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HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA

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Apresentação em tema: "HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA"— Transcrição da apresentação:

1 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
Material de Apoio: Revistas Especializadas: “Proteção” e “CIPA”; “Sites” recomendados pelo professor e matérias de jornais e revistas. Livro “Segurança do Trabalho & Gestão Ambiental, de Antônio Nunes Barbosa Filho - Editora Atlas - 1ª edição 2007; Livro “Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes”, de Benedito Cardella - Editora Atlas Livro “Segurança e Medicina do Trabalho” – Edição 63; Editora Atlas. Livro “Prevenção e Controle de Risco em Máquinas, Equipamentos e Instalações”, de José C.Tavares – Edição 1ª - Editora SENAC. Conjunto de “slides” do professor e vídeos disponíveis na biblioteca, utilizados para o desdobramento da disciplina. DEPARTAMENTO DE PRODUCAO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANCA DO TRABALHO

2 INTRODUÇÃO - MÓDULO 1 - HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
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3 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
Modelo Sistêmico de Empresa: A empresa deve ser compreendida como um sistema, onde seus recursos inter-relacionados, atuam entre si e com outros sistemas visando, como objetivo, cumprir uma tarefa (gerar produtos e/ou serviços), dentro de um determinado ambiente, no menor espaço de tempo possível. A dimensão das expectativas dos clientes baseia-se em: Qualidade: satisfação assegurada; Disponibilidade: lugar certo e hora certo; Preço: compatível com o valor agregado; Confiabilidade: menor probabilidade de falhas; Segurança : melhor controle dos riscos. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

4 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
Modelo Sistêmico de Empresa: RECURSOS MATERIAIS RECURSOS FINANCEIROS RECURSOS HUMANOS RECURSOS DO M.A.T. PERDAS M.P &/ OU INSUMOS PRODUTOS & SERVIÇOS SISTEMA DE PROCESSOS SGSST SGQ RS SGA SGQ - Sistema de Gestão da Qualidade RS - Responsabilidade Social SGA - Sistema de Gestão Ambiental SGSST - Sistema de Gestão de Saúde e Segurança do Trabalho DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

5 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
Modelo Sistêmico de Empresa: Recursos Humanos (RH – pessoas): 1.1 – Alta administração: diretores, gerentes, acionistas, entre outros; 1.2 – Trabalhadores: nível superior, nível médio, mão-de-obra própria, mão-de-obra temporária, entre outros; 1.3 – Terceirizados: prestadores de serviço contratados e sub-contratados . 2. Recursos Materiais (RM – operações): 2.1 – Maquinário (prensas, furadeiras, tornos, veículos industriais etc); 2.2 – Equipamentos (painéis elétricos, fornos, dispositivos, andaimes etc. ); 2.3 – Ferramental (ferramentas manuais e elétricas, matrizes etc); 2.4 – Matérias-primas (minérios, areia, grãos, ácidos, papel, ferro etc); 2.5 – Insumos (água, energia elétrica, vapor, gás, óleo, etc.); 2.6 – Instalações (sala dos compressores, subestações, centrais de gás etc.) DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

6 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
Modelo Sistêmico de Empresa: 3. Recursos Financeiros (RF ) –verbas para investimentos em: 3.1 – Aquisição de novos projetos; 3.2 – Manutenção preventiva; 3.3 – Projetos de melhoria contínua; 3.4 – Desenvolvimento e pesquisa de novas alternativas e tecnologia; 3.5 – Desenvolvimento do pessoal. 4. Recursos que compõem o Meio Ambiente do Trabalho: 4.1 – Agentes físicos: calor, frio, ruído, vibrações, radiações (ionizantes e não ionizantes), umidade, pressões anormais; 4.2 – Agentes químicos: gases, vapores, poeiras, névoas, neblinas, fumos; 4.3 – Agentes biológicos: vírus, bactérias, fungos, bacilos. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

7 NEGÓCIO HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
Expectativas da Empresa: PRODUTIVIDADE NEGÓCIO RENTABILIDADE (Confiabilidade) LUCRATIVIDADE RESULTADOS SUSTENTABILIDADE DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

8 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
A Constituição Federal da República: Art. 7º: São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem a melhoria de sua condição social: XXII – Redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança. XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa. Art. 129º - São funções institucionais do Ministério Público, na forma da Lei: I – Promover, privativamente, a ação penal pública na forma da Lei; III – Promover o inquérito civil e ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos; VIII – Requisitar diligências investigatórias e a instauração de inquérito policial, indicando os fundamentos jurídicos de manifestações processuais. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

9 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
RELAÇÃO CAUSA - EFEITO: CAUSA FATO EFEITO ACIDENTE PERDAS / DANOS FALHAS INCIDENTE TAXA DE FALHAS TAXA DE FREQÜÊNCIA TAXA DE GRAVIDADE DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

10 CONCEITOS FUNDAMENTAIS - MÓDULO 2 -
HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA CONCEITOS FUNDAMENTAIS - MÓDULO 2 - DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

11 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO: E a ciência e a arte que tem por objetivo, identificar e eliminar os perigos, bem como reconhecer, avaliar e estabelecer controles sobre os riscos inerentes aos processos de trabalho, a fim de garantir: a integridade física, psíquica e a saúde do trabalhador; que as atividades da empresa não sofram paralisações não programadas. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

12 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
O UNIVERSO DA ENGENHARIA DE SEGURANÇA: E.S.T P.C.I LOGÍSTICA HIGIENE INDUDSTRIAL G.R e C.P ERGONOMIA DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

13 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
HIGIENE INDUSTRIAL: É a ciência que trata do reconhecimento, avaliação, controle e auditoria dos agentes ambientais agressivos, passíveis de levar o trabalhador a adquirir doença profissional ou do trabalho. Fundamenta-se na aplicação de meios e medidas no meio ambiente do trabalho visando o controle, na fonte ou na trajetória de propagação dos riscos com maior potencialidade de causar perdas ou danos aos recursos envolvidos no processo. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

14 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
É a ciência que trata do reconhecimento, avaliação, controle e auditoria dos agentes operacionais agressivos, existentes nas condições e nos ambientes de trabalho, passíveis de afetar a integridade física e a saúde do trabalhador. Fundamenta-se na adoção de meios e medidas na concepção de equipamentos, ferramental, maquinário, postos de trabalho, etc. adequando-os ao trabalhador, para propiciar-lhe maior conforto, segurança e eficiência em suas atividades. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

