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ANÁLISE LITERÁRIA NAVIO NEGREIRO AMISTAD. O FILME TÍTULO: AMISTAD DIREÇÃO: STEVEN SPIELBERG PRODUÇÃO: EUA ANO DE PRODUÇÃO: 1997 GÊNERO: DRAMA.

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1 ANÁLISE LITERÁRIA NAVIO NEGREIRO AMISTAD

2 O FILME TÍTULO: AMISTAD DIREÇÃO: STEVEN SPIELBERG PRODUÇÃO: EUA ANO DE PRODUÇÃO: 1997 GÊNERO: DRAMA

3 ENREDO Costa de Cuba, Dezenas de escravos negros se libertam das correntes e assumem o comando do navio negreiro La Amistad. Eles sonham retornar para a África, mas desconhecem navegação e se vêem obrigados a confiar em dois tripulantes sobreviventes, que os enganam e fazem com que, após dois meses, sejam capturados por um navio americano, quando desordenadamente navegaram até a costa de Connecticut. Os africanos são inicialmente julgados pelo assassinato da tripulação, mas o caso toma vulto e o presidente americano Martin Van Buren, que sonha ser reeleito, tenta a condenação dos escravos, pois agradaria aos estados do sul e também fortaleceria os laços com a Espanha, pois a jovem Rainha Isabella II alega que tanto os escravos quanto o navio são seus e devem ser devolvidos. Mas os abolicionistas vencem, e no entanto o governo apela e a causa chega a Suprema Corte Americana. Este quadro faz o ex-presidente John Quincy Adams, um abolicionista não-assumido, sair da sua aposentadoria voluntária, para defender os africanos. Costa de Cuba, Dezenas de escravos negros se libertam das correntes e assumem o comando do navio negreiro La Amistad. Eles sonham retornar para a África, mas desconhecem navegação e se vêem obrigados a confiar em dois tripulantes sobreviventes, que os enganam e fazem com que, após dois meses, sejam capturados por um navio americano, quando desordenadamente navegaram até a costa de Connecticut. Os africanos são inicialmente julgados pelo assassinato da tripulação, mas o caso toma vulto e o presidente americano Martin Van Buren, que sonha ser reeleito, tenta a condenação dos escravos, pois agradaria aos estados do sul e também fortaleceria os laços com a Espanha, pois a jovem Rainha Isabella II alega que tanto os escravos quanto o navio são seus e devem ser devolvidos. Mas os abolicionistas vencem, e no entanto o governo apela e a causa chega a Suprema Corte Americana. Este quadro faz o ex-presidente John Quincy Adams, um abolicionista não-assumido, sair da sua aposentadoria voluntária, para defender os africanos.

4 PERSONAGENS Cinqué Cinqué Theodore Joadson Theodore Joadson Roger Baldwin Roger Baldwin John Quincy Adams John Quincy Adams Martin Van Buren Martin Van Buren Rainha Isabella Rainha Isabella

5 ESCRAVIDÃO A escravidão (escravismo, escravagismo e escravatura) é a prática social em que um ser humano assume direitos de propriedade sobre outro designado por escravo, ao qual é imposta tal condição por meio da força. Em algumas sociedades desde os tempos mais remotos os escravos eram legalmente definidos como uma mercadoria. A escravidão (escravismo, escravagismo e escravatura) é a prática social em que um ser humano assume direitos de propriedade sobre outro designado por escravo, ao qual é imposta tal condição por meio da força. Em algumas sociedades desde os tempos mais remotos os escravos eram legalmente definidos como uma mercadoria. Com o surgimento do ideal liberal e da ciência econômica na Europa, a escravatura passou a ser considerada pouco produtiva e moralmente incorreta. Em 1850, no Brasil, pela Lei Eusébio de Queirós, passou-se a punir os traficantes de escravos, de modo a que nenhum escravo mais entrasse no país; em 1871 foi sancionada a Lei do Ventre Livre que declarava livre os filhos de escravos nascidos a partir daquele ano, e em 1885 a Lei dos sexagenários, que concedia liberdade aos maiores de 60 anos. Em 1888, quando a escravidão foi abolida no Brasil,pela Lei Áurea, ele era o único país ocidental que ainda mantinha a escravidão legalizada. Com o surgimento do ideal liberal e da ciência econômica na Europa, a escravatura passou a ser considerada pouco produtiva e moralmente incorreta. Em 1850, no Brasil, pela Lei Eusébio de Queirós, passou-se a punir os traficantes de escravos, de modo a que nenhum escravo mais entrasse no país; em 1871 foi sancionada a Lei do Ventre Livre que declarava livre os filhos de escravos nascidos a partir daquele ano, e em 1885 a Lei dos sexagenários, que concedia liberdade aos maiores de 60 anos. Em 1888, quando a escravidão foi abolida no Brasil,pela Lei Áurea, ele era o único país ocidental que ainda mantinha a escravidão legalizada.

