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Copyright © 2005 José Dornelas – Empreendedorismo Corporativo: Processo Empreendedor.

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1 Copyright © 2005 José Dornelas – Empreendedorismo Corporativo: Processo Empreendedor

2 Copyright © 2005 José Dornelas – O processo empreendedor

3 Copyright © 2005 José Dornelas – Como ocorre o empreendedorismo corporativo 1.Identificação e avaliação da oportunidade; 2.Definição do conceito do negócio; 3.Planejamento das atividades a serem implementadas, estratégias a serem usadas, definição das metas e resultados almejados 4.Identificação dos recursos necessários 5.Obtenção dos recursos internamente, re-alocação de recursos disponíveis ou busca dos recursos externamente 6.Implementação e gerenciamento do projeto 7.Colheita dos frutos e avaliação dos resultados

4 Copyright © 2005 José Dornelas – Processo empreendedor (modelo de Timmons) Recursos Equipe Oportunidade Criatividade Liderança Comunicação Ambiguidade Incerteza Forças externas Mercado de capitais Fits and Gaps business plan © Jeffry Timmons and Steven Spinelli, Babson College

5 Copyright © 2005 José Dornelas – Como alguns executivos vêem empreendedorismo Orçamento Subordinados Oportunidade Iniciar com um orçamento Evitar riscos Estabelecer uma base operacional © Jeffry Timmons and Steven Spinelli, Babson College Acabar identificando uma oportunidade ?! Mesmos componentes, atitude diferente!!!

6 Copyright © 2005 José Dornelas – Empreendedorismo de start-up X corporativo Start-up –criação de riqueza –busca investimento junto a VC, angels etc. –Cria estratégias e culturas organizacionais EC –construir/melhorar a imagem da marca –busca recursos internos ou realoca os existentes –Deve trabalhar dentro de uma cultura existente e a oportunidade deve estar coerente com a estratégia da organização

7 Copyright © 2005 José Dornelas – Empreendedorismo de start-up X corporativo Start-up –sem regras –horizonte de curto prazo –passos rápidos (caos controlado) EC –regras claras –horizonte de médio- longo prazo –burocracia Muitas corporações podem ser resistentes ao empreendedorismo porque contradiz suas filosofias e seus procedimentos. Porém, elas entendem que precisam ser mais empreendedoras!

8 Copyright © 2005 José Dornelas – Empreendedorismo Corporativo Que aspectos dos empreendedores e do processo empreendedor de start-up podem ser transferidos para o ambiente corporativo? Em quais tipos de empresas o pensamento empreendedor seria mais valioso? Quais os obstáculos/barreiras que podem impedir uma empresa de implementar uma filosofia e práticas empreendedoras? Quão empreendedora é sua organização hoje? Em que você se baseia para fazer esta avaliação?

9 Copyright © 2005 José Dornelas – Empreendedorismo Corporativo Corporate venturing –Criação de novo negócio dentro da organização –Influência das core competences –Aprendizado –Crescimento e spin-off –Associado com indivíduos empreendedores dentro da organização Intrapreneurship –É o empreendedorismo aplicado dentro da organização –Criação de uma cultura e clima inovadores –Gerentes agindo como se fossem proprietários –Rearranjo da cadeia de valores do negócio –Realocação dos recursos atuais e competências em novas e diferentes maneiras © N. Thornberry, Babson College

10 Copyright © 2005 José Dornelas – Caminho crítico do planejamento Reconhecimento/avaliação da oportunidade Estratégia Detalhamento das ações Orçamento Reconhecimento/avaliação da oportunidade Estratégia Detalhamento das ações Orçamento X

11 Copyright © 2005 José Dornelas – Modelo interativo do EC Características organizacionais Suporte gerencial Tipo de trabalho Recompensas/incentivos Disponibilidade de tempo Limites organizacionais Características individuais Propensão de assumir riscos Desejo de autonomia Necessidade de realização Orientação a metas Auto-controle Evento inicial Disponibilidade de recursos Decisão para agir de forma empreendedora Planejamento Viabilidade do negócio Implementação da idéia Habilidade de superar barreiras Fonte: Horsnby et.al. 1993

12 Copyright © 2005 José Dornelas – Grau de empreendedorismo É a combinação de três variáveis (dimensões): inovação, proatividade, e capacidade de assumir riscos inovação proatividade risk-taking E1 E2 E3 E1 - representa uma empresa ou grupo de gerentes/empreendedores altamente inovadores ou proativos, mas que não assumem riscos E2 - representa uma empresa ou grupo de gerentes/empreendedores altamente inovadores e que assumem altos riscos (como jogadores), mas faltam-lhes a persistência e a habilidade de implementar conceitos empreendedores E3 - representa uma empresa ou grupo de gerentes/empreendedores que possuem uma orientação empreendedora mais ou menos balanceada