15 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
LOGÍSTICA SOB A ÓTICA DA E.S.T: É a ciência e a arte que busca reconhecer, avaliar, controlar e auditar a movimentação de materiais nas etapas de Administração de Materiais (recebimento e estocagem), Produção (processamento: transformação e análise) e Distribuição da Produção (embalagem, rotulagem, armazenagem e remessa), dentro de um espaço bi ou tridimensional disponível, com vistas à proteção dos recursos de produção envolvidos (recursos humanos, materiais, ambientais e financeiros). DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

16 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
PERIGO: Conceitua-se perigo como sendo, o estado ou condição de trabalho que esteja fora de controle, caracterizando situação de grave e iminente risco. Nos atuais estudos dos sistemas de gestão, qualifica-se o perigo, como sendo o estado “intolerável de um sistema, que detém potencial certo para a ocorrência de perdas ou danos”. Trata-se, portanto, de uma “condição crítica”, que jamais poderá ser aceita ou admitida pelo engenheiro em sua área de trabalho, cuja falha gerará danos aos recursos operacionais envolvidos, com conseqüentes ações na Justiça Comum e/ou junto ao CREA. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

17 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
RISCO: Conceitua-se risco, do ponto de vista da Engenharia de Segurança do Trabalho, como sendo o estado ou condição de trabalho, ao qual estejam expostas pessoas ou os demais recursos do sistema com probabilidade de sofrerem perdas ou danos, com certo potencial de gravidade. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

18 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
RISCOS AMBIENTAIS: São aqueles, cujos agentes ambientais físicos, químicos e biológicos presentes nos ambientes de trabalho, têm potencial de causar danos à saúde do trabalhador. RISCOS DO TRABALHO: São os agentes ergonômicos e de acidentes, decorrentes das condições operacionais em que se desenvolve uma determinada atividade e tarefas correlatas, com potencial de causar danos à integridade física e/ou à saúde do trabalhador. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

19 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA7
CLASSIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS RISCOS OPERACIONAIS EM GRUPOS DE ACORDO COM SUA NATUREZA E PADRÃO DE CORES: GRUPO 1 (VERDE) GRUPO 2 (VERMELHO) GRUPO 3 (MARROM) GRUPO 4 (AMARELO) GRUPO 5 (AZUL) Riscos Físicos Riscos Químicos Riscos Biológicos Riscos Ergonômicos Riscos de Acidentes Ruídos Poeiras Vírus Esforço físico Arranjo físico inadequado Vibrações Fumos Bactérias Elevação de peso Falta de proteção Radiações ionizantes Névoas Protozoários Postura inadequada Ferramentas inadequadas Radiações não ionizantes Neblinas Fungos Controle rígido de produtividade Iluminação inadequada Pressões anormais Gases Parasitas Imposição de ritmos excessivos Armazenamento inadequado Frio Vapores Bacilos Repetitividade Eletricidade Calor Produtos Químicos Jornada prolongada Animais peçonhentos Umidade Outras situações DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

20 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
EXEMPLOS DE TIPOS DE ATIVIDADE POR TIPO DE RISCOS: ATIVIDADE Risco Físico Risco Químico Risco Biológico Ergonômico de Acidentes Usinagem Ruído Óleo de corte Levantamento de peso Fagulhas Prensagem xxxx Repetitividade Cortes e perfurações Caldeiraria Ruído e calor Fumos e gases tóxicos Choque, queimadura Jateamento com areia Poeira Postura inadequada Projeções de partículas Galvanoplastia Névoa e vapor ácidos Ritmo excessivo, trabalho em pé Quedas Pintura Solventes Postura incorreta, trabalho em pé Ferramentas portáteis Ruído e vibração Repetitividade, postura incorreta Cortes, batida contra e perfurações Tornearia Óleo solúvel Postura incorreta Fagulhas e cortes Alto-forno Radiação não ionizante e calor Gases, fumo poeiras Queimaduras DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

21 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
ESTIMATIVA DO NÍVEL DO RISCO: A- PROBABILIDADE (P): 1 – Pouco provável; 2 – Provável; 3 – Extremamente provável. B- GRAVIDADE (G): 1 – Pouco prejudicial (ou grave); 2 – Prejudicial (ou grave); 3 – Extremamente prejudicial (ou grave). Caracterização do risco: P1 com G1 = Risco Trivial; P1 com G2 ou P2 com G1 = Risco Tolerável; P1 com G3 ou P2 com G2 ou P3 com G1 = Risco Moderado; P2 com G3 ou P3 com G2 = Risco Substancial; P3 com G3 = Risco Intolerável. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

22 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
ESTABELECIMENTO DE MEIOS E MEDIDAS DE CONTROLE: NÍVEL DE RISCO TRIVIAL TOLERÁVEL MODERADO SUBSTANCIAL INTOLERÁVEL NÍVEL DE AÇÃO Não é requerida nenhuma ação; É requerido monitoramento da ação tomada; Adotar novas ações para reduzir o risco; Não iniciar o trabalho, até a redução do risco; Se não for reduzido o risco, o trabalho será proibido. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

23 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
Sintomas da ocorrência de um evento: Curva de vida ou “curva da banheira” TAXA DE FALHA Falhas prematuras Falhas casuais Falhas por desgaste Taxa de falha constante TEMPO Período de depuração Período de vida útil Período de desgaste DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

24 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
MODOS DE FALHA EM EQUIPAMENTOS OU SISTEMAS: FALHAS PREMATURAS (ou processo): Decorrem logo após o início do uso / operação do componente (período de depuração), devido a: anormalidade de fabricação; projeto defeituoso; montagem pobre / frágil; especificação abaixo do padrão, entre outros. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

25 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
MODOS DE FALHA EM EQUIPAMENTOS OU SISTEMAS: FALHAS CASUAIS (ou aleatórias): Decorrem do encontro de duas ou mais “não conformidades”, durante a vida útil ou operação regular do componente, em intervalos de tempo irregulares (coincidência de fatores), como por exemplo: dimensionamento pobre + sobrecarga; umidade + fio desencapado; buraco na pista + pneu careca + alta velocidade; telha quebrada + forno de fusão ligado + escotilha aberta + dia chuvoso; carro andando + dia quente + janela aberta + abelha + lombada na pista. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

