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FACULDADE DE MEDICINA DE S. J. DO RIO PRETO DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA.

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1 FACULDADE DE MEDICINA DE S. J. DO RIO PRETO DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA FUNFARME/FAMERP

2 INFECÇÃO URINÁRIA E GRAVIDEZ INFECÇÃO URINÁRIA E GRAVIDEZ

3 INFECÇÃO URINÁRIA E GRAVIDEZ INTRODUÇÃO PREVALÊNCIA 2 a 10% BACTERIÚRIA ASSINTOMÁTICA NA GESTAÇÃO MAIOR INCIDÊNCIA: 9 a a 17 a SEMANA DE GESTAÇÃO MAIOR INCIDÊNCIA: 9 a a 17 a SEMANA DE GESTAÇÃO 20 a 40%: INFECÇÃO URINÁRIA 20 a 40%: INFECÇÃO URINÁRIA 1 a 2% DOS CASOS: PIELONEFRITE AGUDA (3 o TRIMESTRE GESTAÇÃO) 1 a 2% DOS CASOS: PIELONEFRITE AGUDA (3 o TRIMESTRE GESTAÇÃO) REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

4 INFECÇÃO URINÁRIA E GRAVIDEZ AGENTE ETIOLÓGICO - Mais freqüente Escherichia coli - Gardnerella vaginallis (10 a 15% dos casos) Papel patogênico questionável - Gardnerella vaginallis (10 a 15% dos casos) Papel patogênico questionável Escherichia coli Gardnerella vaginallis REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

5 INFECÇÃO TRATO URINÁRIO INFECÇÃO URINÁRIA E GRAVIDEZ FISIOPATOLOGIA ALTERAÇÕES SISTEMA URINÁRIO NA GESTAÇÃO ALTERAÇÕES SISTEMA URINÁRIO NA GESTAÇÃO

6 INFECÇÃO URINÁRIA E GRAVIDEZ FISIOPATOLOGIA ALTERAÇÕES DO SISTEMA URINÁRIO NA GESTAÇÃO FISIOPATOLOGIA ALTERAÇÕES DO SISTEMA URINÁRIO NA GESTAÇÃO ALTERAÇÕES ANATÔMICAS ALTERAÇÕES FUNCIONAIS FATORES HORMONAIS PROGESTERONA / PROSTAGLANDINAS: tônus e peristaltismo ureteral e vesical ESTASE URINÁRIA PROGESTERONA / PROSTAGLANDINAS: tônus e peristaltismo ureteral e vesical ESTASE URINÁRIA FATORES MECÂNICOS DEXTROVERSÃO UTERINA: dilatação do plexo vascular ovariano HIDROURETER E HIDRONEFROSE ELEVAÇÃO DA BEXIGA - ÚTERO GRAVÍDICO: REFLUXO URETERAL DEXTROVERSÃO UTERINA: dilatação do plexo vascular ovariano HIDROURETER E HIDRONEFROSE ELEVAÇÃO DA BEXIGA - ÚTERO GRAVÍDICO: REFLUXO URETERAL Fluxo plasmático renal (450 ml/min-700 ml/min) 16 a 40 semanas de gestação Filtração glomerular (30 a 40%) 12 a semana de gestação Fluxo plasmático renal (450 ml/min-700 ml/min) 16 a 40 semanas de gestação Filtração glomerular (30 a 40%) 12 a semana de gestação AUMENTO REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

7 INFECÇÃO URINÁRIA E GRAVIDEZ FISIOPATOLOGIA ALTERAÇÕES DO SISTEMA URINÁRIO NA GESTAÇÃO FISIOPATOLOGIA ALTERAÇÕES DO SISTEMA URINÁRIO NA GESTAÇÃO DEPURAÇÃO RENAL: - Uréia / Creatinina - Uratos - Glicose (Glicosúria Fisiológica) - Aminoácidos - Vitaminas - SRAA: Retenção de Sódio DEPURAÇÃO RENAL: - Uréia / Creatinina - Uratos - Glicose (Glicosúria Fisiológica) - Aminoácidos - Vitaminas - SRAA: Retenção de Sódio INFECÇÃO URINÁRIA ALTERAÇÕES ANATÔMICAS E FUNCIONAIS FLUXO PLASMÁTICO + FILTRAÇÃO GLOMERULAR FLUXO PLASMÁTICO + FILTRAÇÃO GLOMERULAR DIMINUIÇÃO: - Uréia e creatinina sérica - Reabsorção tubular de uratos DIMINUIÇÃO: - Uréia e creatinina sérica - Reabsorção tubular de uratos REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

8 INFECÇÃO URINÁRIA E GRAVIDEZ QUADRO CLÍNICO INFECÇÕES SINTOMÁTICAS - Dor região costo-lombar e/ou hipogástrica - Hipertermia - TGI náuseas, vômitos, obstrução intestinal e diarréia - Sistêmicos taquipnéia, adinamia, calafrio, cefaléia, icterícia, choque séptico - Sistêmicos taquipnéia, adinamia, calafrio, cefaléia, icterícia, choque séptico REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

9 INFECÇÃO URINÁRIA E GRAVIDEZ COMPLICAÇÕES FETAIS - TRABALHO DE PARTO PREMATURO - AMNIORREXE PREMATURA - RETARDO DE CRESCIMENTO INTRA-UTERINO REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

