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República das Oligarquias. 2º Reinado Duração: 1840-1889 Relativa estabilidade política graças ao desenvolvimento do café. Inicio da crise 1870- 1880.

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1 República das Oligarquias

2 2º Reinado Duração: Relativa estabilidade política graças ao desenvolvimento do café. Inicio da crise (questão escravista)

3 Questão escravista Quatro séculos de trabalho escravo. Brasil é ultimo país da América Latina a acabar com a escravidão. Aristocracia temia uma queda na produção agrícola e optou por uma abolição lenta e gradual.

4 Legislação escravista 1850 – Lei Eusébio de Queiroz – extinção do tráfico negreiro – Lei do ventre livre – Lei dos sexagenários.

5 Campanha abolicionista Associações, clubes, voltavam-se contra a escravidão fazendo propaganda e levantando fundos para comprar cartas de alforria. Fugas tornavam-se cada vez mais frequentes. Muitas fazendas já haviam introduzido a mão de obra imigrante.

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7 Abolição – Golpe na monarquia. Os abolicionistas estavam insatisfeitos com a monarquia por manter a escravidão durante tanto tempo. Os fazendeiros sentiram-se traídos, pois o governo acabou com a escravidão sem indenizar os proprietários. Além disso viram no fim da monarquia uma oportunidade para assumir o poder.

8 Proclamação da República Durante o 2º reinado, o exército ocupou uma posição marginalizada. Situação que se altera com a vitória na guerra do Paraguai. Proclamação da República foi uma ação isolada do exército e uma grande surpresa para a maioria da população.

9 República - Características gerais A República brasileira nasce controlada pelo exército, mas logo o poder se transfere para as mãos das oligarquias (elites rurais, principalmente os cafeicultores paulistas). Camadas populares, setores médios e urbanos são excluídos da tomada de decisões. Muitas revoltas, tanto no campo como na cidade.

10 Governo de Marechal Deodoro ( ) Consolidação da República, nasce os Estados Unidos do Brasil. Constituição de 1891: Mais autonomia para os estados, Institui três poderes:executivo, legislativo e judiciário. Presidente, governador, deputados e senadores seriam eleitos pelo voto direto e não secreto. Não podiam votar, menores de 21, mulheres, mendigos e analfabetos. A igreja se torna independente do Estado.

11 Crise - Encilhamento Crise econômica e financeira – Ministro da Fazenda: Rui Barbosa. Autorização sem fiscalização de empréstimo de dinheiro federal para empresários interessados em industrializar o país. Descontrole financeiro: inflação, falências e aumento do custo de vida.

12 Floriano Peixoto ( ) Era vice e assume o poder após a renúncia de Deodoro. Medidas: empréstimos à indústria, protecionismo alfandegário, medidas a favor das classes sociais mais pobres (diminuição do preço dos aluguéis e de produtos alimentícios). Enfrentou forte oposição das oligarquias rurais e dos banqueiros estrangeiros. Conflitos: Revolução Federalista (caudilhos, RS) e Revolta da Armada (marinha, RJ).

13 Como foi a transferência da República dos militares para os civis? Os problemas sociais continuavam. Antônio Conselheiro – pregações no nordeste. Restabelecer a ordem.

14 Prudente de Morais ( ) Candidato dos cafeicultores paulistas. Abandona o modelo político exercido por Floriano e passa a privilegiar a agricultura e as relações com os grupos financeiros internacionais. Conflito: Guerra de Canudos.

15 A República das Oligarquias Constituição promulgada-democrática República presidencialista e federativa – o fato de ser uma federação deu autonomia aos estados beneficiando os grandes latifundiários. 20 estados autônomos. Mandato de 4 anos – presidente. Voto era para: homens, maiores de 21 anos e alfabetizados. 1. OLIGARQUIAS – governo de minorias. SP/MG

16 Campos Sales ( ) Representante típico dos ideais políticos das oligarquias. Institui a política dos governadores que juntamente com o coronelismo, perpetuam a república do café com leite (isto é, alternância do PRP e do PRM no poder).

17 Política dos Governadores Política dos governadores: acordo entre os governadores estaduais e o governo central. Os governadores concederiam apoio total ao governo federal e este, em troca, não permitiria que candidatos que não fossem apoiados pelos governadores se elegessem deputados estaduais. Desta forma, foi impedida a eleição de membros de partidos da oposição. Comissão verificadora de poderes:tinha a tarefa de investigar possíveis fraudes eleitorais e de declarar quais deputados haviam vencido as eleições. Assim, julgaria justa apenas a eleição de candidatos que o governo apoiava; os outros nunca obtinham vitória. Desta forma, a fraude eleitoral era cometida pela própria comissão.

