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SIAB Sistema de Informação da Atenção Básica Simone Lacerda Poton 2010.

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1 SIAB Sistema de Informação da Atenção Básica Simone Lacerda Poton 2010

2 Sistema Único de Saúde Brasil, antes de 1988: a saúde não era considerada como um direito social. O modelo de saúde, adotado até então, dividia os brasileiros em três categorias: os que podiam pagar por serviços de saúde privados; os que tinham direito à saúde por serem segurados pela previdência (trabalhadores com carteira assinada); e os que não possuíam direito algum I Conferência Mundial de Promoção à Saúde Definiu a visão e o conceito de promoção de saúde VIII Conferência Nacional de Saúde Nova proposta de estrutura e de Política Nacional de Saúde Constituição Federal – instituída a Política Pública de Saúde no Brasil Lei 8080/90 - lançaram as bases para a criação do Sistema Único de Saúde (SUS)

3 Nova concepção, visando à consolidação desse novo paradigma de promoção e educação em saúde, que nasceram no Brasil dois programas voltados para a atenção básica em saúde: Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS, 1991) Programa Saúde da Família (PSF, 1994) Ambos utilizando a Unidade Básica de Saúde (UBS) como lócus de atuação. Objetivo levar mais equidade em saúde às regiões assistidas, minimizando a desigualdade em saúde, trabalhando políticas de educação e promoção da saúde em níveis locais. SUS

4 Criado em 1998 Instrumento de monitoramento das ações da Estratégia Saúde da Família

5 Diretriz Operacional do SIAB Qualificar os dados do Sistema da Atenção Básica. Organizar o acompanhamento por meio dos envios dos relatórios pelas equipes de saúde. Avaliar sistematicamente as atividades realizadas pela equipe de saúde.

6 Institucionalização da Avaliação na AB Incorporação da avaliação à rotina dos gestores e serviços de saúde Desenvolvimento de capacidade técnica para adotar as ações de monitoramento e avaliação como elementos essenciais da gestão em saúde São essenciais para orientação dos processos: Implantação Consolidação Reformulação das práticas de saúde Na medida que permitem monitorar a situação de saúde da população, o trabalho em saúde e os resultados das ações.

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9 O que é? Qual o objetivo? É um banco de dados (Software), desenvolvido pelo DATASUS do Rio de Janeiro. Agregar, armazenar e processar as informações relacionadas à estratégia da Saúde da Família.

10 SIAB Ferramenta padrão de coleta de informações da população adscrita à UBS Sistema de informação territorializado (populações bem delimitadas geograficamente) Possibilita a construção de indicadores populacionais referentes às áreas de abrangência dos programas

11 Aux. Enf.ACSEnfermeiroMédicoOutros prof. Ficha A Ficha B - todas Ficha C Ficha D REUNIÃO EQUIPE SSA2 mensal / PMA2 / Ficha A (modificação) SSA2 diária Ficha D SEMUS - SIAB Digitação, processo e emite Relatório Relatório Trimestral US MSSESA

12 Como utilizar dados do SIAB no dia a dia?

13 Conhecer Avaliar Acompanhar Traçar estratégias Metas Planejamento Orientação socieconômica adoecimento morte avaliar os serviços e ações de saúde

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16 Relatório SIAB Cadastro familiar Relatório de situação de saúde e acompanhamento das famílias Relatório de produção e marcadores para avaliação

17 INDICADORES DE CONDIÇÕES DE VIDA DEMOGRÁFICOS Estrutura populacional por sexo e idade. Número médio de pessoas por família. SOCIOECONÔMICOS: Proporção de pessoas de 15 anos ou mais alfabetizadas. Proporção de crianças de 7-14 anos inseridas na escola. Proporção de pessoas de 15 anos ou mais desempregadas. Proporção de menores de 14 anos que trabalham. Proporção de pessoas com cobertura de Plano de Saúde Fonte: Ministério da Saúde – Roteiros para reflexão e ação, 2004

18 SÓCIO-CULTURAIS: Proporção de famílias com participação em grupos comunitários. AMBIENTAIS: Proporção de famílias com casas de tijolo/adobe. Proporção de famílias com casas de material aproveitado. Proporção de famílias com casas com piso de chão/barro. Proporção de famílias com lixo a céu aberto. Proporção de famílias sem acesso à rede geral de abastecimento de água. Proporção de famílias com fezes e urina a céu aberto INDICADORES DE CONDIÇÕES DE VIDA