6 TEMÁTICA Escravidão; Escravidão; Desvalorização do ser humano (objeto); Desvalorização do ser humano (objeto); Preconceito Intolerância; Preconceito Intolerância; Ideais de liberdade (Iluminismo). Ideais de liberdade (Iluminismo).

7 A OBRA TÍTULO: NAVIO NEGREIRO TÍTULO: NAVIO NEGREIRO AUTOR: CASTRO ALVES AUTOR: CASTRO ALVES PUBLICAÇÃO: PUBLICAÇÃO: ESCOLA LITERÁRIA ESCOLA LITERÁRIA

8 O AUTOR Castro Alves fez os primeiros estudos na Bahia. Em 1864, conheceu a atriz Eugênia Câmara, sua amante. É ela quem o estimula na carreira literária. Castro Alves fez os primeiros estudos na Bahia. Em 1864, conheceu a atriz Eugênia Câmara, sua amante. É ela quem o estimula na carreira literária. Em 1868, Castro Alves vem para São Paulo, onde trava conhecimento com José de Alencar e Machado de Assis. Matricula-se na Faculdade de Direito do Largo São Francisco e, juntamente com seus colegas, participa do movimento abolicionista. Em 1868, Castro Alves vem para São Paulo, onde trava conhecimento com José de Alencar e Machado de Assis. Matricula-se na Faculdade de Direito do Largo São Francisco e, juntamente com seus colegas, participa do movimento abolicionista. Em 1870, seu pé esquerdo é amputado, Em 1870, seu pé esquerdo é amputado, em conseqüência de um tiro acidental, numa caçada. Muito fraco e tuberculoso, volta para a Bahia, onde morre com apenas vinte e quatro anos. e quatro anos.

9 IDEIAS ABOLICIONISTAS Castro Alves – o expoente máximo da terceira geração romântica – dá a seus versos um caráter social e revolucionário. É ele um romântico que não segue a linha de seus predecessores, presos às sugestões do passado. O cantor dos escravos volta-se para o futuro. Com um entusiasmo fervoroso, defende a causa dos humildes, dos escravos. Castro Alves é o porta-voz de uma mensagem cristã e humanitária para redenção dos negros. Antes dele nenhum poeta apresentou a paisagem e o homem nacionais na forma poética de modo tão brasileiro. As poesias castroalvinas, pelos seus temas, enquadram o autor numa fase de transição entre o Romantismo e o Realismo. Uma boa parte de sua obra ficou inacabada, em virtude de sua morte prematura. O único livro de versos que publicou foi Espumas Flutuantes, em 1870, em Salvador.

10 SÍNTESE DO POEMA Um dos mais conhecidos poemas da literatura brasileira, O Navio Negreiro – Tragédia no Mar foi concluído pelo poeta em São Paulo, em Quase vinte anos depois, portanto, da promulgação da Lei Eusébio de Queirós, que proibiu o tráfico de escravos, de 4 de setembro de A proibição, no entanto, não vingou de todo, o que levou Castro Alves a se empenhar na denúncia da miséria a que eram submetidos os africanos na cruel travessia oceânica. É preciso lembrar que, em média, menos da metade dos escravos embarcados nos navios negreiros completavam a viagem com vida. Um dos mais conhecidos poemas da literatura brasileira, O Navio Negreiro – Tragédia no Mar foi concluído pelo poeta em São Paulo, em Quase vinte anos depois, portanto, da promulgação da Lei Eusébio de Queirós, que proibiu o tráfico de escravos, de 4 de setembro de A proibição, no entanto, não vingou de todo, o que levou Castro Alves a se empenhar na denúncia da miséria a que eram submetidos os africanos na cruel travessia oceânica. É preciso lembrar que, em média, menos da metade dos escravos embarcados nos navios negreiros completavam a viagem com vida.

11 AS PARTES DO POEMA Composto em seis partes, o poema inicia-se com versos decassílabos que representam a imensidão do mar e seu reflexo na vastidão dos céus: Composto em seis partes, o poema inicia-se com versos decassílabos que representam a imensidão do mar e seu reflexo na vastidão dos céus: 'Stamos em pleno mar... Doudo no espaço Brinca o luar - dourada borboleta; E as vagas após ele correm... cansam Como turba de infantes inquieta. Stamos em pleno mar... Do firmamento Os astros saltam como espumas de ouro... O mar em troca acende as ardentias, - Constelações do líquido tesouro...