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19 Coronelismo Na República, o direito de votar foi concedido a uma grande parte da população. Os coronéis ameaçavam e utilizam violência para forçar o povo a votar da forma em que eles desejavam.O voto não era secreto e, sendo assim, os chefes políticos locais formavam os currais eleitorais, no qual controlavam as eleições para o benefício das oligarquias estaduais. Esse tipo de votação, na qual o eleitor era obrigado a votar no candidato do coronel local, ficou conhecida como voto de cabresto. Além de consolidar seu poder nos municípios, os coronéis recebiam favores das oligarquias por conseguirem estes votos.

20 Refúgio da população Em % da população era rural. Viviam na miséria. Eram explorados. No nordeste a situação era caótica. Migrações. Como acreditar em mudanças perante essa situação? Buscaram o cangaço ou a religião. Força das armas ou da fé.

21 O Cangaço Banditismo Social ou Cangaço (NE 1890 – 1940): Bandos armados que percorriam o interior nordestino sobrevivendo de delitos. Principais bandos: Lampião e Antonio Sivino. Causas: miséria crônica da população nordestina, seca, má distribuição de terras, descaso do Estado e dos coronéis para com os mais pobres, violência. Mito do Robin Hood. Os cangaceiros foram perseguidos pela polícia volante e exterminados um a um. Eram os únicos que despertavam medo nos coronéis, justamente por não terem perspectiva de melhorar sua condição e portanto não precisar temer o desrespeito das leis vigentes.

22 Lampião

23 Guerra de Canudos Líder: Antônio Conselheiro 1893: Formação do arraial de Belo Monte as margens do rio Vaza Barris, no norte da Bahia. Causas: desigualdade social, distribuição injusta das terras, pobreza, seca.

24 Canudos

25 Guerra de Canudos Comunidade forma um Estado paralelo a República, abandonando as fazendas, deixando de pagar o dízimo e os impostos republicanos. Governo republicano + Coronéis + Igreja unem-se contra Canudos. Campanha de difamação contra Canudos atinge os principais jornais da capital, associando Canudos ao retorno da monarquia. Após 4 expedições militares, Canudos é massacrada. Fonte bibliográfica freqüentemente citada: Os Sertões – Euclides da Cunha.

26 Guerra do Contestado (SC/PR 1912 – 1916): Líder: José Maria Causas: exploração de camponeses, concessão de terras e benefícios para empresas inglesas e americanas que provocaram a expulsão e marginalização de pequenos camponeses. Origem do nome: região contestada entre os estados de Santa Catarina e Paraná. Assim como Canudos, os participantes foram violentamente massacrados.

27 Região do Contestado

28 Aumento da população Aumento populacional devido à chegada dos imigrantes. Inicialmente italianos, espanhóis e portugueses. Em seguida sírios e libaneses e depois japoneses. Muitos imigrantes que se dirigiam aos cafezais ficaram descontentes com as condições de trabalho e foram para as cidades buscar novas oportunidades.

29 Crescimento das cidades As cidades se modernizavam. Foram construídas grandes avenidas, automóveis e bondes elétricos circulavam nas ruas. Cortiços – moradias precárias sem condições de higiene, em ambientes favoráveis à proliferação de epidemias. Reforma urbana - A população mais pobre era empurrada para áreas menos valorizadas, como os cortiços.

30 Cortiço - Aluísio de Azevedo Daí a pouco, em volta da bicas era um zunzum crescente; uma aglomeração tumultuosa de machos e fêmeas. Uns, após outros, lavavam a cara, incomodamente, debaixo do fio de água que escorria da altura de uns cinco palmos. O chão inundava-se(...). As portas das latrinas não descansavam, era um abrir e fechar de cada instante, um entrar e sair sem tréguas. Não se demoravam lá dentro e vinham ainda amarrando as calças ou as saias; as crianças não se davam ao trabalho de lá ir, despachavam-se ali mesmo...

31 Grandes cidades

32 Revolta da Vacina

33 Revolta da Vacina Projeto de modernização do RJ (Presidente Rodrigues Alves). Destruição de cortiços e favelas, ampliação das avenidas, construção de novos prédios inspirando-se em Paris. Expulsão de comunidades pobres das regiões centrais, inflação, alta do custo de vida. Vacinação obrigatória contra a varíola (Oswaldo Cruz) desencadeia conflito. Durante o conflito, um grupo de partidários radicais do Mal. Floriano Peixoto, denominados jacobinos florianistas tenta tomar o poder, não obtendo resultados satisfatórios.

34 Revolta da Chibata Revolta dos Marinheiros ou Revolta da Chibata (RJ 1910): João Cândido (líder), posteriormente apelidado de Almirante Negro.

35 Revolta da Chibata Causas: maus tratos, baixos soldos, péssima alimentação e castigos corporais (como a chibata, por exemplo) dentro da marinha. Marinheiros tomam 2 navios e ameaçam bombardear o Rio caso continuassem os castigos na marinha. Governo promete atender as reivindicações e solicita que marinheiros se entregassem. Envolvidos foram presos e mortos. João Cândido sobrevive mas é expulso da marinha. Castigos corporais na marinha são abolidos.


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