19 INDICADORES DE ATENÇÃO À CRIANÇA PROCESSO DE TRABALHO: Proporção de nascidos vivos pesados ao nascer. Proporção de menores e 1 ano de idade pesados. Proporção de menores de 1 ano de idade com vacinas em dia. Proporção de crianças de meses e 29 dias pesadas. Proporção de crianças de meses e 29 dias com vacinas em dia. Cobertura de atendimento de puericultura em menores de 2 anos

20 INDICADORES DE ATENÇÃO AO ADOLESCENTE Resultados: Número absoluto de óbitos em adolescentes. Número absoluto de óbitos em adolescentes como conseqüência de violência.

21 INDICADORES DE ATENÇÃO À MULHER Cobertura de citologia oncótica. Proporção de gestantes menores de 20 anos de idade. Proporção de gestantes de 20 e mais anos de idade. Proporção de gestantes acompanhadas. Proporção de gestantes com consulta pré-natal no mês. Proporção de gestantes com pré-natal iniciado no 1º trimestre. Proporção de gestantes com vacina em dia. Proporção de gestantes desnutridas. Proporção de mulheres com gestação de risco. Proporção de gestantes com pressão alta. Proporção de gestantes com antecedentes de nascido morto. Proporção de gestantes com doença hipertensiva específica da gravidez (DHEG).

22 INDICADORES DE ATENÇÃO AO ADULTO - HIPERTENSÃO ARTERIAL Processo de trabalho: Proporção de hipertensos acompanhados. Proporção de hipertensos que comparece à consulta agendada. Resultados: Prevalência de hipertensão arterial. Prevalência de hipertensão arterial na população feminina. Prevalência de hipertensão arterial na população masculina. Proporção de hipertensos que faz dieta. Proporção de hipertensos que toma medicação. Proporção de hipertensos que faz exercícios físicos. Proporção de hipertensos hospitalizados por acidente vascular cerebral. Proporção de hipertensos hospitalizados por insuficiência cardíaca congestiva. Número absoluto de óbitos por doenças cérebro-vasculares.

23 INDICADORES DE ATENÇÃO AO ADULTO – DIABETES MELLITUS Processo de trabalho: Proporção de diabéticos acompanhados. Proporção de diabéticos que comparece à consulta agendada Resultados: Prevalência de diabetes mellitus. Prevalência de diabetes mellitus na população feminina. Prevalência de diabetes mellitus na população masculina. Proporção de diabéticos que faz dieta. Proporção de diabéticos que toma hipoglicemiante oral. Proporção de diabéticos que usa insulina. Proporção de diabéticos que faz exercícios físicos. Proporção de hospitalizações por complicações do diabetes mellitus.

24 INDICADORES DE ATENÇÃO AO ADULTO – TUBERCULOSE Processo de trabalho: Proporção de tuberculosos acompanhados. Proporção de tuberculosos que comparece à consulta agendada. Proporção de tuberculosos que realizou exame de escarro. Proporção de comunicantes de tuberculose examinados. Resultados: Prevalência de tuberculose. Proporção de tuberculosos que toma medicação diária.

25 INDICADORES DE ATENÇÃO AO ADULTO – HANSENÍASE Processo de trabalho: Proporção de hansenianos acompanhados. Proporção de hansenianos que comparece à consulta agendada. Proporção de comunicantes de hanseníase examinados. Resultados: Taxa de detecção de hanseníase. Prevalência de hanseníase. Proporção de hansenianos que toma medicação diária. Proporção de hansenianos que tomou dose supervisionada. Proporção de hansenianos que faz auto-cuidado.

