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DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA

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Apresentação em tema: "DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA"— Transcrição da apresentação:

1 DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA
FACULDADE DE MEDICINA DE S. J. DO RIO PRETO DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA FUNFARME/FAMERP

2 TRABALHO DE PARTO

3 PERÍODO PREMUNITÓRIO CARACTERÍSTICAS
TRABALHO DE PARTO PERÍODO PREMUNITÓRIO CARACTERÍSTICAS - Duração  horas a dias - Contrações dolorosas - Aumento da produção de secreções endocervicais - Tampão mucoso - Expansão do segmento inferior - Polo cefálico adapta-se ao estreito superior - Dor lombar - Descida do fundo uterino - Encurtamento da porção vaginal do colo REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

4 PERÍODOS CLÍNICOS DO PARTO
TRABALHO DE PARTO PERÍODOS CLÍNICOS DO PARTO 1o PERÍODO  DILATAÇÃO 2o PERÍODO  EXPULSÃO 3o PERÍODO  SECUNDAMENTO 4o PERÍODO  PÓS-PARTO IMEDIATO REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

5 1o PERÍODO - DILATAÇÃO COLO FECHADO COLO DILATADO TRABALHO DE PARTO
REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

6 1o PERÍODO - DILATAÇÃO TRABALHO DE PARTO
REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

7 1o PERÍODO - DILATAÇÃO CARACTERÍSTICAS
TRABALHO DE PARTO 1o PERÍODO - DILATAÇÃO CARACTERÍSTICAS - DURAÇÃO  8 a 14 horas  PRIMÍPARAS: 8 a 12 HORAS  MULTÍPARAS: 6 a 8 HORAS - CONTRAÇÃO UTERINA  APAGAMENTO e DILATAÇÃO  PRIMÍPARAS: apagamento e depois dilatação  MULTÍPARAS: apagamento e dilatação concomitantes - 3 FASES PRIMÍPARA MULTÍPARA REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

8 CURVA DA CÉRVICO-DILATAÇÃO
TRABALHO DE PARTO TRABALHO DE PARTO 1o PERÍODO - DILATAÇÃO CURVA DA CÉRVICO-DILATAÇÃO (Schwarcz et al., 1996) - O parto se desenvolve mais rapidamente a partir de 4cm de dilatação. - FASE LATENTE: inicial - FASE ATIVA: final - Dilatação cervical 1cm / hora REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

9 1o PERÍODO - DILATAÇÃO FASES
TRABALHO DE PARTO 1o PERÍODO - DILATAÇÃO FASES INICIAL ACELERAÇÃO ASCENÇÃO DURAÇÃO 4 a 8 horas 2 horas 4 horas 2 a 3 20mmHg 10 minutos 3 a 5 30-50mmHg 10 minutos CONTRAÇÃO INDEFINIDA DILATAÇÃO 0-2 cm 2-4 cm 5-10 cm REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

10 1o PERÍODO - DILATAÇÃO OCORRÊNCIAS
TRABALHO DE PARTO 1o PERÍODO - DILATAÇÃO OCORRÊNCIAS - AMNIORREXE - PERDAS SANGÜÍNEAS - SÍNDROME DOLOROSA REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

11 2o PERÍODO - EXPULSÃO CARACTERÍSTICAS
TRABALHO DE PARTO 2o PERÍODO - EXPULSÃO CARACTERÍSTICAS - PROGRESSÃO DO FETO PELO CANAL DE PARTO - DURAÇÃO  até 30 minutos - SÍNDROME DOLOROSA:  Região vagino-perineal  Prensa abdominal - 6 FASES REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

12 2o PERÍODO - EXPULSÃO FASES
TRABALHO DE PARTO 2o PERÍODO - EXPULSÃO FASES - 1a FASE ....ACOMODAÇÃO - 2a FASE ....INSINUAÇÃO - 3a FASE ....ROTAÇÃO INTERNA DO 1o SEGMENTO - 4a FASE ....DESPRENDIMENTO DO 1o SEGMENTO - 5a FASE ....ROTAÇÃO EXTERNA DO 1o SEGMENTO ROTAÇÃO INTERNA DO 2o SEGMENTO - 6a FASE ....DESPRENDIMENTO DO 2o SEGMENTO REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

13 2o PERÍODO - EXPULSÃO OCORRÊNCIA
TRABALHO DE PARTO 2o PERÍODO - EXPULSÃO OCORRÊNCIA - LACERAÇÃO DO TRAJETO (sangramento) REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

