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Perceber o que é ser Igreja – povo sacerdotal – para melhor viver a vida cristã Assumir esta missão e descobrir como vivenciar o essencial desta realidade.

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2 Perceber o que é ser Igreja – povo sacerdotal – para melhor viver a vida cristã Assumir esta missão e descobrir como vivenciar o essencial desta realidade nas celebrações da fé Perceber o que é ser Igreja – povo sacerdotal – para melhor viver a vida cristã Assumir esta missão e descobrir como vivenciar o essencial desta realidade nas celebrações da fé

3 Refrão - Povo de reis, assembleia santa, povo sacerdotal, Povo de Deus, bendiz o Teu Senhor. 1. Nós Te cantamos, ó Filho bem amado do Pai, Nós Te louvamos, ciência eterna e Verbo de Deus. 2. Nós Te cantamos, ó Filho da Virgem Maria, Nós Te louvamos, ó Cristo, nosso irmão e nosso Salvador. Refrão - Povo de reis, assembleia santa, povo sacerdotal, Povo de Deus, bendiz o Teu Senhor. 1. Nós Te cantamos, ó Filho bem amado do Pai, Nós Te louvamos, ciência eterna e Verbo de Deus. 2. Nós Te cantamos, ó Filho da Virgem Maria, Nós Te louvamos, ó Cristo, nosso irmão e nosso Salvador. Cântico: Povo de Reis (CT 35)

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5 DESENVOLVIMENTO DO TEMA Ser Igreja povo sacerdotal é ser comunidade cristã que, se vive unida, dá visibilidade à presença de Jesus Ressuscitado na vida do dia a dia.

6 Tal Igreja, quando unida e reunida nas celebrações litúrgicas, manifesta clara e visivelmente a vida do povo sacerdotal, ao modo da Santíssima Trindade.

7 Os baptizados têm que vencer a mentalidade individualista do nosso tempo, para poderem fazer a experiência feliz de um povo reunido na presença do Senhor, conforme a Sua promessa:

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9 Para todos os que celebram «os santos mistérios» em língua lusitana, as coisas são ainda mais evidentes e exigentes - somos os únicos no mundo a utilizar a expressão «Ele está no meio de nós», como resposta à saudação de quem preside dizendo: «O Senhor esteja convosco».

10 Esta relação com Deus «em povo» não dispensa, mas pressupõe e plenifica a relação pessoal com Deus que adquire o seu verdadeiro valor na comunhão da Igreja.

11 A celebração litúrgica não é obra de uns tantos privilegiados, a começar pelo padre.

12 O II Concílio do Vaticano considera «a Liturgia como o exercício da função sacerdotal de Jesus Cristo (SC 7); O II Concílio do Vaticano considera «a Liturgia como o exercício da função sacerdotal de Jesus Cristo (SC 7);

13 Na Liturgia, através de sinais sensíveis, é significada e realizada a santificação da humanidade; e o Corpo Místico de Jesus Cristo presta a Deus o culto público integral» (SC 7). Na Liturgia, através de sinais sensíveis, é significada e realizada a santificação da humanidade; e o Corpo Místico de Jesus Cristo presta a Deus o culto público integral» (SC 7).

14 «Na Missa ou Ceia do Senhor, o povo de Deus é convocado e reunido, sob a presidência do sacerdote, que actua na pessoa de Cristo» (IGMR nº 27) «Na Missa ou Ceia do Senhor, o povo de Deus é convocado e reunido, sob a presidência do sacerdote, que actua na pessoa de Cristo» (IGMR nº 27)

15 (Mt 18,20) A esta assembleia se aplica a promessa de Cristo:

16 «Isto implica que todos (ministros ordenados e fiéis cristãos leigos), no desempenho da sua função ou ofício, façam tudo e só o que lhes compete» (IGMR 91; cf SC 28). «Isto implica que todos (ministros ordenados e fiéis cristãos leigos), no desempenho da sua função ou ofício, façam tudo e só o que lhes compete» (IGMR 91; cf SC 28).