26 NÚMERO MÉDIO DE PESSOAS POR FAMÍLIA Nº de pessoas cadastradas, em determinado local e período. X 100 Nº famílias cadastradas, no mesmo local e período. PROPORÇÃO DE CRIANÇAS DE ANOS INSERIDAS NA ESCOLA Nº de crianças de 7-14 anos na escola, em determinado local e período. X 100 Nº de crianças de 7-14 anos, no mesmo local e período. Exemplo cálculo

27 O que fazer? Planejar Estratégias ObjetivoAtividadePopulaçãoRecursosResponsá veis Meta e Prazo Parcerias Planilha de Planejamento de Atividades Problema:

28 Planilha de Avaliação da Intervenção ProblemaIndicador Utilzado Diagnóstico situacional (onde estamos?) Objetivo (onde vamos?) Meta AlcançadaNão- alcançada

29 Indicadores (*) (*) Metas (*) (*) Janeiro 2010 Fevereiro 2010 Março Proporção de famílias cadastradas nas microáreas. 100%94,84%94,58%93,71% 2 Média de visita domiciliar mensal executada pelo Agente Comunitário de Saúde a cada uma das famílias cadastradas no território de saúde. 0,54% c/ tendência crescente 0,82%0,63%0,70% 3 Atualização sistemática do cadastramento familiar das microáreas. 100% 5 Proporção de crianças menores de 2 anos pesadas. *100%82,50%84,64%82,17% 6 Proporção de crianças menores de 1 ano com vacinação em dia. 100%95,13%95,89%94,69% 7 Acompanhamento mensal das gestantes diagnosticadas residentes nas microáreas. 100%95,41%96,06%96,58% 8 Acompanhamento mensal dos hipertensos diagnosticados residentes nas microáreas. 1 *100%78,42%48,66%71,50% Fonte: Ministério da Saúde (*) Notas: [1] - Usuário do sistema local cadastrado. [2] - A meta pactuada no Pacto da Atenção Básica – 2007 com acréscimo de tendência crescente. 3 - A fonte dos dados é o Sistema de Informações de Atenção Básica - SIAB. 4 – Os indicadores destacados em azul melhoraram em relação ao mês anterior e os em vermelho pioraram em relação ao mês anterior.

30 Indicadores (*) (*) Metas (*) (*) Janeiro 2010 Fevereiro 2010 Março Acompanhamento das pessoas com tuberculose diagnosticadas e dos contatos, residentes nas microáreas. 100%98,18%93,33%93,94% 11 Acompanhamento das pessoas com hanseníase diagnosticadas e dos contatos, residente nas microáreas. *100%97,50%89,47%95,24% 12 Proporção de crianças menores de 4 meses com aleitamento materno exclusivo. *Tendênci a crescente 77,24%76,54%77,32% 13 Proporção óbitos de crianças menores de 1 ano residentes na microárea por diarréia. Tendência decrescen te 0% 14 Proporção óbitos de crianças menores de 1 ano residentes na microárea por infecção respiratória. Tendência decrescen te 0% 15 Cumprimento aos requisitos e atribuições dos ACS. 100% Fonte: Ministério da Saúde (*) Notas: [1] - Usuário do sistema local cadastrado. [2] - A meta pactuada no Pacto da Atenção Básica – 2007 com acréscimo de tendência crescente. 3 - A fonte dos dados é o Sistema de Informações de Atenção Básica - SIAB. 4 – Os indicadores destacados em azul melhoraram em relação ao mês anterior e os em vermelho pioraram em relação ao mês anterior.

31 Avaliação é importante? Norteia o gestor sobre investimentos realizados e os futuros As ações de saúde desenvolvidas pelo município tem melhorado as condições de saúde da população assistida? Em que medida o Saúde da Família tem contribuído na melhoria da saúde dos munícipes? A atuação dos ACS tem contribuído para redução de casos de (diarréia)?

32 Acompanhamento processo trabalho Todos, principalmente do ACS Cadastramento, acompanhamento e produção ACS Se o número de famílias no mês atual estiver maior que o informado anteriormente – novas famílias – enviar Ficha A para digitação. Se o número de famílias no mês atual estiver menor que o informado anteriormente – exclusão famílias - enviar ficha A para digitação.

33 SIAB Instrumentos

34 Domicílio local de moradia estruturalmente separado e independente, constituído por um ou mais cômodos. A separação fica caracterizada quando o local de moradia é limitado por paredes (muros ou cercas, entre outros) e coberto por um teto que permita que seus moradores se isolem. Residentes arcam com parte ou todas as suas despesas de alimentação ou moradia. Considera-se independente o local de moradia que tem acesso direto e que permite a entrada e a saída de seus moradores sem a passagem por local de moradia de outras pessoas. Em casa de cômodos (cortiços), considera-se como um domicílio cada unidade residencial. Também são considerados domicílios: prédio em construção, embarcação, carroça, vagão, tenda, gruta e outros locais que estejam servindo de moradia para a família.