14 3o PERÍODO - SECUNDAMENTO
TRABALHO DE PARTO 3o PERÍODO - SECUNDAMENTO CARACTERÍSTICAS - DURAÇÃO  5 a 30 minutos - PERDA SANGÜÍNEA  300 a 500 ml - 3 FASES REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

15 3o PERÍODO - SECUNDAMENTO
TRABALHO DE PARTO 3o PERÍODO - SECUNDAMENTO FASES - 1a FASE DESCOLAMENTO  Contração/Retração  Mecanismos - BAUDELOCQUE SCHULTZE (75%) - BAUDELOCQUE DUNCAN (25%) - 2a FASE DESCIDA  Contração/Força da gravidade  Segmento inferior  Vagina - 3a FASE EXPULSÃO  “Puxos vaginais” REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

16 3o PERÍODO - SECUNDAMENTO
TRABALHO DE PARTO 3o PERÍODO - SECUNDAMENTO OCORRÊNCIAS - ACRETIZAÇÃO PLACENTÁRIA - RETENÇÃO DE FRAGMENTOS PLACENTÁRIOS - RETENÇÃO PLACENTÁRIA - INVERSÃO UTERINA AGUDA REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

17 4o PERÍODO - PÓS-PARTO IMEDIATO
TRABALHO DE PARTO 4o PERÍODO - PÓS-PARTO IMEDIATO CARACTERÍSTICAS - DURAÇÃO  1 hora - FENÔMENOS TOCOHEMORRÁGICOS - 4 FASES REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

18 4o PERÍODO - PÓS-PARTO IMEDIATO
TRABALHO DE PARTO 4o PERÍODO - PÓS-PARTO IMEDIATO FASES - 1a FASE MIOHEMOSTASIA  Ligaduras vivas de Pinard - 2a FASE TROMBOTAMPONAMENTO  Trombos no sítio placentário  Coágulos no interior da cavidade uterina - 3a FASE INDIFERENÇA MIOUTERINA  Contração/Relaxamento - 4a FASE TETANIA  Contrações uterinas fixas REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

19 4o PERÍODO - PÓS-PARTO IMEDIATO
TRABALHO DE PARTO 4o PERÍODO - PÓS-PARTO IMEDIATO OCORRÊNCIAS - ATONIA UTERINA (sangramento) REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

20 TRABALHO DE PARTO DIAGNÓSTICO
- 2 a 3 contrações/10 minutos/40 a 60 mmHg - A paciente refere dor na região lombar, com irradiação para a região anterior do abdome, com predominância no fundo uterino - CONTRAÇÕES UTERINAS: - Primípara  qualquer dilatação - Multípara  > 2 cm - DILATAÇÃO CERVICAL: ELIMINAÇÃO DO TAMPÃO MUCOSO: Não é sinal fidedígno, pode preceder o parto em horas ou dias REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

21 CURVA DA CÉRVICO-DILATAÇÃO
TRABALHO DE PARTO CURVA DA CÉRVICO-DILATAÇÃO (Schwarcz et al., 1996) - O parto se desenvolve mais rapidamente a partir de 4cm de dilatação. - FASE LATENTE: inicial - FASE ATIVA: final - Dilatação cervical 1cm / hora MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000

22 NA AUSÊNCIA DE GESTAÇÃO DE ALTO RISCO
TRABALHO DE PARTO CONDUTA NA AUSÊNCIA DE GESTAÇÃO DE ALTO RISCO - CONDUTA EXPECTANTE - INTERNAÇÃO REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

23 CONDUTA EXPECTANTE FASE LATENTE
TRABALHO DE PARTO CONDUTA EXPECTANTE FASE LATENTE - O ideal é que a parturiente seja acompanhada ambulatorialmente - Em muitas mulheres, esta fase pode ser superior a 20 horas, e os ocitócitos devem ser evitados pelo  risco de incidência de cesárea (colo desfavorável) - INTERNAÇÃO: colo apagado e dilatação > 4cm REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

24 CONDUTA EXPECTANTE FASE LATENTE
TRABALHO DE PARTO CONDUTA EXPECTANTE FASE LATENTE - SINAIS DE ALERTA - RETORNAR AO HOSPITAL: - Perda de líquido - Sangramento uterino - Contrações eficientes a cada 5 minutos -  Movimentos fetais REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