26 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
MODOS DE FALHA EM EQUIPAMENTOS OU SISTEMAS: FALHAS POR DESGASTE (por envelhecimento): Decorrem da utilização do componente acima do período de vida útil ocorrendo, por exemplo, perdas importantes de propriedades físicas ou químicas, tais como: elasticidade; fluidez; aderência; atrito; volatilidade; vibração, entre outros. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

27 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
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28 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
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29 ACIDENTE DO TRABALHO, DOENÇA E INCIDENTE - MÓDULO 3 -
HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA ACIDENTE DO TRABALHO, DOENÇA E INCIDENTE - MÓDULO 3 - DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

30 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONCEITO LEGAL DE ACIDENTE DO TRABALHO: (Lei nº de 24 de Julho de art. 19): “ACIDENTE DO TRABALHO é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa (...), provocando lesão corporal ou perturbação funcional, que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho”. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

31 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
EXTENSÃO DO CONCEITO LEGAL DE ACIDENTE DO TRABALHO: Equiparam-se ao acidente do trabalho, as seguintes situações: a) O acidente ligado ao trabalho que, embora não seja a causa única, tenha contribuído diretamente, para morte, redução ou perda, ou ainda produzido lesão, que exija atenção médica, para a recuperação do segurado. b) Doença (profissional e do trabalho) proveniente de contaminação acidental do empregado, no exercício do trabalho: DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

32 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
EXTENSÃO DO CONCEITO LEGAL DE ACIDENTE DO TRABALHO: a) Doença Profissional: é aquela produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho, peculiar a determinada atividade e que conste de relação elaborada pelo Ministério do Trabalho. b) Doença do Trabalho: é aquela adquirida ou desencadeada, em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente, constante da relação elaborada pelo Ministério do Trabalho. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

33 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
EXTENSÃO DO CONCEITO LEGAL DE ACIDENTE DO TRABALHO: C) O acidente sofrido pelo segurado no local e no horário de trabalho, em conseqüência de: Ato de agressão, sabotagem ou terrorismo... Ofensa física intencional... Ato de imprudência, de negligência ou de imperícia... Ato de pessoa privada da razão; Desabamento, inundação, incêndio e outros casos fortuitos.. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

34 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
EXTENSÃO DO CONCEITO LEGAL DE ACIDENTE DO TRABALHO: D) O acidente sofrido pelo segurado ainda que fora do local e horário de trabalho: Na execução de ordem ou na realização de serviço sob a autoridade da empresa; Na prestação espontânea de qualquer serviço à empresa para evitar-lhe prejuízo ou proporcionar-lhe proveito; Em viagem, a serviço da empresa, inclusive para estudo quando financiado por esta, dentro de seus planos para melhor capacitação da mão-de-obra, independentemente do meio de locomoção utilizado... No percurso da residência para o local de trabalho, ou deste para aquela, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive veículo de propriedade do segurado. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

35 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
EXEMPLOS DE DOENÇAS DO TRABALHO: Silicose: doença em trabalhadores expostos a poeiras inaláveis, provenientes da sílica. Saturnismo: doença em trabalhadores expostos a vapores de chumbo. Leucopenia: doença em trabalhadores expostos a vapores de solventes orgânicos voláteis Catarata: doença em trabalhadores expostos a raios ultra violeta e infravermelho. Surdez: doença em trabalhadores expostos a condições de ruído excessivo. Tendinite: doença em trabalhadores expostos a movimentos repetitivos de membros do corpo. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

36 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONCEITO PREVENCIONISTA DE ACIDENTE DO TRABALHO: “ACIDENTE DO TRABALHO é toda ocorrência não programada, que interfira ou interrompa o andamento normal do processo de trabalho, do qual possa resultar danos físicos e/ou funcionais ou a morte do trabalhador e/ ou danos materiais e econômicos à empresa”. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

37 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
INCIDENTE CRÍTICO: Estudo realizado por: Insurance Company of North America 1 Acidente com lesão grave (incapacitante). Acidentes com lesões leves. 10 Acidentes com danos à propriedade. 30 600 Acidentes sem lesão ou danos visíveis (incidentes críticos). Estudo realizado por Frank E. Bird Jr. (Instituto Internacional de Controle de Perdas), com uma amostra de acidentes, registrados por 297 empresas e trabalhadores. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

38 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
INCIDENTE CRÍTICO: “INCIDENTE CRÍTICO, quase acidente ou simplesmente INCIDENTE é toda e qualquer ocorrência não programada que, sob circunstâncias um pouco diferentes, poderia resultar em danos físicos ou na morte do trabalhador e/ou em danos materiais ou econômicos à empresa”. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

39 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
INCIDENTE CRÍTICO: Estatisticamente, os incidentes ocorrem inúmeras vezes, antes da ocorrência de um acidente. Então suas causas devem ser conhecidas, analisadas, investigadas e eliminadas, a partir da análise das prováveis falhas, para se evitar que o acidente ocorra. Uma das técnicas mais valiosas, para tanto, chama-se FMEA – “Failure Mode and Effects Analysis” , ou seja, “Análise dos Modos de Falhas e Efeitos”. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

40 INSALUBRIDADE & PERICULOSIDADE - MÓDULO 4 -
HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA INSALUBRIDADE & PERICULOSIDADE - MÓDULO 4 - DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

41 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
INSALUBRIDADE (Art. 189 da CLT): “Serão consideradas atividades ou operações insalubres aquelas que, por sua natureza, condições ou métodos de trabalho, exponham os empregados à agentes nocivos à saúde, acima dos limites de tolerância fixados, em razão da natureza e da intensidade do agente e do tempo de exposição aos seus efeitos”. AGENTES AMBIENTAIS NOCIVOS À SAÚDE (Riscos): físicos: temperaturas extremas (calor e frio), ruído, vibração, radiações (ionizantes e não ionizantes), umidade e pressões anormais( hipo e hiperbárica); químicos: gases, vapores, poeiras, névoas,neblinas, fumos etc; biológicos: vírus, bactérias, fungos, bacilos etc. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

42 A insalubridade é, portanto, a qualidade de um ambiente insalubre.
HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA INSALUBRIDADE: A palavra insalubre significa, tudo aquilo que origina doença, ou seja, não saudável. A insalubridade é, portanto, a qualidade de um ambiente insalubre. O oposto é a salubridade: condição saudável que deve qualificar toda e qualquer atividade ou operação . DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