35 Família Conjunto de pessoas ligadas por laços de parentesco, dependência doméstica ou normas de convivência que residem na mesma unidade domiciliar. Inclui empregado (a) doméstico (a) que reside no domicílio, pensionistas e agregados.

36 Ficha A Terrenos Baldios? – O ACS não deverá numerá-lo Casas em construção? – O ACS deverá deixar um número para a família. Prédios em construção? – não numerá-lo, a não ser que se saiba quantos apartamentos haverá no local. Comércio? – não cadastrar, somente identificar no mapa do território. Igrejas, praças, escolas, creches? – não cadastrar, somente identificar no mapa do território. Se o ACS for cadastrar uma família e não tiver número, cria-se o número (continuação).

37 Ficha A – Cadastramento de família DATA |__|__|-|__|__|-|__|__| FAMÍLIA |__|__|__| MICROÁREA |__|__| ÁREA |__|__|__| SEGMENTO |__|__| MUNICÍPIO |__|__|__|__|__|__|__| CEP |__|__|__|__|__| - |__|__|__| BAIRRONÚMERO |__|__|__|__| ENDEREÇO UF |__|__|SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE ATENÇÃO BÁSICA FICHA A Saber ler e escrever no mínimo bilhete ACS não deve solicitar comprov ação do diagnóst ico. TB / HAN, Malária e Esquistoss omose, não registrar aqueles que foram tratados e alcançara m cura.

38 Ficha A - Continuação FRA – Fraturas QUE - Quedas Freqüenta a escola: Pessoa matriculad a e freqüentan do regularme nte a escola.

39 Ficha A - Continuação adobe = bloco semelhante ao tijolo, preparado com argila crua, secada ao sol. taipa revestida - parede de taipa com o interior do domicílio completamente revestido por reboco ou emboço (primeira camada de argamassa). taipa não revestida - parede de taipa sem revestimento. cômodos - todos os compartimentos integrantes do domicílio, inclusive banheiro e cozinha, separados por paredes, e os existentes na parte externa do prédio, desde que constituam parte integrante do domicílio, com exceção de corredores, varandas abertas e outros compartimentos utilizados para fins não residenciais como garagens, depósitos.

40 Ficha A - Continuação

41 FICHA B-GES - Acompanhamento de gestantes NOME DO ACS:MICROÁREA |__|__| ÁREA |__|__|__| UNIDADE |__|__|__|__|__|__|__| SEGMENTO |__|__| MUNICÍPIO |__|__|__|__|__|__|__ | ANO |__|__|__|__|SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE ATENÇÃO BÁSICA FICHA B - GES ACOMPANHAMENTO DE GESTANTES Data da consulta de puerpério Resultado da gestação atual Fatores de risco Data da consulta de pré-natal Mês de gestação Estado Nutricional : D - Desnutrida N -Nutrida Mês de gestaçãoData da Vacina Data provável do parto Data da última regra Identificação da gestante Família: --- Peso antes: --- VDRL: * DATA * S-sim N-não 20 semanas completas ou + ou peso > 500 gr. Até 20 semanas ou < 500 gr. 1º mês 2º mês

42 FICHA B-HA - Acompanhamento de hipertensos NOME DO ACS:MICROÁREA |__|__| ÁREA |__|__|__| UNIDADE |__|__|__|__|__|__|__| SEGMENTO |__|__| MUNICÍPIO |__|__|__|__|__|__|__| ANO |__|__|__|__|SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE ATENÇÃO BÁSICA FICHA B - HA ACOMPANHAMENTO DE HIPERTENSOS

43 FICHA B-DIA - Acompanhamento de diabéticos NOME DO ACS:MICROÁREA |__|__| ÁREA |__|__|__| UNIDADE |__|__|__|__|__|__|__| SEGMENTO |__|__| MUNICÍPIO |__|__|__|__|__|__|__| ANO |__|__|__|__|SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE ATENÇÃO BÁSICA FICHA B - DIA ACOMPANHAMENTO DE DIABÉTICOS