10 INFECÇÃO URINÁRIA E GRAVIDEZ COMPLICAÇÕES FETAIS INFECÇÃO SISTEMA UROGENITAL BACTÉRIAS (E. coli) BACTÉRIAS (E. coli) PROSTAGLANDINAS CONTRAÇÕES Direta: - Fosfolipase A 2 e C Direta: - Fosfolipase A 2 e C REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000 AMNIORREXE PREMATURA AMNIORREXE PREMATURA TRABALHO DE PARTO PREMATURO TRABALHO DE PARTO PREMATURO

11 INFECÇÃO URINÁRIA E GRAVIDEZ DIAGNÓSTICO - QUADRO CLÍNICO - EXAMES COMPLEMENTARES: URINA TIPO I E UROCULTURA REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

12 INFECÇÃO URINÁRIA E GRAVIDEZ PROFILAXIA ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL URINA TIPO I E UROCULTURA: TRIMESTRAIS OU INTERVALO MENOR: QUEIXAS DA GESTANTE URINA TIPO I E UROCULTURA: TRIMESTRAIS OU INTERVALO MENOR: QUEIXAS DA GESTANTE TRIAGEM DA BACTERIÚRIA ASSINTOMÁTICA CUIDADOS ESPECIAIS: - História de infecção urinária de repetição - Anomalias do aparelho urinário - Diabéticas - Amniorrexe - Parto prematuro - Imunodeprimidas CUIDADOS ESPECIAIS: - História de infecção urinária de repetição - Anomalias do aparelho urinário - Diabéticas - Amniorrexe - Parto prematuro - Imunodeprimidas REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

13 INFECÇÃO URINÁRIA E GRAVIDEZ TRATAMENTO CASOS INDIVIDUALIZADOS RISCO & BENEFÍCIO

14 INFECÇÃO URINÁRIA E GRAVIDEZ TRATAMENTO - Preferência tratamento por um período mínimo de 10 dias Curta duração ineficácia de 30 a 40% - Forçar ingesta hídrica - Tratamento eficaz estado geral materno e bem estar fetal - Número de internações por questões sócio-econômicas - QUADROS GRAVES MEDICAÇÃO VIA PARENTERAL REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

15 INFECÇÃO URINÁRIA E GRAVIDEZ TRATAMENTO - Cultura e Teste de Sensibilidade aos Antimicrobianos Selecionar o antibiótico de maior benefício e menor toxicidade - Exames laboratoriais função renal - Iniciar medicação que possa ser utilizada, após resultado da Cultura e TSA, ver necessidade ou não de troca - Iniciar medicação que possa ser utilizada, após resultado da Cultura e TSA, ver necessidade ou não de troca REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

16 INFECÇÃO URINÁRIA E GRAVIDEZ TRATAMENTO APÓS TRATAMENTO: URINA I UROCULTURA APÓS TRATAMENTO: URINA I UROCULTURA NEGATIVOS POSITIVOS TRIMESTRAL (até o término da gestação) APÓS O PARTO: nefrologia para pesquisar a causa TRIMESTRAL (até o término da gestação) APÓS O PARTO: nefrologia para pesquisar a causa - PACIENTE NÃO ADERIU AO TRATAMENTO - ITU SUPERIOR, CÁLCULOS E ANOMALIAS ESTRUTURAIS - NOVO TRATAMENTO (TSA) - PACIENTE NÃO ADERIU AO TRATAMENTO - ITU SUPERIOR, CÁLCULOS E ANOMALIAS ESTRUTURAIS - NOVO TRATAMENTO (TSA) - ACOMPANHAMENTO: - PRÉ-NATAL URINA I E UROCULTURA MENSAIS - PÓS-PARTO 3 A 6 MESES (NEFROLOGIA) - ACOMPANHAMENTO: - PRÉ-NATAL URINA I E UROCULTURA MENSAIS - PÓS-PARTO 3 A 6 MESES (NEFROLOGIA) REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

17 - CEFALOTINA (4g/EV/dia) / Cefalexina (4g/VO/dia) - ÁCIDO NALIDÍXICO (4g/VO/dia) - ÁCIDO PIPEMÍDICO (800 mg/VO/dia) - NORFLOXACIN (800 mg/VO/dia) - PENICILINAS (Ampicilina - 4g/EV ou VO/DIA) INFECÇÃO URINÁRIA E GRAVIDEZ TRATAMENTO MEDICAÇÕES QUE PODEM SER UTILIZADAS NA GRAVIDEZ REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

18 - ESTREPTOMICINA (neurotoxicidade) - SULFONAMIDAS (Kernicterus) - TETRACICLINAS (alterações óssea e dentária) - CLORANFENICOL (síndrome cinzenta) - NITROFURANTOÍNA (anemia hemolítica) - AMINOGLICOSÍDEOS (surdez) - QUINOLONAS (mais recentes que norfloxacin - poucos estudos) INFECÇÃO URINÁRIA E GRAVIDEZ TRATAMENTO MEDICAÇÕES QUE DEVEM SER EVITADAS NA GRAVIDEZ REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

19 FIM


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