43 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
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44 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
A determinação do grau de insalubridade é definida pela NR-15 da Regulamentação do MTb., através da Portaria nº 3214/78, conforme: Anexo Atividades ou operações que exponham o trabalhador a: Percentual 1 Níveis de ruído contínuo ou intermitente, superiores aos limites de tolerância fixados no quadro constante do anexo nº 1 e no item 6 do mesmo anexo. 20 2 Níveis de ruído de impacto, superiores aos limites de tolerância fixados nos itens 2 e 3 do anexo nº 2. 3 Exposição ao calor, com valores de IBUTG superiores aos limites de tolerância fixados nos quadros nº 1 e 2. 5 Níveis de radiações ionizantes, com radioatividade superior aos limites de tolerância fixados neste anexo. 40 6 Trabalhos sob condições hiperbáricas. 7 Radiações não ionizantes, consideradas insalubres em decorrência de inspeção realizada no local de trabalho. 8 Vibrações consideradas insalubres, em decorrência de inspeção realizada no local de trabalho. 9 Frio considerado insalubre, em decorrência de inspeção realizada no local de trabalho. 10 Umidade considerada insalubre, em decorrência de inspeção realizada no local de trabalho. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

45 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
A determinação do grau de insalubridade é definida pela NR-15 da Regulamentação do MTb., através da Portaria nº 3214/78, conforme: Anexo Atividades ou operações que exponham o trabalhador a: Percentual 11 Agentes químicos, cujas concentrações sejam superiores aos imites de tolerância fixados no quadro nº 1. 10, 20 e 40 12 Poeiras minerais, cujas concentrações sejam superiores aos limites de tolerância fixados neste anexo. 20 13 Atividades ou operações, envolvendo agentes químicos considerados insalubres, em decorrência de inspeção realizada no local de trabalho. 14 Agentes biológicos. 20 e 40 DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

46 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
PERICULOSIDADE ( Art. 193 da CLT): “São consideradas atividades ou operações perigosas,(...) aquelas que por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem o contato permanente com inflamáveis ou explosivos, em condições de risco acentuado”. Novos enquadramentos: A Lei 7.369/85, regulamentada pelo Decreto 93412/86, confere o direito ao adicional de periculosidade, às atividades que mantenham contato com a energia elétrica. A Portaria 518/2003 adota, como anexo da NR-16, o quadro de “Atividades e Operações Perigosas, com Radiações Ionizantes ou Substâncias Radioativas”, aprovado pela Comissão Nacional de Energia Nuclear-CNEN. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

47 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
PERICULOSIDADE (Art. 193 da CLT): Para que haja periculosidade, é necessário que sejam atendidas as seguintes condições básicas para sustentar, tecnicamente, o direito ao adicional de 30%. 1ª Condição: Caracterização de condições de risco acentuado ou equipamentos e instalações em situação de risco acentuado. “...São equipamentos ou instalações em situação de risco acentuado, aqueles cujo contato físico ou exposição aos efeitos do agente, possam resultar em incapacitação, invalidez permanente ou morte...”. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

48 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
2ª Condição: Não neutralização ou eliminação do risco acentuado ou da situação de risco acentuado. 3ª Condição: Caracterização da permanência constante na área de risco acentuado ou contato permanente com agentes perigosos. Obs.: 1) Nas operações com eletricidade, o ingresso habitual e intermitente na área de risco, também gera direito ao adicional de periculosidade. 2) O ingresso ou a permanência eventual na área de risco, não gera direito ao adicional de periculosidade. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

49 CAUSAS E CONSEQÜÊNCIAS DOS ACIDENTES DO TRABALHO - MÓDULO 5 -
HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA CAUSAS E CONSEQÜÊNCIAS DOS ACIDENTES DO TRABALHO - MÓDULO 5 - DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

50 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CAUSAS DO ACIDENTE DO TRABALHO A ocorrência dos acidentes do trabalho, se deve à falta e/ou à falha na identificação e na atribuição de meios e medidas de controle, sobre as condições existentes nos processos e no ambiente de trabalho. Deve-se entender como meios de controle as ações e projetos de engenharia, que devem ser estabelecidos para eliminar ou atenuar a probabilidade de ocorrência do evento. Deve-se entender como medidas de controle a atribuição de normas, procedimentos, treinamentos, sinalizações, instruções e a proteção individual (EPI), para minimizar a probabilidade de ocorrência do evento. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

51 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CAUSAS DO ACIDENTE DO TRABALHO O acidente do trabalho deve sempre ser analisado e investigado, quanto à sua origem, pois o principal objetivo é o de não permitir ou mesmo minimizar a probabilidade de uma ocorrência similar. Utilizam-se ferramentas da qualidade, para que a análise e investigação ocorra, na busca da identificação da causa raiz ou causa fundamental do evento ocorrido: Diagrama de Ishikawa ou Espinha de Peixe; Análise de Árvore de Falhas – FTA; Análise dos Modos de Falhas e Efeitos – FMEA; HAZOP; 5W - 2H, dentre outras técnicas. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

52 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
MEIOS DE CONTROLE Exemplos: Adequação na concepção de Projetos; Revisão de Projetos; Projetos de Proteções Coletivas: enclausuramento, sistema de exaustão, ventilação e renovação do ar, sistema de refrigeração, sistemas eletromecânicos, cortinas de luz, sensores fotoelétricos ou fotocélulas, etc.; Barreiras físicas: grades, portões, etc. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

53 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
MEDIDAS DE CONTROLE Exemplos: Matriz de Indicadores de Desempenho ou Performance; Auditorias e Inspeções de área; Normas, procedimentos e instruções operacionais; Sinalização e Identificação; Educação, Treinamento e Desenvolvimento – ET&D; Proteção Individual. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

54 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
ELEMENTOS PARA IDENTIFICAR CAUSA IMEDIATA OU SINTOMAS DE UM EVENTO (Ferramentas de Análise de Riscos) M1 = Máquina M2 = Mão-de-obra M3 = Matéria prima M4 = Meio ambiente M5 = Método M6 = Medição DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

55 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
Identificação de Causas Imediata e Causas Raiz Ex.: Diagrama de causa-efeito, “espinha de peixe” ou de Ishikawa: MÉTODO ou procedimento MÃO DE OBRA ou pessoas MATERIAL ou matéria prima EFEITO MÁQUINA ou equipamento MEIO AMBIENTE ou condição ambiental MEDIÇÃO ou informação Características da Qualidade (Itens de controle) CAUSAS - Fatores de Qualidade (itens de verificação) DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

