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DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA

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Apresentação em tema: "DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA"— Transcrição da apresentação:

1 DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA
FACULDADE DE MEDICINA DE S. J. DO RIO PRETO DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA FUNFARME/FAMERP

2 SÍFILIS E GESTAÇÃO

3 SÍFILIS AGENTE ETIOLÓGICO
SÍFILIS E GESTAÇÃO SÍFILIS AGENTE ETIOLÓGICO Treponema pallidum MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000

4 SÍFILIS TRANSMISSÃO - CONTATO SEXUAL - CONGÊNITA
SÍFILIS E GESTAÇÃO SÍFILIS TRANSMISSÃO - CONTATO SEXUAL - CONGÊNITA - TRANSFUSÃO POR SANGUE CONTAMINADO - CONTAMINAÇÃO ACIDENTAL EM TRABALHADORES DA ÁREA DE SAÚDE MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000

5 SÍFILIS QUADRO CLÍNICO
SÍFILIS E GESTAÇÃO SÍFILIS QUADRO CLÍNICO - SÍFILIS 1aria : ÚLCERA INDOLOR - CANCRO DURO - Surge nos órgãos genitais de 10 a 30 dias depois do contágio (pelo contato sexual). A ferida da sífilis não dói, não coça, não arde e às vezes pode aparecer também dentro da boca por causa do sexo oral (é como uma afta que não dói). Desaparece depois de  10 dias, mas a doença continua a progredir e continua sendo transmitida. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000 CANCRO DURO

6 SÍFILIS QUADRO CLÍNICO
SÍFILIS E GESTAÇÃO SÍFILIS QUADRO CLÍNICO - SÍFILIS 2aria: 2 a 3 meses depois que o cancro desapareceu aparecem manchas avermelhadas em toda a pele, principalmente na palma da mão e na planta do pé. Pode ocorrer queda do cabelo. Se a sífilis, não for tratada, depois de alguns anos, pode afetar o cérebro, o coração e outros órgãos. FEBRE e ARTRALGIA MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000

7 SÍFILIS QUADRO CLÍNICO
SÍFILIS E GESTAÇÃO SÍFILIS QUADRO CLÍNICO - SÍFILIS 3aria: MANIFESTAÇÕES NEUROLÓGICAS E CARDÍACAS (GOMAS) MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000

8 SÍFILIS INFECÇÃO CONGÊNITA
SÍFILIS E GESTAÇÃO SÍFILIS INFECÇÃO CONGÊNITA - ABORTO TARDIO , NATIMORTOS OU MORTE LOGO APÓS O PARTO - OBSTRUÇÃO NASAL (POR SECREÇÃO MUCOPUROLENTA EXUBERANTE E EDEMA DAS GLÂNDULAS NASAIS) - RUSH CUTÂNEO - BOSSA FRONTAL DE PARROT (FRONTE OLÍMPICA) - NARIZ EM SELA - BAIXO PESO AO NASCER - DESCAMAÇÃO NA MÃO E PÉ - FETOS DEFORMADOS MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000 SÍFILIS CONGÊNITA

9 SÍFILIS INFECÇÃO CONGÊNITA
SÍFILIS E GESTAÇÃO SÍFILIS INFECÇÃO CONGÊNITA - COMPROMETIMENTO ÓSSEO: Nariz em sela (destruição do vômer) e tíbia em sabre (arqueada) - PERIOSTITE(diáfise de ossos longos), DESCOLAMENTO PERIÓSTEO E NOVA FORMAÇÃO ÓSSEA - OSTEOCONDRITE (linha de crescimento dos ossos longos aumentados e irregular, falhas na ossificação da matriz cartilaginosa , tecido granulação subcondral) - OSTEOMIELITE DIAFISÁRIA - HEPATOESPLENOMEGALIA - PNEUMONIA - HIPERBILIRRUBINEMIA - ANEMIA SEVERA - HIDROPSIA SÍFILIS CONGÊNITA MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000

