomatose de Wegener Doença de Churg-Strauss Púrpura de Henoch-Schönlein Síndrome de Goodpasture Doença de Berger GN crescênticas idiopáticas

17 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 17 SÍNDROME NEFRÓTICA COMPLICAÇÕES INFECÇÕES TROMBOEMBOLISMO PERDA DE PROTEÍNAS TRANSPORTADORAS PROGRESSÃO PARA INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA DISLIPIDEMIA INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA

18 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 18 SÍNDROME NEFRÓTICA EDEMA URINA ESPUMOSA INFECÇÕES TROMBOEMBOLISMO DISLIPIDEMIA DEFICIÊNCIA DE PROTEÍNAS TRANSPORTADORAS INSUFICIÊNCIA RENAL QUADRO DA DOENÇA ASSOCIADA BIÓPSIA RENAL NAS IDIOPÁTICAS (exceto em crianças) AVALIAR NECESSIDADE DE BIÓPSIA RENAL NAS ASSOCIADAS LABORATÓRIO

19 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 19 SÍNDROME NEFRÓTICA TRATAMENTO SINTOMÁTICO EDEMA HAS HIPERLIPIDEMIA INFECÇÃO/IMUNODEFICIÊNCIA INSUFICIÊNCIA RENAL PROGRESSIVA TENDÊNCIA À HIPERCOAGULAÇÃO HIPOPROTEINEMIA - PROTEINÚRIA

20 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 20 GLOMÉRULO NORMAL Ausência de doença Lesões mínimas

21 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 21 GESF SIDA SEQUELA HEROÍNA

22 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 22 Hepatite B LES Neoplasia Amiloidose MEMBRANOSA

23 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 23 Hepatite C LES MEMBRANO-PROLIFERATIVA

24 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 24 SÍNDROME NEFRÓTICA FATORES PROGNÓSTICOS LESÕES TÚBULO-INTERSTICIAIS RESPOSTA AO TRATAMENTO GRAU DE PROTEINÚRIA HAS PERDA DE FUNÇÃO RENAL IDADE SEXO

25 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 25 Um menino de 8 anos de idade é trazido ao consultório por apresentar mal estar, edema de face e cansaço fácil há dois dias. A mãe refere que ele está urinando pouco com a urina muito carregada. Há 3 semanas a criança teve amigdalite, tendo sido medicada e curado.

26 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 26 Ao exame físico: TA 190/124 mmHg, Pulso 80 bpm e FR 20 mrpm. Edema de face. Orofaringe sp. RC2T. Alguns estertores bolhosos finos em bases pulmonares. Edema ++ em membros inferiores.

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30 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 30 EXAMES COMPLEMENTARES Exame comum de urina Creatinina (função renal) Complemento sérico Proteinúria (eventualmente)

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32 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 32 Introdução Doenças caracterizadas por proliferação celular e inflamação intraglomerular, associada com HEMATÚRIA.

33 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 33 Identificação da hematúria A identificação de hematúria de origem glomerular é feita através: do dismorfismos de hemácias; da presença de cilindros hemáticos.

34 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 34 GLOMERULONEFRITE AGUDA Início brusco Hematúria macroscópica Oligúria com insuficiência renal Retenção de líquidos (edema e hipertensão) Proteinúria variável (em geral inferior a 3 g /24 horas)

35 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 35 GLOMERULONEFRITE AGUDA PRINCIPAL PATOLOGIA: Pós estreptocócica Mais freqüente em crianças Geralmente de bom prognóstico Curso clínico auto-limitado Tratamento sintomático

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39 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 39 Lesão glomerular Anticorpos contra a estrutura glomerular Complexos antígeno-anticorpo circulantes

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42 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 42 Glomerulonefrites Em certas situações clínicas, devemos suspeitar que o paciente não tem GNPS e devem ser melhor investigados

43 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 43 Glomerulonefrites Fase inicial da doença (fase aguda) 1. Dosagem de C3 normal 2. Anúria 3. História prévia de doença renal 4. Atraso de desenvolvimento 5. Historia familiar de nefrite

44 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 44 Fase de resolução da doença 1. Oligúria por mais de 3 semanas 2. C3 baixo por mais de 8 semanas 3. Hematúria macroscópica além de 3 semanas 4. Persistência de hipertensão

45 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 45 Glomerulonefrite Complemento sérico Complemento sérico baixo 1. Doenças Renais GN pós estreptocócica GN membrano proliferativa 2. Doenças Sistêmicas Lupus Eritematoso Sistêmico Endocardite Bacteriana Subaguda Crioglobulinemia

46 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 46 Glomerulonefrites Complemento sérico Complemento Sérico Normal Doenças Renais Nefropatia da IgA GN Rapidamente Progressiva Doenças Sistêmicas Periarterite Nodosa Granulomatose Wegener Púrpura Henoch Schönlein Síndrome de Goodpasture

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48 ANION GAP Corresponde à relação entre Na, Cl e HCO3; Utilizado na definição de acidose metabólica; Valor de referência: 2 – 11 mEq/L Média de 6.9 mEq/L 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 48

49 ANION GAP GAP=NA – (Cl + HCO3) Referência: 2 a 11 mEq/L (6.9 mEq/L) 20/03/09 SOCIEDADE BRASILEIRA DE TERAPIA INTENSIVA 49


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