56 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
Identificação de Causa Básica ou Causas Raiz Ex.: Diagrama de causa-efeito, “espinha de peixe” ou de Ishikawa associado ao sistema 5W-2H MÉTODO MÃO DE OBRA MATERIAL Volume Treinamento Corrosão Carreg. TQ Ar Habilitação Metal debilitado Aço Carbono Vazão Dedicação Pressão Injeção Experiência Ar atmosférico PERDAS Equipamentos danificados Pessoa Lesionado / afastado Pureza / umidade Equiptos. vizinhos Propriedades do Ar Umidade relativa Tanque pneumático Pressão de trabalho Vazamento Limpeza Espessura da chapa MÁQ./ EQUIP. MEIO AMBIENTE MEDIÇÃO Características da Qualidade (Itens de controle) CAUSAS - Fatores de Qualidade (itens de verificação) DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

57 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS DO ACIDENTE DO TRABALHO Quando um fato não desejado e não programado, ou seja, um acidente ocorre, conseqüências devem ser analisadas, com o objetivo de evitar a repetição do dano causado à integridade física das pessoas, à propriedade ou ao meio ambiente. Podem envolver: ECONÔMICAS: (Empresa); SOCIAIS: (Sociedade em geral); HUMANAS: (Trabalhador e família); PROFISSIONAIS (Engenheiro). DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

58 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
Conseqüências à Empresa - exemplos: Paralisação da produção: tempo perdido, lucros cessantes; Atraso no cronograma: multas contratuais, custos de seguro; Dano material: perda de produção, retrabalho, reposição de material; Dano pessoal: deslocamento, substituição ou contratação de pessoal; Redução da produtividade: perda de material / pessoal treinado; Dano ambiental: correção do dano; multas; Custo de investigação: mobilização interna / externa; Despesas legais: processos civis, penais e trabalhistas: indenizações; Horas extras: maior custo operacional e menor produtividade; Danos à imagem: perda de confiança, má fama: perda de clientes. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

59 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
Conseqüências à Sociedade - exemplos: Aumento dos dependentes da previdência; Redução da força ativa do país; Aumento da utilização dos serviços comunitários; Redução da arrecadação previdenciária; Aumento de benefícios e serviços (auxílios, aposentadoria, pecúlio); Redução no número de leitos hospitalares; Aumento dos tributos (impostos e taxas); Redução do moral dos trabalhadores; Aumento do custo de matéria-prima, insumos e produtos. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

60 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
Conseqüências ao Trabalhador - exemplos: Danos físicos: dor, invalidez, seqüelas; Danos psicológicos: medo, complexo, traumas; Perda financeira: menor renda: auxílio / aposentadoria / pecúlio; Aumento de despesas: cuidados especiais; Redução de ganho: carreira prejudicada, menores oportunidades; Emprego limitado: criação de sub-emprego p/ complemento salarial; Replanejamento familiar: recuperação do orçamento doméstico; DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

61 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS PROFISSIONAIS Padrões compulsórios de conduta CIDADÃO PROFISSIONAL Responsabilidade do cidadão Responsabilidade do profissional DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

62 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS PROFISSIONAIS Causas e conseqüências das responsabilidades do cidadão Direitos do Cidadão Deveres do Cidadão RESPONSABILIDADES DO CIDADÃO Exercício da cidadania Ações Lícitas Ações Ilícitas Cominações legais DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

63 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS PROFISSIONAIS Causas e conseqüências das responsabilidades profissionais Direitos do Profissional Deveres do Profissional RESPONSABILIDADES DO PROFISSIONAL Profissional Exercício Ações Lícitas Ações Ilícitas Cominações legais DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

64 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS PROFISSIONAIS entrada saída DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

65 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS PROFISSIONAIS Responsabilidade Civil por Acidente do Trabalho: O Artigo 186º do Código Civil, diz que: “Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. O Artigo 927º do Código Civil, diz que: “Aquele que, por ato ilícito (artigos 186° e 187°), causar danos a outrem, fica obrigado a repará-lo”. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

66 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS PROFISSIONAIS Responsabilidade Civil por Acidente do Trabalho: O Artigo 932º, do Código Civil, diz que “ São também responsáveis pela reparação civil: Item III – O empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir ou em razão dele.”; O Artigo 942º do Código Civil, diz que “ Os bens do responsável pela ofensa ou violação do direito de outrem ficam sujeitos à reparação do dano causado; e, se a ofensa tiver mais de um autor, todos responderão solidariamente pela reparação”; DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

67 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS PROFISSIONAIS Responsabilidade Civil por Acidente do Trabalho: O Artigo 948º, do Código Civil, diz que “ No caso de homicídio, a indenização consiste, sem excluir outras reparações: I- no pagamento das despesas com o tratamento da vítima, seu funeral e o luto da família; II- na prestação de alimentos às pessoas a quem o morto os devia, levando-se em conta a duração provável da vida da vítima.”; O Artigo 949º do Código Civil, diz que “ No caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes, até o fim da convalescença, além de algum outro prejuízo, que o ofendido prove haver sofrido”; DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

68 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS PROFISSIONAIS Responsabilidade Civil por Acidente do Trabalho: O Artigo 950º, do Código Civil, diz que “ Se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não ´possa exercer o seu ofício ou profissão, ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas do tratamento e lucros cessantes até ao fim da convalescença, incluirá pensão correspondente à importância do trabalho, para que se inabilitou, ou da depreciação que ele sofreu.”; O Artigo 951º do Código Civil, diz que “ O disposto nos artigos 948, 949 e 950, aplica-se ainda no caso de indenização devida por aquele que, no exercício de atividade profissional, por negligência, imprudência ou imperícia, causar a morte do paciente, agravar-lhe o mal, causar-lhe lesão, ou inabilitá-lo para o trabalho.”; DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

69 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS PROFISSIONAIS Responsabilidade Civil por Acidente do Trabalho: A empresa pode, após o término do processo cível, propor ação de ressarcimento contra o seu empregado, se ficar comprovado ter sido ele o causador do acidente, recebendo deste, tudo o que pagou à vítima. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

70 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS PROFISSIONAIS Responsabilidade Civil por Acidente do Trabalho: Dano Patrimonial Dano Pessoal Ação Cível Indenização Indenização Pagamento Danos Emergentes Lucros Cessantes Prejuízo de terceiros Refazimento Pagamento Pensão DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