17 Muitas orações das celebrações litúrgicas manifestam a exigência desta unidade e comunhão entre todos. Por exemplo, a Oração Eucarística I, na Comemoração dos vivos, reza: «e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor…»; e antes da Consagração: «a oblação que nós, vossos servos, com toda a vossa família, Vos apresentamos».

18 Escrevia o bispo Klaus Hemmerle: «É um dom extraordinário estar com alguém que só deseja partilhar comigo a realidade de Jesus presente no meio de nós. Mas o 1º passo tem de ser dado por mim:

19 Que é essencial para ser Igreja, povo sacerdotal? Os relacionamentos na nossa paróquia (nos grupos e nas celebrações) são de comunhão na diversidade? Qual o meu e o nosso contributo vivencial nesta missão? Qual é o ambiente próprio do povo sacerdotal e como vivenciá-lo nas celebrações da fé? Como preparar as celebrações, para que todos «façam tudo e só o que lhes compete»?

20 1.Todos unidos formamos um só corpo, um povo que na Páscoa nasceu; membros de Cristo, em sangue redimidos, - Igreja peregrina de Deus! Dentro de nós vive o Espírito de vida que o Pai pelo Filho enviou. Ele nos anima, nos guia e alimenta, - Igreja peregrina de Deus! Nós somos na terra semente de outro Reino, Nós somos testemunhas do Amor, Paz que vence as guerras e luz que vence as trevas, Igreja peregrina de Deus! 1.Todos unidos formamos um só corpo, um povo que na Páscoa nasceu; membros de Cristo, em sangue redimidos, - Igreja peregrina de Deus! Dentro de nós vive o Espírito de vida que o Pai pelo Filho enviou. Ele nos anima, nos guia e alimenta, - Igreja peregrina de Deus! Nós somos na terra semente de outro Reino, Nós somos testemunhas do Amor, Paz que vence as guerras e luz que vence as trevas, Igreja peregrina de Deus! Cântico: Nós somos Igreja Peregrina (CT 29)

21 3. Todos nascidos num único baptismo unidos na mesma comunhão. Todos vivendo em uma só família, Igreja peregrina de Deus. Todos irmanados num único destino, ligados pela mesma salvação. Somos um corpo e Cristo é a cabeça Igreja peregrina de Deus. 2. Rugem tormentas e às vezes nossa barca parece que perdeu o timão. Olhas com medo, perdeste a confiança, Igreja peregrina de Deus! Uma mesma esperança nos enche de alegria, presença que o Senhor prometeu. Vamos cantando, connosco Ele caminha, Igreja peregrina de Deus! Nós somos na terra semente de outro Reino, Nós somos testemunhas do Amor, Paz que vence as guerras e luz que vence as trevas, Igreja peregrina de Deus!

22 Siglas usadas neste texto: CT = Cantemos Todos SC = Sacrosanctum Concilium = Constituição sobre a Sagrada Liturgia IGMR = Instrução Geral sobre o Missal Romano em latim: Institutio Generalis Missalis Romani. Refere-se a um documento, promulgado pelo papa, a fim de instruir os celebrantes (bispo, padre, diácono - e toda a gente) sobre como celebrar a Eucaristia no rito latino. Mt = Mateus Siglas usadas neste texto: CT = Cantemos Todos SC = Sacrosanctum Concilium = Constituição sobre a Sagrada Liturgia IGMR = Instrução Geral sobre o Missal Romano em latim: Institutio Generalis Missalis Romani. Refere-se a um documento, promulgado pelo papa, a fim de instruir os celebrantes (bispo, padre, diácono - e toda a gente) sobre como celebrar a Eucaristia no rito latino. Mt = Mateus

23 Texto – Escolhidos e Enviados Imagens – Internet Realização – Maria Rosária Nunes Franciscana Missionária de Maria


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