A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Jogos de empresa Daniel Porto Pela -753580 Martino Nunes - 753885 Fabio Belanda Trofino -784620 Frederico Além Alves - 784676 Richard G. A de Carvalho.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Jogos de empresa Daniel Porto Pela -753580 Martino Nunes - 753885 Fabio Belanda Trofino -784620 Frederico Além Alves - 784676 Richard G. A de Carvalho."— Transcrição da apresentação:

1 Jogos de empresa Daniel Porto Pela Martino Nunes Fabio Belanda Trofino Frederico Além Alves Richard G. A de Carvalho

2 Origem do jogo Acompanha o homen desde a atniguidade. Presente em diverssas culturas. Jogo é uma atividade instantanêa, realizada por mais de uma pessoa, regida por regras que determinam quem vencerá. Estas regras incluem o tempo de duração, o que é permitido e proibido, valores das jogadas e indicadores sobre como terminar a partida. Definição de jogo

3 Simulação Substitui uma situação simulando modelos reais, reproduzindo a realidade. Atividade livre Participação de mais de uma pessoa Regras que determinam quem vencerá

4 Jogos de empresa Retrata situações especificas da área empresarial Aprimora habilidades técnicas Melhora as relações sociais Jogo simulado Tem a vantagen de ter as mesmas caracteristicas da realidade Não se perde cargos, confiança, prestigio. Erra-se com maiores chances de aprendizado.

5 Ao jogar, os elementos passam por um processo de comunicação, desenvolvendo assim diversas habilidades Regras claras É fundamental Local visível Linguagem acessível Devem ser claras

6 Tipos de jogos Uso adequado do tom e rítimo da voz atraem os jogadores Atratividade de um jogo De comportamento De processo De mercado

7 O Jogo Lúdico A aprendizagem Efetiva Aprendemos deis do nascimento até nossa morte. Intuição e raciocínio são indispensáveis no processo de viagem. Ouço e recordo. Leio e memorizo. Faço e aprendo.

8 O Ciclo da Aprendizagem Vivencial Quando se vivencia um jogo em todas as fases maiores são as chances de alcançar a aprendizagem. 1ª Fase – Vivência 2ª Fase – Relato 3ª Fase – Processamento 4ª Fase – Generalização 5ª Fase - Aplicação

9 O papel da espontaneidade, o lúcido e seu papel na aprendizagem. Ex: Crianças aprendem ao brincar. Aprender com os próprios erros.

10 Funcionamento da mente humana O cérebro possui diferentes funções para o lado direito em relação ao lado esquerdo. Lado direito mais racional. Lado esquerdo mais emocional.

11 Resgatando a essência do ser humano. Como reverter esse quadro, já que as nossas ações são influenciadas por padrões culturais e educacionais? Há esperança de uma vida mais harmônica, equilibrada, saudável e alegre para o homem ocidental?

12 Como estruturar um jogo Antes de estruturar um jogo, é necessário interagir com o mesmo. Visualizar os jogadores e suas reações, prever resultados diversos, calcular jogadas e entrar em contato com a imaginação. Caso haja necessidade, oportunidade de criação.

13 Dentro do processo de criação. Seguem algumas dicas: Verificar quais são os objetivos Buscar auxílio técnico Fazer pesquisa de recursos Verficicar o nível de complexidade da tarefa a ser proposta Fazer uma análise da clientela Delimitar o cenário Definir a mecânica lúdica Realizar um laboratório-teste

14 Planejamento e organização de recursos Antes de iniciar qualquer programa que envolva jogos ou atividades vivenciais é necessário organizar os recursos. Organização da estrutura física Organização dos materiais

15 Ambiente Adequado Administrar recursos necessários para atingir as metas Administrar o tempo destinado as tarefas Definir papéis Estabelecer suas próprias normas de funcionamento Reunir a turma no início de cada atividade ou pós intervalos

16 Etapas de aplicação de um jogo Apresentação do cenário simulado Explicação das regras do jogo Informações sobre papéis Abertura de espaços para perguntas sobre a dinâmica do jogo Definição de tempo para cada etapa do jogo Desenvolvimento do jogo seguindo o ciclo de aprendizagem vivencial

17 Papel do facilitador Proporcionar ao grupo a chance de passar por um processo de aprendizagem e crescimento pessoal Treinar, selecionar, e identificar talentos Os Grupos passam por três fases distintas: Inclusão - questões ligadas ao medo de errar Controle - processo de tomada de decisões Afeição – ligação positiva dos integrantes do grupo

18 Jogo pelo jogo O jogo como instrumento e desenvolvimento; O jogo como instrumento de seleção e de identificação de talentos. Mapeamento dos dados existentes Identificação de necessidades Implantação do projeto de identificação de talentos. Cuidados com a metodologia

19 Perguntas 1) De acordo com a teoria, o jogo simula a realidade, onde são passiveis de erros. Relacione a afirmação com a dinâmica aplicada. 2) Comente como pode haver algum aprendizado de acordo com a dinâmica aplicada.

20 3) Relacione o jogo com a descoberta de novos talentos. 4) O que são jogos de empresas?

21

22

23


Carregar ppt "Jogos de empresa Daniel Porto Pela -753580 Martino Nunes - 753885 Fabio Belanda Trofino -784620 Frederico Além Alves - 784676 Richard G. A de Carvalho."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google