71 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS PROFISSIONAIS Responsabilidade Penal por Acidente do Trabalho: O Artigo 15° do Código Penal, diz que considera-se CRIME: DOLOSO: Quando o agente quis o resultado ou assumiu o risco de produzí-lo (ação ou omissão voluntária ou intencional) CULPOSO: Quando o agente deu causa ao resultado por imprudência, negligência ou imperícia (ação ou omissão involuntária ou não intencional). DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

72 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS PROFISSIONAIS Responsabilidade Penal por Acidente do Trabalho: O Artigo 121° do Código Penal, diz que “quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizando em processo criminal, o causador do evento fica sujeito à: Se resulta de morte do trabalhador: § 3º - detenção de 1 a 3 anos; § 4º - aumento de 1/3 da pena, se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.” DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

73 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS PROFISSIONAIS Responsabilidade Penal por Acidente do Trabalho: O Artigo 129º do Código Penal, diz que “se resulta lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: § 6º - detenção de 2 meses a 1 ano; § 7º - aumento de 1/3 da pena, se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.” DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

74 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS PROFISSIONAIS Responsabilidade Penal por Acidente do Trabalho: O Artigo 132º do Código Penal, diz que “expor a vida ou a saúde de outrém a perigo direto ou iminente”: PENA - detenção de 3 meses a 1 ano, se o fato não constitui crime mais grave; DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

75 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS PROFISSIONAIS Responsabilidade Penal por Acidente do Trabalho: PROCESSO CRIMINAL: Quando à responsabilidade criminal pelo acidente do trabalho causado por culpa da empresa ou de seus prepostos, em regra geral, responde por ela muito mais o funcionário do que a própria empresa, porque a responsabilidade criminal é individual, não se transfere nem pode ser assumida pelo patrão, como no caso da responsabilidade civil. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

76 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS PROFISSIONAIS Contravenção Crime Doloso Culposo Imprudência Imperícia Negligência Vontade Assunção de risco Ação Penal Penas Penas Penas Principais Penas Acessórias Penas Principais Penas Acessórias Prisão simples multa Incapacidade profissional temporária Perda dos direitos políticos Reclusão Detenção multa Perda de função pública Interdição de direitos DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

77 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS PROFISSIONAIS Responsabilidade Técnica do Profissional: A ART - Anotação de responsabilidade técnica é um documento idôneo, de fé pública, capaz de comprovar a formação intelectual e experiência do profissional. Ela representa a defesa de direitos autorais sobre projetos ou obras elaborados pelo profissional e, seus termos estabelecem, o exato limite da responsabilidade que o trabalhado implica. No documento vai estar registrado, o que o profissional propôs a desenvolver para o cliente e qual é o grau de responsabilidade, assim como as obrigações contratuais de ambas as partes. A ART é o documento hábil para garantir a remuneração pelos serviços ou obras executados. Ela deve ser preenchida, obrigatoriamente, sempre que houver uma obra ou prestação de quaisquer serviços da área tecnológica. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

78 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS PROFISSIONAIS Responsabilidade Técnica do Profissional: A CAT - Certidão de Acervo Técnico é formada pelo CREA - Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agricultura, com base nas ARTs que o profissional tiver durante sua carreira. A CAT, registra toda a experiência e capacidade técnica acumulada por esse profissional. A certidão é obrigatória desde 1993. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

79 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS PROFISSIONAIS Exercício Profissional Ilegal Exercício Profissional Anti-Ético Infração ao código de ética Escândalo ou crime infame Processo de Infração Profissional Penalidades Penalidades Penalidades Multas Suspensão Temporária Advertência Reservada Censura Pública Cancelamento Definitivo do Registro DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

80 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CONSEQÜÊNCIAS PROFISSIONAIS Responsabilidade Técnica do Profissional: Descumprimento de obrigações contratuais Descumprimento de obrigações previdenciárias Descumprimento de obrigações acidentarias Ação Trabalhista Indenização Multa Indenização DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

81 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL – Resolução 1002 / 02 Artigo 1° - O Código de Ética Profissional enuncia os fundamentos éticos e as condutas necessárias à boa e honesta prática das profissões da Engenharia, da Arquitetura, da Agronomia, da Geologia, da Geografia e da Meteorologia, e relaciona direitos e deveres correlatos de seus profissionais Artigo 6° - O objetivo das profissões e ação dos profissionais, volta-se para o bem-estar e o desenvolvimento do homem, em seu ambiente e em suas diversas dimensões: como indivíduo, família, comunidade, sociedade, nação e humanidade; nas suas raízes históricas, na gerações atual e futura. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

82 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL – Resolução 1002 / 02 Artigo 9° - No exercício da profissão, são deveres do profissional: Item III, alínea f – Alertar sobre os riscos e responsabilidades relativos às prescrições técnicas e as conseqüências presumíveis de sua inobservância. Artigo 10° - No exercício da profissão, são condutas vedadas ao profissional: Item III – nas relações com os clientes, empregadores e colaboradores: alínea e – descuidar com as medidas de segurança e saúde, do trabalho sob sua coordenação. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

83 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
APLICAÇÕES BÁSICAS DA ERGONOMIA: (NR-17) A Ergonomia visa adaptação do trabalho ao homem, mediante a aplicação do conhecimento das ciências humanas e tecnológicas, em ações como: Projeto de máquinas, equipamentos, postos e tarefas; Estudo da postura e movimentos corporais; Estudo dos fatores ambientais, informação e controles; Redução de erros operacionais; Uso coletivo dos recursos materiais disponíveis; etc. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

84 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
BASES DA ERGONOMIA: (NR-17) Diversos princípios da Ergonomia, derivam-se de outras áreas do conhecimento, como a: BIOMECÂNICA: mecânica do corpo humano; FISIOLOGIA: fadiga: >demanda do coração e pulmões; ANTROPOMETRIA: dimensões do corpo humano. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

85 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
ERGONOMIA: PRINCÍPIOS DA BIOMECÂNICA (NR-17) 1. Mantenha as articulações não tensionadas; 2. Manuseie pesos o mais próximo possível do corpo; 3. Evite trabalhar curvado para a frente; 4. Mantenha a cabeça na posição ereta; 5. Evite torções do tronco; 6. Não levante pesos bruscamente; 7. Alterne posturas e movimentos repetitivos; 8. Realize pausas diárias curtas e freqüentes. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