44 FICHA B-TB/Acompanhamento de tuberculose NOME DO ACS:MICROÁREA |__|__| ÁREA |__|__|__| UNIDADE |__|__|__|__|__|__|__| SEGMENTO |__|__| MUNICÍPIO |__|__|__|__|__|__|__| ANO |__|__|__|__|SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE ATENÇÃO BÁSICA FICHA B - TB ACOMPANHAMENTO DE TUBERCULOSE desconforto gástrico, náuseas, vômitos, icterícia, alterações visuais, alterações auditivas, asma, urticária, sangramentos, dores articulares, perda de equilíbrio e outros efeitos indesejáveis identificados, relacionados ao uso da medicação. S – realizou exame no mês de referência N – se não realizou número de comunicantes examinados até o mês de referência total de comunicantes residentes no domicílio

45 FICHA B-HAN/Acompanhamento de hanseníase ACOMPANHAMENTO DE PESSOAS COM HANSENÍASE NOME DO ACS:MICROÁREA |__|__| ÁREA |__|__|__| UNIDADE |__|__|__|__|__|__|__| SEGMENTO |__|__| MUNICÍPIO |__|__|__|__|__|__|__| ANO |__|__|__|__|SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE ATENÇÃO BÁSICA FICHA B - HAN o número total de comunicantes que receberam a 2ª dose de vacina BCG (com comprovante) nos meses anteriores e no mês de referência.

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47 FICHA D- Registro de atividades, procedimentos e notificações MÊS | 0 | 1 | PROFISSIONAL |_7 |_7_| - |_0_|_1_| MICROÁREA |_0|_1| ÁREA |_0|_0|_1| UNIDADE |_0|_3|_5|_5|_6|_6|_6| SEGMENTO | 0 | 1 | MUNICÍPIO | | 3 | 5 | 7 | 8 | 9 | 4 | ANO | 1| 9 | 9 | 7|SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE ATENÇÃO BÁSICA FICHA D REGISTRO DE ATIVIDADES, PROCEDIMENTOS E NOTIFICAÇÕES Residentes fora da área de abrangência - total de consultas médicas fora da área de abrangência de Equipe (PSF). Todos profissionais Registro diário total de consultas médicas de pessoas residentes em áreas fora da abrangência da Equipe (PSF), sem discriminação de idade

48 Ficha D - Continuação MÉDICO ENFERMEIRO Prevenção de Câncer Cérvico-uterino : coleta de Papanicolaou resultado de exames atividades com a temática

49 Solicitação Médica de Exames Complementares: Incluir os casos de encaminhamento para realização de exames complementares na própria unidade de saúde. Internação Domiciliar - registrar o número de indivíduos que iniciaram internamento domiciliar no dia de referência. Não confundir o número de internações domiciliares com o número de dias que o paciente permanece sob internação domiciliar.

50 Atendimento individual por profissional de nível superior - enfermeiro, psicólogo, terapeuta ocupacional, fisioterapeuta, assistentesocial, nutricionista, fonoaudiólogo, enfermeira obstetra e pedagoga em educação em saúde. Exclui procedimentos realizados por médicos e odontólogos. Curativos, Inalações, Injeções, Retirada de pontos e Terapia de Reidratação Oral nível médio e nível superior (que eventualmente realizarem).

51 Atendimento em Grupo - Educação em saúde - Contabilizado a quantidade de grupo independente do nº de participantes. Não considere as atividades educativas realizadas pelos ACS. Cada profissional tanto do nível médio como superior devem registrar na sua produção, mesmo que tenham realizado a atividade em conjunto. Procedimentos Coletivos - Os procedimentos deste conjunto não deverão ser registrados diariamente. Ao final do mês deve ser informado na coluna total o número de pessoas cobertas (número de crianças/mês). Reuniões - registrar o número de reuniões realizadas pelo ACS, e com o objetivo de disseminar informações, discutir estratégias de superação de problemas de saúde ou de contribuir para a organização comunitária.