25 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO DE DILATAÇÃO
TRABALHO DE PARTO INTERNAÇÃO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO DE DILATAÇÃO - COLO APAGADO E DILATAÇÃO > 4 cm - Aspectos psicológicos da parturiente - Presença do familiar: trabalho de parto / parto / pós-parto até a alta - Higiene corporal - Vestuário apropriado - Dieta livre - Enteroclisma: até 4 cm de dilatação REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

26 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO DE DILATAÇÃO
TRABALHO DE PARTO INTERNAÇÃO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO DE DILATAÇÃO - Punção venosa: indução / patologias - Deambular: - Até a realização da amniotomia - Após amniotomia risco de prolapso - Reflexo de Fergusson - Tricotomia da região pubiana (?) - CONTROLES: contração / BCF / dilatação - Amniotomia - Analgesia REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

27 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO DE DILATAÇÃO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO DE DILATAÇÃO PARTOGRAMA - A ABERTURA DO PARTOGRAMA: DILATAÇÃO > 4cm MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000

28 LINHA DE ALERTA E LINHA DE AÇÃO
TRABALHO DE PARTO PARTOGRAMA LINHA DE ALERTA E LINHA DE AÇÃO (Philpott & Castle, 1996) - LINHA DE ALERTA: identificar as pacientes com parto de risco RISCO: QUANDO A DILATAÇÃO CERVICAL ULTRAPASSA A LINHA DE ALERTA - LINHA DE AÇÃO: paralelamente à linha de alerta, 4 horas após PARTOGRAMA NOME RG De Lee Hodge 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 I II III IV D I L A T Ç Ã O LINHA DE ALERTA - AM -3 -2 -1 +1 +2 +3 +4 VULVA LINHA DE AÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000 TEMPO (HORAS)

29 PARTOGRAMA          Inicia o partograma na fase ativa
NOME: RG: De Lee Hodge PARTOGRAMA 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 D I L A T Ç Ã O D I L A T Ç Ã O - AM -3 -2 -1 +1 +2 +3 +4 VULVA I II III IV  Inicia o partograma na fase ativa do trabalho de parto: 2 a 3 c/10 min e dilatação cervical mínima de 3 cm.  DÚVIDA: aguardar 1 hora e realizar novo toque: velocidade de dilataçào de 1cm/hora em 2 toques sucessivos, confirma a fase ativa do T de parto, descida da apresentação.  Deambular / Bola / Amniotomia / Analgesia / Ocitocina Dia início/ H real 19 20 21 22 23 24 01 02 H. registro 1 2 3 4 5 6 7 8 180 160 140 120 100 80 FCF (bat/ min) 1-19 s x C O N T 20-39 s  40 s Bolsa OBSERVAÇÕES LA Ocitocina Med Fluídos Anestesia Examin

30 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO DE DILATAÇÃO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO DE DILATAÇÃO CONTRAÇÕES - HORA EM HORA - Quantidade e Intensidade de contrações / 10 minutos REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

31 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO DE DILATAÇÃO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO DE DILATAÇÃO AUSCULTA DO BCF - Hora/Hora; 15/15 minutos; 5/5 minutos  Antes / Durante / Após a contração  Presença ou ausência: - Acelerações transitórias - Desacelerações SONAR DOPPLER ESTETOSCÓPIO DE PINARD MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000 REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

32 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO DE DILATAÇÃO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO DE DILATAÇÃO TOQUE VAGINAL - Apresentação / Altura / Variedade de posição / Progressão - COLO APAGADO  2/2 horas - PRÓXIMO DO PERÍODO EXPULSIVO  hora/hora - PERÍODO EXPULSIVO  5 a 10 minutos REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

33 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO DE DILATAÇÃO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO DE DILATAÇÃO AMNIOTOMIA - Acelera o trabalho de parto (prostaglandinas) - Aspecto do líqüido amniótico (cor/odor/grumos) - COR/GRUMOS:  Grumoso  feto de termo  Límpido  prematuro  Esverdeado  mecônio  Sanguinolento  descolamento de placenta  Achocolatado  morte fetal - ODOR:  Normal  igual esperma, água de lavadeira  Fétido  infecção amniótica REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

34 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO DE DILATAÇÃO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO DE DILATAÇÃO AMNIOTOMIA - QUANDO REALIZAR: dilatação > 6cm e plano II de Hodge - TÉCNICA: - Amniótomo - Final contração - Cabeça insinuada (evitar prolapso) - Dedo permanece próximo ao orifício da rotura (evitar escoamento rápido) REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

35 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO DE DILATAÇÃO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO DE DILATAÇÃO ANALGESIA - Peridural contínua (cateter) - Qualquer dilatação - Quando a paciente solicitar REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