86 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
ERGONOMIA: PRINCÍPIOS DA FISIOLOGIA (NR-17) 1. A fadiga, por esgotamento físico, ocorre após serem dissipados 250 Watt de energia, em atividades como: ATIVIDADE GASTO ENERGÉTICO Andar a 4 km/h com peso 4 kg W Levantar peso de 1 kg 1 ves/seg W Correr a 10 km/h W Pedalar a 20 km/h W Subir escada de 30 degraus a 1 km/h W Nota: 1 W= 0,06 kJ/min = 0,0143 kcal/min DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

87 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
ERGONOMIA: PRINCÍPIOS DA FISIOLOGIA (NR-17) 2. Tarefas pesadas (>250W) exigem períodos de descanso 3. O descanso pode ser uma interrupção da tarefa ou a substituição por uma tarefa mais leve; 4. Em qualquer caso, o gasto energético não deve exceder 250 W. Nota: Essa cifra inclui a quantidade de energia de aproximadamente 80 W, chamada de metabolismo basal, que o corpo necessita para manter suas funções vitais. O restante é aplicado na realização do trabalho. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

88 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
ERGONOMIA: PRINCÍPIOS DA ANTROPOMETRIA (NR-17) 1. Considere no projeto de postos de trabalho, máquinas, ferramentas, móveis e painéis, as diferenças corporais; 2. Utilize tabelas antropométricas específicas (que contêm as dimensões do corpo e alcances) específicas à população em estudo; DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

89 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
ERGONOMIA: POSTURA (NR-17) A postura de trabalho é determinada pela posição de trabalho, decorrente da natureza da tarefa ou das condições do posto de trabalho. A ergonomia estuda, em particular, as posturas estáticas e prolongadas, analisando o estresse provocado em longos períodos de trabalho em pé ou sentado. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

90 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
ERGONOMIA: REGRAS PARA POSTURA SENTADO (NR-17) 1. Alterne, entre si, as posições sentada, em pé e andando; 2. Ensine a forma correta de usar a cadeira, quanto ao ajuste da altura do assento e da posição do encosto; 3. Compatibilize a altura do assento, com a as superfície de trabalho; 4. Deixe espaço para as pernas e forneça apoio para os pés, para usuários mais baixos; 5. Evite manipulações fora da área de alcance do usuário. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

91 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
ERGONOMIA: REGRAS PARA POSTURA EM PÉ (NR-17) 1. Alterne, entre si, as posições em pé, sentada e andando; 2. Ajuste a altura da bancada ao tipo de tarefa; 3. Evite disposições que exijam inclinação excessiva ou a rotação do corpo; 4. Adote uma superfície inclinada, para facilitar a leitura de painéis; 5. Reserve espaço suficiente para as pernas e pés; 6. Use cadeira alta ou sselim, para apoias o corpo. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

92 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
ERGONOMIA: REGRAS MOVIMENTOS (NR-17) 1. Restrinja o número de tarefas que exijam a movimentação manual de carga; 2. Ensine técnicas e crie condições favoráveis para o levantamento de pesos; 3. Limite o levantamento manual de carga para 23 kg; 4. Projete o posto de trabalho adequadamente para o trabalho pesado; 5. Adote alças para os objetos a serem movimentados manualmente; 6. Conserve a carga próxima do corpo, ao erguê-la; 7. Use os EPI específicos para o tipo de transporte. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

93 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS: PREVENÇÃO E COMBATE (NR-23) FOGO: É uma reação química de oxidação, que resulta em luz e calor. Sua ocorrência se dá em presença de: a) Combustível (gasolina, papel, madeira); b) Comburente oxigênio); c) Fonte de calor ou de ignição (fagulhas). DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

94 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS: PREVENÇÃO E COMBATE (NR-23) INCÊNDIO: Decorre do fogo fora de controle.. Seu controle depende da eliminação ou redução de um mais componentes do fogo: combustível, comburente e calor. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

95 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS: PREVENÇÃO E COMBATE (NR-23) PONTO DE FULGOR: Temperatura mínima na qual os corpos aquecidos desprendem vapores que se queimam, frente a uma fonte externa de calor. A chama, contudo, não se mantém, devido à insuficiência de vapores desprendidos naquela temperatura. Essa temperatura é conhecida como “flash point” . DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

96 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS: PREVENÇÃO E COMBATE (NR-23) PONTO DE COMBUSTÃO: Temperatura mínima na qual os corpos aquecidos desprendem vapores que se queimam, frente a uma fonte externa de calor. A chama, contudo, se mantém, após retirada a fonte externa de calor, devido a suficiência de vapores desprendidos naquela temperatura. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

97 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS: PREVENÇÃO E COMBATE (NR-23) PONTO DE IGNIÇÃO: Temperatura mínima na qual os corpos aquecidos desprendem vapores que se queimam, apenas em presença do oxigênio do ar, ou seja, independentemente de qualquer fonte externa de calor. A essa temperatura ocorre a chamada “combustão espontânea”. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

98 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS: PREVENÇÃO E COMBATE (NR-23) TRANSMISSÃO DE CALOR: O calor, um dos elementos essenciais do fogo, que serve para iniciar, manter e incentivar sua propagação, se transmite a outros corpos de três maneiras diferentes: Condução ou contato; Convecção; Radiação ou irradiação. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

99 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS: PREVENÇÃO E COMBATE (NR-23) TRANSMISSÃO DE CALOR POR CONDUÇÃO: É o processo pelo qual o calor se transmite entre as moléculas que compõem o corpo aquecido; Esse fato pode ser percebido em objetos metálicos, quando uma de suas partes está em contato com uma fonte de calor e sua superfície restante, torna-se também aquecida. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

100 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS: PREVENÇÃO E COMBATE (NR-23) TRANSMISSÃO DE CALOR POR CONVECÇÃO: É o processo pelo qual o calor se transmite entre as moléculas de um gás ou líquido aquecido, devido a diferença de densidade entre elas; Esse fato pode ser notado em recipientes transparentes contendo um líquido em aquecimento, que mostra um fluxo ascendente de moléculas quentes e inverso, de moléculas frias. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

101 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS: PREVENÇÃO E COMBATE (NR-23) TRANSMISSÃO DE CALOR POR IRRADIAÇÃO: É o processo pelo qual o calor se transmite de um corpo aquecido a um corpo mais frio, por meio de raios ou ondas caloríficas, de origem eletromagnética. Esse fato pode ser sentido em recipientes ou equipamentos aquecidos, como fornos, motores, transformadores etc, cuja percepção de calor se dá pela simples aproximação da mão, da superfície irradiante. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