52 Hospital Pinel Santa Casa de Alta Vista Alcoolismo Traumatismo Crânio-Encefálico Acidente Vascular Cerebral FMMFMM Rua Martins Fontes, 49 Fone: Rua das Palmeiras, 77 Rua Projetada, s/n Marta P. de Alencar Tales Machiori Pedro Padilha 20/09 14/10 21/10 NOME DO HOSPITALCAUSAIDADESEXOENDEREÇONOMEDATA HOSPITALIZAÇÕES Ficha D - Continuação

53 RELATÓRIO SSA2 - Situação de saúde e acompanhamento da família ÁREA/EQUIPE : |_0_|_0_|_1| UNIDADE: | 0 |3 | 5 | 5 | 6 | 6 | 6 | SEGMENTO: |_0_|_1_| MUNICÍPIO (código): |__|__|_1|_4|_2|_0|_6| MUNICÍPIO (nome) : SÃO JOSÉ DA LAGOA TAPADA ANO: |_1|_9|9|_7| MÊS: | 0|_3| SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE ATENÇÃO BÁSICA Relatório SSA

54 Cont... RELATÓRIO SSA2 2< 20 anos cadastradas 13Com pré-natal iniciado no 1°TriT. 19Fez consulta de pré-natal no mêsS 18Com vacina em diaE 26AcompanhadasG 28Cadastradas Total cadastrada 1 visita/mês Somente as acompanhadas Total cadastrada Conta 1 vez

55 Contabiliza na hosp. Por outras causas

56 RELATÓRIO PMA2 - Situação de saúde e acompanhamento das famílias RELATÓRIO DE PRODUÇÃO E DE MARCADORES PARA AVALIAÇÃO ANO |__|__|__|__| MÊS |__|__| ÁREA |__|__|__| UNIDADE |__|__|__|__|__|__|__| SEGMENTO |__|__| MUNICÍPIO |__|__|__|__|__|__|__| SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE ATENÇÃO BÁSICA Relatório PMA2 Total geral de consultas Total 60 e mais residentes na área de abrangência da equipe < 1 residentes fora da área de abrangência CONSMÉDICACONSMÉDICA ATIVIDADES/ PRODUÇÃO Outros Ultrassonografia obstétrica Citopalógico cérvico-vaginal Radiodiagnóstico Patologia Clínica Solicitação médica de exames complementa res Tuberculose Hanseníase Hipertensão Arterial Diabetes DST/AIDS Prevenção do Câncer Cérvico-Uterino Tipo de Atendimento de Médico e de Enfermeiro Pré-Natal Puericultura

57 Cont...Relatório PMA2 Reuniões Procedimentos Coletivos I (PC I) Atend. Grupo - Educação em Saúde Sutura Terapia da Reidratação Oral Retirada de pontos Injeções Inalações Curativos Atend. individual outros prof. nível superior Atend. individual Enfermeiro Visita de Inspeção Sanitária Atendimento específico para AT PROCEDIMENTOSPROCEDIMENTOS Internação Domiciliar Urgência/Emergência Internação Hospitalar Atend. EspecializadoEncaminhamentos médicos Óbitos de adolescentes (10-19) por violência Óbitos de mulheres de 10 a 49 anos Óbitos em < 1 ano por infecção respiratória Óbitos em < 1 ano por diarréia Óbitos em < 1 ano por todas as causas Internações em Hospital Psiquiátrico Hospitalizações por qualquer causa Hospitalizações por complicações do Diabetes Hospitalizações por abuso de álcool Hospitalizações em < 5 anos por desidratação Hospitalizações em < 5 anos por pneumonia Gravidez em < 20 anos RN com peso < 2500g Citologia Oncótica NIC III (carcinoma in situ) Hanseníase com grau de incapacidade II e III Meningite tuberculosa em menores de 5 anos Fraturas de colo de fêmur em > 50 anos Doença Hemolítica Perinatal DHEG (forma grave) Infarto Agudo do Miocárdio Acidente Vascular Cerebral Valvulopatias reumáticas em pessoas de 5 a 14 anos MARCADORES Total ACS Profissionais de nível médio Outros profissionais de nível superior Enfermeiro Médico VISITAS DOMICILIARES ACS

58 M&A da AB - Publicações

59 Simone Lacerda Poton Contato Atenção Básica: Muito Obrigada!


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