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AR 2011 JULGAR II - A PEDAGOGIA DE JESUS E A AÇÃO EVANGELIZADORA DO MCC.

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Apresentação em tema: "AR 2011 JULGAR II - A PEDAGOGIA DE JESUS E A AÇÃO EVANGELIZADORA DO MCC."— Transcrição da apresentação:

1 AR 2011 JULGAR II - A PEDAGOGIA DE JESUS E A AÇÃO EVANGELIZADORA DO MCC.

2 AR 2011 Duas conclusões fundamentais da Assembléia Nacional 2010: Eixo: FORMAÇÃO INTEGRAL (Oferecer formação integral – inteligência, coração, fé e maturidade na fé alinhada com as estratégias de evangelização urbana) Eixo: COMPROMISSO MISSIONÁRIO (Elaborar estratégias para evangelização urbana a partir da pedagogia de Jesus para uma ação transformadora nas cidades).

3 AR 2011 Duas perguntas 1. Porque estudar a Pastoral Urbana numa Assembléia Nacional do MCC? 2. Que corrente pedagógica seguir para tornar mais eficaz para o homem e a mulher de hoje o anúncioda Boa Nova do Reino? Respostas – Iluminações 1. À luz do Documento de Aparecida 2. À luz do tema explanado, estudado e refletido durante a AN 2010

4 AR A Pastoral Urbana no Documento de Aparecida 1.1 O contexto - Capítulo X do DAp (nros ). Na 3ª.Parte, A VIDA DE JESUS CRISTO PARA NOSSOS POVOS.. Aplicação concreta de todo o DAp à realidade... Comunicar a vida de Jesus Cristo aos nossos povos. Aplicação do lema da Conferência de Aparecida: Discípulos missionários de Jesus Cristo para que nEle nossos povos tenham vida. Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida (Jo 14,6).

5 AR O texto A) Situa o cristão de hoje na grande cidade B) Analisa as realidades da Cidade, suas transformações, a convivência entre os diferentes níveis. C) Aborda a presença da Igreja na Cidades ao lembrar que a Igreja em seu início se formou nas grandes cidades de seu tempo e se serviu delas para se propagar.

6 AR 2011 D) Refere-se a novas experiências da Igreja como renovação das paróquias, setorização, novos ministérios, novas associações, grupos, comunidades e movimentos E) Menciona atitudes de medo em relação à pastoral urbana... F) Projeta um olhar de fé sobre as realidades da cidade, descobrindo nela a presença de Deus.

7 AR Algumas PROPOSTAS para uma nova pastoral urbana: Entre elas eis algumas mais importantes para o MCC: a) Responda aos grandes desafios da crescente urbanização. b) Seja capaz de atender às variadas e complexas categorias sociais, econômicas, políticas e culturais: pobres, classe média e elites. c) Desenvolva uma espiritualidade da gratidão, da misericórdia, da solidariedade fraterna, atitudes próprias de quem ama desinteressadamente e sem pedir recompensa

8 AR 2011 d) Abra-se a novas experiências, estilos e linguagens que possam encarnar o Evangelho na cidade. f) Aposte mais intensamente na experiência de comunidades ambientais, integradas em nível supra-paroquial e diocesano. h) Difunda a Palavra de Deus, anuncie-a com alegria e ousadia e realize a formação dos leigos de tal modo que possam responder as grandes perguntas e aspirações de hoje e se inseriram nos diferentes ambientes, estruturas e centros de decisão da vida urbana.

9 AR Algumas RECOMENDAÇÕES para uma nova pastoral urbana: Para que os habitantes dos centros urbanos e de suas periferias, cristãos ou não cristãos possam encontrar em Cristo a plenitude de vida, sentimos a urgência de que os agentes de pastoral, enquanto discípulos e missionários se esforcem em desenvolver: a) Um estilo pastoral adequado à realidade urbana com atenção especial a linguagem, às estruturas e práticas pastorais assim como aos horários. b) Um plano de pastoral orgânico e articulado.