12 AS PARTES DO POEMA Na segunda parte do poema, ao seguir o navio misterioso, pedindo emprestadas as asas do albatroz, o eu lírico escuta as canções vindas do mar. Na segunda parte do poema, ao seguir o navio misterioso, pedindo emprestadas as asas do albatroz, o eu lírico escuta as canções vindas do mar. Era um sonho dantesco... o tombadilho Que das luzernas avermelha o brilho. Em sangue a se banhar. Tinir de ferros... estalar de açoite... Legiões de homens negros como a noite, Horrendos a dançar...

13 AS PARTES DO POEMA Ao se aproximar, na terceira parte, o eu lírico se horroriza com a cena infame e vil, descrita na quarta parte do poema: Ao se aproximar, na terceira parte, o eu lírico se horroriza com a cena infame e vil, descrita na quarta parte do poema: Negras mulheres, suspendendo às tetas Magras crianças, cujas bocas pretas Rega o sangue das mães: Outras moças, mas nuas e espantadas, No turbilhão de espectros arrastadas, Em ânsia e mágoa vãs! [...] Presa nos elos de uma só cadeia, A multidão faminta cambaleia, E chora e dança ali! Um de raiva delira, outro enlouquece, Outro, que martírios embrutece, Cantando, geme e ri!

14 CONTEXTO HISTÓRICO 2ª METADE DOSÉCULO XIX: 2ª METADE DOSÉCULO XIX: Revolução Industrial; Revolução Industrial; Ideais republicanos e abolicionistas; Ideais republicanos e abolicionistas; Ascensão da burguesia; Ascensão da burguesia; Fim do tráfico negreiro no Brasil. Fim do tráfico negreiro no Brasil.

15 ESCRAVOS NO BRASIL DO SÉCULO XXI Já faz mais de um século desde que a Princesa Isabel assinou a lei áurea pondo fim a escravidão no Brasil; entretanto, até hoje, em pleno século XXI, o Brasil continua a sofrer a vergonha internacional do desrespeito à dignidade humana com a continuação do trabalho escravo. Já faz mais de um século desde que a Princesa Isabel assinou a lei áurea pondo fim a escravidão no Brasil; entretanto, até hoje, em pleno século XXI, o Brasil continua a sofrer a vergonha internacional do desrespeito à dignidade humana com a continuação do trabalho escravo. Segundo cálculos da Comissão Pastoral da Terra, no Brasil, pessoas, a maioria homens semi-analfabetos, entre 25 e 40 anos de idade, trabalham em condições subumanas, sem acesso a água potável, alojamento, salário e com o cerceamento de outro direito básico: o da liberdade. "Em condições inferiores às dos animais em cativeiro e proibidos de regressarem para a cidade de onde partiram, esses trabalhadores se submetem a jornadas excessivas de trabalho, com os direitos legais desrespeitados e pondo em risco sua segurança e saúde física e mental", (Marinalva Cardoso, auditora fiscal da Delegacia Regional do Trabalho no Rio Grande do Norte). Segundo cálculos da Comissão Pastoral da Terra, no Brasil, pessoas, a maioria homens semi-analfabetos, entre 25 e 40 anos de idade, trabalham em condições subumanas, sem acesso a água potável, alojamento, salário e com o cerceamento de outro direito básico: o da liberdade. "Em condições inferiores às dos animais em cativeiro e proibidos de regressarem para a cidade de onde partiram, esses trabalhadores se submetem a jornadas excessivas de trabalho, com os direitos legais desrespeitados e pondo em risco sua segurança e saúde física e mental", (Marinalva Cardoso, auditora fiscal da Delegacia Regional do Trabalho no Rio Grande do Norte).

16 ROMANTISMO – 3ª GERAÇÃO LITERATURA SOCIAL: LITERATURA SOCIAL: Transição entre Romantismo e Realismo; Transição entre Romantismo e Realismo; Poesia de Libertação (ideais de democracia); Poesia de Libertação (ideais de democracia); Defesa do republicanismo e do abolicionismo; Defesa do republicanismo e do abolicionismo; Defesa de temas sociais (oratória). Defesa de temas sociais (oratória).

17 TEMÁTICA Escravidão (desvalorização do ser humano); Escravidão (desvalorização do ser humano); Exploração em nome da intolerância e do preconceito; Exploração em nome da intolerância e do preconceito; Ideais de liberdade (abolicionismo); Ideais de liberdade (abolicionismo);

18 INTERTEXTUALIDADE Escravidão (ser humano explorando o ser humano); Escravidão (ser humano explorando o ser humano); Ideais de Liberdade (abolicionismo); Ideais de Liberdade (abolicionismo); Desvalorização do ser Humano (objeto); Desvalorização do ser Humano (objeto);


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