13 Copyright © 2005 José Dornelas – Intensidade empreendedora Combinação do grau de empreendedorismo e a freqüência de empreendedorismo (número de eventos, por exemplo, criação de novos produtos, serviços, e processos com o passar do tempo) Freqüência Grau de empreendedorismo Alta Alto Baixo Periódico/ Incremental Contínuo/ Incremental Dinâmico Revolucionário Periódico/ Descontínuo

14 Copyright © 2005 José Dornelas – Qual a intensidade empreendedora de sua organização? Freqüência Grau de empreendedorismo Alta Alto Baixo

15 Copyright © 2005 José Dornelas – Implementando o EC na empresa

16 Copyright © 2005 José Dornelas – Aspectos chave para se implementar o empreendedorismo corporativo Trabalhar perfil empreendedor de colaboradores Criar condições internas para que o empreendedorismo seja sistematizado na empresa com foco na identificação de oportunidades de inovação

17 Copyright © 2005 José Dornelas – Abordagem estratégica Deve-se integrar o empreendedorismo à estratégia corporativa Visão de médio e longo prazos Abordagem top-down and bottow-up Focar em inovação, proatividade e assumir riscos calculados

18 Copyright © 2005 José Dornelas – Atingindo objetivos Definição de onde se quer chegar Assessment Identificação de pontos de melhoria Implementação de ações de melhoria (treinamento, frameworks, metodologias, processos, recursos etc.) Acompanhamento das ações Medição de resultados

19 Copyright © 2005 José Dornelas – Foco de ação Criar sistemas para: –Uso adequado de recompensas / reconhecimento –Suporte gerencial a ações empreendedoras –Disponibilidade de recursos (e tempo) –Otimizar estrutura organizacional –Assumir riscos calculados

20 Copyright © 2005 José Dornelas – SISTEMATIZANDO O PROCESSO DE GERAÇÃO DE IDÉIAS

21 Copyright © 2005 José Dornelas – Tipos de idéias Incrementais + próximas das core competences da empresa baixo risco baixo retorno Radicais além das core competences da empresa alto risco alto retorno

22 Copyright © 2005 José Dornelas – Criando um ambiente para a geração de idéias O ambiente empreendedor deve estar presente em toda a corporação, em todos os níveis Para isso, as pessoas devem ser encorajadas a agir como empreendedoras 1.prover tempo e recursos 2.incentivar o pensamento criativo 3.enfatizar idéias passadas que viraram oportunidades 4.tolerar falhas!

23 Copyright © 2005 José Dornelas – Uma estrutura para o empreendedorismo Detalhamento: –Organizar a geração e armazenamento das oportunidades (banco de dados, reuniões periódicas etc) –Rever processos ou estrutura formal e/ou informal: suporte gerencial a ações empreendedoras –Definir meios de recompensar e/ou incentivar a geração de idéias –Disponibilidade de recursos e tempo (dia-a-dia e projetos empreendedores) –Fazer com que tais políticas sejam parte da cultura da organização –Incentivar o aprendizado –Assumir riscos calculados / tolerar falhas

24 Copyright © 2005 José Dornelas – O que é o banco de oportunidades? Registro das idéias/oportunidades passadas que não foram implementadas na organização Estímulo aos funcionários para identificar necessidades e sugerir soluções; tempo para se dedicarem a estas atividades Reuniões PERIÓDICAS, workshops, eventos etc., com equipes complementares visando a geração de idéias Política de recompensa/reconhecimento Mini fundo de capital de risco interno da organização Eventos internos para avaliação das oportunidades (business plans) e premiação das melhores idéias

25 Copyright © 2005 José Dornelas – Como fazer… É possível tornar a criatividade um processo rotineiro e sistemático? E o se o projeto falhar? (riscos x recompensas x punição) A criatividade se desenvolve melhor quando estamos sob pressão ou quando temos momentos para reflexão? Como seria um ambiente pró-criatividade na sua empresa? Usar framework de Christensen

26 Copyright © 2005 José Dornelas – 10 mandamentos do empreendedor corporativo 1. Faça o trabalho que for necessário para que seu projeto dê certo, independente de sua função/cargo na empresa 2. Compartilhe os créditos do sucesso 3. Lembre-se, é mais fácil pedir perdão que permissão 4. Venha trabalhar cada dia querendo ser demitido!!! 5. Peça conselho antes de pedir recursos 6. Siga sua intuição a respeito das pessoas; construa um time composto pelos melhores 7. Prepare-se antes de divulgar sua idéia; publicidade prematura não é imune ao sistema corporativo 8. Nunca aposte uma corrida na qual não esteja participando! 9. Seja verdadeiro com suas metas, mas realista sobre as formas de atingi-las 10. Honre seus superiores, sua empresa, seus patrocinadores! * Fonte: Pinchot,

27 Copyright © 2005 José Dornelas –


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