102 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS: PREVENÇÃO E COMBATE (NR-23) MÉTODOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIOS: Retirada do comburente (método de abafamento); Retirada do calor (método de resfriamento); Retirada do combustível (método de isolamento); Eliminação da reação química DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

103 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS: PREVENÇÃO E COMBATE (NR-23) CLASSES DE INCÊNDIOS: Classe “A” - papel, madeira, tecidos, couro etc; Classe “B” - gasolina, óleo, querosene, gás etc; Classe “C” - equipamento elétrico energizado; Classe “D” - metais pirofóricos: Al, Na, Mg, K, Ti DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

104 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS: PREVENÇÃO E COMBATE (NR-23) EQUIPAMENTOS DE COMBATE A INCÊNDIOS: Extintores portáteis - Agentes extintores: espuma mecânica, pó químico seco, gás carbônico, água; Extintores sobre rodas (carretas) - idem acima, com peso superior a 25 kg; Baldes com areia seca; Hidrantes - reservatório, bomba, dutos, mangueiras e esguicho; Chuveiros automáticos ou “sprinklers”; Sistemas fixos de gás ou espuma. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

105 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS: PREVENÇÃO E COMBATE (NR-23) SISTEMA DE PREVENÇÃO DE INCÊNDIOS: Bacia de contenção; Parede corta-fogo; Porta resistente ao fogo; Saídas de emergência; Sistema de alarme; Sistema de detecção de calor/fumaça; Sistema de iluminação de emergência; Sistema de sinalização. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

106 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS: PREVENÇÃO E COMBATE (NR-23) AGENTES X CLASSES DE INCÊNDIOS A B C D CO Não Sim Sim Não P.Q.S Não Sim Sim Não E.M, Sim Sim Não Não A. P Sim Não Não Não (PQS=pó químico seco, EM=Espuma mecânica; AP+ Água pressurizada) DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

107 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS: PREVENÇÃO E COMBATE (NR-23) PRINCIPAIS CAUSAS DE INCÊNDIOS: 1. Equipamentos/instalações elétricas sob tensão: falta de isolação, uso de gambiarras etc.; 2. Cigarros e fósforos acesos, jogados a esmo: 3. Material quente e chama aberta fora de controle; 4. Armazenamento/uso inadequado de produtos químicos inflamáveis ou explosivos; 5. Manutenção e limpeza precárias (acúmulo de poeira); 6. Inexistência de sistemas à prova de explosão; etc DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

108 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS: PREVENÇÃO E COMBATE (NR-23) COMPORTAMENTO EM CASO DE INCÊNDIOS: 1. Procurar manter a calma: não gritar, evitar tumulto; 2. Não trancar-se em banheiros, salas ou outros; 3. Identificar a origem do fogo: combatê-lo, se souber; 4. Desligar máquinas e equipamentos elétricos; 5. Fechar registro de inflamáveis; retirar combustíveis; 6. Acionar alarme de incêndio; 7. Chamar a brigada e/ou o Corpo de Bombeiros oficial; 8. Sair logo do local incendiado, rastejando-se. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

109 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL-EPI (NR-6 item 6.1) EPI é todo dispositivo ou produto de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis a ameaçar sua segurança e saúde no trabalho. NOTA: O EPI não evita acidentes mas sim, minimiza ou impede a ocorrência de lesão, nos trabalhadores que dele façam uso correto. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

110 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL-EPI (NR-6 item 6.1.1) Equipamento Conjugado de Proteção Individual é todo aquele composto de vários dispositivos que o fabricante tenha associado, contra um ou mais riscos que possam ocorrer simultaneamente e que sejam suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

111 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL-EPI (NR-6 item 6.3) OBRIGAÇÕES DO EMPREGADOR (2) Adquirir o EPI adequado ao risco de cada atividade; Exigir o seu uso; Fornecer somente o EPI aprovado pelo governo; Orientar e treinar o trabalhador sobre uso e guarda; Substituí-lo quando danificado ou extraviado; Responsabilizar-se pela higienização e manutenção; Comunicar ao MTE, irregularidades observadas. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

112 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL-EPI (NR-6 item 6.7) OBRIGAÇÕES DO EMPREGADO: Usar (o EPI), utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina; Responsabilizar-se pela sua guarda e conservação; Comunicar ao empregador, qualquer alteração que o torne impróprio para uso; e, Cumprir as determinações do empregador, sobre o uso adequado. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

113 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL-EPI (NR-6 item 6.2) OBRIGAÇÕES DO FABRICANTE E IMPORTADOR (1) O Equipamento de Proteção Individual - EPI, de fabricação nacional ou importado, só poderá ser posto à venda ou utilizado, com a indicação do Certificado de Aprovação - CA, expedido pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

114 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL-EPI (NR-6 item 6.8) OBRIGAÇÕES DO FABRICANTE E IMPORTADOR (2) Cadastrar-se (...) junto ao órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho; Solicitar a emissão do CA (...); Solicitar a renovação do CA(...) quando vencido o prazo de validade estipulado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho; DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

115 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL-EPI (NR-6 item 6.8) OBRIGAÇÕES DO FABRICANTE E IMPORTADOR (3) Requerer novo CA (...) quando houver alteração das especificações do equipamento aprovado; Responsabilizar-se pela manutenção da qualidade do EPI que deu origem ao Certificado de Aprovação -CA; Comercializar ou colocar à venda, somente o EPI portador do CA; DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

116 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL-EPI (NR-6 item 6.8) OBRIGAÇÕES DO FABRICANTE E IMPORTADOR (4) Comunicar ao órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho, quaisquer alterações dos dados cadastrais fornecidos; Comercializar o EPI com instruções técnicas no idioma nacional, orientando sua utilização. Manutenção, restrição e demais referências ao seu uso; DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

117 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL-EPI (NR-6 item 6.8) OBRIGAÇÕES DO FABRICANTE E IMPORTADOR (5) Fazer constar do EPI, o número do lote de fabricação; Providenciar a avaliação da conformidade do EPI, no âmbito do Sinmetro, quando for o caso. (Sinmetero= Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO

118 HIGIENE, SEGURANCA DO TRABALHO E ERGONOMIA
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI PARTES DO CORPO A SEREM PROTEGIDAS: Proteção da cabeça Proteção dos olhos e face; `Proteção auditiva; Proteção respiratória; Proteção do tronco; Proteção dos membros superiores; Proteção dos membros inferiores; Proteção do corpo inteiro; Proteção contra quedas com diferença de nível. DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO PD 951 / PD 9510 / NPB 51 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO


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