10 AR 2011 d) Um processo de iniciação cristã e de formação permanente que retroalimente a fé dos discípulos do Senhor integrando o conhecimento, o sentimento e o comportamento; f) Uma atenção especializada aos leigos em suas diferentes categorias: profissionais, empresariais e trabalhadores; h) Estratégias para chegar aos lugares fechados das cidades como grandes aglomerados de casas, condomínios, prédios residenciais ou nas favelas;

11 AR 2011 i) Uma presença profética que saiba levantar a voz em relação a questões de valores e princípios do Reino de Deus, ainda que contradiga todas as opiniões, provoque ataques e se fique só no anúncio... j) Uma maior presença nos centros de decisão da cidade, tanto nas estruturas administrativas como nas organizações comunitárias, profissionais e de todo tipo de associação para velar pelo bem comum e promover os valores do Reino;

12 AR 2011 k) A formação e acompanhamento de leigos e leigas que, influindo nos centros de opinião, organizem-se entre si e possam ser assessores para toda a ação social; l) Uma pastoral que leve em consideração a beleza no anúncio da Palavra e nas diversas iniciativas, ajudando a descobrir a plena beleza que é Deus; n) Uma descentralização dos serviços eclesiais de modo que sejam muito mais os agentes de pastoral que se integrem a esta missão, levando em consideração as categorias profissionais;

13 AR O MCC e a Pastoral Urbana 2.1. Descobrir os compromissos pastorais do MCC com as propostas e recomendações do DAp. já citadas acima ad litteram Atentos para a definição do MCC, enfatizando o seu carisma e sublinhando sua ação evangelizadora nos níveis pessoal e eclesial: O Movimento de Cursilhos é um movimento de Igreja que, mediante um método próprio, possibilita a vivência do fundamental cristão, ajudando a descobrir e a realizar a vocação pessoal, respeitando-a, visando a criar núcleos de cristãos que fermentem de Evangelho os ambientes.

14 AR 2011 Tripla dimensão do carisma:. pessoal (conversão, vivência do fundamental cristão). eclesial-evangelizadora (fermentar de Evangelho os ambientes).. carisma missionário –que deve adaptar-se às realidades eclesiais e pastorais, tendo olhos abertos para ver os sinais dos tempos pelos quais Deus fala hoje, aqui e agora.

15 AR O MCC e a prática da Pedagogia de Jesus na sua ação evangelizadora A Escola dos discípulos missionários: A ESCOLA DE JESUS METOLOGIA DA ESCOLA: Seguir a PEDAGOGIA DE JESUS.

16 AR 2011 Itinerário da pedagogia de Jesus com um ponto de partida e outros sete passos Ponto de partida - vai direto à missão de Jesus: Completou-se o tempo, e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede na Boa-Nova (Mc 1,15).

17 AR 2011 No Pré-cursilho: seleção dos candidatos mais sensíveis à mensagem No Cursilho: que mudem sua mentalidade e que possam criar uma mentalidade de mudança: conversão sincera e radical No Pós-cursilho: trabalhar a formação integral... acompanhamento na volta à Casa do Pai... fermentação evangélica dos ambientes

18 AR 2011 Os sete passos da pedagogia de Jesus ( Mc 1, ) 1º passo - Congregar as pessoas: Jesus convida Simão e André, Tiago e João para segui-lo e tornarem-se pescadores de homens (Mc 1,16-20). Formar grupo, criar comunidade, reunir pessoas: sem reunião de pessoas, sem comunidade não há como contribuir para que a Boa Notícia se torne realidade nesta nossa cultura egoísta e individualista. Assim, o MCC deve levar em conta o Dap: Aposte mais Intensamente na experiência de comunidades ambientais, integradas em nível supra-paroquial e diocesano.

19 AR 2011 Questionamento: como deveríamos trabalhar efetivamente para o surgimento de pequenas comunidades de fé nos ambientes, concretizando o carisma do MCC,ou sequer acreditamos nelas?

20 AR º passo - Despertar a consciência: Jesus ensinava como quem tem autoridade e não como escribas e fariseus que não viviam o que falavam, a cobertando a realidade (Mc 1,27). Jesus desvela a sociedade, ajuda as pessoas a compreender o que acontecia, inclusive criticando fariseus, escribas e sacerdotes. Só seguimos quem julgamos que tenha autoridade. Educação é lugar aonde a gente faz o outro pensar como as autoridades querem. Quem não tem autoridade não educa. A pedagogia de Jesus nos ensina o TESTEMUNHO DE VIDA. O MCC é um movimento evangelizador querigmático –vivencial

21 AR 2011 Questionamento: Que atitudes deveríamos adotar para sermos – cursilhistas, GEN, GERs e GEDs. – testemunhas comprometidas do Reino de Deus e da mensagem de Jesus de forma a ensinarmos como quem tem autoridade, não como os escribas? (Mc 1, 22.27).