36 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO - ENCAMINHAR A PACIENTE À SALA DE PARTO:  Primípara  dilatação total e bolsa amniótica rota  Multípara  dilatação de 8 cm e bolsa íntegra - POSIÇÃO DE PARIR:  Horizontal  pernas fletidas sobre as coxas e estas sobre o abdome e adbução dos joelhos. Proclive de 45 graus na mesa  Vertical  parto de cócoras - Esvaziamento espontâneo do conteúdo vaginal - Assepsia + antisepsia REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

37 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO EPISIOTOMIA - QUANDO REALIZAR:  Distensão do Períneo (cabeça “coroando”) - ANESTESIA:  Nervo pudendo interno e ramos (clitoriano, labial, perineal, hemorroidário inferior)  Seringa com 20 ml de xilocayna sem vasoconstritor. Agulha de 10 a 15 cm de comprimento e calibre 7 REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

38 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO EPISIOTOMIA - TIPOS  TRANSVERSA: músculo bulbo-vestibular  LATERAL: glândula de Bartholin  MÉDIO-LATERAL: - M. bulbo cavernoso - M. transv. sup. do períneo e - Fibras do elevador do ânus  MEDIANA: esfíncter anal externo REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

39 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO EPISIOTOMIA REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

40 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO EPISIORRAFIA REZENDE, 1998 * FIOS ABSORVÍVEIS

41 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO EPISIORRAFIA

42 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO EPISIORRAFIA

43 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO PROTEÇÃO DO PERÍNEO - OBJETIVO:  Evitar a deflexão brusca para que não ocorra: - Rotura perineal e / ou - Prolongamento da episiotomia REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

44 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO AUXILIAR O DESPRENDIMENTO DO POLO CEFÁLICO - Manobra de Kristeller - Fórceps de alívio - Vácuo extrator

45 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO ASPIRAÇÃO DO RECÉM-NASCIDO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO ASPIRAÇÃO DO RECÉM-NASCIDO

46 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO AUXILIAR O DESPRENDIMENTO DO 2o SEGMENTO ROTAÇÃO EXTERNA DO 1O SEGMENTO E INTERNA DO 2O DESPRENDIMENTO DO POLO CEFÁLICO

47 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO AUXILIAR O DESPRENDIMENTO DO 2o SEGMENTO ROTAÇÃO EXTERNA DO 1O SEGMENTO E INTERNA DO 2O

48 ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PERÍODO EXPULSIVO AUXILIAR O DESPRENDIMENTO DO 2o SEGMENTO LIBERAÇÃO DO OMBRO POSTERIOR LIBERAÇÃO DO OMBRO ANTERIOR

49 ASSISTÊNCIA AO SECUNDAMENTO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO SECUNDAMENTO - DURAÇÃO  5 a 15 minutos - NÃO TRACIONAR O CORDÃO

50 ASSISTÊNCIA AO SECUNDAMENTO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO SECUNDAMENTO MANOBRAS PESCADOR DE FABRE / STRASSMANN

51 ASSISTÊNCIA AO SECUNDAMENTO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO SECUNDAMENTO MANOBRAS CREDÉ / HARVEY

52 ASSISTÊNCIA AO SECUNDAMENTO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO SECUNDAMENTO MANOBRAS JACOB-DUBLIN

53 ASSISTÊNCIA AO SECUNDAMENTO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO SECUNDAMENTO MANOBRAS JACOB-DUBLIN

54 ASSISTÊNCIA AO SECUNDAMENTO INTEGRIDADE PLACENTÁRIA
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO SECUNDAMENTO INTEGRIDADE PLACENTÁRIA FACE FETAL FACE MATERNA COTILÉDONES E MEMBRANAS

55 ASSISTÊNCIA AO SECUNDAMENTO INTEGRIDADE PLACENTÁRIA
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO SECUNDAMENTO INTEGRIDADE PLACENTÁRIA PROVA DE KÜSTNER / PROVA DE FRANKEN

56 ASSISTÊNCIA AO PÓS-PARTO IMEDIATO
TRABALHO DE PARTO ASSISTÊNCIA AO PÓS-PARTO IMEDIATO - Maior incidência de hemorragia - Episiorrofia (ou no 3o período) - Controles:  Sinais vitais  Sangramento uterino  Hematoma de episiotomia - Antibioticoterapia profilática: parto cesáreo REZENDE, 1998; FEBRASGO, 2000; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000; NEME, 2000

57 FIM


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