10 SÍFILIS INFECÇÃO CONGÊNITA
SÍFILIS E GESTAÇÃO SÍFILIS INFECÇÃO CONGÊNITA - EDEMA - CORIZA - OBSTRUÇÃO NASAL - PANCREATITE - NEFRITE - DENTES DE HUTCHINSON:DENTES PEQUENOS (parecidos com pregador e chave de fenda) - LESÕES CUTÂNEAS - SURDEZ POR ATROFIA DO NERVO ÓPTICO E POR COMPROMENTIMENTO DO 8º PAR (secundário a alteração meningovascular) MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000

11 RINITE SEROHEMORRÁGICA
SÍFILIS E GESTAÇÃO SÍFILIS INFECÇÃO CONGÊNITA LESÕES MUCOSAS RINITE SEROHEMORRÁGICA MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000

12 SÍFILIS INFECÇÃO CONGÊNITA
SÍFILIS E GESTAÇÃO SÍFILIS INFECÇÃO CONGÊNITA OSTEOARTRITE TÍBIA EM SABRE MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000

13 SÍFILIS INFECÇÃO CONGÊNITA
SÍFILIS E GESTAÇÃO SÍFILIS INFECÇÃO CONGÊNITA FRONTE OLÍMPICA DENTES DE HUTCHINSON NARIZ EM SELA MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000

14 DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO
SÍFILIS E GESTAÇÃO SÍFILIS DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO SOROLOGIA PARA LUES VDRL POSITIVO VDRL NEGATIVO SÍFILIS 1a (< 1 ANO) Penicilina Benzatina UI ( UI em cada nádega) REPETIR TRIMESTRALMENTE SÍFILIS RECENTE (ATÉ 1 ANO) Penicilina Benzatina UI ( UI/semana UI em cada nádega) SÍFILIS TARDIA ( 1 ANO OU DESCONHECIDA) Penicilina Benzatina UI ( UI/semana UI em cada nádega) TRATAR O PARCEIRO MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000

15 RUBÉOLA

16 RUBÉOLA AGENTE ETIOLÓGICO
- Vírus, pertencente ao gênero Rubivírus, família Togaviridae

17 RUBÉOLA MODO DE TRANSMISSÃO
- Contato com as secreções nasofaríngeas de pessoas infectadas. A infecção se produz por disseminação de gotículas ou através de contato direto com os pacientes. - É pouco freqüente a transmissão através do contato indireto com objetos recém contaminados com secreções naso-cutâneas, sangue, urina ou fezes.

18 RUBÉOLA PERÍODO DE INCUBAÇÃO
- 14 a 21 dias, durando em média 17 dias, podendo variar de 12 a 23 dias

19 PERÍODO DE TRANSMISSÃO
RUBÉOLA RUBÉOLA PERÍODO DE TRANSMISSÃO - Aproximadamente de 5 a 7 dias antes do início do exantema e pelo menos de 5 a 7 dias após. - Lactentes com rubéola congênita podem eliminar grandes quantidades de vírus através das secreções faríngeas e urina, por vários meses. Até aos 12 meses de idade, de 2 a 20% dessas crianças ainda permanecem infectantes.

20 RUBÉOLA CONGÊNITA - ABORTO ESPONTÂNEO
- MALFORMAÇÃO CONGÊNITA DE GRANDES ÓRGÃOS E SISTEMAS, ISOLADA OU CONJUNTAMENTE COMO: - SURDEZ - CATARATA - MICROFTALMIA - GLAUCOMA CONGÊNITO - MICROCEFALIA - MENINGOENCEFALITE - RETARDO MENTAL - PERSISTÊNCIA DO DUCTO ARTERIAL - DEFEITOS DO TABIQUE INTERAURICULAR E INTERVENTRICULAR - PÚRPURA - HEPATOESPLENOMEGALIA - ICTERÍCIA - OSTEOPATIA RADIOLÚCIDA

21 RUBÉOLA RUBÉOLA CONGÊNITA CATARATA PÚRPURA

22 RUBÉOLA RUBÉOLA TRATAMENTO - SINTOMÁTICO

23 FIM


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