22 AR º passo - Expulsar o mal: Segue a lógica do texto (Mc 1, 21-26) mostrando Jesus que expulsa o mal, o pecado. Jesus sabe que o mal só sai de quem toma consciência do que é o mal e que o mal que está em nós é muito difícil de ser tirado... Além disso, expulsar o mal de si mesmo nada mais é do que a conversão pessoal que deve levar à conversão de toda a comunidade...

23 AR 2011 Questionamento: que iniciativas deveríamos tomar em nosso pós-cursilho, isto é, em nossas escolas vivenciais, em nossas ultréias, em nossas reuniões de grupos, em nossas pequenas comunidades de fé para se transformarem em lugares de perseverança na conversão de todos os participantes? No que se refere à pastoral urbana que contribuição efetiva deveria dar o MCC no sentido de colaborarpara a conversão de uma pastoral de conservação para uma pastoral decididamente missionária?

24 AR º passo - Restaurar e salvar a vida do povo para o serviço Jesus primeiro dá a vida, alivia o sofrimento... A pessoa curada trabalha, então, para salvar a vida do povo.... Não basta, quer durante o Cursilho ou no pós-cursilho, ser solícito com a cura das pessoas do mal e do pecado. É necessário despertar a consciência dos cursilhistas para o serviço de transformação da Cidade onde Deus em sua morada (Salmo 46, 5-6).

25 AR 2011 Questionamento: sem apelar para o assistencialismo (obras meramenteassistenciais, etc.) de que forma o MCC poderia estar mais engajado na luta pela justiça no trabalho pela conscientização dos cidadãos quanto ao bem comum na Cidade?

26 AR º passo - Permanecer unido ao Pai: a pedagogia de Jesus está firmemente motivada, alimentada e iluminada pela oração de união ao Pai

27 AR 2011 Questionamento: a presença dos cristãos na Cidade, na missão evangelizadora da nossa sociedade, hoje tão contraditória e cheia de desafios, exige o alimento indispensável da oração. Quais iniciativas o MCC poderia e deveria tomar para incentivar a oração e união com Deus, favorecendo, assim, o silêncio exterior e interior visando a uma maior eficácia da ação evangelizadora?

28 AR º passo - Manter a consciência da missão: faz parte da pedagogia de Jesus manter esta Consciência lembrando que, para isso, escolhe os Doze (Mc 1, 14-19) para dar continuidade à missão de anúncio do Reino... Necessidade de desacomodar-se; Não contentar-se com o já feito; Partir para usar outros caminhos; Não ter medo do novo!

29 AR 2011 Questionamento: para manter viva a consciência de sua missão específica, isto é a de fermentar de evangelho os ambientes, sobretudo os da Cidade, que ultrapassadas estruturas deveria o MCC romper, em comunhão com o Plano de Pastoral da Diocese, estruturas que já não favoreçam a transmissão da fé? DAp 365

30 AR º passo - Libertar e reintegrar os marginalizados: Lembrar a estrutura social do tempo de Jesus: leprosos estavam fora da cidade, ignorados nas divisões sociais; a massa era dominada pelos fariseus, doutores da Lei e chefes do povo. A pedagogia de Jesus que a todos acolhe com carinho: perdoa com misericórdia... promete o Reino aos pecadores ensinando que missão não termina até que o último leproso seja reinserido.... Jesus não pega o leproso no colo e leva ao sacerdote, mas determina que ele vá; não o trata como coitadinho, resgatando, assim, sua dignidade. Muitos trabalhos hoje na Igreja ainda tratam as pessoas como coitados.

31 AR 2011 Questionamento: O MCC de sua Diocese como Movimento e os cursilhistas individualmente, que medidas poderiam tomar que pudessem ajudar outras organizações da Igreja para inserção de tantos excluídos nos caminhos da dignidade humana e no resgate dos seus direitos fundamentais?

32 AR 2011 Questionamento final para os grupos: Levando em conta que o VER é como que uma FOTO da realidade; que o AGIR é o COMPROMISSO (e não, apenas, boas intenções para outros executarem...) para concretizar um sonho e que o JULGAR é como que SONHAR com o ideal, pergunta-se aos grupos:

33 AR 2011 Que iniciativas concretas deveriam os GERs. E GEDs. tomar para por em prática no MCC (pré-cur e pós) a PEDAGOGIA DE JESUS na AÇÃO EVANGELIZADORA própria do seu carisma?


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